Heitor chega pulando tal qual Billy Elliot para mostrar seus novos sapatos e falar de Sonic Boom, Rique fica na psicodelia do space rock de Grandaddy e Teixeira tenta entender o trava-línguas de Slavoj Žižek.

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Participantes:
Caio Teixera
Henrique Sampaio
Heitor De Paola

Assuntos abordados:

13m45s – Filme: The Babadook
18m – Série: Chaves
51m – Desenho: Sonic Boom
59m – Música: Grandaddy
1h08m – Desenho: Gravity Falls
1h19m – Documentário: The Pervert’s Guide To Cinema
1h27m – Música: Racionais MC’s
1h34m – Emails

Envie emails com perguntas e sugestões para: bilheteria@overloadr.com.br ou para http://ask.fm/bilheteria

  • Shirokasi

    Estava esperando o momento que Sonic Boom ia aparecer no Bilheteria, mas agora estou mais na expectativa pelo Chaves.

  • Shirokasi

    Aliás…mancada falar de Racionais sem o Dougão.

  • Michel Lichand Mendonça

    Gravity Falls! Gravity Faaaaalls!

  • Coelhar

    Nunca vi um site de games que prezasse por músicas boas. Obrigado.

  • Grillo

    Por vocês vale esperar mais uns 10 minutos além do expediente pra baixar <3

  • Sérgio Sampaio

    Estou ouvindo a parte sobre Chaves… A Xefatura de Polícia tem trocadilho sim.
    O Chapolin fala Politura de Xefalícia…. Huhauhauhauhau

  • Sérgio Sampaio

    No episódio do ladrão de selos eles falam “Polegar” e “Vermelhinho”, não tem nada de amarelino. XD
    O mais engraçado é que ouvi comentários do tipo “Chaves não é tão marcante, o cara não é um gênio…” e na sequência tá todo mundo se matando de rir relembrando as piadas….

    • riquesampaio

      hahaha nossa na minha cabeça era claramente “vermelhinho” e “amarelinho”

    • Fabiano

      “Se você não gosta de algo por ser muito popular você está deixando a opinião dos outros influenciar a sua”. Quando morreu o Michael Jackson, ou até o Robin Williams, foi a mesma coisa: tanta gente sem argumentos exaltando os caras como deuses que ficava a impressão de que eles não eram tudo isso. É meio difícil ficar de cabeça fria nesses casos.

    • Eu não dou risada só de coisas geniais…

    • Bruno Thomaz

      Sim! O Henrique falou que não achava grandes coisas (respeito todas opiniões) e foi engraçado ele quase sugerindo que parassem a gravação pra assistirem um episódio!

      Alías! Acho que poderiam grava um “especial” em que comentem um episódio de Chaves “em tempo real”! Huahauhauhauah

  • Renan M. Sampaio Motta

    A genialidade do Bolaños está em escrever uma comédia tão simples sem necessitar de palavrões ou humor escrachado que é atemporal. 40 na televisão para toda e qualquer geração. Chaves, Chapolin e outras obras continuarão passando e vão agradar os jovens do futuro. Assim como outros foram atemporais, Bolaños assim é. E apesar de ser simples, sempre se encontra no seu texto uma lição, muitas vezes passada pelo Seu Madruga, um dos personagens de mais peso.

    • Mas aí você dá a entender que qualquer comédia que usa palavrões é apelativa,o que não é bem o caso. A linguagem é livre, se alguém consegue fazer piadas sem palavrões, legal, se outros fazem com, sem problemas também.

      E a questão da “moral” por trás do texto só me parece supervalorizada. Não acho que uma boa comédia precisa necessariamente de moral. Se tem, legal, se não tem, tudo bem também.

      • Sergio Pedro Oliveira

        Acho que o que ele quis dizer é mais o fato de ser uma comédia leve e simples.
        E imagino que seja um gênero, e dentro desse gênero é muito bom.
        Sem contar que não é algo norte americano ou de outro pais desses, o que dá um leve tom de america latina que é um pouco mais próximo da nossa cultura que o outras comédias importadas.
        Entendo o fato de não acharem genial e talz. Mas imaginar que uma serie mexicana nos anos 70 (acho), fazer um sucesso bacana, com certeza tem alguma coisa a mais.

        desculpa me alongar, mas uma coisa que não curto muito, e acho que vale a pena colocar nessa discussão é o “velho” humor e o “novo” humor (mais ácido), acho besteira achar que tudo que foi feito nos moldes do “velho”, ser taxado como chato e ultrapassado ou bobo. Tem muita coisa boa dentro dele, e acho que chaves é um bom exemplo, não acho bobo e nem ultrapassado, pois as pessoas vem ate hoje por rolar um identificação mínima, com os personagens, e principalmente muitas piadas funcionarem ate hoje.
        E também acho o “novo” humor, muitas vezes agressivo sem motivo, apenas por ser agressivo. E vejo muita gente defendendo.
        Assim como o humor antigo tinha seus problemas (ser mais chapa branca), vejo no “novo” problemas tão sérios quanto.

        ps.: sinto falta do dogão nos cast, por onde anda o negão japa que tanto adoramos? =]

        • Concordo com a importância dele não ser norte-americano, e não negamos que é uma boa série que influenciou muito a nossa geração. Só acho que o tom do discurso de colocá-lo num pedestal que não existe é pesado.

          E não acho que entramos exatamente nessa questão do velho X novo. Só citamos que, na TV aberta, Chaves ainda dá um pau na grande maioria do humor que é produzido no Brasil. Nunca taxamos o “velho humor” como ultrapassado. Eu e Heitor adoramos TV Pirata, eu mesmo nem neguei minha afeição por Chapolin e acredito que Chaplin sim foi um gênio.

      • Renan M. Sampaio Motta

        Na verdade quis frisar o bom texto sem precisar utilizar ferramentas que “facilitam” o humor. Que Bolaños tinha coisas para falar e ele utilizou o humor para isso. Seus programas possuem muitas críticas sobre a vida. E ele foi um produto do meio em que viveu. Talvez o fato de ser mexicano nos anos 70 faça com que certos detalhes nao agradem os que não são da mesma cultura. Mas acima de tudo é a conversa com todas as gerações. Não é qualquer um que consegue isso.

        • Sem dúvida é algo raro de se ver. Mas não é porque é raro que automaticamente é genial. Acho que no sentimento de muitos falta aqueles tons de cinza saudáveis. Ele pode ser um ótimo escritor, ter um timing de humor fora do comum, mas isso não o faz um gênio. E tudo bem também, ninguém precisa ser um gênio para ser bom e fazer a diferença na vida das pessoas.

          • Renan M. Sampaio Motta

            Não deixo de concordar contigo. “O gênio” acaba sendo subjetivo. É complicado ficar comparando e pedindo muito de alguém. O importante é uma obra não ser em vão. Muitos vieram e deixaram suas palavras, suas marcas. E considerar alguém um gênio não quer dizer que existe uma comparação com alguém que pode ser maior, mas que é sublime na sua forma de ser. Quem é que pode dizer, quem é que vai determinar quem foi um gênio ou não? A arte está ai para ser apreciada e que seja, sem ficar atrás dessa obsessão do 10/10. O que mais vale a pena é ver que um artista foi e é importante para alguém de alguma forma. Aliás, 2014 foi um ano tenso. Não sei vc, mas eu admiro muito Robin Williams. Foi uma grande perda.

  • riquesampaio

    Pra quem se interessar em Grandaddy, aqui o link de Shangri-La (https://www.youtube.com/watch?v=Q4G0mrRUAfc) e eis o clipe de Jed’s Other Poem (http://stewd.io/w/jed) – mas recomendo ouvir primeiro a Jed the Humanoid, que conta a história do robô (https://www.youtube.com/watch?v=veqZc8pNz-4). É triste e belo.

  • Ederson

    Eu achei de longe esse disco dos Racionais o mais fraco, dá muita pinta de coisa feita as pressas só pra marcar território, os caras estão claramente focando mais nas carreiras solo, o trabalho do Ed Rock por exemplo está MUITO mais foda que o Cores e Valores, tantos nas musicas quanto nas letras, e todos os outros membros tem albuns engatilhados pro começo do ano, inclusive o Ice Blue quem nem era de escrever está fazendo um album com o Helião.
    Sei lá, decepção resume bem oq eu senti ouvindo, mas provavelmente vai fazer sucesso com a galera das baladas.

    • Não sou o maior fã de Racionais, mas eu realmente gostei desse novo. Parece algo como uma atualização do artista. Não acho que ele chegue aos pés do Sobrevivendo no Inferno, possivelmente o disco que mais escutei, mas acho que Cores e Valores um álbum importante para o Rap nacional como um todo, foram 12 anos sem algo novo do Racionais e eles são, para mim, uma das bandas mais importantes do Brasil.

  • m_Tulio

    Tem esse texto bem bom do “Sobre Comédia” sobre o Chaves.

    http://sobrecomedia.com/a-ressignificacao-do-humor-em-chaves/

  • Grillo

    Por um mundo onde poops sejam reconhecidos como obras do humor

    http://www.youtube.com/watch?v=ettaeKZHAwA

    • Seu Madruga Will Go On é a capela sistina dos poops. Sem mais.

    • Fabiano

      Tinha época que eu via esse vídeo umas 5 vezes por dia, religiosamente. Foda bagarai

    • Que viagem!!! 😀

  • Victor Domiciano

    Dos serviços de música, recentemente teve a polêmica da Taylor Swift retirar todo seu catálogo do Spotify – justificando que o valor pago é ínfimo comparado a venda de CDs. Sobre acervo do AC/DC eles não liberam a nenhum serviço de streaming, somente em lojas de música como o iTunes.

    Eu utilizava há tempos o Deezer, mas recentemente migrei para o Spotify pois incluíram recentemente todo o acervo do Metallica e Rammstein – estes, exclusivos .

  • Galera, eu estava procurando o lance que o @caio_o_teixeira:disqus comentou no cast, sobre tirar o ads do youtube ao assinar o Google Play Music, na verdade isso não acontece né?
    Eu sou assinante do spotfy, estou bem satisfeito com o produto, mas se o Google Music for melhor eu mudaria sem problemas 🙂

  • Henrique Ribeiro

    Poxa Rique .. sobre o Bolañhos: “O que mais ele fez de novo???? Qual é a relevância dele atual??”
    Sério isso? kkkkk O cara tem que criar quantas obras de sucesso para ser reconhecido? hehehe

    • Acho que foi o Caio que comentou e foi bem pontual: o que de novo Chaplin fez nas suas últimas DÉCADAS de vida? Tudo o que é de relevante e conhecido dele foi feito até os anos 40, na época do cinema muda, com uma ou outra coisa nos 50 (Luzes da Ribalta – 1952). Ouso dizer que ninguém aqui sequer ouviu falar de Um Rei em Nova York (1957) ou A Condessa de Hong Kong (1967 – esse ele só produziu, dirigiu e compôs, não atuou). Daí até a morte delem em 88, nada mais. Por conta disso ele deve ser desmerecido? Com certeza que não. Então porque o mesmo não poderia se aplicar ao Bolaños, né? 🙂

  • Antonio Carlos Bleck Bento

    Cara como assim? kim Possible era incrível, lembro do toque do celular e da toupeira careca ate hoje
    Mas ate ai talvez meu fusíveis é que vieram trocados, comecei a assistir Arrow depois da Giovana proferir o nome Deathstroke, e estou achando a coisa mais foda do mundo, nada de guilty pleasure e só plesure mesmo, por sinal valeu Teixeira pela “indicação”.
    E o momento Chaves foi incrível.

    • Heitor De Paola

      Eu tenho a impressão de que quando Kim Possible começou a passar eu estava um pouco mais velho do que a idade para a qual o desenho era direcionado.

      • Antonio Carlos Bleck Bento

        É bem possivel, realmente kim possible ñ e bem um desenho pra todas as idades, tinha uns dez anos quando comecei a assistir, e tenho boas lembraças dele, mais do longa animado do que da serie em si, acho q grande parte devido a nostalgia, por isso nem me atrevo a rever o desenho… mas ainda acho que a arte dos personagens e a animação do do desenho continuam muito bons.

  • DDD
    • Foram quase 10 anos de produção contínua. O lance é que havia muitos episódios repetidos, com a mesma história, só que com produção diferente, visual diferente, ou até atores diferentes, mas mantendo as situações. Esses episódios o SBT quase não passou, alguns nunca exibiu. São os que eles chamavam de “episódios similares”

  • gustavo dias

    Teixeira, dei uma pesquisada rápida acerca do Google Play Music, e todas as informações que eu obtive diziam que o serviço pago por enquanto só está disponível para quem possui aparelhos da Samsung.

  • A minha opinião sobre Chaves é de que é uma boa coisa para se assistir ocasionalmente. Não é o tipo de produção que me motive a parar, sentar e falar “AGORA vou assistir Chaves”. Não, não funciona assim para mim. Ele é mais de ocasião, como por exemplo durante a hora do almoço em casa, ou quando estou na recepção de algum lugar esperando atendimento, ou quando estou ocupado fazendo qualquer outra coisa, mas ligo a TV para ter algum ‘ruído de fundo’. E nesse sentido eu voto com o Heitor e acho as produções geniais. E ao contrário de muito que conheço, eu não suportava Chaves quando criança, achava bobo e muito menos interessante que qualquer outra coisa que estivesse passando em outros canais. Mas mesmo assim, acabava rindo de alguma piadas, criando gosto e apreciando melhor com o passar dos anos.

    Quanto à morte do Bolaños: foi uma notícia triste, sim, mas nem de longe inesperada ou surpreendente. Era o tipo de coisa que a gente já contava que iria acontecer, um dia, mas isso não quer dizer que a gente não possa sentir pena pela partida desta pessoa que tanto nos alegrou, mesmo que ele não tenha feito tanto sucesso depois (pelo menos nada que tenha chegado até nós, aqui no Brasil, pelo menos).

    Bom, era isso que tinha a dizer. Paz, e até a próxima 🙂

  • Ollie

    A história do Nome “El Chavo del Ocho” vem do canal onde o programa estreou inicialmente (o canal 8). Depois, o programa foi transferido para o canal 3 e aí inventaram essa “desculpa” do apartamento número oito. Lembrando que isso é se tratando da teve mexicana.

  • Fabio Melo

    Pior cast q ja escutei de vcs..e olha q acompanho desde os primordios do fags on the rocks..Tinha hora que chegava a dar raiva de ver o hipster do Rique falando mal o tempo todo do chaves.

    • Thiago Machado

      é foda cara, as vezes o Henrique viaja. Porra o Henrique parece um velho, só sabe reclamar, e falar que algo é ruim ou “bosta” (como ele costuma usar com frequencia), só porque ele não gosta de algo não faz com o que o gosto dos outros seja uma “bosta”, quando é pra falar das paradas hipsters que ele curte ele fica todo animado, e eu já acho tudo uma “bosta” também… Enfim, as vezes ele faz como esses haters da internet que gostam de falar mal das coisas só para aparecer e pagar de descolado, ah não fod* né.. u.u

    • Willian K. Issayama

      Na real o Henrique não tem critério quando crítica, em muitos momentos parece um hater. O melhor exemplo é quando ele diz que aos cinco anos, ele achava ridículo adultos vestidos de forma de criança e preferia assistir rá tim bum, mas no Rá tim bum também tinha adulto vestido em forma de criança, a Nina é um exemplo. Os argumentos dele é simplesmente para dizer: “olha como sempre curti programas mais intelectuais”. Mas sinceramente qual é a criança de cinco ou mesmo dez anos que está preocupado com o conteúdo da programação? Se é mais intelectual ou não? Ela só quer algo que seja divertido. Assisti Rá tim bum, e tantos outros programas da cultura porque me entretinham, não porque eram intelectuais.