Metal Gear Solid V: The Phantom Pain se passa 9 anos após os eventos de Ground Zeroes, com Big Boss (ou só Snake, se você preferir) acordando de um coma.

Escapando por pouco do hospital onde estava, Snake, Miller, Ocellot e companhia devem reconstruir a base mãe, juntando novas forças para combaterem Cipher, as forças de Zero. A ameaça em questão está sendo comandada por Skull Face, que se intitula líder da XOF, uma organização que sempre foi a sombra – ou fantasma – de Snake, garantindo que as ações deste não teriam consequências globais.

Metal Gear Solid V: The Phantom Pain tem um estilo bem diferente de seus antecessores, mais calcado naquilo visto em Peace Walker. No jogo, temos acesso a dois mapas de mundo aberto, repletos de objetos a serem cumpridos. Em vez de uma aventura focada em história, em que constantemente perdemos o controle a assistimos a dezenas de minutos de narrativa, The Phantom Pain é pura mecânica, possuindo poucos momentos de trama no geral. O controle dado ao jogador é amplo, permitindo que missões sejam terminadas da forma que ele quiser. A furtividade é sempre bem-vinda, mas o jogador não é necessariamente punido por ser mais agressivo, sendo também possível puxar uma metralhadora, se munir de granadas e ir ao combate terminando seus objetivos.

Além disso – com exceção do cooperativo online de Peace Walker – esse é o primeiro Metal Gear em que não estamos agindo solitariamente. É possível levar companheiros para o campo de batalha, como o cachorro DD e a franco-atiradora Quiet, que nos oferecem suporte de diferentes maneiras. Quiet, por exemplo, pode mirar e eliminar inimigos de longa distância, enquanto DD, com seu olfato, é capaz de precisar a localização de diversos inimigos muito antes de conseguirmos os ver.

Fora a ação em si, The Phantom Pain tem todo um elemento de desenvolvimento de sua base, que deve ser aprimorada com os recursos encontrados pelo jogador. Além de materiais e dinheiro, os soldados de facções inimigas podem ser “resgatados” com o Fulton – uma espécie de balão inflável – e levados à nossa base, na qual se tornam nossos aliados. Isso não só permite que desenvolvamos novos equipamentos que serão úteis nas batalhas, como também faz com que tenhamos forças que podemos enviar em missões adicionais, adquirindo mais recompensas.

Os meses que antecederam o lançamento do jogo foram marcados pelas notícias de desavenças dentro da Konami, inclusive à exposição de um regime bastante opressor dentro do estúdio. Uma das consequências disso é que este será o último Metal Gear desenvolvido pela Kojima Productions e por Hideo Kojima, designer que esteve junto da série desde sua concepção. Ainda não está totalmente claro que a Konami desenvolverá novos títulos da franquia.

Assista ao Shuffle de Metal Gear Solid V: The Phantom Pain

Leia mais sobre o jogo:

– Há um bug em Metal Gear Solid V que pode anular o seu progresso

– Kojima dá adeus a Metal Gear Solid em um vídeo comovente

– MotherChip #50 – Metal Gear Solid V: The Phantom Pain

– Uma cena bem importante foi cortada de Metal Gear Solid V: The Phantom Pain

– Trailer de lançamento de Metal Gear Solid V: The Phantom Pain faz uma retrospectiva de toda a série

– Hideo Kojima deverá sair da Konami após o lançamento de Metal Gear Solid V

– Segundo dublador de Solid Snake no Japão, a Kojima Productions foi dissolvida

– Konami está contratando pessoas para desenvolverem novos jogos da série Metal Gear

– Jornal japonês denuncia regime opressor e desumano dentro da Konami

Metal Gear Solid V: The Phantom Pain
Produtora: Kojima Productions
Kojima Productions Los Angeles
Distribuidora: Konami Corporation
Plataformas: , , , ,
Lançamento: 1/07/2015
Gênero:
Tema: , , ,
Formato: Físico e Digital
Idiomas: Inglês com legendas em português