Eu sei que muito da “cultura” zumbi esbarra em paradoxos e divergências de opinião, mas acho que é possível concordarmos que eles não têm alma, certo? Digo, caso você acredite nelas, é claro. Bom, partindo desse pressuposto, o filme Zombie Strippers é sobre seres sem alma, porém, sexy e – de acordo com a premissa do filme – até mais atraentes que as strippers “vivas”. Destiny é uma stripper zumbi.

Não que o jogo apele para a sensualidade física per se, todos os personagens, sejam mulheres, homens, robôs ou alienígenas não são sexualizados – o que é maneiro. Destiny é extremamente competente em tudo o que é “superficial”, com gráficos incríveis (testei a versão de PS4), mecânicas eficientes e música orquestrada magistralmente – mais de uma vez passei minutos na tela de início do jogo, parado, só escutando a melodia.

Destiny é um shooter AAA com mecânicas de RPG, que permite o jogador escolher entre três raças apenas cosméticas (Despertos, Humanos e Exo) e três classes: Titãs, Arcanos e Caçadores. Cada uma das classes possui duas sub-classes.

Mas, tal qual uma stripper zumbi, essas qualidades apenas ressaltam a completa falta de alma no título desenvolvido pela Bungie (mesma da série Halo). O show de luzes e “sensualidade técnica” só tentam esconder que Destiny é uma casca sem vida.

Noite do Destino

Destiny tenta vender uma história que se passa num futuro longínquo, no qual forças das trevas dominaram a galáxia e a Terra é o último forte protegido pelo Viajante, uma entidade cósmica que, basicamente, não faz nada o jogo inteiro.

O jogador é um Guardião, um soldado da Luz a trabalho do Viajante. Por que? Porque é assim que a Bungie quis. Você não tem nenhum motivo para entrar na batalha, o objetivo que te dão (salvar a galáxia? O universo? A Terra? Sei lá) é tão mal explicado que não foram raros os momentos que eu precisava entrar no site oficial do jogo para entender o que estava acontecendo – e nem isso ajudou.

São quatro raças alienígenas, sendo que os Decaídos (Fallen) e Colmeia (Hive) são praticamente idênticos. Os Cabal são tão mal introduzidos que você só os percebe quando vê que os inimigos que antes só sabiam andar, agora pulam e são gordos. Já os Vex, que são robôs, possuem uma mecânica um pouco diferente: não atire na cabeça como nos outros inimigos, mire na barriga.

Destiny

Tirando as mudanças mínimas de estratégia de combate, não há o menor motivo para combater estes inimigos. Exceptuando os Decaídos e Colmeia, que invadiram a Terra – nunca fica muito claro o porque disso, vai que os humanos invadiram os planetas deles antes? -, os outros dois só estão se defendendo de nós, jogadores.

Claro, Destiny jura que os Vex são tão ruins mas tão ruins, que nem os outros inimigos gostam deles. Mas, cara, em nenhum momento é mostrado como a ameaça Vex é uma ameaça de fato! O jogo obriga o jogador a invadir as terras deles e matá-los sob a promessa de que eles destruirão tudo se continuarem vivos. Mas eles não destruíram nada ainda. Só existem umas lendas de que os robôs são malvadões e, para falar bem a verdade, boa parte das vezes você os encontra lutando contra as outras raças inimigas. Quer dizer…

E tudo isso porque um cara chamado O Orador (The Speaker) jura que escuta as palavras do Viajante – e só ele, tá? Mais ninguém – te falou que você precisa fazer isso. E olha que estou ignorando todo o fato de que o Guardião controlado pelo jogador estava morto há tempos e, ao que tudo indica, não lembra patavinas das guerras entre Luz e Escuridão.

O que fica claro o tempo todo é que a Bungie quis deixar tudo meio vago para, possivelmente, elucidar mais com DLCs. Mas aí fica um pensamento: se você pagou por uma experiência completa, por que contentar-se apenas com lacunas enormes sem sentido?

Despertar do Destino

Existe uma discussão – meio sem sentido – se Destiny é um MMO ou não. Tudo devido ao significado que cada pessoa dá a “massivo”, o primeiro M de MMO. Alguns acham que massivo precisa ser mais de 100 pessoas juntas jogando, para outros (eu incluso), encontrar mais de 10 jogadores aleatoriamente em uma área já classifica o jogo como massivo.

De qualquer forma, Destiny, massivo ou não, possui grande foco no multiplayer. Chego ao ponto de afirmar que Destiny só é realmente suportável e esboça algo mais de diversão apenas se jogado em conjunto.

A repetição das missões do modo história é assustadora. Todas envolvem chegar ao ponto X, colocar o seu Fantasma – uma inteligência artificial dublada por um Peter Dinklage (Tyrion Lanister, de Game of Thrones) sem vontade e/ou mal-dirigido – para escanear algum mecanismo e lutar contra ondas e mais ondas de inimigos.

Prêmio de jogo mais bonito de 2014: DestinyDestinyDestinyDestinyDestinyDestinyDestinyDestinyDestinyDestiny

A única variação são as lutas contra chefes, mais encontradas nas Missões de Assalto. E, amigos, vocês não sabem o que os espera nestas missões. Mas é bem fácil de explicar: inimigos que são esponjas de balas. Ou seja, são chefes, muitas vezes apenas versões maiores de outros inimigos, que não são difíceis de abater, são apenas demorados.

Muito demorados.

E enquanto você perde dezenas de minutos fazendo com que a barra de vida destes chefes baixe, ondas e mais ondas de inimigos vão aparecendo pela fase. Afinal, é a única maneira de realmente deixar a missão difícil.

O que é realmente estranho de toda essa parte cooperativa de Destiny são as decisões da Bungie sobre como e com quem você poderá jogar. As missões do modo história não possuem um matchmaking automático, ou seja, você tem duas escolhas: ou joga com outros amigos, ou encontra um desconhecido vagando pela mesma área que você, chegue perto, aperte o botão R3, escolha a opção “Convidar para o Grupo”, espere abrir uma segunda tela, envie o convite (novamente, para um desconhecido) e espere. Não há maneiras de saber se o tal desconhecido recebeu ou não o seu convite, se ele leu ou não. Você precisa esperar e ver se ele aparece em seu time. Isso em 2014.

Nós já fizemos uma transmissão ao vivo de Destiny que você pode assistir na íntegra

Já para as missões de Assalto, você obrigatoriamente precisa de uma PSN Plus (ou Live Gold, o que já é o normal) e o jogo te coloca automaticamente em um grupo com mais duas pessoas.

Agora o motivo destes dois modos diferentes, que são tão similares, terem dois comportamentos completamente distintos é um grande mistério. Tal qual descobrir se O Orador realmente fala com a bola gigante chamada O Viajante, ou se strippers zumbis têm ou não alma.

Dia do Destino

Outro problema que assola Destiny é a falta de motivo para explorar os seus belos cenários. Mesmo que a beleza em si já seja um motivo para muitos saírem vagando, arrisco em afirmar que a maioria busca uma recompensa palpável. As fases, ou “mundos e lua”, de Destiny são grandes e vazios. Isso pode até ser um simbolismo da decadência interplanetária, mas isso afasta quem procura por algo a mais nas terras estéreis do jogo.

Além da falta de baús de recompensa, existem alguns fantasmas a serem encontrados, mas devido a sua aleatoriedade, a tarefa fica enfadonha rapidamente.

Destiny

Com o objetivo de facilitar a locomoção do ponto A ao B, você ganhará “motos voadoras” que agilizam o percurso. E, meu deus, como a Bungie falhou em não colocar uma missão sequer que utilize destes veículos para algo além de transporte. Inclusive vale um “salve” também para as naves que levam o jogador de planeta a planeta e são usadas apenas para disfarçar telas de carregamento. O único motivo para trocar ou comprar outra é para o jogador mudar um pouco sua tela. Sim, outros jogos já fizeram, mas isso significa que é legal?

Terra do Destino

Como não pode faltar em nenhum shooter AAA, existe o modo competitivo e é ali que Destiny brilha ainda mais pálido.

Passei os últimos dias tentando descobrir em fóruns e vídeos se o modo competitivo é equilibrado de alguma forma, já que o título insiste em colocar os jogadores de níveis desiguais para se enfrentar. Sabem o que descobri? Nada.

Algumas entrevistas com desenvolvedores de Destiny apontam respostas vagas sobre o equilíbrio do modo competitivo. Mas apenas jogadores com a mesma dúvida que eu conseguiram apontar alguma luz sobre o assunto.

O que fica claro é que o dano das armas é igualado, não importa o nível da arma que você use. O mesmo acontece com seus pontos de defesa. Legal, né? Pelo menos você continua com a sua mesma arma e roupa que levou horas para conseguir no modo história. Então, “cosméticamente falando”, isso é bem maneiro.

Leia mais sobre Destiny:
Destiny: todos os troféus e conquistas do jogo
Destiny já rendeu à Activision US$ 500 milhões, mesmo valor de custo do jogo

Mas… Com níveis diferentes, cada classe ganha poderes diferentes. Além disso, Destiny também permite a evolução própria de cada arma, sendo que as evoluídas acabam recebendo atributos e efeitos diferentes. Por exemplo: eu e você, caro leitor, podemos usar o mesmo tipo de arma. Digamos que você seja um camper como eu (tudo bem, eu já aceitei o estigma) e nós dois usamos um rifle de precisão. Pela lógica do jogo, os dois deveriam dar o mesmo dano, certo? Mas se o meu rifle tem uma evolução que digamos deixa ele mais rápido de recarregar, ou tenha um efeito de penetração maior, eu terei vantagens que você não tem. O que acontece é que o dano base é o mesmo, mas todas essas qualidades a mais estão para o meu lado. Ou seja, deixa de ser uma disputa de habilidade e vira uma lambança.

Na prática, a ideia de balancear o dano e a defesa não funciona, pois quanto maior o nível do jogador, maior a gama de poderes e armas com mais qualidades.

Resumindo: o multiplayer está quebrado.

Ah sim, e já falei que os Arcanos são os mais fortes, com poderes de dano em área superiores a qualquer outra classe?

Diário do Destino

Destiny parece um jogo incompleto. Algo que funcionaria muito bem como um “freemium” ou até mesmo um jogo de assinatura. Assim a Bungie poderia justificar todas as lacunas – de história, de problemas nas mecânicas, de modos de jogo – como “algo sendo construído”. Quando ela vende um jogo claramente inacabado como uma experiência fechada, e ainda cobrará por DLCs, isso só torna a coisa ainda mais injusta.

Mas é necessário apontar a gratificação do combate de Destiny e relembrar que sua trilha sonora são pontos muito fortes. Seja ao abater um inimigo, ao coice da arma e até mesmo o “tato” nos disparos realizados, é difícil não gostar da mecânica do jogo e ela, junto da orquestra que te leva pelas missões, acabam por segurar boa parte do título.

Só que o fato da história acabar bem antes do level máximo (atualmente level 30) e obrigar o jogador a repetir as mesmas fases apenas com inimigos capazes de absorver mais dano só torna a experiência ainda mais desanimadora. E liberar o modo Raid (missões cooperativas com seis jogadores) apenas no level 26 – alcançável apenas com itens específicos que são derrubados aleatoriamente por inimigos – foi o último prego para Destiny.

Análise - Destiny
Destiny é um show sensual de luzes e som que esconde uma casca sem vida. Ele até tenta te cativar com mecânicas recompensadoras e belas músicas orquestradas, mas sua repetição e falta de inspiração acabam com sua diversão.
2
  • Vinícius de Pádua

    Que pena, um jogo tão grande em tantos aspectos. Criação de muitas pessoas, se tornou mais produto do que uma obra, o que não é ruim também. Há público (e muito público), mas acho que essa “alma” que o Teixeira disse é uma visão autoral, mais individual.

  • Grillo

    QUE

    ANÁ

    LISE

    <3

  • Eric

    Queria tanto que esse jogo fosse MANEIRO. Joguei o Beta e gostei do que vi, mas pelo que ando vendo ele não sustenta dali pra frente. Não é um “crescendo”, o que eu vi e gostei no inicio (visual, música, promessa) já parece ser o topo. Pena.

  • Não consigo dar 2 pra um jogo com o qual me divirto tanto.

    • “Chego ao ponto de afirmar que Destiny só é realmente suportável e esboça algo mais de diversão apenas se jogado em conjunto”.

      Forçou. Mania de querer enfiar uma motivação/justificativa para tudo… Cadê o simples “jogar por diversão”? O jogo é muito divertido cara, ainda mais jogando cozamigo no cooperativo.

      • caio_o_teixeira

        Fala Luiz! Não entendi a relação entre a parte de você falando que eu tenho “mania de querer enfiar uma motivação/justificativa para tudo” com a parte que citou do texto.

        Mas aí que tá: para você basta “jogar por diversão” – sendo que o seu e o meu “diversão” são completamente diferentes. E quando você fala “O jogo é muito divertido cara” você esqueceu de “pra mim”. Então o correto é “Pra mim o jogo é muito divertido cara”, afinal, diversão e gosto são subjetivos. =)

        O interessante é que no final de tudo você concorda comigo “ainda mais jogando cozamigo no cooperativo”. A única diferença é que você suporta ele no singleplayer e eu não. 😉

        • Renan M. Sampaio Motta

          Corretíssimo. E infelizmente, numa análise tem de ir mais fundo. Às vezes o fator diversão pode render 1 pontinho e uma citação a mais, mas ainda tem de se avaliar os detalhes. Não quer dizer que uma análise de nota 2 ou 5 vá dizer exatamente o que outro jogador vá sentir ao jogar. Apesar de toda e qualquer crítica, o entretenimento deve ser experimentado e discutido com respeito… mas pondo o respeito de lado, vamos à guerra dos “istas” =). Um abraço e parabéns pelo site. Vocês merecem todo o sucesso e reconhecimento, pois não é em vão.

          • Ricardo Leite

            É verdade… Imagino que está tenha sido a razão pela qual nosso amigo Teixeira tenha jogado por tanto tempo mesmo sem estar curtindo.

        • É que, a impressão que tenho, é que você supervaloriza a narrativa, a história e a forma como ela é contada, e deixa de lado aspectos essenciais dos videogames: a diversão. Afinal, videogame é, essencialmente, um hobbie. FOi criado para isso, para entreter. Pong e Pac-Man que o diga. Mas hoje não, hoje qualquer jogo com uma história mal contada já é nota 2. Oh fuck. Ou pode ser apenas a minha impressão. Enfim, já discuti com você por discordar da sua review em The Last of Us em outros tempos. Acho que é só uma questão de minha opinião não bate com a sua. Mas eu respeito, ok?

          • caio_o_teixeira

            Claro, não estamos brigando, só argumentando.

            Você acha que supervalorizo história e eu acho que você diminui a importância da mesma. Veja bem, os exemplos que você citou nem tentam ter narrativa. Eles são um conjunto de mecânicas e ponto. Qualquer tipo de “história” quer tentar tirar dali é forçar a barra.

            Dá para falar a mesma coisa de Destiny, que tem uma campanha “modo HISTÓRIA” de horas e mais horas? Com CGs unicamente para contar algo e uma instância que serve apenas para você ver um diálogo? Sendo que ainda contrataram um cara do nível do Peter Dinklage para dublar o seu companheiro, ou seja, uma importância máxima para um elemento que não é nada mecânico e apenas narrativo.

            Sim, investiram milhões para um rifle de precisão ter um “feel” perfeito. E eu acho que conseguiram. Só acho que isso não chega nem perto de ser o suficiente para eu me divertir com o jogo, todos os defeitos que apontei no meu texto entraram na frente da minha diversão.

            E sobre minha análise de The Last of Us: meu problema é exatamente oposto ao Destiny. Acho a história de TLoU INCRÍVEL, mas com uma mecânica zuada. =)

          • Pois estão te faço um desafio. Continue jogando. Tenho certeza que “todos os defeitos que você apontou” serão abstraídos. Já que vocês adoram usar Polygon como referência, vou citar um artigo deles:
            http://www.polygon.com/2014/9/16/6153843/destiny-bungie-fun-but-flawed

            Sim, eles deram 6 pro jogo, o que considero uma nota medíocre. Mas ainda assim, 48 horas após publicarem o review, o cara me publica um artigo meio que retificando a nota baixa “fodam-se os defeitos, o jogo é divertido e estou jogando ele há horas”.

            Se quiser, me adiciona na PSN e vamos jogar missões no cooperativo. Não tem nada mais divertido que jogar/explorar/ir atrás de loot com os amigos. Sério mesmo.

          • caio_o_teixeira

            Então, eu já tenho umas 20 e poucas horas de jogo e ainda não me diverti.

            Anos atrás li um review, não lembro exatamente qual, de Duke Nukem Forever e o autor levantou a seguinte questão: “Estou sentindo que estou comendo bosta. Quanto de bosta eu preciso continuar comendo até ter certeza que é bosta?”.

            Não acho que Destiny é bosta. Mas em mais de 20 horas de jogo eu não consegui gostar dele. Preciso de mais quantas até começar a gostar? Que tipo de mídia “focada em diversão”, como você gosta de apontar, precisa me obrigar a gastar dezenas de horas para só então começar a me divertir? Não é um auto-excludente eu ter que me martirizar para a promessa (e nem certeza) de diversão?

            Sei lá, às vezes é preciso. Mas acho que um jogo fazer isso continua com um problema muito sério de porta de entrada: apenas quem aguentar dezenas de horas poderá se divertir. Se fosse um jogo voltado para um grupo específico de pessoas eu até entenderia. Num AAA não.

            E eu não sei de onde tirou que “adoramos usar Polygon como referência” sendo que eu e Heitor somos fãs do Giant Bomb e só o Rique que curte mais o Polygon mesmo, mas nossa proposta editorial é muito mais voltada para o GB do que o Polygon. Não é só porque gostamos de cores que somos o The Verge, saca? =)

          • Ricardo Leite

            Eu me recordo destas palavras em uma review….
            Honestamente, eu acredito que se você não está se divertindo, não faz sentido continuar batendo a cabeça…
            Ok, você está em uma situação diferenciada pois trabalha com isso, ainda assim, jogos são, acima de tudo, entretenimento, não faz muito sentido continuar insistindo em algo que não consegue colocar um sorriso na sua cara.

          • Estranha-me o fato, então, de colocarem uma pessoa que não gosta de determinado gênero de jogo para analisa-lo. Pois é o que parece, que vc não tem intimidade ou gosto por jogos de tiro. Isso porque Destiny possui vários outros elementos, colocando-o longe dos shooters tradicionais. Admito que o jogo tem seus defeitos, mas é divertido. Agora, dizer que jogou 20 horas de Destiny por obrigação e sequer sentiu um pouco de diversão no caminho, parece que vc já tinha uma opinião pré-formada sobre o jogo. Acho errado jogar um jogo que não gosto, apenas por obrigação do oficio de jornalista, para depois falar mal dele. Sei lá, tem uma vibe meio hater o texto, pessimista demais, que só vê defeitos. Tô sendo sincero. Seria ótimo ler a análise do ponto de vista de alguém que gostou, valorizando os aspectos legais do jogo, seria mais prazeroso.

          • caio_o_teixeira

            Fala Luiz!

            Cara, você parou para ler o que você escreveu agora? Serio, não estou sendo irônico ou agressivo. Só peço que leia mais uma vez o que você escreveu.

            1) Você parte do pressuposto que eu não gosto de shooters ou dos elementos apresentados no jogo
            2) Sua logica segue o caminho de quem gosta de determinado estilo de jogo devia escrever sobre ele, assim a ótica seria mais positiva e, por consequência, mais agradável
            3) Do seu ponto de vista, o “oficio jornalistico” deveria exaltar coisas boas ao invés das ruins

            Cara… Tem tanta coisa errada nesse seu comentário… Primeiro porque você simplesmente acha que um.review deve ser positivo porque VOCE acha que o jogo é bom. Depois parte para um argumento manco de que, se eu não gostei não é porque eu realmente achei motivos para o mesmo, mas sim porque eu sou um “bater”.

            Depois disso ainda considera ” mais prazeiroso” ler algo bom sobre o que você gosta, ou seja, você não quer uma critica, quer uma confirmação da sua opinião sobre algo.

            É… Sei lá, meio triste saca? Porque ate então achei que existia uma argumentação, mas agora só parece que você ficou chateado porque eu não falei “boa, Luiz! Fez uma grande compra mesmo!”.

            E, putz, é egoísta essa sua posição de pedir para ler o que você quer em uma analise, e não a opinião de outra pessoa, que inclusive, poderia enriquecer a sua.

            Enfim, só posso dizer que você não é o tipo de leitor para quem eu escrevo. Você, neste exato momento se tornou mais um daqueles ~gamers~ que não conseguem ser contrariados e quer estar sempre certo.

            Bem… Sei lá. Boa noite ae.

          • Se “fazer crítica” é falar mal, então vc está certo. Mas existem, também, críticas positivas. Se vc sortear um parágrafo aleatoriamente em seu texto, será uma crítica negativa, denegrindo o jogo. Fato.

            A cada paragrafo que lia do texto, me sentia pior. “Como é possível eu ter gostado de um jogo que é tão ruim?”. “Será que eu tenho algum problema por ter gostado de Destiny?”. “Será que jogamos o mesmo jogo?”. São apenas algumas das perguntas que ficaram ao terminar de ler a crítica.

            “2) Sua logica segue o caminho de quem gosta de determinado estilo de jogo devia escrever sobre ele, assim a ótica seria mais positiva e, por consequência, mais agradável”
            Não. Minha lógica é que, quem gosta de determinado estilo, terá mais PROPRIEDADE para falar dele, e fazer, DE FATO, uma crítica cabível.

            Sabe aqueles críticos de restaurante? Parece que você é vegetariano e foi fazer crítica de um restaurante de carnes. É obvio que o resultado da crítica será negativo.

          • Gustavo Sant’Anna

            “Sabe aqueles críticos de restaurante? Parece que você é vegetariano e foi fazer crítica de um restaurante de carnes. É obvio que o resultado da crítica será negativo.”

            Esse comparativo é meio babaca.

          • Babaca? O cara fala de “até quando tenho que continuar comendo merda pra me convencer que o jogo é merda?” e o meu comparativo é babaca? Ok.

          • caio_o_teixeira

            Você não sabe o que é critica.

            Não importa a sua opinião, eu não gosto do jogo. E não importa a minha opinião, você gostou do jogo.

            E se eu não gosto do jogo, não faz o menor sentido eu falar bem dele. Isso é a anti-critica. É confirmação de viés o que você quer e, sinto muito, não te darei isso.

            Levantei os dois pontos positivos que encontrei no jogo: mecânica e música. Não preciso exaltar mais só para agradar e não magoar quem gostou do jogo.

            Você quer discutir a argumentação que utilizei e apresentar contrapontos a elas? Vamos nessa. Agora ficar nessa defesa incansável de que eu não gosto do estilo ou que eu não deveria ter feito o review só vai nos cansar, porque, como falei acima, você simplesmente não entende como critica funciona e o meu trabalho aqui, nos comentários, não é te dar uma aula sobre isso. Ou vai estudar e depois falamos, ou deixa pra lá. Agora você só ta sendo chato. =)

          • Sim, é a sua opinião. E eu tenho a minha opinião. Mas a sua opinião não faz sentido. Falar mal do jogo, abusar de comparações sem pé-nem-cabeça, eufemismos e outras figuras de linguagens para mostrar que é letrado e que sabe escrever bonito, é fazer uma boa crítica? Não.

            Vamos aos pontos.

            “a falta de motivo para explorar os seus belos cenários”. Esse comentário mostra que você não gosta de jogos como Diablo. Em Diablo, a busca por itens/armas/equipamentos melhores são estímulos, mais que suficientes, para explorar os cenários. Com Destiny é a mesma coisa.

            “o modo competitivo de Destiny brilha ainda mais pálido”. Oi? Você usou argumentos técnicos de balanceamento de armas/equipamentos pra falar mal do cooperativo? E o fator social, não conta? Afinal, é disso que se trata um coop, estar com os amigos, explorando, se divertindo.

            “o multiplayer está quebrado”. Mais uma vez vc usou termos técnicos e de balanceamento para dizer que o MP é “quebrado”. Me desculpa, mas o MP de Destiny dá de 10 a 0 no quesito diversão em COD e Battlefield – que são jogos bem balanceados, porém chatos.

            “obrigar o jogador a repetir as mesmas fases apenas com inimigos capazes de absorver mais dano só torna a experiência ainda mais desanimadora”. Pelo contrário. Entendo isso como um fator estimulante. Valoriza o fator replay do jogo, me mantendo preso à ele por mais tempo.

            Você pega fatos isolados e acaba com o jogo por causa disso, esquecendo de citar os fatores positivos. Trata-se de uma crítica enviesada, claramente denigrindo o jogo. Você somente falou dos pontos positivos do jogo em DUAS linhas de texto. O resto são defeitos. Tendencioso, não?

            “Mas é necessário apontar a gratificação do combate de Destiny e relembrar que sua trilha sonora são pontos muito fortes”

          • Não adianta, você gostou do jogo e não aceita que alguém não tenha gostado.

            E não aceita que a pessoa não tenha gostado principalmente dos pontos que você gostou… mas isso é normal, as pessoas tem uma grande dificuldade de entender que isso é questão de OPINIÃO!

          • O ponto é que esse texto deveria ser uma análise, mas ele não é.

            Eu entendo que uma análise deveria ser algo bem “técnico”, elencando pontos positivos e negativos, e justificando-os, para convencer o leitor se vale a pena compra-lo ou não a partir destas características.

            Eu vou atrás de uma análise, justamente, para saber do que se trata a história, saber como são as mecânicas, o que de inovador tem nele, se é divertido, se tem uma “vida longa”… Etc.

            Esse texto não é uma análise, é o relato pessoal de uma pessoa que não gostou do jogo, que não tem afinidade pelo estilo do jogo, falando dos defeitos do jogo. Quem ler isso aqui, não vai comprar o jogo.

          • Mas os pontos positivos e negativos são subjetivos e dependem do gosto de quem analisa, não é algo técnico como você quer que seja.

            Como você quer que alguém diga se algo é divertido se a diversão é algo que só você mesmo pode medir, ela é diferente para cada um…

            E cara, posso te chocar mas, TODA ANÁLISE é um relato pessoal de quem analisa, queira você ou não!

          • Análise (do grego ανάλυσις, transl. análysis, “dissolução”) é o processo de decomposição de uma substância ou tópico complexo em seus diversos elementos constituintes, a fim de se obter uma melhor compreensão sua. Wikipedia.

            Aplique esse conceito para o contexto de um jogo, e verá que esse texto não é uma análise. Esse texto é uma crítica. Aliás, é o relato pessoal sobre uma experiência que, no caso, uma pessoa jogando Destiny.

          • Não adianta cara, você quer usar uma definição objetiva em algo que é subjetivo, não vai adiantar eu falar nada, você não quer aceitar que as coisas podem variar de pessoa para pessoa.

            Então vamos pedir para que as empresas entreguem o código fonte do jogo para os analistas poderem falar se ele é ou não bom…

          • Eduardo Garcia

            Eu não iria comentar nada aqui, pq … esse post tem mto hate. Mas eu fiquei comovido com a sua visão sobre o que uma análise deve ser e qual o papel dela. E depois de descobrir que você escreve para um blog e tal, percebi que a sua visão é exatamente a visão que o seu blog tem. Então baseado nos fundamentos de como o seu blog vê uma análise, com um texto extremamente descritivo, e que no final conclui de maneira totalemente condescendente (minha opinião pessoal e parcial aqui) se esse jogo merece ser prestigiado ou não.

            Eu acho o formato impessoal demais, eu não gostaria que as análises fossem tratadas assim em muitos outros lugares, prefiro que esse estilo permaneça e acesso esse blog, não por que eles “falam mal do jogo hypado” apesar de admitir que eu costumo ignorar as análises que apenas exaltam determinadas obras. Eu não acho que você deveria partir pra essa conclusão que o por que a análise dá nota baixa ela é um “caça-clique”, dado que o título do post não é “20 GIFS que provam que destiny é uma merda”.

          • Sites diferentes, abordagens diferentes sobre o mesmo tema. E viva a pluralidade. Como eu disse, a visão do Overloadr é bem pessoal, eu respeito, mas acredito que análises devam ser mais impessoais.

            Sim, todos sabemos que não existe um texto 100% impessoal, mas não quero dar uma visão tendenciosa sobre um jogo a partir da minha experiência pessoal. Quero apenas informar, elencar pontos positivos e negativos para que o leitor forma a própria opinião dele.

            Não duvido que muita gente desistiu de comprar o Destiny ao ler esse texto do Caio. Acho isso péssimo, pois o leitor deveria formar a opinião dele sobre o jogo e não se deixar influenciar pela experiência ruim que outro jogador teve com o jogo.

          • Mas os pontos positivos e negativos, seriam negativos ou positivos na SUA opinião, então continua 100% pessoal!

          • Você claramente não sabe diferenciar uma crítica de uma análise.

          • Você claramente (gosta muito desta palavra né?) não sabe o que é subjetividade!

            Me diga alguns pontos positivos do jogo?

            Se eu não concordar com você que são positivos eu estou errado? Esta é a sua ideia de análise?

          • De prontidão consigo me lembrar de algumas características, como os gráficos, direção de arte, design dos cenários, design da interface dos menus, trilha sonora… Não são coisas que dependem de subjetividade. São fatos. Mesmo que você não goste do estilo de música, por exemplo, é preciso reconhecer que ela é bem aplicada, nos momentos corretos do jogo, criando uma imersão incrível em momentos chave do jogo.

            Continuando, também acho o design de armas e roupas impecável, o sistema de facções (vanguarda, crisol, nova monarquia, culto a guerra futura, etc…) são bem implementados. Aliás, o sistema de ranking é gigantesco. É preciso centenas de horas de dedicação para atingir ranking 2 em cada uma das facções. O sistema de facções é complexo e bem estruturado.

            Já chegou a instalar o app de Destiny pra celular, ou visitar o site da Bungie e checar o progresso do seu personagem? Todo esse ecossistema criado para o jogo é incrível, principalmente o site. Enfim, se você tiver uma experiência ruim com tantas coisas bem implementadas, é realmente uma questão de gosto. Pois tecnicamente o jogo é inegavelmente bem desenvolvido.

          • Ainda Assim, Gráficos, direção de arte, design dos cenários, pode não agradar alguém, que não considerará nenhum destes como ponto positivo…

          • Alguém com um olhar analítico vai se agradar. Mas se você quer ser implicante/crítico a ponto de julgar estes aspectos que citei como sendo negativos, por causa de uma experiência PESSOAL ruim que teve com o jogo ou por causa de seus gostos pessoais, você estará sendo, no mínimo, tendencioso.

            Acredito que o papel de uma análise é trazer os aspectos positivos e negativos do jogo de forma técnica/fria, e não tendenciosa, para descrever o jogo para o leitor, para que ele forme a opinião dele.

          • Desisto, aproveita que você é desenvolvedor e crie a maquina analítica de jogos… você vai adorar as análises dela, e deixe que outros seres humanos leiam as análises feitas por seres humanos!

          • O que você quer não é uma análise, e sim uma crítica. Se você quiser arruinar as suas expectativas sobre um jogo, leia uma crítica (relato pessoal de uma pessoa que jogou e não gostou). Agora, se você quiser entender do que se trata o jogo, saber dos seus aspectos positivos e negativos, para saber se deve compra-lo ou não, leia uma análise.

          • Esse vídeo do UOL Jogos aqui, por exemplo, foi mais esclarecedor do que a crítica do Caio: http://jogos.uol.com.br/videos/assistir.htm?video=uol-joga-destiny-0402CD19376EC0915326

            Imagine-se na pele de uma pessoa que não jogou Destiny. O que você recomendaria: ver essa vídeo-análise (leia bem, ANÁLISE) do UOL, ou o texto crítico do Caio? O que é mais elucidativo? O que descreve melhor o jogo e suas mecânicas?

          • caio_o_teixeira

            Você continua não entendendo como funciona uma critica. Mas vamos lá, agora que apresentou pontos:

            – quando falo de falta de motivação para exploração deixo claro que ela não é gratificante, pois a exploração do cenário me leva a enfrentar uma onda de inimigos que na grande maioria das vezes não me da nada. Existem cinco baús por mundo, se não me engano. Para mim, novamente, isso não é o suficiente. Sobre Diablo: gosto do 1 e do 2, o 3 nem tanto.

            – Você claramente não entendeu o texto. Quando aponto o balanceamento quebrado estou me referindo apenas ao competitivo. Toda essa parte, inclusive, é dedicada apenas ao competitivo

            – Se você considera que refazer as exatas mesmas coisas com apenas inimigos que demoram mais para morrer, sem oferecer qualquer tipo de novidade à jogabilidade como algo “estimulante”, realmente, não tem.como você concordar comigo. De novo, opinião. =)

            Então, são fatos ” isolados” – sendo que acontecem o tempo inteiro no jogo, logo, o oposto de “isolado” – que transformaram a minha experiencia em algo ruim.

            Quando você reclama da “tendenciosidade” da minha analise só prova o meu ponto de que você não faz a menor ideia de como um review funciona. Toda a minha experiencia de jogos, o meu próprio ser, influência na minha opinião. Assim como a sua base cultura na sua. Analise, critica, review é diferente de notícia. Eu não busco a “isenção pessoal” do objeto, no caso o texto, eu tenho que exatamente ir de encontro com todos os meus sentimentos enquanto eu jogo. Critica não é uma planilha que eu apenas faço um checklist do que tem ou não num jogo. Ela é a minha experiencia com ele e os argumentos que uso para defender.

            Você tenta desqualificar meus argumentos atacando o meu gosto enquanto aponta o seu gosto como o “correto” ou “razoável”. E isso simplesmente não cola para ANALISES DE OPINIAO PESSOAL, saca?

            Não importa quanto você fale que meu gosto não é legal e não aponte um erro real na minha argumentação que eu não possa refutar (como fiz com todos os seus últimos). A nossa opinião é diferente sobre o jogo e você não sabe o que é uma critica. Não tem muito pra onde ir nessa discussão, entende?

          • Você percebeu que, o que você acabou de dizer, também se aplica pra você?

            “Você tenta desqualificar meus argumentos atacando o meu gosto enquanto aponta o seu gosto como o correto ou razoável”

            Sou analista de qualidade de profissão, trabalho com desenvolvimento de sistemas, e – como você diz – posso não saber o que é uma critica, mas sei identificar a qualidade em um produto. E Destiny é um jogo de ótima qualidade, coisa que você não reconheceu na sua “crítica”. Pra mim, seu texto, serviu muito mais como um relato pessoal de uma pessoa que não entende de jogos, e muito menos como uma avaliação técnica de um jogo. Talvez essa seja a a nossa diferença.

          • caio_o_teixeira

            Olha como você tem uma capacidade de interpretação de texto limitada: em nenhum momento duvidei da sua capacidade de definir, para si próprio, o que é bom. Nem te conheço. Seu gosto é seu e eu não tô querendo mudá-lo. Tampouco pedi suas “credenciais”. Você poderia se considerar o maior crítico de cinema que eu ainda afirmaria categoricamente que você não sabe como escrever ou ler uma crítica. Ponto. Eu não sei fazer um monte de coisa, normal. Inclusive, não faço ideia de como desenvolver um sistema. Sem crise.

            Você parte para um segundo erro que é: achar que porque você sabe analisar uma coisa automaticamente te dá gabarito para analisar outra completamente diferente. Você entende o quão sentido é esse seu argumento? É como se eu, crítico de games, afirmasse que poderia avaliar tão bem (ou melhor) quanto você um “sistema”.

            Não faz sentido. Suas ideias sobre crítica estão totalmente embaralhadas e completamente erradas. Simiples assim. Gostaria de dourar a pilula e falar que você está no ‘caminho certo, mas falta um pouco mais de estudo”, mas a real é que você simplesmente não sabe e acha que sabe.

            E assim, tudo bem você achar que eu não entendo de jogos e “muito menos” de avaliação técnica de um jogo – sendo que crítica não é e nem nunca será uma “avaliação técnica”. Pelo menos não a crítica cultural – que é o que, no Overloadr, fazemos em relação a videogame. Enfim, você pode achar tudo isso sobre mim e eu não posso fazer nada a respeito. E nem quero.

            Toda essa discussão, pra mim, é só para deixar claro o quão oblívio você é sobre a questão de crítica de videogames.

            Minha análise é minha opinião e se você não gosta dela está mais que convidado para discordar dela. Não procuro unanimidade, este espaço para minha opinião e se outros concodarem ou discordarem dela não fará a mínima diferença para o texto.

            Enquanto você não entender esse ponto, não tem mais nada para me falar. Só azucrinar mesmo.

          • Ok Caio. Me perdoe se em algum momento te ofendi, não foi a intenção. Eu acompanho o trabalho de vcs faz tempo, e não é a primeira vez que discordo de uma análise sua. Mas é foda ler algo com a qual você discorda e engolir seco. Eu precisava falar.

            Posso dar uma sugestão, se a linha editorial do Overload permitir? Ser menos crítico, e ser mais analítico. Há uma diferença de conceitos. Não sou crítico, sou analista, e – pelos meus conhecimento previamente adquiridos – este texto é muito mais uma crítica do que uma análise. Seria legal, para quem ainda não jogou determinado jogo ler uma análise, e não uma crítica. Ou então troquem o nome da categoria para “Críticas” em vez de “Análises”.

          • caio_o_teixeira

            Pronto, finalmente algo que eu posso concordar com você.

            Existe um problema puramente de SEO com o nosso nome. Nós fazemos críticas, mas análise é esmagadoramente mais procurado no Google. Daí o nome.

            Geralmente não enfrentamos o problema de alguém confundir “análise” com “crítica”. Mas você tem razão que é um problema para alguém, digamos, mais analítico. Pensaremos se faremos algo a respeito disso.

            E você nunca precisa “engolir seco”. Bora discutir, mas atenha-se aos argumentos do texto. Ao levar para o pessoal, ad hominem, você perde completamente a razão.

          • Antonio Carlos Bleck Bento

            Cara honestamente, eu ate entendo seu ponto em partes, realmente as vezes e difícil entender como alguém pode gostar ou não de algo que nos proporcionou uma sensação completamente diferente.
            Porem vc tem que levar em consideração que vc ta lendo um texto do Teixeira, é a opinião dele, que como jornalista e critico tem o responsabilidade de passar para o leitor de forma mais honesta possível como ele se sentiu ao longo do jogo.
            E a opinião do cara, e como toda opinião ela é unica e tendenciosa, ela nunca vai ser exatamente igual a de ninguém.
            Por exemplo eu odeio o desenho adventure time e tenho meus motivos para isso, mais tem muita gente q curte e ninguém ta errado nisso, gosto é gosto, opinião é opinião.
            E sobre ser um texto hater, isso não faz o menor sentido, o Teixeira deixa bem claro ao longo da analise oque agradou ou desagradou ele de forma sucinta e embasada….. seria hater se ele disse-se que não gosta pq e muito chato herp-derp brbr, sem nenhum argumento e tal.
            O importante e que ele ressaltou tudo oq ele viu de bom e ruim no jogo, agora compra quem quer 🙂

          • Antonio Carlos Bleck Bento

            Ah e se vc ta querendo um segundo ponto de vista de outro escritor do overloadr tem um comentário do Rique logo em baixo, que foi bem mais favorável ao jogo

          • Michael Belchior

            Meteu o pau mesmo por que não gostou, zoar com a história do game, chamando-o de “casca sem vida” vai conseguir a atenção que queria porque essa doeu! não sabia o porquê dos guardiões “invadirem” os redutos Vex e Cabal pqp! foi demais isso!

          • caio_o_teixeira

            O mais triste mesmo é que eu li o resto da nossa conversa e só agora percebi que você, em nenhum momento, atacou os meus argumentos do porque eu não gostei de Destiny. O tempo inteiro foram ataques ao meu gosto.

            Caralho, eu já fui melhor para perceber isso antes. Foi mal ter tomado seu tempo numa discussão que claramente seria infrutífera.

            Abraços, cara.

          • Igor Freire

            como assim? o cara é OBRIGADO a gostar do jogo? hahahaha. Tipo, ninguém pode ter jogado 20 horas de Destiny e ter achado uma merda, na sua concepção?

          • Eu já penso de forma totalmente diferente, primeiro por que sempre achei que o Teixeira gostasse e muito de jogos de tiro, e a análise nada mais é do que a opinião dele sobre o jogo, se a sua foi diferente ótimo, essa é a maravilha da humanidade, somos diferentes!

      • Igor Navarro Rabelo

        quando eu era muito menor, vivendo em atibaia, jogar esterco seco nos amigos era divertido pra caralho, será que brincar com esterco seco sozinho seria algo divertido a se fazer?

    • o jogo é ruim, convenhamos.

  • Antonio Carlos Figueiredo Silv

    Bela analise, e o mais bizarro é que eu não consigo parar de jogar essa coisa!

    • Heitor De Paola

      Eu total entendo esse conflito. Eu não curti Destiny, mas mecanicamente ele é muito viciante, o que me impeliu por todas as missões da história. Mesmo que ao final eu percebesse que não curti o tempo que passei com ele.

  • riquesampaio

    Eu particularmente estou gostando da minha experiência com o jogo, sendo que joguei 80% sozinho. Concordo com todas as observações do TX – aliás, uma ótima análise. Mas, sei lá, consegui ignorar o fato da história ser praticamente inexistente, do completo vazio que são os cenários e, de repente, me peguei gostando do jogo mais do que eu esperava. Acho que justamente por não esperar NADA de Destiny, e ele fugir do que é Borderlands (que eu detesto) ele me pegou de surpresa.

    • Sérgio Figueiredo

      Também estou com a mesma impressão, Henrique. O Destiny tem algo que cativa apesar das suas lacunas, mesmo em uma jornada solitária. E Borderlands também não me agradou…

    • Israel Riegel

      Tô com o Rique. Esse jogo tem alguma coisa que vou chamar de “esmero” por falta de uma palavra melhor. Não é genial ou inovador, a história é bem bosta, mas é divertido pra caramba, e gostoso de jogar. Destiny é meu novo Diablo. Perde pontos pra mim pela falta de conteúdo mesmo. Tô curioso pra ver o quanto os updates gratuitos vão adicionar, ou se a Bungie vai segurar todo ouro pros DLCs. No mais, texto do caralho, Teixeira.

    • humelhor

      Sou mais um que apesar de concordar com boa parte das críticas feita pelo Caio Teixeira, está tendo uma ótima experiência com o jogo. é difícil explicar o porque de um jogo com tantas falhas tem me agradado tanto, talvez seja parte de algo que o Caio falou, por mais que tenha problema com a história e a repetição, nenhuma empresa sabe fazer melhor jogabilidade em um fps para consoles do que a Bungie.
      Vale dizer também que discordo sobre a questão de falta de alma no jogo, quando vou pensar friamente no jogo, vejo diversos defeitos, mas quando começo a jogar, meu sentimento pelo jogo muda completamente.

    • Gustavo Freitas

      Apoiado companheiro ultra jovem…

      Apesar de não ter jogado ainda, estou doido para colocar as mão neste jogo. A mistura de shooter com RPG é um feromônio natural para mim.

      Estou babando cada vez mais a cada gameplay que assisto e isso misturado ao coop é simplesmente fascinante.

    • leualemax

      Adorei isso de vocês comentarem a critica do outro, devia ser obrigatorio isso, teriamos a opinião central de um, e o comentario dos outros dois, é quase o mesmo que já rola nos cast.

  • Bruno Fasanaro

    Gostei do review, mas por causa do comentário sobre uma Teoria diferente da Kotaku eu ainda estou com interesse de jogar. Mas como um late-gamer (só jogo depois do hype) eu não tenho pressa de correr pra comprar esse jogo. http://kotaku.com/a-wild-theory-about-destinys-story-1635090330

  • Antonio Carlos Bleck Bento

    SENSACIONAL!!!! simplesmente sensacional, fazia muito tempo q eu ñ me divertia tanto lendo uma analise de jogo
    A comparação com strippers zumbis e os tracadilhos com os filmes dos mortos vivos foram geniais, nota 5/5 pro senhor Teixeira

    • caio_o_teixeira

      ALGUÉM PEGOU A REFERÊNCIA! <3 <3

  • Liefeld_Begins

    Excelente review, aliás, off topic, como site o overloadr está infinitamente superior ao arena, na minha humilde opinião. Agora além de ótimos podcasts, seus já ótimos textos estão num lugar muito apropriado, virei fã hardcore!

  • SouoMaia .

    Caramba, casca sem vida kkk
    A falta de uma história realmente é um ponto que me impede de acreditar na proposta.
    Quando vejo a arte do game já penso em um enredo bem trabalhado próximo do estilo de Mass Effect, não em relação a mecânica, mas ao universo e suas explicações.
    De todo os reviews que foram 2 até o momento, eles falam da falta de detalhes, repetições de cenários e como isso incomoda.
    Também essa politica de preço cheio em cima de um produto que claramente será alimentado via dlcs com mais conteúdos extras me afasta ainda mais da compra.
    Otimo review só li verdades!

    • Bruno Diniz

      Sabe uma coisa que estive pensando? E se Destiny tivesse mensalidade ao invés de DLC? Acho que eles camuflaram essa ein… As DLCs são programadas quase que para que você pague $15 pau por mês. E a política de preço cheio, eles copiaram grandão de WoW. Lança o jogo com um mês grátis e depois você vai pagando para ir liberando o conteúdo (só lembrar dos patchs como Naxxaramas e outros..)

  • Guilherme Gondin

    Eu admito que só estou gostando por poder jogar com a galera, mas ainda assim recomendo pois o PS4 não tem muitos jogos que permitam isso, com certeza não vou manter a recomendação no futuro, mas por agora acho um bom investimento.

  • Leonardo Avila

    Eu não acho que esse tipo de multiplayer precisa ser tão equilibrado quanto vc pareceu querer. Tipo CODs, BFs e outros tantos FPSs focados no multiplayer, tem armas e habilidades, significantemente melhores q as iniciais, desbloqueadas por sistema de leveis. Creio q esse pequeno sentimento de progresso teve grande parcela no efeito vício dos CODs.
    Pelo q vc descreveu da campanha, eles perderam uma grande chance de final mind blowing, revelando q na verdade vc estava do lado errado e os aliena estavam tentando salvar o “viajante”.

  • Ricardo Leite

    Boa noite amigos.

    Achei a análise excelente e acredito que ela pontuou com maestria os principais aspectos negativos do jogo, eu incluiria na lista de problemas as quests diárias. Disponíveis desde o início do jogo, fazem o seu personagem subir de nível extremamente rápido e acabam deixando as missões da história bem quebradas (no momento meu personagem está no lvl20 fazendo as missões do lvl10). No entanto…

    Antes de expor meus pensamentos com relação ao jogo, gostaria de deixar claro que meu tempo para jogar é muito reduzido por conta do meu trabalho, por essa razão, não exercito minha frustração dando cabeçadas em oponentes impossíveis, não platino jogo há séculos, não me importo em abandonar um jogo o qual não estou curtindo, gosto de ter uma boa experiência de jogo, admiro uma história envolvente e, sempre que posso, tento jogar com amigos… Dito isso… Estou me divertindo muito com Destiny!

    A história é bem fraquinha, mas daí a alguma coisa, abandonei as campanhas de CoD e BF há um bom tempo por conta delas não serem muito melhores que um filme do Chuck Norris (Lembra de Comando Delta?).
    De qualquer forma, acho que posso dizer que estou no seguinte momento da história do jogo: “a Rainha de cabelo branco pediu para eu matar um cara lá que ela vai deixar eu entrar num lugar que está rolando uma parada que eu tenho de entrar e matar uns caras para impedir que um lance dê ruim e uns cara do mal consiga fazer um paranauê que vai ser muito ruim”… ou qualquer coisa assim…
    Mas sem querer eu descobri que boa parte da história de Destiny não está no jogo, mas nas cartinhas que você ganha enquanto joga e que são acessíveis pelo aplicativo do celular (excelente passa-tempo enquanto você faz suas necessidades), com estas cartinhas começam a fazer sentido alguns nomes, alguns inimigos, algumas personalidades e você entende como é a relação de poder dentro do jogo, as classes de personagens e coisas deste tipo.

    O ambiente do jogo é ótimo, a música é ótima, os cenários são lindos, os gráficos são absurdos, dar tiro é muito gostoso, reconhecer o barulhinho de uma caixinha no cenário é divertido e te faz ficar olhando ao seu redor… A experiência de estar “dentro” de Destiny é algo legal =)

    Se o jogo é massivo, se é RPG, se é um mmo-fps-rpg-trash-somethingthatIdontcare… Dane-se!
    O jogo te oferece aquela mesma brincadeira de um Diablo, Borderlands e afins de você entrar em um cenário, matar meio mundo, causar um colapso da fauna local e conseguir pegar um item com uma skin maneira e os stats que você queria para deixar o personagem mais forte. Para quê? Para repetir o mesmo processo e pegar ainda mais itens legais com skins maneira e entrar em loop infinito.
    E nas horas vagas ficar posando de Badass na Torre com uma capa maneira ou um rifle que brilha no escuro… Se vou fazer isso sozinho ou com alguém já é outra discussão.

    Eu fui convidado a participar do Alpha e do Beta do jogo e desde o primeiro momento em que comecei a brincar, senti exatamente a mesma coisa da primeira vez que joguei Borderlands… “É divertido, mas jogar com amigos certamente faz do jogo muito melhor”… Minhas experiências em jogo solo sempre estão ligadas à história ou a tentativa de pegar um item novo, mas jogando com amigos, falando bobagem no Skype e morrendo de rir quando seu colega está xingando um inimigo que apareceu do nada e deu um susto nele, fazem do jogo uma experiência infinitamente melhor…

    PvP ?
    É, eu joguei… Chato como qualquer outro… Pulos, tiros, fica perto da bandeirinha, reclama por que a outra classe é exagerada, reclama do lag, reclama dos outros jogadores… Normal de qualquer CS, CoD, BF e afins… Eu sei, você discorda, você acha que [insira aqui o nome do seu jogo preferido] é a melhor coisa que já inventaram depois do queijo cheddar, mas EU continuo achando chato o seu joguinho e os primos dele…

    Resumo da ópera…
    Destiny é uma experiência divertida, estar dentro dele é divertido, é melhor quando você joga com seus amigos, mas funciona muito bem sozinho. Excelente opção para os 45min sobrando depois de um dia de trabalho para jogar um pouquinho, se distrair e ir dormir…
    Provavelmente vou continuar jogando pelas próximas 2 ou 3 semanas, ou até aparecer qualquer outra coisa mais interessante.

  • Achava que o Teixeira tinha sido um dos poucos que eu sigo que gostou de Destiny. Depois dessa análise certeza que não vou comprar o jogo.
    Uma pena, podiam ter gastado o meio bilhão pra construir um metrô aqui na Asa Norte e melhorar a vida de milhares de brasilienses, não votarei na Bungie nessas eleições.

  • Elton Tonzinho Formato

    Parece que algumas pessoas não conseguem entender que o texto é que exprime a opinião do analista e não a notinha que se põe no final do texto. Essa não devia ter a atenção e importância que lhe dão.

    • Concordo, por mim nem precisava dar nota no final. Mas sempre vai ter gente falando que “se não tem nota não é review” ou algo do tipo

      • OfudouMyou

        eu tenho pensado nisto junto com todo o “frescor” do overloadr hehe

        eu também acho que isso de nota vai dar muita discussão, ainda… sempre dá. com qualquer análise. vide os ovos do omelete, os robôs gigantes do MRG, as estrelinhas do CCR, as notas do GameSpot, os tomates do Rotten Tomatoes. Enfim, tudo que é crítica, de tudo que é indústria, sempre cai nessa piração. E aquela questão de “pelo que se propõe”? Jogos (filmes, peças, restaurantes, namoradas kkkk) que têm nota maior mesmo sendo “piores” do que determinado outro? Só “pelo que se propõe”? Ao mesmo tempo, fico pensando, essa discussão, sabendo-se levar com respeito, é saudável, atrai mais comentários e a polêmica vende hehee Então, eu manteria, se visto por esse lado… agora, se descambar pro lado zueira da força, aí velho… já era.

        Overlordes, essas notas vão perseguir vocês por toda a eternidade kkk já vejo o Teixeira gritando e xingando puto demais com gente indo cobrar e comentar dois, três anos depois, aquele 2 ou 3 lá atrás que ele deu pra um A³ enquanto deu 5 prum indie qualquer hahaha

        Dito isto, fodástico ter os 3 aparecendo nos comentários, né? Pertinho da galera, espero que não mingue o hábito com o tempo.

        • Gostei do termo “Overlordes”, usarei também

          • OfudouMyou

            Num é? Tô no lobby ora pegar 😀

  • Alex Henckel

    Ótima review, mesmo não me importando nem um pouco com a historia dele jogar com os amigos até mesmo em missões repetitivas é outra vida, não acho elas fáceis como citado ali, tentei fazer o desafio semanal hoje ainda do qual o nível necessário é 22 e eu estou no 24 beirando ao 25 assim como meus amigos com qual tentei fazer junto. não achei o pvp quebrado até porque comecei a jogar ele no nvl 10 e não senti nenhuma dificuldade em ficar nos 3 primeiros ou até em primeiro ( não foi só uma vez ) .

  • Alex Henckel

    Ótima review, mesmo não me importando nem um pouco com a historia dele jogar com os amigos até mesmo em missões repetitivas é outra vida, não acho elas fáceis como citado ali, tentei fazer o desafio semanal hoje ainda do qual o nível necessário é 22 e eu estou no 24 beirando ao 25 assim como meus amigos com qual tentei fazer junto e só me fudi realmente impossivel. não achei o pvp quebrado até porque comecei a jogar ele no nvl 10 e não senti nenhuma dificuldade em ficar nos 3 primeiros ou até em primeiro ( não foi só uma vez )

  • Gustavo

    Ótimo review.

    Eu só tenho uma dúvida referente a nota, por que vcs utilizam de 1 a 5 em vez de 1 a 10? sempre me pareceu uma forma mais simples de classificar e tentar resumir os pontos fracos e fortes do jogo de uma forma não tão impactante,

    5 – 10 a 9
    4 – 8 a 7
    3 – 6 a 5
    2 – 4 a 3
    1 – 2 a 1

    Não que nota importe no final, é só a duvida mesmo.

    • Guilherme

      por que não uma nota de 1 a 100 ou 1 a 1000 então? por mim devia ter um “boa, curti” ou “nhé” como nota ou nem ter nota

      • Gustavo

        É uma boa opção também.

        Eu só não gosto quando são números “quebrados”, 1 a 5, 1 a 50, etc.

      • Pierre Ogeda Mota

        “boa, curti” ou “nhé” é uma boa ein! avaliem essa proposta!!! rs

    • Heitor De Paola

      A gente acha que a nuance de notas de 1 a 10 são meio esquisitas. Conversamos sobre isso, mas achamos que, em termos práticos, por exemplo, as notas 8 e 9 não informam coisas muito diferentes sobre a qualidade geral de um jogo. De 1 a 5 isso fica mais claro, por conta da escala menor.

  • paprika

    Como um ex jogador de muitos MMO, destiny foi o melhor MMO que ja joguei nos ultimos 6 anos,como todo MMO tem seus defeitos, esses defeitos [e que me fazem gosta muito de MMO.
    Pode ser estranho ,mas gosto muito de farmar nesse jogo , sendo no PvP que ja fazia no call of duty e PvE de MMO mais tradicionais. O destiny fez esse grind de Reputacao de faccao e emblas fica-se muito divertido, pq vc pode variar muito esse farm, mudar de CoD a uma Dungeon do wow ou at]e mesmo um china farm dos MMO Asiaticos

    Vault of Glass foi uma das melhores raids que ja joguei na minha vida , desde do WoW Vanilla

  • Vinícius de Pádua

    Sempre detestei área de comentários, mas depois de ler tanta opinião, tanto positiva quanto negativa, muito bem embasadas e respeitosas, mudei de ideia aqui com o overloadr, Teixeira e Luiz Coutin, parabéns pela excelente troca de argumentos!

  • Eduardo Schumann

    Baita análise. Alguém jogou a versão de 360 e tem comentários sobre as diferenças em relação aos outros consoles?

    • Green ZOMBIE

      Cara, em termos de visual, o jogo está muito bonito. A única coisa é que a iluminação está meio porca em alguns momentos do jogo. Mas de resto, é a mesma coisa.

  • Kaluan Bernardo

    Só uma dica simples: quando colocaram a nota, seria interessante falar que a escala vai até 5. Eu já tinha até ouvido no Motherboard vocês falando que a nota seria assim e tal, mas quando vi esqueci e achei que era um horrível 2 de 10, imagina se for um leitor novo…

    Fora isso, boa análise! Não tenho muito como concordar ou discordar pq ainda não joguei, rs.

  • David Castilho

    “Ah sim, e já falei que os Arcanos são os mais fortes, com poderes de dano em área superiores a qualquer outra classe?”

    Manjou nessa parte, em. Sou Arcano, meus amigos também. A melhor Classe pra PVP é o Hunter, disparado. Pra PVE o Defensor.

  • Gilmar Machado

    Não lembro qual foi o ultimo bom jogo ruim que me prendeu por tanto tempo.

  • Eu vejo que as pessoas estão muito “amo loucamente” ou “que merda de jogo” pela internet a fora. Como eu não gosto de FPS, eu fico apenas nas analises do pessoal especializado.

    • Rafael Santos

      Bem vindo à internet! Hoje em dia é tudo “ame-o ou deixe-o”. E pior, um grupo odeia o outro. Morro e não entendo as pessoas…

  • Boa análise. Acho que vou esperar esse jogo pro PC, se sair. Senão… jogo outra coisa.

  • Diogo Barbieri

    Belíssima análise. Já tava decidido a não comprar depois de lê-la mas aí vi o comentário do Rique e fiquei com vontade de testar. Principalmente pq ele não é tão fã de shooter e disse que é bem diferente de Borderlands, série que eu abomino. De resto, bom ver o Teixeira escrevendo de novo e todos posts aqui do site novo cheio de comentários.

  • Bruno Grandis

    Parabéns pela Análise, Teixeira!

    Eu ainda não tive a oportunidade de jogar Destiny, mas de tudo que eu vi de trailers/gameplay/textos desde o anúncio me fez acreditar que o jogo era Borderlands 2 sem o humor (minha parte favorita do jogo) + Mass Effect/Halo sem a história (de novo, o que eu mais me interesso nesses jogos), ou seja, algo meio artificial demais.

  • Green ZOMBIE

    Acho que não devemos classificar DESTINY apenas como um MMO / Shooter. Ele tem ELEMENTOS de cada gênero, porém, muito mais de um Shooter.

    E o jogo cansa mesmo. Se for pelo lado do MMO quem joga Diablo sabe que as missões são cansativas e tipo, vai de A a B e enfrente um chefão. Como um Zelda, onde o conceito é bem parecido: desbrave 10 Calabouços, descubra armas e mate o chefe final. Pelo lado do Shooter, é nítido a vontade de trazer jogadores de CoD, Halo, BF, atualmente órfãos por um FPS menos mecânico e repetitivo em termos de “VISUAL”.

    Também achei que a história é bem maçante e rasa devido à proposta apresentada. Poderia ser mais épico justamente depois da metade pra frente, mas não é. Acho que a Bungie tinha a faca e o queijo na mão, mas talvez esteja guardando o gran-finale para suas DLC (a Activision chora e agradece). É como o Caio falou, você tem a sensação de comprar um game incompleto.

    De boa, talvez este jogo não seja tão ruim assim mas pode facilmente ir do céu ao inferno. Foi muita Hype, Marketing. Tudo
    que é movido pelo coração pode frustar. Em tudo. Se você não assistiu
    cidadão Kane, não vá pensando que ele é o melhor filme do mundo. Se você
    nunca ouviu Elvis, não o ouça como o REI do Rock. Tudo que é rotulado
    perde a sua excelência.

    Jogos como Destiny são games para encontrar com os amigos e um ficar mostrando a sua armadura, emblema e armas para os amigos, talvez nisso esteja a graça, porém tem seu prazo de validade curto, tipo TITANFALL.

    Se você curte Shooter Co-OP, no naipe de Gears of War, e gosta de sair por aí atirando em monstros e robôs em um mundo aberto, é o jogo certo para você. Mas se espera um RPG/MMO, com uma temática complexa e uma história esplendorosa, desculpe, vá procurar outro jogo.

    • Ricardo Leite

      Excelente comentário.
      Creio que chegamos basicamente ao mesmo denominador para o jogo

  • André Vasconcelos

    “Destiny é uma stripper zumbi”

    Peguei-me aplaudindo de pé para essa citação do Teixeira! Parabéns!

  • Rafael Santos

    Eu gostei do jogo não por ele, mas por me permitir me aproximar de alguns amigos com os quais não tenho mais tanto tempo de sentar e bater um papo durante a semana devido a diversos obstáculos da vida moderna. Tanto é que só jogo sozinho quando algum amigo se distancia demais no nível e eu nem mesmo tento prestar atenção na história. Daria uma nota 5 se eu gostasse de dar notas. =]

  • Fabiano

    Minha dúvida: Tenho mais de 200 horas single player de Borderlands e Diablo 3 RoS. Tem chance de eu gostar do Destiny?

    • Bruno Diniz

      Cara, não sei te responder, mas tem como te ajudar. Você curte farmar em MMO para fazer alguma ação? Sabe aquela coisa de ir todo dia atrás do mesmo pequeno upgrade, para poder ir atrás do próximo? Destiny se resume à isso.

      • Fabiano

        Agora eu compro o jogo! Sou meio maníaco por level up. Em Borderlands 2 eu só fazia a missão principal quando acabavam todas as secundárias, pra ganhar mais level sempre. Gosto de jogo assim pra ouvir podcast, não tem nada melhor.

  • Leonardo Schmidt

    Quando joguei a demo pensei que eles iam focar numa história e narrativa épicas, pensei que havia bastante potencial. Mas no final o jogo se foca em mecânicas interessantes, porém repetitivas.

  • Wilson Junior

    Caramba, ao longo do texto fiquei me lembrando daquela brincadeira que ás vezes rola em redes sociais do tipo “coloque a palavra tal no nome de um filme” – aqui no caso a palavra é Destino – e a análise do Teixeira só reforça a minha opinião depois de assistir algumas gameplays, o jogo só vale a pena msm se tiver uma galera pra jogar junto. Muito bom o texto, e uma das melhores introduções que já li em tempos.

    PS: O Sr. Sampaio que me perdoa mas Borderlands > qualquer outro FPS. Pronto, falei.

  • guilherme oliveira

    500 fucking milhões PRA ISSO?
    Ainda bem que nem me dei ao trabalho de acompanhar.

    • Mais um que não jogou, leu as críticas, e já acha o jogo lixo. Sério, vá jogar e forme sua opinião. O jogo é massa sim, não se deixe enganar pelas críticas.

    • Bruno Diniz

      Brother, não foram 500 milhões de investimento direto. Foram 500 milhões para marketing, pagar o tio Paul, entre outras coisas. Mas enfim, 500 milhões para cada detalhe que você nota no cenário, pelo ZERO de delay em um jogo 100% online (e haja grana para investir nisso), para cada coisinha mínima que faz o gameplay dele ser sensacional. E uma coisa, o jogo é grande pra caralho… Tenho explorado a Terra e descobri áreas pós 20 nele. Enfim, é um jogo muito bem lapidado, mas escolheram a pedra errada.

  • Guilherme

    boa análise, mas faltou citação a Destiny’s Child

  • jprbessa

    Vamos tentar mandar novamente o comentário.

    Mandou bem Teixeira! Não me atrai pelo jogo por ter jogado outros jogos fps rpg.

    Acho que faltou apenas citar o que você mesmo disse no vídeo – talvez tenha mudado de ideia e, por isso, não fez tal citação – o jogo é honesto. A Bungie deixou claro no beta do jogo que ele não era revolucionário e que era apenas mais um de seu gênero. Concordo que não é desculpa para não ser melhor, mas seguindo na analogia criada no post, é como se decepcionar se o mamilo da striper zumbi cair quando ela for lambe-lo. É uma situação chata e broxante, mas você sabia onde tava se metendo. Mas podem dizer que seria como se tal striper se maquiasse e fizesse parecer ser uma striper viva. Mas sério, você já viu uma apresentação curta dela onde claramente se demonstrou sinais da zumbizisse.

    Enfim, acho que a falta de jogos tem feito com que muitos games, nem tão bons, ganhem maior destaque.

  • Eu normalmente me afino muito com as opiniões do Teixeira, acho que vou passar por enquanto!

  • leoleonardo85

    Eu joguei o BETA no PS3, gostei do que vi e joguei.
    Deu pra perceber que a história ali é o de menos, Halo tem uma grande história, mas nada ali era melhor que juntar os amigos pra jogar, seja no coop ou no Multiplayer e acho que o mesmo se aplica a Destiny.

  • Matheus Rodrigues

    Concordo com tudo que o Caio disse. Em relação a repetição, para mim não é um problema desde que este apresente algum desafio ao jogador, pois a maioria dos jogos que eu gosto e que são baseadas em partidas como os jogos de corrida e luta a repetição é normal. No caso do PVP, o que eu não gostei foi o desbalanceamento entre as classes, principalmente no meu caso que escolhi a classe Titan, que na teoria deveria oferecer mais defesa já que esse é o foco das habilidades da classe, inclusive na própria descrição da classe dizia que era um “Tanque”, só que não né.

  • Diego Heinrik

    Terra último forte = Único/último lugar do Viajante = escolhido pelo viajante = Geocentrismo?
    Viajante = deus (não faz nada o jogo/vida inteiro(a)?)
    Orador = papa (será que escuta mesmo deu… o Viajante?)
    Terráqueos = fiéis (believers?)
    Vex = Ateus e outras religiões? (não sei, só li a análise)

    Gostei do pouco que soube do enredo. Mas preciso de mais detalhes pra saber se adquiro futuramente. Um próximo jogo da série pode vir a ser bem melhor.

  • Hercules Passos

    Me imaginei jogando Destiny como eu fazia com borderlands, volume do jogo baixo e um podcast para ajudar na diversão!!!

    • Heitor De Paola

      Sim, ele não demanda quase nenhuma atenção do jogador, então dá para deixar um podcast ligado de fundo tranquilamente.

  • Pingback: Notas baixas de Destiny podem ter custado US$ 2,5 bi à Bungie()

  • Green ZOMBIE

    Galera, de boa, a análise do Caio foi muito boa através da opinião dele de jornalista, onde se baseia em vários fundamentos. Não deixem que notas de avaliação decidam a sua escolha de compra. Um conselho: joguem, façam o teste em uma loja ou casa de amigos.

    Destiny não é um jogo que veio para revolucionar a forma de gameplay e não tem o maior enredo de todos, mas é um bom jogo de Co-op. Comprei para o meu Xbox 360 (vejam só, um herege) contando pela base do que eu joguei no Open Beta. Não fui pela promessas posteriores.

    • Bruno

      THIS

  • Henrique Alves

    Pra quem curte um speed/black metal nacional, uma homenagem ao filme Zombies Strippers
    https://www.youtube.com/watch?v=53p5wCKwNh8

  • Michael Belchior

    Esbocei um comentário gigantesco para confrontar completamente todos os argumentos “hater” do blogeiro, acabei caindo aqui por que recomendei o game a um amigo meu e ele me devolve com essa crítica tão pesada que parecia um comentário mais elaborado de “feicebuk”, por fim desisti pois é trabalho dele “escrachar” um game que já está apanhando razoavelmente lá fora, então se ele descer o martelo de thor vai ganhar mais views e agradar aqueles que preferiram não comprar, por falta de grana ou por que “BF4 é melhor”, blá blá blá, e viram a repercussão e se viram de fora das horas para chegar o tão esperado game cujo beta foi fantástico (dor de cotovelo afinal), cheguei a uma solução: Não gosta de Borderlands, não gosta de Halo, não gosta de games multiplayer, não tem amigos, detesta a pegada Cod de correr e atirar, cara faça-me um favor, a todos nós fãs de Destiny, NÂO COMPRE! não é pra você. Não seja hater, a não ser que seu emprego dependa disso … (page views subindo)

    • Aceitar que alguém não gostou do que você gostou não conta?

      Atacar os argumentos e não a pessoa jamais né?

      Onde foi falado de BF4?

    • caio_o_teixeira

      Tem razão, meu review de Destiny é um dos mais acessados e comentados. Mas eu gosto de Halo, amo Borderlands e curto Diablo I e II. mas ainda assim não gostei de Destiny e nem de BF4, veja só… E agora?

      Se você não consegue refutar um argumento meu sequer, e acha que “você é hater” é um comentário, por favor, nem se dê ao trabalho.

      Fortes abraços

    • Fabiano

      É incrível que todo mundo que critica o texto são pessoas que amaram o jogo e não fazem nem idéia de quem são os redatores do site. É por saber os gostos do Teixeira que nós sabemos o quão esse jogo o desagradou, pois quase qualquer jogo que possa ser citado como inspiração para Destiny é um jogo que ele gosta.

      Sem falar que chamar esse site de “blogzinho” é uma puta falta de respeito.

  • Rafael de Sousa

    Excelente análise. Eu nunca joguei a série Halo ou Borderlands, mas imaginava que seria um jogo como Mass Effect em termos de história, e com uma jogabilidade boa. Não sou muito fã de shooters, mas dependendo da história eu acabo jogando. O que acontece com esse jogo é justamente o contrário, é a falta dela. De onde vem as outras raças, pra onde vão, qual motivação, etc. Provavelmente como o Teixeira disse virá em pacotes de DLC, mas gostaria que já estivesse no jogo principal.

    Ainda assim o jogo tem um outro lado que eu curto muito, que pra mim pode ser considerado um MMO. A ideia de jogar em uma raid com mais pessoas, com mecânicas diferentes (como a de receber uma maldição e ter que entrar em um escudo para se purificar para não morrer, ou a de não deixar um monstro te ver, pois ele mata a raid inteira) me deixou animado. Como antigo jogador de WoW, essas mecânicas em um shooter me pareceram muito interessantes. Ter que grindar/farmar pra conseguir uma peça de gear não me incomoda, mas gostaria que existissem mais mapas de assalto pelo menos. Ontem ao acabar de terminar um assalto (com um boss bem chatinho de se matar), ao procurar outro assalto pra jogar pela ferramenta que é randômica, acabei caindo na mesma fase.

    No final das contas estou meio que viciado pelo jogo, ainda que a história não seja seu ponto forte, as mecânicas me atraíram. Ainda que tenham lançado a raid recentemente, espero que lancem mais conteúdo, outros tipos de assalto pelo menos pra não ficar muito repetitivo.

  • John Lud

    O jogo ou a análise são incompletos?

    Eu entendo alguns blogs querendo, na ânsia, soltar análises dessa forma…Mas tem que ter bom senso as vezes.

    1 – A história não é o ponto principal, a história é apenas um tutorial de introdução do jogo. Alguém aqui liga pra campanha do CoD ou BF?
    2 – O ponto forte do Destiny são os pvps e as raids, mais específico quando você joga com um grupo de pessoas que você conhece.
    3 – Os pardais não servem só para se locomover, se chegou a jogar a fase na lua ou ir em algum pvp de mapa grande, verá que os pardais possuem um objetivo muito mais estratégico do que locomoção.
    4 – O PvP é equilibrado…Armadura e dano de ataque não fazem a mínima diferença, todas as armas dão o mesmo dano…O que vai upar, são os upgrades que você upa nos seus itens. Mesmo com a diferença de poderes as mais, quem joga pvp sabe, tem nego level 7-8 que faz 5 kills seguidas.
    5 – Os mais fortes são os hunters, e não os arcanos. O super do hunter é uma mentira desgraçada…Quem nunca foi fatiado e viu os outros 3 amigos serem fatiados juntos?
    6 – O jogo em si, começa a partir do level 20 e você começa a ver o que é o Destiny, a partir do level 24-25, quando cp,eã a se preocupar com sua reputação de cristol/facção para conseguir subir de level, com os pvps com seu clã e com as raids.
    7- O jogo tem apenas 2 semanas e essas análises, pra quem está acima do level 20, parecem não fazer nenhum sentido…Por isso que eu falo…Já chegou pelo menos level 25? Fez uma raid? Formou um clã? Jogou uma partida com 6 pessoas em grupo? Como faz uma análise sem ter feito nada disso/?

    • caio_o_teixeira

      1 – Existe um “modo história”, então história é (deveria ser) importante. Eu me importo com a história de CoD. Moder Warfare foi uma das melhores histórias de FPS já feitas
      2 – Verdade, inclusive falo isso no texto, se você ler.
      3 – Joguei todas as fases, e os pardais iniciais (que você passa a maior parte do jogo) são inúteis
      4 – Se você levar upgrades do seu modo história para o PvP e lutar contra pessoas abaixo do seu nível, sua chance de ganhar é muito maior. Aka: desequilibrado. Tem gente que gosta, tem gente que não, mas continua sendo desequilibrado
      5 – Discordo, o Hunter só é forte se você fizer a Bladedancer em específico e focar na Arc Blade. Todas as trees de Arcano são mais fortes e fazem estragos em área maior que qualquer outra classe
      6 – O end game não tem nada haver com esse review. A parcela de pessoas que chega a fazer isso é mínima e isso só aponta uma porta de entrada estreita para jogadores que não são hardcore. Isso é um defeito tanto em Destiny como em qualquer outro MMO, vide as estratégias da Blizzard de te dar char já upado para quem nunca jogou, assim colocando eles dentro do “jogo de verdade” – o que, na real, não arruma o problema, só tenta desviar dele
      7 – Eu cheguei até o level 20, completei história, joguei todos os modos multiplayer, fiz todas as Strike, participei do clã aqui do Overloadr e depois joguei com a conta de um amigo lvl 26 para ver a Raid. Minha opinião se mantém.

      Você parte de muitos pressupostos e não leu direito minha análise. De qualquer maneira, você precisa entender que jogadores hardcore lidam com jogos de outra maneira e são um nicho, minha análise não é para esse nicho.

      abs

      • John Lud

        1 – Um jogo que tem pretensão de durar 10 anos e lança uma história que dura 2 dias….Tá na cara que a história é a de menos e deve ser levada apenas como um tutorial para quem começar a jogar…Mas ao invés de fazer a campanha offline, você faz online. Quem fica falando da história, tá perdendo um tempo precioso com algo que não faz tanta diferença pro conjunto.

        3 – Os pardais fazem muita diferença sim…Fique no pvp em fase grande e verá que ele desequilibra uma partida…Principalmente os pardais maiores com lança foguetes.

        4 – Não acho desequilibrado…O que equilibra ou desequilibra, como qualquer FPS: seu time. Eu jogo com clã, mas jogamos só por diversão….Só que 6 pessoas em um mata se comunicando e passando informação, funciona bem melhor que 6 pessoas jogando no silêncio. E vale lembrar, a partir do level 6-7, você já possui Super e algumas melhorias que é suficiente pra fazer um estrago no pvp.

        5 – Arcano tem uma árvore agressiva e outra de suporte…A de suporte, por mais que você consiga soltar 5 granadas em pouco tempo, não vi nada de apelão nela…Já a agressiva, só ficou apelona depois que eu peguei teletransporte. O Super do arcano só funciona bem em modo controle, quando é fácil achar 3 ou 4 negos juntos em um ponto…O do hunter, mesmo com as pessoas mais separadas, ele consegue fatiar e ir pra cima e ainda fica cm uma armadura quase impossível de matar na bala…Quem tiver um pouco de habilidade, se dará muito bem no pvp como hunter.

        6 – Eu não jogo direto, longe disso….Jogo nas horas vagas e tudo mais, a campanha do Destiny é curtíssima, em 3-4 dias jogando poucas horas por dia você fecha…Se jogar com amigo então, é mais rápido que isso….Se a pessoa não tiver tempo de fazer isso, não precisa nem comprar Destiny. Aliás, nem precisa comprar nenhum um jogo.

        7 – Cara, pegar um char pronto level 26 é completamente diferente de você ir evoluindo com seu char, isso quebra toda a experiência do jogo.

        Análises como essas que andam fazendo sobre o Destiny, eu acho EXTREMAMENTE precoce. Dá a impressão que é nego querendo angariar seguidor no blog, aproveita a hype tanto do game, quanto de outros bloggers falando mal dele, escreve qualquer coisa e deixa rolar.. Sabe qual análise que eu vou parar tudo que eu faço pra ler? Aquelas que vão lançar daqui 5-8 meses, porque eu sei que foi alguém que teve paciência, não teve pressa, esperou o jogo se desenvolver, passou por todas as experiências do jogo, esperou lançar expansões, DLCs.

        Você chegou a conversar com outros players? Ir nos grupos e fóruns e saber o que o pessoal está achando do jogo? Teve a sensibilidade ou percepção de sentir como está sendo a recepção do game? Jogo bom, é aquele que vende e consegue atrair o mais variado tipo de públlico pra jogar.

        • caio_o_teixeira

          1 – Todas as missões possuem uma história por trás, o jogo possui um background, contrataram Peter Dinklage para dublar o Ghost. A história é importante (e ruim), cara. Só aceita.

          3 – Os pardais podem fazer diferença tática e quando são os armados como você apontou – apenas disponíveis para high level e no multi competitivo. Minha crítica a eles é no modo coop, que acaba sendo o principal.

          4 – Então aí você tá apontando achismo, quando eu dei fatos que desequilibram o multiplayer. Cara, você tá me falando que um multiplayer está equilibrado automaticamente no lançamento do jogo? Nenhum jogo competitivo consegue isso (LoL, Street fighter, CoD, todos passam por centenas re patchs até ficarem minimamente aceitáveis), apenas aceita.

          5 – Viu como de novo você usa um “achismo” seu? Tudo bem, é sua opinião. Mas eu tenho a minha. Acho hunter forte (é o meu char), mas Arcano dá um pau.

          6 – Exato: ela é curta e mal estruturada, sem nenhuma mudança significativa entre as missões. Para quem não é jogador de MMO ou “farmer whore” (que é a maioria das pessoas do mundo) não tem mais nada pra fazer. Acabou a história, acabou o jogo. Só resta um multiplayer que continuo achando desequilibrado.

          7- Se todas as missões são iguais, se não existe uma mudança perceptível no jogo após acabar a história (que você faz isso antes do lvl 20) porque eu perdi algo exatamete? Perdi a possibilidade de passar mais dezenas de horas repetindo missões só para conseguir equipamento melhor? Isso não é diversão pra mim, cara, isso é trabalho. E eu não quero trabalhar enquanto trabalho, saca?

          Fique a vontade de achar precoce, já estabelecemos que não é uma crítica para você e tá de boa. A crítica não é feita para agradar ou desagradar, ela é feita para passar um ponto de vista. Você discordou do meu e eu do seu, agora o que eu não entendo é essa incapacidade de entender que uma pessoa pode achar uma merda um jogo que você gostou.

          E, putaquepariu, mais um que não entende crítica. Desde quando eu preciso da opinião de outras pessoas para formar a minha? Obviamente, isso tudo pode ser feito, mas não é obrigatório. Existem dezenas de estilos de fazer uma crítica, o meu é esse: eu jogo, penso sobre o que joguei e depois escrevo. Foda-se a recepção do jogo, o mundo pode gostar, mas a minha opinião não é do mundo, é minha e eu não gostei.

          E jogo bom não é jogo que consegue vender, isso é jogo bem-sucedido. É uma diferença gritante entre as duas coisas. Se seguir a sua lógica, Psychonauts é uma merda de jogo já que não vendeu. E isso é uma falácia.

    • Concordo com tudo que você disse. E eu já fui fatiado no PvP, junto com outros 2 amigos, por um hunter e sua hablidade especial. Realmente é muita apelação. E Raids são sensacionais! O jogo começa a ficar ainda melhor depois do level 20.

      O ponto é que este texto não se trata de uma “análise”, e sim do “relato da experiência pessoal” do Caio com o jogo. Ele não gostou do jogo, e deixou isso evidente no texto.

  • Pingback: MotherChip #02 - Destiny e Super Smash Bros.()

  • Gustavo Araujo

    Parabéns bela analise, espero que você continue assim nos seus próximos textos.

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  • gamesdude

    Achei o jogo muito repetitivo desde ter que fazer as mesmas coisas que fizemos na Beta. Estou terminando Vênus e estou no level 14, não acredito que repita algo mais, ou que mude de classe para ter que fazer tudo novamente. O jogo tem um grande pontecial, mas é preciso adicionar outras mecânicas e conteúdos de outro tipo de missões e matchmaking até mesmo para os modos PvP. E como o Teixeira disse, as Raids que seriam algo interessante acontecer apenas no level 26 é triste. Sem contar que deveria ter muito mais eventos aleatórios para toda sala, ou para quem está na torre, entrar e participar. Com os grandes games que irão sair agora final de setembro e outubro e dificil acreditar que Destiny vai manter tantos jogadores por lá fazendo as mesmas coisas.

  • Yoshimitsu Pink

    faltou o trio oriente: dougão, musa e corra

  • Gus

    “Claro, Destiny jura que os Vex são tão ruins mas tão ruins, que nem os outros inimigos gostam deles. Mas, cara, em nenhum momento é mostrado como a ameaça Vex é uma ameaça de fato!”
    O que esse parágrafo quis dizer? Acho que tem algo errado.
    btw, boa análise, concordo em quase todos aspectos, pelo que vi do jogo.

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  • Too much hate nesse post. Análises devem ser imparciais? C’mon…

    Destiny ainda pode ser um jogo divertido pra mim (e pra outros, olha só), apesar do Teixeira não ter gostado dele. Da última vez que conferi ele não era o dono exclusivo da verdade.

    Eu ainda não joguei Destiny e depois de ter lido essa análise, minha expectativa baixou bastante. Ainda vou jogá-lo, mesmo assim. Mas antes eu pensava que ele seria um amálgama de jogabilidade de Halo, universo a la Mass Effect, multiplayer online cooperativo e ótimos gráficos, mas não foi exatamente assim.

  • Voltei aqui só pra deixar isso
    Destiny (Honest Game Trailers): http://youtu.be/bUIvhQPPCRg

  • Gustavo Freitas

    Agora sim, joguei e posso dizer. Concordo com o que o Caio disse, mesmo assim, estou apaixonado pelo jogo.

    Tenho dificuldade para largar o controle a noite.

    Estou me divertindo DEMAIS com o jogo.

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  • Paulo

    Concordo plenamente com a análise, joguei os três primeiro planetas e abandonei o jogo. E olha que eu sou do tipo insistente e o jogo precisa ser muito chato para eu abandonar. E se não bastasse a história vazia e da repetição excessiva, ainda tinham as constantes falhas na conexão com os servidores da Bungie que me obrigava a repetir tudo do início

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