PlayStation Plus de agosto inclui Tricky Towers, Yakuza 5 e mais

Tal qual ocorreu no Xbox One com a Games With Gold, o mês de agosto para a Plus parece apelar a gostos mais específicos por certos gêneros.

Os dois títulos de PlayStation 4 que serão gratuitos são Tricky Towers e Rebel Galaxy. Eu e o Henrique tivemos a oportunidade de jogar recentemente Tricky Towers no BIG Festival, que ocorreu em julho em São Paulo. Trata-se de um jogo focado no multiplayer em que devemos construir torres feitas de peças de tetris, mas que são afetadas por física. Assim, peças mal encaixadas fazem com que nossa construção inteira desmorone, nos deixando longe do objetivo. Além disso, há poderes que podem ser usados para nosso benefício e para malefício dos oponentes. Nossa experiência foi breve, mas nos divertimos bastante com o que vimos.

Já Rebel Galaxy nos coloca no comando de uma nave espacial com combates que lembram um pouco os confrontos entre navios de Assassin’s Creed. No PlayStation 4 isso provavelmente não será possível, mas no PC você pode colocar suas próprias músicas para tocar, até mesmo determinando em quais momentos faixas específicas entrarão.

No PlayStation 3 os dois títulos de graça são Yakuza 5 e Retro/Grade. Yakuza 5 é mais uma entrada na série de jogos que nos coloca em um mundo aberto ambientado no Japão. Além da campanha principal, há sempre uma quantidade enorme de atividades secundárias que podem ser realizadas pela cidade. Retro/Grade, por sua vez, é um título de ritmo com uma aparência de shoot ‘em up reverso. O projeto contou com Matt Gilgenbach que posteriormente trabalhou em Neverending Nightmares. As imagens aterrorizantes deste jogo nasceram, em parte, da depressão sofrida por Gilgenbach após o lançamento de Retro/Grade.

Finalmente, no PS Vita será possível jogar Patapon 3 e Ultratron, apesar de que este último tem cross-play com o PS3 e PS4.

  • José Cordeiro

    O ruim do Rebel Galaxy é que ele faz de conta que se passa no espaço mas a jogabilidade é toda bidimensional. Há mais de 10 anos o Freelancer já tinha jogabilidade tridimensional e os combates e movimentação pelo espaço eram incríveis. Um jogo dessa geração ter essa limitação é frustrante.

    • paulocesar

      +- né, nem todo mundo quer tudo 3D o tempo todo

      • José Cordeiro

        Eu acho que é muito desperdício fazer um jogo no espaço com gráficos 3D, ângulos variados de câmera e limitar a jogabilidade a um único plano. Se é pra ser assim podia ter câmera travada meio “isométrica” ou ser um jogo de combate de navios ou carros.