Entre a Xuxa Verde e a “entrada triunfal” do Bozo, o Bilheteria desta semana recebe Carlos “Estrupixel” para falar sobre animação e velharia.

Escute agora:

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Participantes:

Caio Teixera
Heitor De Paola
Henrique Sampaio
Carlos “Estrupixel”

Assuntos abordados:

9m – Papo sobre velharias dos anos 80
22m – Música: Björk – Vulnicura
43m – TV: A “entrada triunfal” do Bozo
56m – Filme: A Teoria de Tudo
1h13m – Filme: Whiplash
1h19m – Filme: We Are The Best
1h28m – Filme: Uma Cilada Para Roger Rabbit
1h52m – Filme: Os Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário
2h11m – Filme: Edge of Tomorrow
2h18m – Música: Ryan Bingham – Fear and Saturday Night
2h24m – Emails

Envie emails com perguntas e sugestões para: bilheteria@overloadr.com.br ou para http://ask.fm/bilheteria

  • Maravilha! 4 pessoas na gravação!

    Só uma coisa: sei que o Dougão deu um tempo nos podcasts e tal, mas já chamaram de novo para ver se esse tempo já passou? E o Guz?

  • rodrigooliveira

    Chorei de rir com a participação do Carlos Estrupixel nesse episódio! Torço pra que o convidem mais vezes. E continuem com o fantástico trabalho, overloadrbrothers!

  • Alex Amaro

    Concordo, faz falta o Dougão e até o Gus o/

  • Wallan Vitor

    Quando vi o comentário no Twitter do Caio Teixera sobre o filme do Cavaleiros, sabia que ele ia falar no Bilheteria…rs…

  • André Henrique

    Cadê o vídeo da Xuxa? num tá no post

  • Bruno Araujo

    Esse que é o ex do Rique que trabalhou na Tv pinguim?

    • riquesampaio

      Minha vida é um livro aberto.

  • Jonathan Menegalli

    john oliver ta nas primeiras temporadas de community

  • Bruno Araujo

    Já que ninguém falou o Edge of Tomorrow é uma adaptação do mangá All You Need Is Kill feito pelos autores de Death Note, o Tom Cruise comprou os direitos e fez o filme antes mesmo de existir um anime.

    • Platynews

      Nope.
      O filme é adaptado de um LIVRO que o desenhista do death note adaptou em manga.
      O livro veio antes e todo mundo tem pequenas diferenças.

      • Bruno Araujo

        É verdade, vi na wikipédia depois huaha, mas tá corrigido.

    • jprbessa

      E recomendo que o Teixeira leia. Achei bem melhor que o filme. O mangá tem dois volumes apenas, uns sete capítulos (cerca de duzentas páginas) por edição. E é bem baratinho. Saiu pela JBC por R$12,90. E quem quiser tem o scan dele rolando, só procurar no tio Google.

  • rodrigo

    só estou aqui pelos vinte bonecos dos Cavaleiros do Zodiaco que o Heitor possui…

  • Rafael de Souza

    Passando aqui só pra agradacer pelo esforço de sempre ter um convidado pra incrementar a conversa.

  • Fernando Henrique

    Alan Silvestre também faz a trilha do Cosmos! 😉

  • Antonio Marcelino

    Caraca, o elenco de convidados de vcs tá sensacional!

  • Giovanni Romanelli

    Heitor não gosta de anime mas tem o manga dos cdz… convenhamos, o kurumada não sabe desenhar, muito menos escrever

    • Heitor De Paola

      É algo mais de saudosismo. Gostava dos Cavaleiros quando criança, na época que passava na Manchete, e quis comprar quando ele começou a ser publicado aqui (acredito que tenha sido pela Conrad). Mas concordo, o desenho é bem ruinzinho e, bem, a história é uma aventurinha normal. Mas é um desenho que marcou minha infância.

  • m_Tulio

    Excelente programa!!!

    Divertidíssmo. =D

  • Victor Domiciano

    O Deezer permite fazer upload de seus mp3 e mesclar na playlist streaming e suas músicas.

    É um bom serviço, porém o troquei pelo Spotify – por causa do acervo, eles adicionaram toda a discografia do Metallica e tem mais albuns do Black Sabbath (tem albuns das fases Dio e Tony Martin) .

    Agora que a Sony matou o Music Unlimited e ligará com o Spotify será perfeito ouvir enquanto joga.

  • Grillo

    To atrasado uma semana, mas….

    QUEM ESCOLHEU A MÚSICA DO CHUVEIRO DO PATATI E PATATÁ PRA TOCAR?!?!?

    UM BEIJO EM VOCÊ

  • Caras, enquanto músico, afirmo: Whiplash é um desserviço à arte! Não só pelas incongruências quanto ao estilo/gênero que tenta apresentar, mas principalmente por mostrar um conceito deturpado do que é ser músico. Em nenhum momento há envolvimento artístico do personagem com a música em sua plenitude, tampouco estímulos criativos; tudo serve apenas pra transformá-lo num robô de conservatório, arrogante e escravizado em disputas hierárquicas, não num músico genuíno – até na ridícula cena final, mesmo se rebelando e “provando sua capacidade”, ele ainda acaba guiado pelo tutor. Sem contar que o filme ignora talento, emoções, etc – tudo é um maquinário frio. E por falar em tratar arte como produto, é auto-explicativo porque ele é um dos queridinhos do Oscar…
    O também citado pelo Heitor em edições passadas, Frank, é um filme maravilhoso e completamente superior que dialoga numa frequência muito boa sobre arte, patologia e outras questões – mesmo não gostando do Sidebottom (original), recomendo fortemente e lamento por não ter sido tão aclamado. Ah, a (ótima) resenha do New Yorker que o Caio citou, é essa: http://www.newyorker.com/culture/richard-brody/whiplash-getting-jazz-right-movies

    Enfim… Desculpem pelo comentário negativo, mas estou numa jornada de ódio contra esse filme! Haha!

    • Heitor De Paola

      Eu assisti Birdman ontem, que me fez pensar em Frank e Whiplash e nisso que você disse. É impressionante como eles dialogam e apresentam seus argumentos de forma diferente. Não sei se você já viu Birdman, mas ele tem paralelos com o Whiplash na dicotomia que um cria entre cinema/teatro e o outro em rock/jazz. Só que Birdman, assim como Frank, apresenta um personagem que precisa da criação artística em si, que se expressar daquela forma e mostrar um pedaço exposto de si mesmo é uma necessidade como respirar. Eles não estão fazendo aquilo para ganharem seguidores, views no Youtube ou se tornarem virais. E em Whiplash, por mais que os desejos do garoto não sejam os de aparecer na internet, ele busca puramente a fama, ser mencionado em uma mesa de jantar anos após sua morte (como ele menciona naquela cena com a família). Eu adorei Birdman e saí do cinema gostando ainda menos de Whiplash, hahaha.

      • Ainda não vi Birdman, mas tá na listinha. E seguindo nesse paralelismo, dá até pra dizer que o Andrew de Whiplash é uma “continuidade” do Jon de Frank: um cara que não tem um pingo de artisticidade e resolve se matar em treinos pra ver se arruma algo.
        Tô pensando em criar o evento “Whiplash: Fez O Tapa Que Eu Dei” (grande referência), onde peregrinaremos por cinemas, premiações e etc, pra destruir cópias e tudo relacionado ao filme – o sr. será convidado. Hehe!