O ano de 2016 está para se encerrar e com isso é hora de decidirmos quais os jogos que mais gostamos que tenham saído nesse período.

Além de nossas listas (e a da escolha do público) que serão publicadas ainda nesta semana, chamamos também pessoas que tenham aparecido no Overloadr, seja em textos ou convidados de nossos podcasts, para compartilharem quais os títulos que mais as marcaram neste ano que está para nos deixar.


Bruno IzidroBruno Izidro é jornalista por formação, tendo passado por veículos como Kotaku Brasil, Red Bull Games e Jovem Nerd. Atualmente, ele escreve regularmente para o Gizmodo Brasil, mas seus textos aparecerem periodicamente em outros veículos, como a Revista Oficial do Xbox.

Izidro participou do MotherChip #108 em que falou sobre museus itinerantes, achou um jeito do Overloadr ter informações sobre FIFA 2017 e declarou seu amor por Burger King. Ele também gravou conosco o Shuffle de Overcooked.

Eis os melhores do ano para Bruno Izidro

 

Titanfall 2 (Respawn Entertainment)

Titanfall 2 prova como um modo single-player pode ser interessante para explorar e expandir as mecânicas principais de tiro, deixando a experiência geral de jogo bem melhor. A jogabilidade frenética e verticalidade agora parecem se encaixar mais nos novos modos do multiplayer. Pena que ele também é um exemplo de jogo que estava no lugar errado, na hora errada.

Leia a análise do Overloadr de Titanfall 2

Watch Dogs 2 (Ubisoft)

O que me pegou aqui foi como a cultura de internet e avanços tecnológicos são transformados em mecânicas interessantes para o jogo. Isso vai desde usar drones para invadir e hackear a sede do Google até ganhar experiência por seguidores do seu aplicativo hacker. Além de fazer sentido para a temática, ainda consegue ser um pouco do retrato da sociedade conectada de hoje.

Leia a análise do Overloadr de Watch Dogs 2

Watch Dogs 2

Watch Dogs 2

Forza Horizon 3 (Playground Games)

Quando você se empolga com um novo jogo de corrida tanto quanto se empolgou com Need for Speed Hot Porsuit de 2010, é porque ele deve ter algo de bom. O que mais me atrai em Forza Horizon 3 é ele ser quase um jogo de ação com carros, que não se limita a corridas tradicionais e adiciona eventos divertidos pra se fazer nas variedades de cenários de floresta, deserto e urbanos da Austrália.

Assista ao Shuffle do Overloadr de Forza Horizon 3

Batman: Arkham VR (Rocksteady Studios)

Pra representar a chegada da realidade virtual, temos Batman: Arkham VR. Um jogo que consegue entregar uma experiência que faz bom uso da nova tecnologia sem ter cara de ser só uma demo técnica, com puzzles que te imergem logo no ambiente. Ainda mais por apelar para um público maior por causa do Batman, ele é uma excelente porta de entrada pra quem quer saber do que a realidade virtual é capaz.

Batman: Arkham VR

Batman: Arkham VR

Resident Evil 7: The Beginning Hour (Capcom)

Eu sei que é só uma demo, mas Resident Evil 7: The Beginning Hour foi a experiência que mais me deu cagaço esse ano. Ainda mais com a Capcom lançando atualizações que adicionaram novas áreas e puzzles, ele pareceu mais um game episódico. Tirando tudo isso, ele consegue unir o sentimento de aflição e quebra-cabeças com membros de manequins como nenhum outro jogo de 2016.

  • rodrigo

    rapaz lembraram do RE… se The Witcher teve uma expansão premiada como jogo de 2016, total demo pode também…..