Uma jornada. Essa palavra comum serve muito bem para descrever uma infinitude de videogames, com suas aventuas que levam seus protagonistas não só a outros cantos do mundo, mas às vezes aos confins do universo. O caminho de Nathan Drake até tesouros perdidos, a viagem de Cloud até seu encontro com Sephiroth, Master Chief colocando um fim na guerra da humanidade com o Covenant etc. Cada um desses heróis, em seu enfrentamento com perigos específicos e em suas descobertas, de fato realiza uma jornada até seus objetivos, tornando-se pessoas diferentes ao fim dela. Porém agora, pensando nos momentos finais de Horizon: Zero Dawn e lembrando de todos os passos que levam Aloy à conclusão dessa narrativa, associar a palavra jornada a esses outros títulos parece diminuí-la, despi-la de um significado que só uma obra com tal magnitude – não só física, mas surpreendentemente emocional – como essa feita pela Guerrila Games pode transparecer. Zero Dawn é uma jornada como poucas vezes já vimos aparecerem em videogames.

Se o jogo consegue provocar isso é porque, de maneira muito inteligente, não nos mostra todo seu leque de cartas já de cara, mas enuncia os detalhes e pormenores daquilo que nos cerca, para só depois de nos sentirmos confortáveis deixar claro que tudo que estávamos vendo era uma gota no oceano.

Nessa viagem somos Aloy, uma mulher nascida na tribo dos Nora, um povo matriarcal e de costumes bem tradicionais. Tal tradição é sentida em nossa pele em nosso dia a dia, em certo momento de maneira bem literal. Criada por Rost, ele e Aloy vivem à margem da tribo por serem párias, uma espécie de punição ao que entendemos como crimes. Tal condição impõe uma série de restrições, como a proibição de que palavras sejam trocadas com outros Nora e a necessidade de se viver por certo tempo longe dos braços das aldeias, em ambientes selvagens. Rost é um pária por motivos que não nos são contados, mas Aloy é um caso especial. Sem mãe conhecida, a garota é vista como uma espécie de maldição por todos ao seu redor, levando-a a ter uma visão de mundo bem específica, de atitudes rebeldes e questionamentos constantes.

Horizon: Zero Dawn

Os Nora são um tribo matriarcal, que vivem em um local chamado por eles de Terra Sagrada

Parte desse questionamento é olhar com indagação para a vida robótica que coexiste ao lado dos humanos. Animais como os conhecemos – javalis, coelhos, raposas – existem no mundo de Zero Dawn, mas o que há de realmente peculiar são os robôs. Com aparência similar a de outras espécies, essas bestas tecnológicas são agressivas e representam uma ameaça para as pessoas, mas ninguém nessa sociedade parece objetivamente se perguntar de onde tais seres vêm, como nunca acabam etc. Os Nora, por exemplo, consideram um tabu investigar as ruínas dos “antigos” – bases esquecidas ou construções que muitas vezes se assemelham a qualquer arranha-céu de nosso dia a dia – aceitando explicações para os robôs através de religiosidade e histórias passadas de geração em geração. Aloy, obviamente, é uma exceção a essa regra.

Em vez de ser uma simples crítica a certos modelos de pensamento, a Guerrila usa desse cenários para dizer muito mais. Além de uma profundidade inesperada nos ser transparecida sob os hábitos dos Nora, o que torna tudo mais interessante é sermos expostos a isso através do contraste de enxergarmos tais tradições pelos olhos de Aloy, que conhece, mesmo que só através de histórias, os modos dos Nora, mas não compreende por que certa ações são seguidas cegamente, por que existem coisas que são proibidas. Por não pertencer de fato a uma tribo, não ter sido acolhida por ela desde pequena, Aloy é um entidade um tanto independente no mundo e, como consequência, não é guiada por ideias formadas sobre como o mundo é regido.

Se me alongo ao falar sobre os elementos que compõem a base de Horizon: Zero Dawn, é porque é através desses alicerces extremamente bem construídos que todo o resto da jornada consegue se sustentar. Há mais detalhes e significado por trás do jeito de ser dos Nora do que em narrativas inteiras de outros jogos, e isso é importante porque trata-se do ponto de partida do olhar de Aloy, aquele que ela carregará e usará para entender como era limitada sua visão de mundo, seja para aquilo que ela considerava importante ou para tudo que parecia ser uma barreira.

Após um ato inicial, buscando tanto auto-conhecimento quanto respostas para uma tragédia que foi acometida em sua tribo, Aloy sai em viagem para longe de suas terras sagradas, sem saber exatamente quando, ou se, irá retornar.

Horizon: Zero Dawn

Rost é um tutor e espécie de figura paterna, que ensina tudo que Aloy sabe sobre caçar

O ponto do qual tudo parte é tão importante porque, como um pária por toda sua vida, Aloy não descarta nenhum dos encontros que tem com outras pessoas, suas histórias e motivos para estarem onde estão. Toda sua premissa é feita em favor de entendermos que a protagonista – diferente daqueles que repetem incessantemente seus dogmas – é uma figura sem pre-concepções formadas sobre outros indivíduos, e sobre o que é certo ou errado. Trata-se de um contraste maravilhoso em que, enquanto queremos saber mais sobre os animais robóticos (e consequentemente sobre as tecnologias dos antigos) em um objetivo calcado em razões próprias e por vezes egoísta, no percorrer de nosso caminho conhecemos outros indivíduos e de pouco em pouco observamos a protagonista compreender que está lutando por algo maior do que ela mesma, sua identidade, ou sua tribo. De que há coisas maiores e mais importantes do que o compartilhamento de crenças, e que segui-las de maneira cega pode tornar pessoas tão limitadas (e perigosas) quanto as máquinas que co-habitam o mundo conosco. Ao mesmo tempo, sempre temos como comparativo Rost, o homem que nos criou, bondoso e gentil, para nos lembrar que independente do que elas seguem, pessoas podem ser boas. É como se o ato inicial fosse uma espécie de versão reduzida de tópicos, que veremos serem abordados mais a fundo a cada novo passo de nossa aventura.

Isso é uma constante pois essa progressão na aquisição de conhecimento – exemplificada por outros povos que eventualmente conhecemos, nos sendo informados sobre suas mitologias específicas e história – está sempre em contraste com a vida inicial que tínhamos nas terras sagras dos Nora. É chocante percebermos o quanto que de repente entendemos sobre a humanidade que existe em Zero Dawn e ver o quão míopes éramos quando tudo começou, quando estávamos revoltados com o fato de um pária não poder trocar palavras com um membro da tribo.

Os méritos de Horizon: Zero Dawn nesse âmbito se sustentam mais do que o suficiente por conta própria, mas é particularmente impressionante lembrar que o estúdio que o criou foi também responsável por Killzone, uma série que, se interessante mecanicamente, possui alguns dos personagens e narrativas mais atrozes dos videogames, quase ofensivos de tão ruins. Que esse mesmo estúdio tenha sido capaz de realizar uma trama com tal sensibilidade e comentários repletos de nuances sobre temas complicados é impressionante.

O conhecimento é uma arma

O ganho de conhecimento e como isso nos torna mais hábeis é um tema central também à mecânica mais interessante do jogo. Na maior parte, não há ideias particularmente novas que você nunca tenha visto antes em relação ao que fazemos de momento em momento. Zero Dawn bebe do gênero Survival, podendo ser comparado especialmente a jogos como Far Cry 3, em que precisamos coletar constantemente recursos pelo cenário para criarmos diferentes tipos de munição para nossas armas, itens de cura e para serem usados como moeda de troca com mercadores. Ao mesmo tempo, ele empresta de outros títulos de ação em terceira pessoa, com eventuais trechos de escalada (apesar de reduzidos), árvores de conversa com figuras que encontrados (que muitas vezes nos oferecem missões secundárias, com recompensas específicas) e, ocasionalmente, até mesmo decisões morais.

Onde essa temática do conhecimento aparece é nas lutas contra os animais robóticos que encontramos constantemente em nossas andanças, progressivamente mais perigosos e com capacidades diferentes. O que ocorre é um toque de genialidade por parte da Guerrila, que pode soar estranho no começo, mas que é essencial para que esses combates sejam emocionantes. Aloy, de maneira tradicional, não se torna mais forte no progredir da aventura. O tamanho máximo de nossa vida aumenta a cada nível adquirido o que nos dá mais resistência e ganhamos pontos de habilidade que conferem capacidades adicionais à personagem, como poder deixar tudo em câmera lenta por um tempo enquanto ela está mirando, atirar duas flechas simultaneamente etc.

Horizon: Zero Dawn

Se sua mira for certeira, um só tiro no olho de um Watcher o derrotará

Mas não importa o quanto que você suba de nível ou troque de arco, a sua flecha mais básica será sempre isso, básica, causando o mesmo dano base, podendo ser melhorada apenas através de aprimoramentos encaixados em suas armas, porém o espaço para isso é limitado então o efeito não é particularmente devastador. O que isso significa é que entrar de cabeça em combates resultará em mortes certeiras e rápidas, especialmente se diversos inimigos forem alertados de uma só vez.

O que muda é você, jogador, em seu conhecimento sobre como lidar com os diferentes robôs e como usar os recursos a sua disposição para acabar com eles. Ao realizar uma análise de um desses antagonistas com o Focus, um dispositivo dos antigos que Aloy encontra quando criança, é possível descobrir a fraqueza específica a cada uma das partes que compões os animais artificias. Um tanque de blaze (uma substância explosiva), por exemplo, é mais suscetível ao fogo, enquanto algumas extremidades não resistirão a ataques feitos com flechas de ponta dura.

Disparar contra a eles a esmo alongará os combates enormemente, pois os robôs são extremamente resistentes na maioria das partes de seus corpos. Porém, saber onde atacar e o que usar contra esses pontos específicos é o diferencial entre vida e morte, uma mudança entre lutar seguidamente contra um só inimigo por cinco minutos ou derrotá-lo em questão de segundos.

Em relação às capacidades ofensivas, a única coisa que mudará em Aloy ao adquirir novos equipamentos é o tipo de munição que cada um deles pode disparar. Por exemplo, o primeiro Tripcaster pode apenas disparar armadilhas elétricas, sendo que versões melhores do mesmo passarão a também permitir o uso de armadilhas de fogo e explosivas. A bem da verdade é que a aquisição de novas capacidades é um pouco esquisita e, antes mesmo de chegar na metade do jogo, eu já carregava os armamentos que empunharia na última de todas as batalhas. A impressão é de que Zero Dawn não entrega ao jogador tudo de cara apenas para que ele não se sinta sobrepujado com todas as possibilidades que possui, apresentando-o gradativamente a tudo que ele poderá fazer. A maior parte do jogo, no entanto, colocará em suas mãos todo o leque de possibilidades e cabe a você analisar a situação e decidir o que funcionará melhor.

Por isso digo que conhecimento está no cerne dessa mecânica. Foi comum, depois de um tempo, eu nem precisar fazer uma análise com meu Focus. Apenas olhava para algo que nunca havia encontrado antes e entendia quais partes eram mais frágeis a diferentes ataques. Apesar de alguns parâmetros de fato melhorarem em definitivo, algumas das habilidades compradas fazerem toda a diferença e outras serem liberadas com o progredir da história (como a possibilidade de controlarmos os animais artificiais), Aloy no geral não está se tornando magicamente um exército de uma mulher só.

Horizon: Zero Dawn

Você não quer estar na água ao lado de um Snapmaw

O que está acontecendo é que, através de experiências viajando pelo mundo e conhecendo mais dos robôs que povoam diferentes regiões, ela está progressivamente os entendendo mais. Isso, entretanto, não quer dizer que não haja maneiras de explorar certas rachaduras nesses sistemas, que diminuem um tanto o impacto desse elemento estratégico. Em específico, o único motivo para puxarmos nosso arco até o fim está em tornar nossas flechas mais precisas, mas a tensão da corda não altera em nada o dano causado. Por conta disso, ao usar flechas de pontas duras e a habilidade de deixar tudo em câmera lenta por diversos segundo, é possível se aproximar da maioria dos inimigos e usarmos nossa arma como uma espécie de metralhadora, desmontando a maior parte dos robôs em questão de segundos.

Essa manha só me ficou clara cerca de quinze horas depois do início da aventura e dependendo das habilidades que você adquire a efetividade disso será reduzida. No entanto, munido desse conhecimento, a maioria dos embates foram de injeções de adrenalina a trivialidades. Ainda, dependendo do número de inimigos a dificuldade ainda era alta e foi divertido desmontar os diferentes tipos de robôs até o fim.

É curioso que a ausência de progressão também se aplique ao ato de adquirirmos recursos. Espalhado por todos os cantos estão plantas e galhos, além das partes recolhidas de robôs derrotados e animais que matamos, usados para criarmos munição, itens de cura e assim por diante. Em nenhum momento Aloy expande essa sua área de conhecimento, já desde o início do jogo nos sendo permitido criar tudo que criaremos. É de fato um tanto essencial que não tenhamos barreiras para fazermos flechas de fogo, por exemplo, que podem ser cruciais. Mas uma consequência disso é que os recursos que mais utilizamos são já identificáveis desde as primeiras horas, fazendo com que seja fácil saber ao que dar prioridade e o que deixar de lado.

Por conta disso, toda a mecânica de recursos foi uma que nunca teve uma grande importância em minha experiência, pois nunca cheguei nem minimamente perto de ficar sem a possibilidade de criar mais munição no meio de um combate. A única coisa que o fará ficar atento a itens específicos é a expansão de nossa bolsa de itens, que pede por artefatos mais incomuns  de serem obtidos, como ossos de animais.

Há também todo um aspecto mal explorado na manufatura de poções de resistência ou de aumento temporário do tamanho da vida, que nunca contam com uma situação em que precisam realmente serem usados. É como se eles pertencessem a um jogo cujo combate é mais lento, e não a um em que as lutas podem tornar-se rapidamente frenéticas, pedindo que você desesperadamente role para longe das investidas de Sawtooths enquanto procura cobertura para não ser atingido pelos raios de um Glinthawk. É difícil ficar trocando as opções do menu de itens no meio disso, já que poucos ataques sem que você se mexa podem te derrotar instantaneamente.

Horizon: Zero Dawn

Dependendo do armamento que você usar, uma luta com um Shell-Walker pode durar minutos ou segundos

Se as lutas com os animais artificiais é prazerosa, estratégica e eletrizante, os confrontos contra humanos são o completo oposto disso. A inteligência artificial deles é terrível, ao ponto de ser uma trivialidade eliminar todo um quartel deles sem que sejamos vistos. Em certo momento matei uma pessoa que estava ao lado de outra e, ao ver seu companheiro com uma flecha no meio da testa, tudo que ele proferiu foi “acho que estamos sendo atacados, tem um corpo morto aqui”. Isso apenas o colocou em estado de alerta, o que o faz se mover ainda mais lentamente que o normal, tornando-se um alvo mais fácil.

Alguns confrontos com outras pessoas são inevitáveis nas missões da história, mas é fácil evitar os objetivos secundários no qual o foco é derrotá-las (como limpar uma base de bandidos) sem que você sinta que está perdendo algum conteúdo particularmente importante. Zero Dawn possui uma quantidade tão vasta de missões não obrigatórias, atividades e colecionáveis que deixar de lado as que eram mais chatas não pareceu, em nenhum momento, um detrimento à experiência.

Lá e de volta outra vez

O último elemento que contribui à sensação da jornada de Aloy está na variedade do visual e no arrebatamento que ele causa. A Nora viaja para muito longe de seu lar e, sem que você inicialmente perceba, quanto mais vaga mais a vegetação e clima mudam de maneira gradual. Quando você se dá conta, está em um ambiente completamente diferente, com vida robótica específica e árvores que nunca viu antes. É justamente por ser uma alteração gradual, tal qual encontramos em nosso mundo, que o choque surge. Além do fato de tudo nesse jogo ser absolutamente lindo, é claro.

Eu me lembro perfeitamente do momento que estava descendo uma montanha coberta de neve, tendo dificuldade para encontrar plantas curativas que aparentemente não cresciam muito na região, para de repente ver uma planícies se abrindo diante de mim, adornada com um lago gigantesco. Logo na frente, plantas de ar mais tropical apareceram e, seguindo na direção delas, sua frequência foi aumentando mais a mais. Poucos minutos depois, olhando para trás, não via mais a montanha, o lago e nada da vegetação que associava à região que Aloy chama de lar. Foi um momento “acho que não estamos mais no Kansas”, de perceber que tudo que era conhecido tinha ficado para trás, bem longe. Mesmo com o subterfúgio das viagens rápidas, permitindo que você retorne a pontos já explorados, o sentimento de estarmos distantes daquilo que antes era nosso mundo inteiro nunca desaparece. Esse é o poder de uma base narrativa bem construída.

Eventualmente, quando parece que você já compreende todos os eventos que levaram o mundo de Zero Dawn a ficar do jeito que está e a perspectiva de Aloy em relação a tudo isso, o jogo nos lembra de que nada é tão simples assim. Sua trama tem pontos previsíveis, mas há twists muito bem engendrados, personagens variados, representativos de diferentes pontos de vista que podem reger (ou destruir) a sociedade, e toda a história que levou o mundo a estar no estado em que o encontramos é muito boa.

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Enquanto há explicitamente uma crítica forte e aberta ao conceito de se seguir sem questionamento tradições e dogmas, algo exemplificado tanto em casos amenos quanto extremos nas diferentes culturas que existem no mundo jogo, o título também nos lembra que ambição extrema e arrogante, sem preocupações éticas e morais, é igualmente prejudicial. Zero Dawn claramente deixa a balança um pouco mais inclinada para um dos lados, as críticas não têm pesos iguais. No entanto, elas ainda funcionam por terem no meio delas Aloy, uma representante do que há de melhor na humanidade, que em suas viagens obtém uma perspectiva maior do que qualquer ensinamento poderia lhe passar.

Videogames e suas fantasias comumente já nos preparam para o épico, para a grandiosidade que nos espera. Como se, desde o momento que acordamos em nosso pequeno vilarejo, não existíssemos senão para o momento que o mundo todo se abrirá diante de nós e nos tornaremos seu conquistador. Horizon: Zero Dawn olha com mais atenção para isso e aponta que, sem os detalhes, sem a importância dada a todas as pequenas partes e aos indivíduos, não há conquista, pois conquistá-lo não é dominá-lo, mas sim entendê-lo. E esse entendimento só pode vir como fruto de uma jornada tanto de auto-conhecimento quanto de reconhecimento do outro. E que grande jornada é essa que fazemos ao lado de Aloy.

Horizon: Zero Dawn
Desenvolvido pela Guerrila Games
Distribuído pela Sony Interactive Entertainment
Disponível para PlayStation 4
Testado em um PlayStation 4 normal (não Pro)

Data de lançamento: 28 de fevereiro
A análise foi feita com uma cópia do jogo providenciada pela assessoria de imprensa

Análise - Horizon: Zero Dawn
Horizon: Zero Dawn é uma jornada surpreendentemente profunda, não só pela vastidão e variedade de cenários que atravessamos, mas também por conta dos temas complexos que ele não tem medo de abordar. Com personagens ricos e complexos, que apresentam pontos de vista diferentes, nossa viagem como Aloy, pária da tribo dos Nora, é impactante de maneiras imprevisíveis.
5
  • Gabriel Baptista

    Preorder ja feito =D.

    Obs.: Eu acho que o site mobile está com algum problema pra carregar os posts. Essa análise e o post sobre o beat’em’up da cellar door nao estão aparecendo.

    • Heitor De Paola

      Putz, que droga. Nosso site tem alguns problemas em mobile, mas os posts ao menos abriam. Vou verificar o que está acontecendo.

    • riquesampaio

      Aqui eu consegui abrir. Qual dispositivo você usa?

      • Gabriel Baptista

        Não, acho q me expliquei mal. O post abre de boas, mas não aparece na lista dos posts. Tipo, clicando em análises, pra mim esse ainda não aparece lá.
        To usando um Moto X play no Chrome

        • riquesampaio

          Hm, verdade, isso parece estar acontecendo mesmo. Vou adicionar na lista de probleminhas para resolver aqui. Obrigado!

        • Anderson Cardoso

          Hm.. tentou colocar (não sei se existe isto no Chrome) no modo Leitura ? no iOs vai bonito hein! 😉

  • Henrique Alves

    Heitor voce jogou no ps4 ou ps4 pro?Estou curioso sobre a taxa de fps,tem muitas quedas?

    • Heitor De Paola

      Ah, verdade, vou adicionar essa informação no rodapé do texto. PS4 normal mesmo. Taxa de quadros ótimo praticamente o tempo inteiro, nunca é um problema.

      • Guilherme Garcia

        O shuffle sai no dia do lançamento ou antes?

        • Heitor De Paola

          No dia do lançamento.

    • Rodolfo

      https://www.youtube.com/watch?v=0Y8u7MvuArA&t=766s
      Estou jogando no PS4pro, no modo resolução em TV 4K + HDR. Espetacular.

  • Kalel Mota

    Heitor, pela curiosidade, qual TV você usa? Recomenda?

    • Heitor De Paola

      Cara, é um Samsun que temos há uns seis anos, modelo ln40c550j1m. Pra mim é de boa, mas eu não sou particularmente fissurado ou entendedor de monitores/TVs.

      • Kalel Mota

        Tbm não manjo muito, nem tenho paciência para buscar entender rs.
        Tô indo atrás só das que me indicam, e que não são tão caras…

        • Anderson Cardoso

          A grosso modo, procure uma TV/Monitor que seja Full HD, Taxa de atualização de 60Hz pra mais e, quanto maior essa taxa mais cara ela fica; No caso das Tv’s Smart, o mesmo dito anteriormente só que com o agravante de Qual o tipo
          do processador ela tem. Leve isto em consideração, Sério!

          Dai, ainda a grosso modo. Vem a parte do tamanho da tela e creio que deste ponto em diante vai muito do ambiente que você tem. Não só dá distância em relação a tela que você está ou seu sofá saca?

          Ainda, pra terminar. Considere o tipo, LED, Plasma, LCD na real acho que plasma nem vendem mais. acho…

          E por último, pelo menos para mim não menos importante. o Som em RMS essa é pra mim a parte mais chata, muito difícil achar uma Tevê com som decente eu,
          já desisti na real, só ligo ela direto no som (Aiwa) veio e deu.

          Os aparelhos atuais são bem inferiores na questão de graves e agudos.

          • Kalel Mota

            Obrigado pelas informações, Anderson. TVs são muito complicadas de escolher, e pelos altos preços, não dá pra comprar às cegas.

          • Ricardo

            Recomendo , se puder , já pegar uma 4k mesmo , a diferença de preço pra full HD hoje em dia é bem pouca , tem de 43 polegadas por 2300 , 48 até 50 polegadas por 2800 à 3000 . Se quiser uma menor tem uma 4k da Samsung por 2000 a 2200 …
            120 Hz tá ótimo , as imagens já serão bem suaves , mesmo em jogos à 30 FPS , todas TVs smart já tem o basico : YouTube , Netflix etc …

          • Kalel Mota

            Taxa de atualização de 60hz é muito negativo? Paguei uma 4k, 43′ e taxa de 60hz.

          • Anderson Cardoso

            o.O deixa eu me meter um pouco aqui. Na minha opinião sinto que 60hz já é o suficiente, se você já possui uma Tv 4K desse tamanho poderia sim ter investido um pouco mais (uns 400 pilas) acho, numa que já tivesse o dobro dessa taxa!

            Mas, se pagou menos ou até 3K nela fez um bom negócio. Vai ter Tv boa por um bom tempo 😀

          • Kalel Mota

            Eu paguei 2100 (preço promocional) nela. Os modelos com taxa de atualização maior que isso tinham um salto de preço maior do que 400. Mas mesmo que fosse 400 de diferença, sairia do meu orçamento.

          • Ricardo

            A minha é 60hz também , talvez seja o mesmo modelo dá sua ( LG uh6100 ) mas a minha tem 49″ .
            Tem gente que não percebe ou não liga , mas eu sou chato com TV , se o jogo tiver 50 , 60 FPS , a imagem será fluida , mesmo em 60hz , mas à 30 FPS ou menos , se percebe a imagem meio tremida e borrões em cenas mais rápidas , coisa que não acontece em telas 120hz , onde mesmo filmes e TV ficam com a imagem mais suave e realista , alguns não gostam deste efeito em filmes , já eu gosto .
            Mas dá pra sobreviver de boa com 60hz , kkkk …
            Eu mesmo só tem 5 meses que troquei de TV , mas a próxima (daqui no mínimo 03 anos ) , terá que ser pelo menos 120hz …

          • Kalel Mota

            A minha é a LG 43UF6400, comprei em uma loja aqui da minha cidade. Até o momento estou gostando bastante dela, possui muitas opções de configuração (estou pesquisando sobre como deixá-la adequada para o meu ps4). A imagem é bem bonita, principalmente quando deixo a hdmi do ps4 no modo pc e o RGB do videogame no full (pelo que li é o primeiro passo para configurar).

          • Anderson Cardoso

            Sim, é verdade. Estou querendo troca a minha já faz um bom tempo. Dois anos pra ser mais preciso. Mas os preços e meu salário não ajudam :’D

  • Juan Bestagno

    Otima surpresa , parece que 2017 comecou bem .

  • Fellipe Brandão

    Boa surpresa! A Sony acertou ao lançar no mesmo período do switch com o zelda.

    Chegou a sentir que as mecânicas são parecidas Heitor? Pelos trailers parece que sim.

    • Cesaeer

      Sei não ein. Horizon ou Nioh, um desses deveria ter saído mês passado

  • Alex Amaro

    Pena não ter um PS4, fiquei muito curioso com o jogo.

  • Rodolfo

    Estou maravilhado com esse jogo. Divertidíssimo e lindíssimo. Nunca usei um photo mode com tanta frequência.
    Eu não gostei apenas dos acampamentos dos bandidos. Acho que quebra um pouco a ideia principal. Caçar máquinas têm sido mais que suficiente na minha opinião. Difícil caminhar pela vastidão do cenário e resistir a uma caçadinha de leve. Criaturas que te assustam no início são facilmente derrotadas mais para frente, muitas vezes apenas por conhecê-las melhor e nem tanto pelas melhorias em armas ou táticas. O Dente Serrado que o diga.

  • Ismael Paiva

    Jogo fantástico! Acabei a campanha principal com 126 horas. O mundo criado e a história são incríveis, e o jogo ainda tem uma protagonista com muito carisma e um gameplay divertido. Estará na conversa para GOTY.