Após uma ronda pela Nação Rio-grandense, Rique volta com jogos indies brasileiros e Never Alone na mala. Enquanto isso, Teixeira tenta escalar os muros de problemas em Assassin’s Creed: Unity e Heitor viaja pelo mundo de Dragon Age: Inquisition.

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Participantes:

Caio Teixeira
Heitor de Paola
Henrique Sampaio

Assuntos abordados:

3m – SBGames 2014
48m – Never Alone
1h – Assassin’s Creed: Unity
1h36m – Dragon Age: Inquisition
2h04m – Notícias da Semana
Ron Gilbert abre Kickstarter para criar um adventure clássico
Goat MMO Simulator é anunciado
Os problemas com jogos no Early Access
2h13m – Emails

Envie emails com perguntas e sugestões para: motherchip@overloadr.com.br ou para http://ask.fm/motherchip01

  • Guilherme

    AÊ DRAGONAGEM

  • Lucas Nascimento

    36 minutos de AC Unity, 35 para comentar dos bugs

  • Renan M. Sampaio Motta

    A Ubi disse que você poderá comprar todos os itens. O dinheiro vivo é para “pegar atalhos”. Mas se o dinheiro virtual for lentamente juntado, fica foda né

    • Fabiano

      O problema é que colocar dinheiro no jogo sempre acaba mechendo no equilíbrio do jogo. Veja só o Diablo 3 e seu loot completamente cagado que te obrigava a comprar tudo no leilão, coisa que acabou com o fim da casa de leilões.
      O único bom uso de microtransações em um jogo pra mim é Heathstone, já que é só juntar 150 moedas do jogo, entrar na arena e vencer 7 partidas, e você ganha boosters, cards, material pra criar cartas específicas, e mais 150 moedas, o que já te permite começar o processo denovo. Você não precisa ter paciência, apenas habilidade!

  • Panda Pedinte

    Ainda estou baixando o podcast então não sei sobre o que falaram a respeito dos problemas de jogos Early Access, mas recentemente a atualizou as regras para os desenvolvedores.

  • Silvio Domingues

    vamos ouvir essa budega!!!

  • Felipe, Duque de Albuquerque

    DRAGONAGE!!!!

  • Diego Barboza

    Estou ouvindo o cast agora e queria aproveitar pra tirar a dúvida sobre quem pode ir no SBGames. Qualquer um pode pagar a inscrição pra acessar a area das palestras, mas nessa edição (e em algumas anteriores) a maior parte das atrações é gratuita e aberta pro público geral. Isso inclui as areas com demonstrações de jogos.

    Foi isso que motivou minha participação nesse ano. Mostramos um jogo lá e conseguimos colocar um público muito variado pra jogar, incluindo muitas crianças e adolescentes. Infelizmente ainda falta eventos no Brasil onde o desenvolvedor pode mostrar o jogo pra um público mais variado, como numa PAX ou algo do tipo.

    • Diego Barboza

      E cheguei na parte que falam do Unnamed Fiasco. Que bom que o Rique curtiu 🙂

  • Marcos Reis

    Estava com uma fila de uns 100 games aqui para jogar, mas vou priorizar o Dragon Age pela critica do Heitor 🙂

  • mas doutor, eu sou o pagliacci.

  • Felipe, Duque de Albuquerque

    Graças ao Heitor eu me sinto obrigado a comprar o dragonagem. Esse jogo tá muito lindo!

  • Ei Caio (teixeira), sem querer ser chato, mas já sendo e mesmo sabendo que com certeza essa não foi a intenção e talz mas, cara cuidado quando você diz que a SBGames devia ir mais pro eixo Rio-São Paulo porque é onde se concentram mais pessoas e etc… porque a mensagem que me passa é tipo “Venham pra cá porque é aqui que tudo acontece” tipo não é bem por ai. Esse sempre foi o polo de bussines, da mídia e do marketing brasileiro, mas a industria BR de joguinhos não se concentra lá. Na verdade não se concentra em lugar algum no momento. Isso claro, ao meu ver.
    Por favor você ai que está lendo eu não quero comprar briga com ninguém, gosto do Teixeira (Caio S2) só acho meio trite quando as pessoas insistem que tudo deveria se concentrar em São Paulo e Rio. O Brasil é bem grande galera, tem pra todo mundo 🙂

    • Também acho bem saudável essa possibilidade do evento de andar por todas as regiões do Brasil. Até porque as possibilidades de negócios, com essa tal de internet (que parece que veio pra ficar), se tornam mais amplas. É ótimo quando você pode trabalhar em algo que gosta sem precisar gastar grana/ tempo/ energia pra se mudar e o fato da SBGames ser um “evento-nômade”, pelo que entendi, ajuda em mostrar que o mercado pode estar em qualquer lugar, com os investimento necessários, claro.

    • Hm, talvez eu não tenha sido claro no meu comentário. Mas eu até falei no podcast que a SBGames não deveria deixar de visitar o país inteiro, ela, sem dúvida alguma, precisa continuar fazendo isso. É importante pracaralho.

      Meu comentário foi muito mais voltado para atrair atenção para o evento em si.

      Na minha utopia – e a própria conclusão do meu comentário no podcast – a SBGames seria:
      – Um evento anual grandão no eixo Rio-SP
      – Vários eventos por todo o País

      Com isso a organização atrairia atenção necessária do grande público E continuaria a ser essa coisa incrível e itinerante. =)

      • Victor Cardozo

        Mas acho que o Dash vem com esse principio, ano passado se não me engano até aconteceu no Rio.
        E outra coista tambem é que SP já ocorre diversos eventos, acho que eles só precisam crescer mais, como o próprio BIG – Festival Brazilian Indie Game.

  • luizpaulosantoscruz

    Pausei o podcast aqui, as penas do Asscredo 2 tinham uma serventia muito muito boa.

    Spolier dele abaixo:
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    https://www.youtube.com/watch?v=1YRQ-lRkCsg

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    Não estou falando da capa cu :v

  • Vitor Valadares

    Só pra tirar uma dúvida que surgiu, a SBGames é financiada por empresas e governo, então não, ela não visa o lucro. Tem a lista completa dos apoiadores e financiadores no final da página do evento: http://www.sbgames.org/sbgames2014/

  • Bruno Araujo

    Acrescentando um pouco ao falado de cursos no Brasil pelo Teixeira e o Rique, os cursos que realmente são ruins são de escolas que dão cursos livres de “design de jogos” ou “desenvolvimento de jogos”, como a Saga. Normalmente esses cursos só vão te ensinar a usar a Unity ou a Unreal e fazer modelos em 3d, é só software. A Anhembi-Morumbi é referência em São Paulo por ser a primeira, e por isso ter mais experiência, lá é bem focado em game design, sem se aprofundar em tecnologia. Eu estudo Jogos Digitais na Fatec São Caetano, lá o foco deles é muito mais tecnologia, e muito menos arte e design. Ou seja existe cursos que não são generalistas, mas devo dizer que o ideal seria ter um pouco de todos os mundos em um curso de formação superior, mas teria que ser um curso de 4 ou 5 anos em período integral de acordo com o estipulado pela IGDA.

  • Gustavo Silva

    Esqueceram do Wasteland 2??

  • Grillo

    “Dois castores malucos” = Castores Pirados

  • Victor Cardozo

    Muito foda esse Cast! Só continuo achando muito longo! XD
    Mas com muitas informações, discussões boas.
    Só para complementar a nivel de informação, o polo de Recife é chamado por C.E.S.A.R (http://www.cesar.org.br/site/) acho legal destacar que é de lá que saiu a maioria dos jogos educacionais, apontado pela pesquisa do BNDS. Isso é um puta número para o mercado nacional.
    E sobre o game que fizeram referencia, o “runner” aquático, este é o Wake Woddy Infinity, que recomendo muito a baixarem e experimentarem. A qualidade está muito excelente! 😀 [https://play.google.com/store/apps/details?id=br.org.indt.wakewoody.infinity&hl=pt_BR]

  • A declaração do Teixeira sobre o Sinal Amarelo é um excelente testemunho de que tipo de motorista ele deve ser!!! 😀

  • Marcus Vinicius Lima Martins

    Qual é o nome do jogo brasileiro que foi apresentado na SBGames? O que as histórias se completam?

  • A título de informação. Desde a edição de 2012, que ocorreu em Brasília, o SBGames é aberto ao público. Na edição deste ano, o modelo manteve o acesso ao público geral e o ingresso dava direito de assistir as palestras. Na verdade a ADJogosRS não possui relação com os organizadores do evento. A parceria ocorreu este ano devido a escolha de POA como sede. 😉

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