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King of TokyoE caso tenha fica interessado pelo jogo de tabuleiro King of Tokyo, que comentamos no começo do podcast, você pode adquiri-lo com 10% de desconto através deste linkNa hora que você for fechar a compra é necessário colocar “bilheteria” no espaço do “Cupom Promocional“. O cupom tem validade até o dia 10 de março.

Participantes:

Caio Teixera
Heitor De Paola
Henrique Sampaio

Assuntos abordados:

16m – Música: Girls in Peacetime Want to Dance, do Belle & Sebastian
27m – Música: You’re Dead, do Flying Lotus
36m – Documentário: 20 mil Dias na Terra
52m – Filme: O Duplo
1h – Filme: Horns
1h04m – Filme: Quando Eu Era Vivo
1h19m – Documentário: VIPs – Histórias Reais de um Mentiroso
1h32m – Emails

Envie emails com perguntas e sugestões para: bilheteria@overloadr.com.br ou para http://ask.fm/bilheteria

  • Gabriel PS
  • Tiago Ferreira

    Heitor sobre a discussão de estabelecer preço de obras de arte em hora/homem pode usar como exemplo escritores, não famosos, que tem a necessidade de enviar textos de X palavras dentro do prazo para receber o pagamento.
    Talvez pessoas que fazem caricaturas/retratos em praças também acabe se enquadrando nesse modelo.
    Não é a forma ideal nem a forma que os grandes escritores trabalham mas é um modelo que é possível de ser aplicado.

  • Pra o ouvinte que pediu indicações de música brasileira, indico Jair Naves. Acompanho o cara desde o Ludovic e ele sempre faz música imbuída de sinceridade. Ele lançou um CD novo esse mês e me parece que o cara se mantêm numa evolução musical constante.

    Além disso, indico o site Altnewspaper, os caras tratam muito de música brasileira, de todos os tipos, e tem uma linha editorial mó bacana pra quem quer descobrir bandas de qualidade, mas pouco conhecidas do mainstream.

    https://www.youtube.com/watch?v=3giUonUkhSo&list=PLNhDAuyrsxQIvAqG6owS7MZEXw5_j53-z

  • Victor Domiciano

    Uma das maiores vantagens de distribuição digital de música além de descobrir novos artistas é conhecer toda a discografia de seu cantor ou banda favorita.

    Eu pego de exemplo pra mim o black Sabbath, que a maioria só tem contato inicial com a fase do Ozzy. Acho ele bastante carismático e as músicas são ótimas, mas ouvindo com calma todas as fases da banda reparei como eles evoluíram musicalmente. Podem me apredejar mas acho as melodias nas fases doRonnie James Dio e Tony Martin superiores – estou amando poder ouvir esses albuns.

  • Fico feliz com a discussão saudável que gerei. Valeu.
    No email eu não quis alongar demais o texto, mas minha questão vai além da produção artística, que entendo e concordo que tem um valor muito maior do que somente horas de trabalho. Ela pode principalmente abranger a parte técnica da indústria, como softwares, bibliotecas digitais (modelos 3d – sfx – vfx, etc), além de inúmeros outros produtos que podem ser comercializados dessa maneira e que não sejam considerados arte. É ai que eu acho que o buraco é mais embaixo…
    De qualquer maneira valeu! 😀

  • @disqus_1BxKF6xfxN:disqus , sobre o filme: “Horns” que você comentou. Ele baseado num livro do mesmo nome em inglês, a versão no Brasil se chama “O Pacto”, do Joe Hill, filho do Stephen King.

    Eu li esse livro, ele tem um pegada bem Stephen King, boa construção de personagens, trama muito boa, e conclusão final meio meh…

  • rodrigooliveira

    Teixeira, qual o nome da música e da banda que toca no final do podcast????

  • rodrigo

    Então Heitor, rapaz pega um ukelele ou uma meia lua que são fáceis de aprender , por repetição o violão em uma semana voce consegue tirar uma musica, seis meses você já toca em qualquer lual…

  • rodrigo

    rola um shuffle do jogo de tabuleiro?

  • Antonio Marcelino

    Horns é uma historia do Joe Hill, o filho do Stephen king.

  • Victor Domiciano

    Vi algo de bom recentemente do Daniel Radcliffe, que foi a minissérie A Country Doctor’s Notebook – está no Netflix brasileiro.Conta a história de um médico recém formado que vai tomar conta de uma clínica médica no fim de mundo da Rússia. O mais legal são os diálogos entre o jovem e a versão mais velha do Doutor, essa interpretada pelo Jon Hamm (Mad Men). São 4 episódios de 30 minutos cada, bem produzida e bastante visceral. Recomendo.

  • Platynews

    Baixio das Bestas é nivel Amarelo Manga…..

    Eu recomendo “A Maquina” e o novo “Tatuagem”

    Amei a parte dos jogos/diretores.
    Eu votaria no Robert Zemekis para dirigir o Super Mario, a Laika para dirigir o Kirby (eles sabem dosar bem o nivel de fofura com random chefe que é um olho assustador) e Tim Burton para dirigir American’s Mcgee Alice xD

    • fabio tk

      tim burton já fez um alice lol

  • Fernando Henrique

    Tive um ideia! O Lars Von Trier poderia dirigir a adaptação de Indigo Prophecy!!

  • Gente! Vocês falarem da novela do Sandy & Junior me fez lembrar de que eles costumavam usar a quadra e o o palco de uma escola que estudei, aqui em Campinas, pra fazer algumas gravações. Acho que foi um ou dois shows que eles gravaram. Além de não deixarem a gente nem ver as gavações, eles fechavam a maior parte do pátio também, pra guardar equipamento e camarins e etc, então era sempre bem chato.

    Lembro que o único ator que interagia com a gente era justamente o “boca de lixo”, ou coisa parecida, que era o vilão da série. Ele vinha falar com o pessoal quando tinha alguém passando e até distruibuiu uns autórafos!

  • Felipe de Albuquerque

    “Eu não gosto muito de criolo”
    Teixeira, Caio

    • “Do Criolo”!

    • Aperipe

      Ninguém é obrigado a gostar de tudo.

  • Felipe de Albuquerque

    Em relação a essa coisa do valor. Lendo sobre o assunto eu descobri que existem várias teorias diferentes sobre isso. Existem escolas de pensamento que defendem uma teoria de valor atrelada ao trabalho, e outras que defendem a subjetividade do valor. É interessante ler sobre as duas formas de pensamento.

    • Não tenho nenhum problema com o valor subjetivo das coisas. E acho isso importante também. Mas se nem o trabalho nele determina o valor, nem a oferta/procura, o que define o custo das coisas digitais? Uma arbitrariedade pelo autor que pode ser “injusta”? Assunto para muita discussão… Mas é interessante, indeed…

      • Felipe de Albuquerque

        Pois é, principalmente se tratando de assunto “novo” ainda tem muita coisa pra se discutir.

  • Jezzon

    Nunca imaginei que vocês falariam do FlyLo, meu músico favorito de todos os tempos o

  • Puruluchu

    Após meticulosa análise do vídeo com a trilha do Mario 64, é possível afirmar que a versão do Heitor é mais aproximada da versão real.

  • Só vim aqui para dizer que eu também acho Central do Brasil um saco, tamo junto Teixeira.