Com o desfalque de nossa musa independente – Rique foi para a “Nação Riograndense” cobrir a SBGames 2014 -, Teixeira e Heitor focam seus esforços em passar por jogos como recém anunciado Overwatch, Dragon Age: Inquisition, Binding of Isaac e outros!

Chega mais:

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Participantes:

Caio Teixeira
Heitor de Paola

Assuntos abordados:

4m – BlizzCon 2014
22m – Overwatch
33m – World of Warcraft: Warlods of Draenor
36m – Heroes of the Storm (novos personagens e mapas)
43m – Theatrhythm Final Fantasy: Curtain Call
48m – Call of Duty: Advanced Warfare
56m – Steamworld Dig
59m – Binding of Isaac
1h06m – Dragon Age: Inquisition
1h20m – Notícias da Semana
Novos Amiibos
The Legend of Zelda: Majora’s Mask 3D
1h28m – Emails

Envie emails com perguntas e sugestões para: motherchip@overloadr.com.br ou para http://ask.fm/motherchip01

  • Grillo

    Li o nome do Final Fantasy e logo pensei:

    “Eles TEM que ter batido palma”

  • Amaury Topalian

    se nao me falha a memoria um dos primeiros a trabalhar na Blizzard foi o Fausto.
    http://www.faustodesign.com/#/blizzard-entertainment/

    • caio_o_teixeira

      Pode crê! Mas ele saiu, certo? Parece que deu uma sumida e tals.

      • Amaury Topalian

        Saiu sim. Se nao me falha a memoria ele esta fazendo caracter concept freelancer para estudios no geral cinema e tv. Vou tentar descobrir e posto aqui.

  • Tiago Ribeiro Xavier Cordeiro

    Tem personagem parecido com os lost vikings no Dota 2, o meepo.

    • alberson

      E tem o ult do Brewmaster que você vira 3 personagens distintos controláveis.

    • Davi Jucimon Monteiro

      Meepo é muito mais complexo do que Lost Vikings. Fora que não são só 3 caras, são 5 personagens e com penalidade de morrer todos se um morre.

    • João Azuaga

      Pois, é óbvio que eles não jogam Dota…
      No Dota há vários heróis mais complexos que os Lost Vikings.Teixiera, please…

  • Amanda Fornari

    Só uma correção sobre o Binding of Isaac: dá pra jogar co-op, pelo menos na versão pra PC. O segundo player aparece no jogo controlando um dos “familiars” do Isaac, aqueles bonecos que auxiliam nos tiros. É sempre random e ele começa com 1 de HP, que é tirado do HP total do Isaac. Foi uma das novas features do Rebirth.

    • Heitor De Paola

      Hummmm, saquei. Não tinha visto isso, vou me lembrar de comentar no próximo ep.

  • Alisson André

    Já não tinha pandas na expansão do Warcraft III?
    Lembro que a habilidade especial dele era se dividir em três.

  • Grillo

    Teixeira, POR FAVOR CARA, fala de Lucy no próximo Bilheteria, eu quero muito ver o ponto de vista de alguém que achou tão ruim quanto eu.

    • Fabiano

      Teixeira falando mal de alguma coisa é sempre bom

    • caio_o_teixeira

      FALAREI

  • Carlos Gilberto

    Tenho uma duvida, o dragon age pelo que voces falaram tem muita coisa oara fazer, contudo e tranquilo administrar tanta informação no jogo ? E não comentaram as kegendas, elea ficaram legais ?

    Muito obrigado e sucesso

    • Heitor De Paola

      Por legendas você se refere à tradução que fizeram do jogo? Eu ainda não joguei em português, vamos dar uma olhada nisso quando fizermos um Shuffle do jogo.

      E eu diria que sim. No começo é um pouco mais complicado, porque tem uma série de mecânicas explicadas de uma vez. Mas de pouco em pouco você vai pegando o jeito e vai sacando tudo que você pode fazer em sua base.

  • Fabiano

    Pelo que o Heitor descreveu, o combate do novo Dragonage é bem parecido com o de The Last Story, um RPG muito legal (e caro) do Wii. Nele você também podia sair na porrada com os monstros, ou apertava um botão e ficava numa visão aérea onde você escolhia os ataques de todos os aliados, e quando depausava eles executavam os ataques todos ao mesmo tempo.

  • Fabiano

    Heitor, você me deixou deprimido agora. Estou jogando Binging of Isaac
    desde quando liberou na plus, mas o mais longe que cheguei foi chegar na
    perna da mãe uma vez e morrer em 2 segundos. Só de pensar que o jogo tá
    mais fácil me faz sentir um merda 🙁

    • Heitor De Paola

      Haha, me desculpe. Mas é só questão de pegar o jeito, quando isso rolar você vai ver que não é tão difícil.

  • Guilherme Oliveira

    Muito boa essa lista de “Assuntos Abordados” com o tempo e nome dos games.

  • Gabriel Baptista

    O Motherchip ainda ta com problemas com o Pocketcasts? Só to recebendo as atualizações do Bilheteria 🙁

    • Heitor De Paola

      Sim. Ainda estamos esperando uma resposta do suporte para entendermos o que está acontecendo com o feed dele.

  • Sketchbook do Porco Banido

    Meu deus, sei que é idiota mas fazia tempo que eu não ficava no hype como estou para Overwatch. In Blizzard we trust.

  • Kadu Araujo

    Este já esta com audio melhorado ou é PLACEBO?

    • Heitor De Paola

      Teoricamente está melhorado. Teste na rua e nos conte!

      • Kadu Araujo

        Testei na rua e na academia. Aprovado em ambos.

  • m_Tulio

    Parabéns pelas 10 edições do Mátherchip.

    =D

  • Vitor Calfa

    Ai Teixeira, High five! Eu tenho 1,68 também e minha esposa tem 1,74.

  • Felipe Brito

    WALL OF TEXT, já peço perdão.
    —-
    Confesso que fiquei um pouco chateado com a postura do nosso caro amigo Heitor em relação ao World of Warcraft nesse Motherchip #10.

    Quero deixar claro que eu já conheço a longo prazo a equipe do Overloadr, entendo a personalidade e preferências gamísticas de todos, e não estou querendo hatear baseado em fanboyzismo, e sim fazer uma crítica construtiva em cima de algo que me incomodou. Se acharem que estou sendo fanboy babaca, podem me ignorar. Acho que vale a pena postar, pois são posturas, que se constantemente repetidas, podem prejudicar a comunidade a longo prazo.

    Então lá vai: O Heitor claramente tem pouquíssima informação sobre o estado recente do WoW, e até da franquia como um todo, o que em si não é problema algum, pois ele mesmo o admite. Mas em vez de se abster de declarações, como é o correto quando não conhecemos algo ou alguém o bastante, ele insiste em emitir opiniões apenas baseadas em seu preconceito e no “ouvi falar”. Uma verdadeira verborragia.

    Para exemplificar de forma mais factual, vou citar duas falas que exemplificam esse comportamento babaca:

    —————–

    ~15:40

    Teixeira: A blizzard tem 20 anos de indústria (…) e em 2004 eles lançaram World of Warcraft, ainda é inegável que a maior parte daquele público (da blizzcon) ainda é World of Warcraft, esmagadoramente a galera que joga aquele négocio até hoje, joga há dez anos, saca. E é muito estranho, porque é um jogo que existe há dez anos, e não existe nenhum jogo que existe há dez anos ativo…

    -Nesse momento o Heitor interrompe o teixeira e fala

    Heitor: Dessa forma né, porque até aí saiu uma notícia de um cara que atingiu o nível 600 em tíbia, e sei lá, tem louco pra tudo. (isso pode ter sido uma tentativa de piada, porque sério, foi muito absurda essa comparação – entre um cara que atingiu nivel 600 no tíbia e as milhões de pessoas que jogam wow – mas não identifiquei nenhum tom de piada e nem graça, então vamos levar como uma comparação séria)

    Teixeira: Assim, ativo da maneira que é World of Warcraft

    Heitor: É, eu acho que assim, logo em seguida veria um ultima online, um everquest, mas não nesse nível, tanto que a blizzard FALA (maiúsculo para representar o tom de voz) ainda de world of warcraft, e ninguem mais fala.

    —————–

    ~32:20

    Heitor: Não tem uma nova classe no Warlord of Draenor?

    Teixeira: Não.

    Heitor: Tem uns novos orcs de cor de pele esquisita. Porque essa é a história né, é eles mudando o tempo. Os orcs não se rendem pra uma coisa do mal e não ficam verdes, e sim amarronzados. (a falta de informação e a especulação chutada absurdamente é muito decepcionante…)

    Teixeira: Eu tava conversando com alguem que manja da lore, e parece que o Garrosh não existe nesse universo

    Heitor: Pois é, quem manja da lore ficou xingando muito pra mim, dizendo que eles só quebraram a linha temporal e não faz mais nenhum sentido nada com nada. (…) Pra mim a lore de warcraft é warcraft 1, 2 e 3. Eu não ligo pro resto…

    -E já começa a cortar pra outro assunto antes do Teixeira sequer terminar de falar do Warlords of Draenor…

    —————–

    Pareceu muito rude. Na minha opinião, deixar de de gostar ou de acompanhar determinado conteúdo não significa que ele não existe mais ou não faz mais sentido. Eu acompanho muito a lore de wow, e peço licença para fazer meus dois centavos de advocacia aqui:
    Sim, como o Teixeira disse, ela parece muito quebrada, e em alguns pontos realmente é, principalmente pra quem não acompanha de perto (o que é muito difícil, visto que é uma lore composta em diversas mídias -livros, hq’s, games) e a própria Blizzard admite, pois eles querem contar histórias e recriar situações e universos FODAS para seus fãs, e para isso, as vezes é preciso fazer algumas coisas fora de nossa concepção de realidade… Mas pera, não é esse o conceito de ficção? Que mídia não faz isso para contar histórias? E defendendo a viagem no tempo, eles justificam a volta no tempo com a intervensão da Bronze Dragonflight. E sim, teve onda de revoltados no lançamento da cinematic de WoD, mas foi uma galerinha mais poser que não durou mais do que alguns dias, pois como todo hater, basta a moda passar ou alguma instrução.

    Concluindo, não quero fazer uma caça as bruxas ou xingar o Heitor de feio e bobo, eu sei que ele é um ótimo profissional e não é a toa que eu sigo esses caras há tanto tempo, eu também sei que o podcast é uma conversa casual entre amigos sem muito compromisso jornalístico, mas penso que há de se ter algum controle, pois não deixa de ser uma importante produção de conteúdo para a comunidade, que tem como finalidade formar opiniões e informar.

    Abraços e continuem com o ótimo trabalho 🙂

    • Fabiano

      Me identifiquei muito com o seu texto! Eu tenho esse problema também, sempre tenho vontade de enviar críticas a muitas coisas ditas nos podcasts (o que é bem natural, já que não há revisão como em artigos). Mas fico na minha para não parecer um reclamão chato, admiro muito o trabalho do site e não quero ficar mal com ninguém daqui.

    • Heitor De Paola

      Oi Felipe, me desculpe mas eu não entendi? O seu ponto de contenda foi eu não saber e não ligar para a história de World of Warcraft? Ou ter dito que não considero World of Warcraft como algo tão relevante para indústria como um todo? Ou foi por ter dito que existem outros MMOs que existem há mais tempo que WoW e que possuem comunidades próprias, mesmo que não tão grandes quanto a de WoW? Fiquei confuso.

      • Felipe Brito

        Olá Heitor! Fico feliz por ter respondido.

        Então, eu quis embasar demais minha crítica, o que acabou deixando grande demais, e acho que me dispersei bastante, portanto entendo sua confusão, mas vamos lá.

        “O Heitor claramente tem pouquíssima informação sobre o estado recente do WoW, e até da franquia como um todo, o que em si não é problema algum, pois ele mesmo o admite. Mas em vez de se abster de declarações, como é o correto quando não conhecemos algo ou alguém o bastante, ele insiste em emitir opiniões apenas baseadas em seu preconceito e no ‘ouvi falar'”.

        Essa parte resume bem, mas vou tentar elaborar novamente.

        Não há problemas em não conhecer e até de não gostar de WoW, seja da sua lore, jogabilidade, comunidade, etc, etc. E fatos são fatos, outros jogos tão antigos quanto WoW tem comunidade muito ativas, como você mesmo citou (Eve, Tibia, Super Smash Bros Melee, etc), não há problema algum nisso também (aliás, isso é algo interessantíssimo e novo para nossa recente indústria dos joguinhos, onde estabilidade e longevidade são realidades distantes, acho MUITO da hora).

        Portanto vamos ao problema: você debochou da lore de WoW, de sua importância no mercado, e de sua comunidade, isso tudo sem propriedades (não utilizando argumentos). Se duvidar de tal, releia meu post e tende re-enteder, e ouça as partes do cast que citei (eu coloquei o timestamp).

        Eu não ia continuar a discussão, mas vou tentar embasar mais um pouco – não é muito difícil enxergar – assim como disse anteriormente, fatos são fatos, e a Blizzard acabou de anunciar que WoW bateu a marca de 10 MILHÕES de assinantes (http://bit.ly/1t5UCHB), então, como um fato, não há como diminuir a importância dele no mercado. Ah, eu sei que o Teixeira, alguns momentos depois diz que apesar de o espaço ter diminuído ele ainda fatura mais que qualquer AAA e tal, tentando aliviar sua barra, por isso até a crítica é direcionada a você.

        ter uma visão um pouco mais holística é interessante para você e seus leitores/ouvintes.

        Então é isso, o problema é que se você vai falar de algo, seja bom, seja mal, você tem que ter uma informação mínima sobre aquele conteúdo, tem que conhecer minimamente pelo menos a parte em que você vai emitir opiniões sobre (se assistiu só o trailer, comenta o trailer, não o filme todo, por exemplo). E se não conhecer, sem problemas, mas é melhor se abster de declarações, não acha? Princiapalmente se tratando de um formador de opiniões.

        Abraços e continuem com o ótimo trabalho!

        • Heitor De Paola

          Cara, eu só acho que você tá lendo certos subtextos no que foi dito no podcast que não existem. Acho que entendi onde você está incomodado, algo na veia de eu não dar o valor próprio para um jogo importante e, claramente, bastante significativo para você. Mas o Teixeira em nenhum momento tentou “aliviar minha barra”, até porque conversei com ele antes de responder ao seu comentário para entender o que eu poderia ter dito e ele estava tão perdido quanto eu.

          Eu não debochei de WoW e não estou enxergando tal deboche nos trechos que você destacou. A volta aos 10 milhões de assinantes é de fato surpreendente e uma que eu jamais esperava. Acreditava que a tendência era que o número de assinantes fosse cair, progressiva e vagarosamente, como o tinha feito nos últimos anos. Não é o número mais alto que eles já tiveram, mas é realmente impressionante que cerca de 3 milhões de pessoas tenham volta a pagar a assinatura de WoW devido ao lançamento da nova expansão, sem dúvidas.

          Debochar seria menosprezar quem se interessa pelo mundo de fantasia criado pela Blizzard e achar perda de tempo jogar o jogo. Eu particularmente não gosto nem um pouco de MMOs nem da maior parte dos universos de fantasias. Admito que Orcs, elfos e similares me dão uma preguiça enorme, apesar de haver exceções, é claro (vide que eu gosto muito de Dragon Age). Mas não vejo nenhum problema em pessoas gostarem de jogá-los, ainda estarem empenhadas em WoW, e em personagens e grupos com os quais têm uma relação há anos e anos.

          Eu reli mais de uma vez os trechos que você destacou e ainda não consigo enxergar o suposto deboche. Citei Tibia e Ultima Online para dar exemplos de outros jogos que existem há muito tempo com suas comunidades respectivas, apesar de, obviamente, não tão grandes quanto a de WoW. Acho que o único que poderia se equiparar em grandiosidade (o que não significa tamanho) seria EVE. As histórias que saem de lá são magníficas. Sobre a história da nova expansão, assista a CG e achei bonita. Depois de comentar isso, apareceram uma dezena de pessoas se dizendo fãs de WoW me dizendo que estavam odiando o direcionamento da trama. Foi isso que citei.

          Mas, talvez, para deixar claro de uma vez. Eu ligo para World of Warcraft? Não, nem um pouco. Acho ruim ou perda de tempo que pessoas gostem e o joguem até hoje? Não, nem um pouco.

          • Felipe Brito

            Entendo. Talvez eu tenha exagerado demais em algo relativamente simples.

            Você estava sendo verdadeiro, o que é o correto, então no fim das contas é isso que importa.

            Ah, quanto ao número de assinaturas, cara, eu não esperava, e nem a Blizzard pra falar a verdade, até por isso o servidor quebrou e ficamos uns 5 dias desde o lançamento sem poder jogar sem problemas (lags, filas, manutenções). O servidor deles não aguentou, pois foi uma demanda muito além do esperado. Mas é a tendência, acho que eles erraram muito no Cata e no MoP e pagaram por isso, mas parece que aprenderam com seus erros. É claro que esse número deve voltar a diminuir, mas já é um ótimo significado.

            Dragon Age. Eu estou louco pra pegar o Inquisition, o que deve demorar porque meu pc pediu upgrade… Mas sim, é um bom exemplo do porquê não podemos generalizar “Fantasia”, ou qualquer outro gênero, pois o que importa é a forma como se conta a história, como se trabalha o universo, e os personagens. Muito boa a sua crítica por sinal, mas isso é assunto pro outro post.

            Abraço, e perdão por qualquer chateação.

          • Heitor De Paola

            Agora aproveito para fazer uma pergunta, já que você claramente entende do assunto WoW. Existe algo nessa expansão que você ache que justifique o aumento súbito e enorme que o número de assinaturas teve? O escopo do que está sedo implementado é mais próximo a Pandaria, não Cataclisma, certo? O que muda tanto para deixar tantas pessoas animadas novamente?

          • Felipe Brito

            Os mais empolgados estão chamando de “A Renascença” do World of Warcraft. Não acho que seja para tanto, mas enfim, não é uma coisa ou duas, então vou me estender em vários pontos. Lá vai.

            Temos que voltar um pouco e observar o que aconteceu, por que eles perderam assinantes em primeira mão. Wrath of the Lich King foi o ápice, 12 milhões de assinantes, o jogo mais jogado em todo o mundo, eles se sentiram livres para fazerem o que quisessem. Querendo ousar tecnologicamente, surgiu o Cataclisma, onde o ponto principal era fazer algo inusitado: destruir e alterar grande parte dos mapas e lugares que os jogadores tanto conheciam, para criar uma sensação de mundo vívido e em constante mudança. Aconteceu que não colou tanto, e a história se afastou da temática clássica de Warcraft, com o Thrall (Green jesus), o personagem mais popular da franquia (até pela Aliança se bobear), abrindo mão da posição de Warchief para uma persona non-grata, o Garrosh Hellscream. Eles foram perdendo subscribers a torto e direito durante a expansão, e lançaram Pandaria nessa onda, adicionando mecânicas de desespero para manter os jogadores, como as odiadas “Dailies”, que são basicamente daily quests, onde você tinha que repetir diariamente, over and over, por MESES, para conseguir determinadas montarias, armaduras, progressos de uma forma geral, isso realmente cansou muita gente. Com o lançamento de Pandaria, a história então se afastou mais do que nunca da clássica temática de Warcraft (demônios, orcs, humanos, portais, demônios, corrupção, ganância, conquista e demônios), deslocando e muito o jogador, voltando a ter alguma identidade apenas na metade final da expansão. E enquanto tudo isso acontecia ao passar dos anos, vale lembrar que os jogadores iam envelhecendo e adquirindo responsabilidades, estudos, empregos, famílias… Então a Blizzard, observando o que estava acontecendo, começou a renovar sua filosofia em relação a Warcraft, demitindo figuras influentes e de alto escalão lá dentro (Ghostcrawler por exemplo, que foi pra Riot… Quem não foi né?), e renovando a equipe de uma forma geral, mudando sua filosofia e planos futuros acerca do jogo. A começar por Warlords of Draenor.

            Então vamos ao que interessa, os pontos que – pra mim – influenciaram nesse crescimento:

            – A Blizzard aprendeu bem com seus erros e acertos, Warlords está repetindo e expandindo coisas que deram certo e evitando caminhos que não trouxeram bons frutos.

            – A história está numa sequência bacana, no fim de Pandaria já pudemos verificar um aumento nas assinaturas por causa disso, o grande e empolgante Cerco a Orgrimmar e todos contra Garrosh (o Hitler Orc), que vai culminar em seu capítulo final no agora em Draenor. E essa nova expansão está conseguindo dar continuidade a esse bom final de expansão de maneira bem interessante.

            – Warlords está conseguindo funcionar como uma prequela, para os mais saudosistas, e como uma continuação, para os que querem o progresso da história. Adiciona várias novidades enquanto revisita pontos nostálgicos (majoritariamente de Burning Crusade, a primeira expansão do WoW). Fells old and new in good ways.

            – Ótima campanha de marketing e transmídia. Se não viu, vale ver essa intervenção de marketing na Times Square (http://bit.ly/1uZQmje) e em Shangai (http://bit.ly/1t8UoiV). Assim como produções para o Youtube, como essa excelente minisérie de 5 episódios de 5 minutos, “Lords of War” (http://youtu.be/J7VT7NG7e38?list=UUbLj9QP9FAaHs_647QckGtg – meu episódio favorito, a direção de arte é fenomenal). Estreiar logo depois de uma Blizzcon, com tanto marketing e hype contruído também ajudou bastante. Aprendi no Game Dev Tycoon, convenções + lançamentos = suçessu.

            – Todo mundo que comprou a expansão ganhou um boost para o level 90 grátis, te dando a possibilidade de começar a jogar imediatamente desfrutando do conteúdo novo da expansão, podendo pular no mesmo barco de seus amigos, sem precisar passar por dias ou meses de frustrações, como ter que subir vários leveis, pegar novos equipamentos e etc.

            – Atualização de modelos de personagem. Não acho que foi algo grande demais, mas sentir que seu personagem finalmente tem dedos despertou a curiosidade de muita gente. Deixa elas descobrirem que além de dedos agora eles tem expressão facial…

            – Garrisons. São muito divertidas, fazem você se sentir o protagonista, são vivas (o mundo todo é muito vivo na verdade). E ah, elas fazem o que as dailies deveriam ter feito, que é fidelizar o jogador, mas não de uma forma que você se sinta um escravo. Pra você ter uma ideia, elas funcionam como a Mesa de Guerra do Dragon Age: Inq. As mecânicas realmente são parecidas, parece ser uma grande tendência do mercado.

            – The main selling point, no fim das contas, é que finalmente parece WARCRAFT. Você se sente em um universo clássico do jogo, com demônios, ogros, orcs, e tudo que fez as pessoas se apaixonarem por esse jogo que completa dez anos… Amanhã.

  • Alisson André

    Esperando o dia que vai ter só um integrante no podcast.

    • Fabiano

      Audiotronik já teve essa experiência e foi bem deprimente kkkkkk

  • Rafael Marques

    Mais alguém tá tendo problemas com o feed do MotherChip? Não consigo baixar desde o episódio #7… 🙁

  • Théo Matos

    episódio mais fraco. só com dois integrantes fica caído, ainda mais sem o Rique! anyway, parabéns e vida longa!

  • Maratona NÃO please, o mais legal são vocês fazendo comentários sóbrios sobre jogos!
    Se for algo patrocinado, eu entenderei e apoio mesmo sem querer assistir. Caso contrário, acho um desperdício de energia. Parte disso se aplica à séries longas que ficam dando spoilers como 99,9% dos youtubers fazem hoje. O diferencial de vocês está nos comentários equilibrados e discussões geradas com a levada leve e descontraída de sempre.