Entre o espetáculo de dança punk-contemporâneo do Rique, a peça-brinquedo do Teixeira e o filme de terror fajuto do Heitor, nos debatemos entre o mar cultural do Bilheteria desta semana.

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Participantes:

Caio Teixeira
Heitor de Paola
Henrique Sampaio

Assuntos abordados:

4m30s – Espetáculo de dança Blow Up
23m – Hunted: The War Against Gays in Russia
42m40s – Annabelle
58m30s – Dumplings
1h06m – Sleep No More
1h25m – Emails

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  • Guilherme Pereira

    Conhecí o Games on the Rock há algumas semanas e agora o Overloadr, meu podcast favorito do momento lol

  • AnaniasJr

    O Teixeira já havia comentado sobre Sleep No More no Games on the Rocks, mas foi tantos detalhes. Valeu a pena ouvir de novo, ainda mais com Pagliacci na trilha.

    • caio_o_teixeira

      E tem Nessun Dorma, que eu considero possivelmente uma das árias mais bonitas nesse mundão.

  • M_Tulio

    HeiThor para de assistir filme ruim no cinema. Vai ver “Garota Exemplar” cara!

  • SouoMaia .

    Karaca esse Dumplings me deixou mais tenso que o Filme da Boneca, ótima indicação!!

  • Leo Derenze

    Rique e suas recomendações de documentários cada vez melhores. Acabei de assistir e ficarei mal por uns 5 dias. Keep it up, resgatou meu amor pelo gênero.

  • Renato Sabbado

    Assisti o Dumplings há alguns anos atrás numa coletânea de 3 médias-metragens de terror oriental chamada “Three… Extremes”. Lembro de ter terminado de ver o filme em um estado de agonia, mas apaguei da minha mente o fim. Não sei se tenho coragem de ver de novo para lembrar. Espero que o título ajude aos outros ouvintes a encontrar

  • Power Otaku-Kun

    Poxa, Sleep no More parece realmente uma experiencia de arrepiar.

    https://www.youtube.com/watch?v=k12NZLh_Xvg

  • Kurt Rodrigues Wagner

    O termo que não foi lembrado e “narcisista”. Sobre a peça citada pelo Teixeira (acho) me deu muita vontade de assistir rs. Otimo programa

  • Onemaster

    Sugestão. assistam Star Wars: Rebels, é muito bom.

  • jprbessa

    NARCISISMO, porra!!! Vem do idiota do Narciso que se afogou tentando ver seu próprio reflexo. Quem sofre de demasiado amor próprio e se acha belo ao extremo é narcisista. De vez em vez esse esquecimento ou o erro de vocês me deixa insano.

    Sério, quando o Teixeira falou de The Unbelievers e confundiu o Dawkins com o Carl Sagan eu parei no meio da rua, coloquei as mãos na cabeça e berrei: -“Carl Sagan, filho da puta?!” Mas logo retomei meu caminho e fingi estar conversando, já que o controle de volume do meu fone pode-se passar por um microfone. Achei mais sensato fazer isso para evitar as dezenas de olhares na minha direção. Eu sempre achei que nunca ia passar por algo assim. A famosa vergonha que todos passam por rir de podcasts em locais públicos. Mas tal erro me deixou mesmo desnorteado. Mas logo foi corrigido, eu sei. Mas foi tudo muito rápido. Mas vamos ao motivo do meu lapso de frenesi.
    Assisti ao documentário tão logo ele entrou em cartaz no(a) Netflix brasileiro(a). (na minha TV quando eu saio do serviço ele me pergunta: ” Você tem certeza que quer sair dA Netflix?” Mas eu falo O Netflix. E assim seguirei.) Bom, retomando, já até comentei em alguma postagem sobre a Anita que eu achava que o método dela não me agradava, mas assim como o Richard Dawkins, era o mal necessário. Concordo plenamente com o Teixeira. Apesar de ser ateu, discordo muito com o método do documentário e ele presta sim um desserviço tanto a própria causa deles, quanto a divulgação científica como um todo.
    Mas ele me pareceu ser apenas uma ode a esses dois caras “batutas” que são os personagens em questão. É como se virasse para cada ateuzinho nesse mundo e falasse: -“Ei, esses representantes estão lutando pela sua não crença! Supimpa, não?! Olha como eles são fodas e quanta gente pensa como você! Wow!”
    O Teixeira disse tudo, não tem discussão e isso é justamente o que esses dois filhos da mãe mais pregam, que tem de haver discussão. O documentário ignora isso. Mas até pelo título e capa já dá pra ter noção do real conteúdo e acho que tanto eu, como o Teixeira podemos ter entendido errado. Não é o show de uma banda, é apenas o backstage. E olha que já caí muito nessa. Você vai empolgadão assistir àquela VHS de uma banda que você ouve muito às vezes e no meio da música eles cortam pra qualquer estupidez dos bastidores.
    Além da falta de discussão, que pode ser interpretada como um narcismo homérico e falta de conteúdo, a arrogância que eles tem pela crença alheia sugere uma fraqueza e covardia impressionante. E isso tudo é uma impressão falsa já que os dois tem vídeos ótimos debatendo o assunto e com muita educação, como o que deixarei ao final do meu comentário.
    Agora, associar ciência e ainda mais divulgação com a crença ou descrença é o maior erro que qualquer cientista pode cometer. E agora caminhamos para o motivo da minha reação exagerada ao engano do Teixeira. Carl Sagan teve sua credibilidade científica questionada diversas vezes e foi excluído do meio científico tantas outras por ter se tornado a maior sumidade em divulgação científica que já houve. A maior parte da comunidade na época achava que o estudo e divulgação deveria apenas pertencer a elite, aqueles que são verdadeiros cientistas e que o público leigo não entenderia de forma alguma, por mais didática que fosse a explicação, de como a ciência é feita, age, por quem, pra que, questionamentos, etc.. Não sou discípulo de Sagan, mas entendo quem seja. O cara é o mais simpático, gentil e sociável cientista que pisou na face da Terra até então. E aí vem o Teixeira e enche a boca pra colocar o mano Sagan nesse balaio todo. Meu ato de espanto foi automático, desculpem-me.
    Enfim, o documentário foi interessante pra ver pessoas que eu gosto muito no fim dele, como o James Randi e o Tim Minchin. E como disse, esse tipo de comportamento agressivo se apresenta necessário pra gerar um buzz na mídia. Por isso considero esse tipo de atitude como o mal necessário. E para quem se interessar sobre o assunto segue um vídeo bem famosinho até do Dawkins debatendo com o Alister.

    http://m.youtube.com/watch?v=jUAd3KX0pPY

    Desculpem -me se alonguei demais o comentário, mas acho que sempre vale a pena complementar um pouco a discussão.

  • eu ia comentar assim:
    nao percam tanto tempo com uma peça estranha que ninguem vai ver de verdade, nao sei qual a proporção de ouvintes de sao paulo, e desses, quantos vao ver as peças esquisitas do henrique… mas ai o teixeira falou da tal peça irada e resolvi deixar pra la
    No entando ainda diria pra nao perderem tempo com coisas ruins… tipo o filme da boneca… é ruim, da uma passada por cima mas segue em frente e nao fica mastigando o assunto.
    Isso contribui com o ritmo do podcast

  • Victor Domiciano

    Escrevo agora por parar na frente do PC, mas sobre os filmes vlw por estragarem meu café da manhã!

    Eu lá na padaria comendo meu pão com manteiga e um pingado, ouvindo o podcast de vocês de boas e me chegam na parte de bolinhos com fetos humanos! Pô a fome foi pro espaço!

    De resto continuem com o padrão do cast, mas da próxima vez, só dêem um toque antes de falarem coisas pesadas assim…

  • PeterPetri

    Hey,
    Eu estava vendo alguns filmes agra no final de semana ( cena meio depressiva, eu de pijamas o dia inteiro no meu quarto ) , porém como tudo tem um lado positivo esse cenário de solidão também tem. Decidi que veria todos os filmes que o Daniel Ridclief fez. Então, como sou uma pessoa organizada, planejei um cronograma de filmes, e hoje ( 19/10 ) era o dia de ver Kill Your Darling e The Woman in Black.No momento que escrevo apenas assisti o primeiro dos citados a cima, e é por ele que estou aqui.
    Achei um ótimo filme e gostaria de recomendar para vocês do Overloadr, em especial para o Rique ( achei a cara dele ).É uma ótima historia baseada em fatos reais da vida de Allen Ginsberg, grande poeta americano da segunda metade dos anos XX.O filme acompanha a época que Allen entrou para a faculdade de Columbia e sua “trajetória” na escrita.
    Sem querer me estender, mas já me estendendo, irei recomendar outro filme do nosso eterno Harry Potter : What If .Este por sua vez é uma maravilhosa comédia romântica canadense ( acho eu :/ ). Daniel interpreta um jovem adulto ( Wallace ) que acaba de sair de um relacionamento no qual havia sido traído. Por uma tramoia do destino, Wallace conhece uma garota na festa de seu melhor amigo e começa a desenvolver sentimento por ela.Porém como tudo na vida não é um arco irís de feliciade ela tinha um namorado e eles concordam em ser apensa amigos. O filme desenvolve de maneira hilária o assunto de “friendzone”, acho que muitos irão se identificar com os personagens.
    Bom, me prolonguei muito, mas não tinha nada melhor para fazer então porque não escrever ? Adoro caixas de comentários, assim posso praticar minha paixão por escrever ; ) .
    Tchau, muito obrigado pelo seus podcats …. e todas essas coisas que costumam falar no final para agradecer.

    P.S : Vocês poderiam avaliar minha escrita ?Sonho em me tornar um escritor (tenho apenas 14 anos) e gostaria de melhorar cada vez mais.

  • Ollie

    O Nome da rosa é de Umberto Eco. E porra, me interessei pra caralho com esse livro do Loyola! 🙂

  • Esse Dumplings originalmente era parte de um compilado de três histórias, uma chinesa, uma coreana e outra japonesa, chamado Três Extremos (“Three… Extremes”, no original). Não vi esse filme, mas minha esposa viu num Festival do Rio, ANOS atrás. Ela não lembra nada de nenhuma das 3 histórias, só do nojo que sentiu por conta dos “bolinhos de feto” da primeira história 😀

    http://en.wikipedia.org/wiki/Three…_Extremes

  • rakimr

    Comentário um pouco tardio.. mas Teixeira, também tive a oportunidade de ir ao Sleep no More quanto estive em NYC em abril deste ano. Foi realmente uma experiência completamente diferente de qualquer outra coisa que eu tenha feito.

    A peça é encenada 3 vezes na mesma noite, na primeira vez segui o Macbeth, depois a Lady Macbeth e depois fiquei rondando a área do bar, onde vi várias cenas bizarras (inclusive essa da oferenda do bebê ao capeta cabeça de boi, com uma dança satanico-bizarra).

    Eu presenciei uma cena curiosa parecida com a sua, com a enfermeira maluca que ficava no manicômio próximo da floresta em um dos andares. Ela puxou uma “menina mascarada” para uma sala, trancou-a e um monte de sons bizarros de tortura começaram a sair de lá dentro. Alguns minutos depois (eu fiquei esperando), a menina mascarada saiu da sala e começou a correr como um doida, parecia que estava procurando outro personagem. Comecei a segui-la, já que ela parecia ter urgência em fazer algo. Ela encontrou um outro ator, entregou um papel para ele (provavelmente entregue pela enfermeira), e acabou por ali essa experiência única. Não aconteceu diretamente comigo, mas eu vi a menina claramente maravilhada por aquela experiência vivenciada somente por ela. Nunca vou fazer o que tinha no papel, o que rolou na sala, ou qual era o motivo dessa “quest” entrega para aquela pessoa, porém acredito que esse seja a real beleza da peça.

    Ótima dica! Se eu pudesse certamente iria de novo.

    Parabéns pelo podcast, abs!

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