No episódio desta semana revisitamos o passado do Teixeira e de Riggan Thomson.

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Participantes:

Caio Teixera
Heitor De Paola
André Batista

Assuntos abordados:

13m – Papo sobre Fanzines e “técnicas” de vendas
31m – Filme: A Entrevista
37m – Filme: Birdman
1h04m – Filme: Edge of Tomorrow
1h22m – Desenho: O Mundo de Gumball
1h30m – Animação: Big Hero 6
1h45m – Emails

Envie emails com perguntas e sugestões para: bilheteria@overloadr.com.br ou para http://ask.fm/bilheteria

  • m_Tulio

    Birdman é demais!

    Bilheteria S2

  • Antonio Marcelino

    Caramba Heitor, achei meio moralista da sua parte não gostar do filme por discordar do protagonista e da sua motivação. Não vi whiplash ainda mas pra mim o protagonista, o herói trágico de Frank não é o Frank e sim o Gleeson. O Frank é um ideal inatingível de pureza artística que incomoda o protagonista justamente porque ele querer ser daquele jeito e não conseguir. Pra mim o melhor do filme é essa personagem, do tecladista, e não o Frank com suas idiossincrasias de personagem fodão de anime. Entendo que talvez isso te incomode muito, esse tipo de personagem que aspira ao sucesso, mas parece que você ta se envolvendo muito

    • Heitor De Paola

      Eu fiquei um bocado confuso com o seu comentário, mas vamos lá:

      Eu não acho que Gleeson seja pintado como herói de Frank. Ao final ele é completamente excluído pelos outros porque os ideias dele são completamente vazios: ele só desejava fazer sucesso e ser visto por outras pessoas, independente de como (como visualizações vazias de Youtube ou seguidores de Twitter). Frank e o resto da banda, por sua vez, querem criar algo que considerem belo e genuíno independente do que outros acharem (vide a cena do “the music sucks”, em que Frank desaba no palco). O filme encerra com Gleeson tendo nada de trágico, tirando talvez a pena que possamos sentir por ele por ter perdido completamente uma grande oportunidade. O que fica claro é que Gleeson e Frank querem coisas diametralmente opostas estando Gleeson no espectro mais vazio. Ele quer olhos voltados para ele, não importa a que custo.

      O protagonista de Whiplash, ao meu ver, compartilha muito disso. Ele aparenta ter um ideal de ser o melhor dos bateristas, mas se rende a caprichos bobos e desiste disso que era a coisa mais importante de sua vida (ao ponto de tratar outros como lixo) quando o caminho que ele decidiu trilhar sai um pouquinho do eixo. Ou era do jeito que ele queria ou ele desistia., é quase um capricho infantil. Além disso, na cena da mesa de jantar os motivos para que ele queira ser um grande bateristas passam a ser muito questionáveis. De acordo com diálogo, o desejo dele é o de virar assunto em uma mesa de jantar, virar uma figura da cena. De certa maneira, a parte mais vazia da fama, quando ele não é nada mais do que um nome. O ato de compor a música em si, de criar arte, é deixado em segundo plano. Nisso vejo a correlação dele com Gleeson. Mais do que criar boa música e ser um grande músico, ele quer o reconhecimento do professor.

      Como nota separada, achei engraçado a adjetivação de “personagem fodão de anime” para Frank. Eu não tenho a menor ideia de como isso é cabível. Ao mesmo tempo, isso é mais encaixável em Whiplash (acho que mencionei da outra vez que conversamos sobre Whiplash no podcast), porque o crescimento dele é mostrado de maneira muito mais física e direta enquanto o protagonista dilacera a mão e a enfia em baldes de gelo durante enquanto pratica. Isso sim parece os treinamentos de um protagonista de anime.

      E por último, eu não tenho a menor ideia do que você quis dizer por “moralista” e “se envolver demais”.

      • Antonio Marcelino

        Ok, desculpe a falta de clareza. Vou tentar ser mais claro:
        Eu disse personagem de anime, não protagonista, inclusive porque o Frank não tem nenhum arco de crescimento e evolução, ele simplesmente é foda do começo ao fim.
        A questão de moralismo é que você discorda tão veementemente da moral dos protagonistas (“vazios”, “caprichos bobos”, “infantil” etc) que enxerga isso como um problema do filme. É um julgamento moral pesado mesmo que completamente válido. Sim, são personagens que almejam muito mais á fama do que a alguma realização artística supostamente elevada.
        A questão de se envolver demais é justamente por malhar os filmes por não julgarem essa moral das personagens através da sua própria perspectiva moral de como a arte deve ser tratada ou encarada. Na minha opinião esse envolvimento grande é uma coisa positiva da sua análise, mas me incomodou um pouco num nível pessoal porque eu particularmente não me senti tão atingido por essas “falhas de caráter” da personagem do Gleesom, achei até compreensível e identificável o drama dele

        • Heitor De Paola

          Mas Frank não é “fodão” do começo ao fim. Todo o arco final dele está lá para quebrar sua máscara (tanto metafórica quanto literal), expondo a enorme fragilidade que ele possui, justamente o local de onde a genialidade dele vem.

          Eu não enxergo o ponto do drama de Gleeson. O objetivo maior dele era se tornar mais uma estrela vazia dentro da indústria cultural. Apesar de no início ele parecer estar procurando mais por aprovação e um lugar (e nesse ponto ele aparece como mais identificável do que Frank, com certeza), ao final vemos que Gleeson era só muito egoísta. Ele destruiu o que havia de belo ali apenas para atingir objetivos pessoais.

          No caso de Whiplash o que me incomoda é que, propositadamente ou não, a mensagem acaba sendo apenas essa: tentar virar tema de conversa 50 anos após a morte. A bateria em si (e a arte que ela representa) é relegada a um segundo plano, atrás de um drama pessoal e de um personagem que consegue ser mais detestável do que o professor que o antagoniza. Ao menos o professor – mesmo que mesquinho e terrivelmente egocêntrico – é pintado não só com mais momentos de bondade (a cena dele conversando com a garota no corredor, por exemplo) como também mais genuíno em sua busca. Ele é escroto, terrível e merece ser punido por suas atitudes, mas a busca dele é uma real. A do protagonista se mostra frágil e falsa no primeiro tropeço.

          • Antonio Marcelino

            Tá, e você continua pegando pesado demais no seu julgamento puramente moralista do filme. Seu problema é com o posicionamento moral da narrativa, do roteiro, com ele não questionar coisas que você julga condenáveis. Ok, eu entendo. Mas os filmes não são só os valores do roteiro, aliás nenhum filme é sequer só roteiro. Quantos filmes incríveis por aí não têm roteiros com os quais eu ou você discordamos e mesmo assim achamos incríveis. Tem até filmes com roteiros tolos e mal elaborados que a são bons pra caramba. Sei lá, eu discordo desse tipo de análise.

          • Heitor De Paola

            Bem, sim. Me é muito esquisito a ideia de superar por conta da estética filmes que defendem ideologias condenáveis. É como dizer que American Sniper é okay apesar da propaganda e revisionismo.

            Agora, se você se refere especificamente ao que falei de Whiplash, o que ocorreu foi que passei a gostar menos ainda dele depois de ver o tema muito melhor explorado em outros filmes. Mas fora isso, eu mencionei no podcast passado que acho que ele tem muitos outros problemas. Um roteiro tradicional e previsível (com exceção da cena final), a progressão do protagonista é mal mostrada e mal explorada, e, dos dois personagens que ele possui, um se mostra raso. Era um filme que saí achando okay e, quanto mais tempo passa, menos gosto dele.

            E continuo achando que o seu emprego de “moralismo” nesse discurso é esquisito.

          • Daniel

            Poxa Heitor, tem uma parada que me incomoda no que você disse,
            tentarei esclarecer.

            Você escreveu:

            “Me é muito esquisito a ideia de superar por conta da estética filmes que
            defendem ideologias condenáveis”. Concordo com o isto, só não julgo que o filme defendeu a ideologia do protagonista.

            Na mesma linha da distinção entre moral individual e moral social, é complicado
            misturar a moral do protagonista com a moral do filme ou do autor. Isto também
            aconteceu em “O Lobo de Wall Street” ou em “Tropa de Elite”. Caberia até uma
            análise aqui pra saber de quem é a culpa, ou se existem culpados quanto a esta questão.

            Continuando, os valores do Andrew (obrigado imdb) são (para mim) bem
            questionáveis, mas todo o universo ao redor dele os contesta, o filme deixa
            isto explícito. Isto é mostrado, por exemplo, através da discussão na mesa, o
            que ele disse, me desagradou, te desagradou, e fez o mesmo com todos ali. Eu vejo isso como um ponto positivo da obra. Também os métodos do professor são questionáveis e aí se inicia outra discussão…

            O filme não tenta suavizar nem o protagonista e nem as conseqüências da escolha dele…

            Ele entra em conflito com a família, abandona/perde a namorada, toca até sangrar e, por fim, quase morre… A única compensação que o filme trás, é vê-lo
            tocar bem (muito bem, inclusive) e receber um olhar de aprovação do professor (também um de espanto do pai), até as palmas nos foram omitidas. O filme encerra neste ponto, sem nos permitir ver nada além dos resultados que obteve quanto a sua capacidade técnica. Acho que deixa claro que não está falando do “ato de compor a música em si, de criar arte”. Não é esta a preocupação do Andrew, e mostrar, o outro lado, poderia (em minha opinião) criar alguma confusão quanto a sua real motivação. O mesmo aconteceu com “Inception” que ignorou completamente os sonhos mais “surreais” e fantasiosos, para tratar dos que se confundiam com a realidade. É uma escolha do roteiro (que julguei adequada na época)que sempre cria detratores, vou anotar isso aqui. 🙁

            Sobre o fato de o protagonista parar de tocar durante algum tempo, julguei bem adequado tendo em vista o que havia acontecido até então. Veja bem, em uma história onde um jovem é levado ao limite, com base na “chicotada” é bem interessante que ele simplesmente para de tocar, quando a cobrança (a chicotada) termina. Apenas demonstra como o filme está bem “amarradinho”, e me pareceu intencional. O que pode até desmerecer o protagonista, mas não o filme.

            Concluindo, eu nem gostei do filme também, apesar de não acho o filme ruim, eu tento separar uma coisa da outra. Pra mim o que matou foi o final, aquele embate com o vilão/mentor, e a repetição da “morte e ressurreição” da jornada do herói… Eu evito ver filmes que usam dessa formula, escolho com cuidado pra fugir, mas nem sempre dá certo. 🙁

            P.S. — Muito obrigado por criarem o Bilheteria e trazerem discussões sobre cinema pra cá, depois de tanto tempo ouvindo vocês, finalmente posso comentar. 😀

          • Heitor De Paola

            Justo, você tem razão. São duas morais diferentes e acho que os dois exemplos que você citou batem em cheio nisso. Foi engraçado na época do lançamento de Lobo de Wall Street ver pessoas condenando o filme por conta de seu protagonista. Você tem plena razão nisso.

            Talvez isso se misture para mim no caso de Whiplash (e creio que Birdman também), porque são completamente focados em seus protagonistas. Há pouco fora da esfera deles, não guiado por suas visões. Isso não é problema de maneira alguma, é claro, alguns dos meus filmes favoritos fazem justamente isso.

            Eu só não sei se consigo sentir que o caminho de Andrew é questionado como negativo pelo filme. No fim das contas nem tudo dá certo para ele (especificamente em relação à garota), mas a impressão que eu tive foi que, depois do espetáculo dele, foi como se tudo concluísse com um “valeu a pena”. Mas com certeza é aberto à interpretação.

            E creio que fui mais efusivo nesse ponto (sobre motivação do personagem e tudo o mais) por conta deste ser, ao meu ver, um paralelo possível de se traçar com Birdman, que vi recentemente. Houve outras coisas que não acho que tenham se sobressaído em Whiplash (como os aspectos tradicionais do roteiro – dá até para comparar com Karatê Kid – e mesmo de direção, relacionados à progressão e treino de Andrew).

          • Retorno do Satanico Comunista

            Mas meu caro lord tanto sobre frank quanto sobre whiplash vc esqueceu que estamos falando de artistas
            E o que eles mais almejam
            Apreciação
            Toda a arte é feita para ser apreciada caso contrário estaria trancada nos armários dos grandes genios
            Tanto que no caso do frank os esquisitos sempre são a banda do frank que tem como líder um maluco que usa máscara
            E sobre vc falar que eles não fazem lixo da indústria cultural
            Eles não fazem arte também já que são egoistas

          • Heitor De Paola

            Mas existe uma diferença entre criar algo porque você acredita naquilo, encontrando então pessoas que queiram partilhar daquilo, e a ideia de fazer algo apenas para que você se torne famoso.

            Eu concordo totalmente com a ideia de que a arte que permanece trancada a sete chaves, longe de todos os olhos, perde muito de seu propósito. Arte precisa ser apreciada por todos, até porque muito de seu significado surge (e ela se transforma) quando aquela criação deixa de ser apenas do artista e passa a ser de todos.

            Mas quando o propósito por trás dessa criação tem como base a ideia da fama, me parece que a base acaba por ser fútil. Vira algo que é mais produto do que arte. O que pode vir a ser bom de qualquer maneira. Mas mais comumente se torna a banda com um hit no verão.

            Só, no caso específico de Frank que você citou, até entendo isso existir no momento em que eles se trancam na casa e passam tanto tempo compondo (apesar de achar que nisso estão outros fatores, como a necessidade da música para eles mesmos, a tentativa de encontrarem a forma perfeita de expressão, explorar novas possibilidades etc). Mas eles chegam a se apresentar e o filme dá a entender que eles fazem isso com certa regularidade, não? O próprio começo é centrado em uma apresentação deles.

          • Retorno do Satanico Comunista

            Verdade eu esqueci o final do filme
            No qual eles cantam i love you all
            Mas sobre a ideia de trilhar o caminho para fama concordo exatamente
            Mas é aí que eu acho que vc ta errado
            Cara o maluco toca jazz
            A fama do jazz e do frank são coisas completamente diferentes
            Jazz não tem mercado mais-tanto que o Jk fala no filme que o jazz morreu já que aguenta tocá-lo de maneira genial-assim a fama do whiplash é ser reconhecido e lembrado como alguém foda para a pequena parte da população que ouve jazz
            Então a fama em whiplash é algo bem mais tímido

          • Daniel

            Entendi o seu ponto, acho que é bem relativo mesmo. E sobre a trama, realmente lembra Karatê Kid. Valeu por me responder. 🙂

          • Antonio Marcelino

            Talvez seja meio pesado, mas é a idéia exata que eu queria. Se pa tem algum eufemismo pra isso

  • Grillo

    Um Bilheteria com coisas que eu já vi ou conheço bastante, tá aí algo raro de se ver

  • Heitor, aproveitei sua resposta indicativa ao meu comentário passado e fui ver Birdman – e concordo com o que você disse no podcast. Achei a metalinguagem do filme maravilhosa, com destaque para: os 3 atores principais que participaram de filmes de super-heróis de qualidade duvidosa (mais citações e aparições de figurantes fantasiados) e o modo como isso, em paralelo com a realidade, dialoga com as questões satíricas; a trivialidade proposital das transições que interligam os planos-sequência constantes e reforçam, além do caráter teatral, a ambiguidade dos temas principais (esses recursos cinematográficos são “artigos de luxo” em outros filmes e aqui se mesclam à subversão do conceito de herói); a sacada da figura do Birdman (o pássaro engaiolado numa sociedade e em si próprio, que também permite traçar paralelos com Harvey Birdman) que, além da brincadeira, diretamente contrapõe o Batman (pássaro, dia x morcego, noite) e como os curativos da sequência final aludem à máscara e metaforizam a desconstrução do mito (meio que um Watchmen mais real). Só achei que o final poderia ser um pouquinho mais conciso. O fato do personagem do Norton “sumir” de repente, ao meu ver, faz parte da metalinguagem (afinal, ele é o Shiner, o elemento caótico que entra pra “brilhar” e se “apaga” conforme a “ascensão” de Riggan). Sobre o Galifianakis: ele fez Se Enlouquecer Não Se Apaixone (It’s Kind Of A Funny Story), que apesar do péssimo título pegando carona com os Hangovers e ainda preso no clichê de personagem “bobão”, ele também apresenta uma certa curva dramática.

    Não sei se você já viu, mas recomendo dois filmes:

    1) O Grande Chefe (The Boss Of It All), do Von Trier
    Comédia sobre um ator contratado pra fingir ser o dono duma empresa de TI e tentar vendê-la. Não é um puta filme (parece um The Office teatral), mas tem algumas coisinhas legais, principalmente as neuras artísticas do personagem principal.

    2) Sinédoque, Nova York (Synecdoche, New York), do Charlie Kaufman
    Caden Cotard (referência à Síndrome De Cotard) é um diretor teatral que entra numa fase decadente e quer fazer seu maior espetáculo antes de morrer, que é uma (re)encenação da própria vida numa réplica de Nova York. O filme pega a idéia de simulacro d’O Show De Truman e reverte num âmbito mais sombriamente existencialista – e até mistura alguns conceitos de Quero Ser John Malkovich e Adaptação. Após ver Birdman, me deu muita vontade de revê-lo – mas já aviso que ele tem um ritmo mais lento e sua montagem pode soar um pouco confusa às vezes, seja pela linha tênue entre realidade x visão do personagem, ou pelos cortes secos em escala anual. Aliás, acredito que foi esse filme que “matou” o Seymour Hoffman. Haha!

    Bom, foi mal por essa bíblia e abraço.

  • Fernando Henrique

    Vou complementar a dica do Caio sobre Jazz pro Cadu Oliveira (será que esse é o nome dele?)
    Como dito, o Spotfy ajuda muito, assim como o LastFM, você pode procurar artistas relacionados e tem várias playlists com diversos tipos de Jazz.
    Quando comecei a ouvir, comecei pelos maiores:

    John Coltrane: Alguns dizem que é o ápice do Jazz e ele é idolatrado, tendo até uma igreja!
    The Dave Brubeck Quartet: Eles tem uma das mais clássicas – Take Five
    Milles Davis: Muito foda, o cara compõe o que você quiser na hora.
    Louis Armstrong: Não confunda com Neil Armostrong!

    Chet Baker

    Acho que é isso, ouvindo eles você vai ter uma abertura mais fácil e procurar outros mais recentes.

    • Retorno do Satanico Comunista

      Oia eu curto o cannonball-ele toca tudo de um jeito muito sensual,bem loco
      Glen miller big band-facilmente o melhor swing de grandes bandas
      Buddy Rich-no filme whiplash eles tocam uma música dele carvan,é um baterista fodido como fala o filme é também maestro ao mesmo tempo
      Dizzy gilype-escrevi o nome dele errado mas pau no seu cu
      Ella fritzerald-a maior e mais fodida voz do jazz na moralzinha

    • Rodrigo Pillotto

      Complementando a complementação, recomendo esses dois artigos do Régis Tadeu, como um ótimo guia pra quem deseja começar a se aventurar nesse mundo.

      http://migre.me/oAOlU

      e

      http://migre.me/oAOoH

    • Felipe de Albuquerque

      Só pra complementar a complementação. O álbum “Kind of Blue” do Miles Davis (do qual o John Coltrane também participa) é uma das coisas mais lindas do mundo.

      • Fernando Henrique

        Na minha visão de paraíso tem uma estante com o LP de Kind of Blues e Love Supreme!

  • Platynews

    Caio, essa trilogia que “totalmente vai virar filme em algum momento” do Del Toro já foi adaptado para TV,chama The Strain e a segunda temporada deve estreiar no meio do ano. Parece ruim.

    • Antonio Marcelino

      eu vi o finalzinho do 1º episodio e não pareceu horrivel, pelo menos a fotografia é bem mais sóbria e menos cafona do que as imagens de divulgação fazem imaginar

  • Roberto

    Esse birdman só pelo nome já dá pra sacar o pedantismo “unexpected virtue of ignorance” (não tô dizendo que é ruim)

  • Mirella Braga

    Sobre O Incrível mundo de Gumball: O Darwin na real era um peixe de estimação deles que criou pernas e passou a ser tratado como membro da família.
    Tem um episódio que eles acham o esqueleto do “Darwin Primeiro” embaixo da cama do Gumball e é genialmente engraçado e perturbador ao mesmo tempo.

    • André Batista

      Mirella, vc sabe o nome desse episódio?!

      • Mirella Braga

        Oi André, salvo engano, essa piada do primeiro Darwin aparece num episódio meio Jumanji, que eles acham um jogo de tabuleiro onde as cartas que eles tiram tem consequências na vida real.
        Mas eu vi esse pelo cartoon e não tenho ideia do nome/número do episódio, foi mal não poder ajudar mais.

  • Ary Aires

    Heitor, você manja o bastante de cinema pra não ter que criticar um filme dizendo que ele é “sem roteiro”. Essa expressão nem faz sentido.

    • Heitor De Paola

      Você diz em relação ao que disse de Big Hero 6?

      • Ary Aires

        Lego. Big Hero 6 você contextualizou (apesar de também ter dito que era “sem roteiro”).

        • Heitor De Paola

          Entendi, entendi. Não quis dizer de maneira literal, e sim figurativa, no sentido de “tão fraco e mal construído” que parece inexistir. Uma história tão mal contada que parece não ter um roteiro que a guie.

  • Giovanni Romanelli

    Heitor, eu só acho justo que você como Whovian residente(sei que pode não gostar do nome), poderia assistir algumas histórias da série clássica de Doctor Who.
    algumas sugestões de arcos:
    -An Unearthly Child (1st Doctor [o 1º arco])
    -The Daleks (1st Doctor [2ª arco e 1ª aparição dos Daleks])
    -The Three Doctors (3rd Doctor)
    -Genesis of the Daleks (4th Doctor)
    ou então o filme pra tv do 8th Doctor e 1996(o Master é o Eric Roberts)

  • Juan Bestagno

    Acredito que filmes como obras de artes estao abertas a interpretacoes amplas e variadas e por isso vao meus dois centavos sobre a anedota do Heitor sobre o Whiplash nesse ultimo episodio.

    Ao meu ver o protagonista desiste um dado momento de estudar bateria justamente por causa do dano que a obessao dele em se tornar o melhor fez dele, foi uma virgula dentro da carreira dele, por causa da sua super-obessessao em se tornar o melhor musico possivel, nao foi uma perda da paixao mas, mas sim a percepcao que ele precisava mudar e que o jazz estaria acabando com ele, tanto que a grande resolucao no final seria que ele nao é necessariamente ele ser bom ou nao, mas ele nao precisar mais da aprovacao do J.K.Simmons .

    Bem é o que eu acho…

  • Grillo

    André Batista, afinal, você vai querer a sua blusa de volta?

    • André Batista

      Oooo jovem! Quero sim! Vc que ficou com ela? Eu adoro essa blusa, ela me lembra o filme mad max hahahaha. Quando tiver o próximo OOTR vc me entrega, pode ser?

      • Grillo

        Entrego sim, desde que você não diga mais que eu pareço um babaca independente de como eu coloque o boné |:

        • André Batista

          Caralho!! No próximo OOTR eu te pagarei algumas cervejas por guardar minha blusa e me redimir da minha escritidão alcoólica combinado?! 😉

          • Grillo

            Fechado.

  • Thiago Nunes

    Queria agradecer ao convidado por falar de Gumball, quando tanta gente lembra mais dos dois outros desenhos em alta no Cartoon (Adventure Time e Regular Show). É o desenho bobinho que faltava na minha rotina depois que Ying Yang Yo acabou e Padrinhos Mágicos piorou exponencialmente.

  • Grillo

    Miles Davis é aceito como boa referência de Jazz? Ou é muito manjado?

    • Retorno do Satanico Comunista

      É manjado
      Fala pras minas glen miller que elas pira

      • Manjado?! Porra, Miles Davis é muito foda. Glen Miller também, mas curto a pegada mais melancólica do Davis.

        • Retorno do Satanico Comunista

          Concordo com vc mas prefiro a época do swing
          Porque as bandas eram maiores e davam um som maior
          Mas miles davis é manjado pra cacete
          Tipo fala de jazz
          Miles davis e john contraine são os primeiros a serem comentados
          Então como bom hipster prefiro as coisas diferentes

  • Vinicius Taborda Duarte

    Defendendo Up, eu não consigo entender pq algumas pessoas insistem em separar o filme da parte inicial. Realmente só o inicio seria um ótimo curta, mas ver o inicio como algo separado, faz o filme perder muito do sentido, realmente uma pessoa que aproveitou a vida ao lado de quem ama, deveria se sentir feliz por tudo que passou, mas o triste é o fato de que, o protagonista não consegue ver isso.
    O filme trabalha a trajetória dele, que fica preso ao fato de o grande sonho da esposa não ter sido realizado e sai em busca disso. Concordo que a aventura é a parte mais fraca do filme, mas tudo que se passa culmina na virada da pagina do livro de lembranças, que é a parte em que ele percebe que ele viveu bem feliz com a ela.
    Mas concordo que a jornada não conseguiu acompanhar grandiosidade do inicio (e termino do arco do velho).

  • Pequena correção: Acho que foi o Teixeira que comentou que o Edward Norton merecia mais que a Emma Stone ser indicado ao Oscar de ator coadjuvante. Acontece que ele também foi indicado

  • Jansen Chaves

    Esse filme edge of tomorrow é uma adaptação de um romance, All you Needs is a Kill, e é bem diferente do filme, o final é muito melhor

    • Peraí, eu vi esse mangá nas bancas e não fazia ideia que era a inspiração para o filme. Eu sabia que o filme era baseado numa novel japonesa, mas não sabia que o mangá era relacionado (não li sinopse, vi nas bancas)

  • Cara, vocês não tem noção da agonia que é eu aqui, um mero ouvinte, escutando vocês falaram dos filmes da série Duro de Matar sem saber quem é quem, quem é de qual filme, misturando tudo e o escambau! Certeza que viram os filmes? 😀

    No primeiro filme o vilão chefe é o Snape, e entre os vários capangas ele tem dois irmãos louros com cara de enfezado. O primeiro que o McLane mata é o mais novo, que aparece morto no elevador com o bilhete do McLane. O segundo irmão, que fica puto com o McLane o filme inteiro, é aquele que do nada levanta da maca no final, rouba uma arma e aponta para o McLane e a mulher, mas morre para o policial negão-gordão, para fechar o filme. Esse segundo irmão, o ator Wilhelm von Homburg, é o VIGO (o fantasma do quadro) em Os Caça Fantasmas 2, também