Pokémon Go é um fenômeno de público que raramente vemos. Levar o videogame para vida real de uma maneira tão simples (menos para nós, brasileiros) e com uma marca tão forte cria todo o tipo de situação estranha, sendo que algumas não são boas: administradores do Museu do Holocausto, em Washington, nos Estados Unidos, estão pedindo para que jogadores fiquem longe do local para não perturbar os visitantes.

O Museu do Holocausto é um memorial às vítimas do nazismo e ter pessoas correndo de um lado para o outro atrás de bichos virtuais não é exatamente apropriado. O caso ainda piora quando algumas imagens mostravam um jogador capturando um Koffing, Pokémon que utiliza ataques de gás, próximo ao Auditório Helena Rubinstein, que exibe histórias de judeus que sobreviveram às câmaras de gás da 2ª Guerra Mundial. O jornal Washington Post visitou o local e não encontrou o Pokémon no lugar, mas aponta que as aparições dos bichos tendem a ser randômicas.

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Pokémon Go transforma pontos turísticos quase que automaticamente em lugares com maior concentração de Pokémons ou até mesmo Ginásios Pokémon, o que só piora o caso. Por enquanto o aplicativo só permite que jogadores reportem problemas no jogo caso exista um “perigo físico”, por exemplo, se Pokémon forem encontrados no meio de estradas. O diretor do museu, Andrew Hollinger, está em contato com a Niantic Labs (responsável por Pokémon Go) para tentar retirar o local do jogo.

  • Jota Corrêa

    Putz!

  • Snb

    Estou rindo do koffing no museu do holocausto mais do que deveria.

  • El Luchador

    QUE ERRADO, CARA!

    haeuiahfaiuehfiauhahiehua

  • Patrick Reis

    Deve aparecer bastante gastly, hunter e gengar por lá. Mancada isso.#chateado