Poucos dias após o início da “segunda temporada” da campanha de financiamento coletivo do Overloadr no Patreon, confirmamos a produção da série Mini-Mini-Doc, que segue os moldes de nosso especial sobre representação feminina nos videogames em 2015.

Após um período de conversas, escolhemos abordar o infame estúdio 3D Realms e sua história repleta de altos e baixos. Pioneira no mercado de jogos para PC com seu modelo shareware, a 3D Realms, antigamente conhecida como Apogee, foi também responsável por um dos melhores jogos da década de 1990, que ficou com a 18ª posição em nosso especial 100 Melhores Jogos do período: Duke Nukem 3D. A partir daí, foi só ladeira abaixo, com alguns eventuais casos de sucesso.

O fato da companhia ser também proprietária de não apenas um, mas dois dos jogos mais adiados da história — Duke Nukem Forever e Prey –, verdadeiras lendas vaporware, tornam sua história ainda mais fascinante, o que reforçou a nossa vontade de recontá-la neste Mini-Mini-Doc.

Aproveitando que 2016 marca o aniversário de 20 anos de Duke Nukem 3D, o revisitamos em nosso Retroscópio. E, acreditem, ele continua tão bom quanto era em nossos antigos 486 e Pentiums.

Veja também:
Os 100 melhores jogos dos anos 90
Relembre clássicos da Apogee em nosso Retroscópio de 3D Realms Anthology

  • Johnny Lapís

    faltou um BG sound a voz vazia fica monotono, a narração também mostra que obviamente alguém está lendo ta em um mesmo ritmo.

    mas o conteudo é bom.

    • Marcello Duarte Crescencio

      Também achei um pouco “Engessado”, faltou um pouco de ritmo, mas o conteúdo é ótimo.

  • Only Coffee is Real

    Conteúdo sensacional!
    Como já comentaram, a narração parece um pouco engessada, mas é questão de prática mesmo. Também senti falta de respiros na montagem, seja pra contribuir com o ritmo ou definir de melhor maneira blocos narrativos.
    Mas enfim, já ansioso pro próximo.

  • Maikon Neitzel

    Caraca Rick (ou Rique rsrs), fantástica matéria, parabéns! Não conhecia essa história, e ver duke nukem (2d) e commander keen quase me fizeram chorar de nostalgia. Muito bom!

  • Felipe Malafaia

    Putz, muito bom!
    Acho somente que a narração podia receber uma dinamizada maior (com entonações e o misancene que é até comum em produtoras como BBC e Discovery). Esperando os próximos!