Falamos um pouco da vida e obra de Leonard Nimoy e sua representatividade na cultura pop, além de conversar sobre um livro com um título absurdamente grande.

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Participantes:

Caio Teixera
Heitor De Paola
Henrique Sampaio

Assuntos abordados:

9m – A morte de Leonard Nimoy
25m – Filme: O Jogo da Imitação
41m – Livro: Although of Course You End Up Becoming Yourself, do David Lipsky
56m – Música: One Word Extinguisher, do Prefuse 73
1h29m – Filme: A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2
1h50m – Emails

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  • Igor CSC

    Ainda não ouvi, mas espero que vocês tenham falado mal do livro. É terrível, puro caça níquel.

  • Victor Domiciano

    Ah O Jogo da Imitação venceu o Oscar de Roteiro Adaptado – o de Roteiro Original foi pro Birdman. Quero muito ler o livro porém só tem em inglês

    • Heitor De Paola

      Por mais que tenha achado o filme, digamos, problemático, fiquei também curioso para ler o livro.

      • Victor Domiciano

        Fiquei curioso sobre a história do Turing e como livros em geral ser superior do que a adaptação.

  • Victor Domiciano

    Acho que o que matou clipes foi o iTunes e derivados. A facilidade em acesso ao conteúdo, somada a correria do dia-a-dia praticamente a maioria das pessoas não querem perder tempo para ver um clipe (por melhor que seja a sua produção). Só mesmo bandas que sigo acompanho clipes, porém todos eles são apenas eles tocando…

    Um clipe recentemente que gostei foi do novo álbum do Scorpions – que brinca com a letra da música sendo cenário + a animação bem produzida.

    https://www.youtube.com/watch?v=UALNE6-sjoU

    PS: To ouvindo o podcast enquanto to no PC, quase sempre ouço no ônibus e acabo esquecendo depois de comentar – espero que não soe como duplo post.

  • Gabriel PS

    Tive vontade de comentar várias coisas enquanto ouvia o programa. Mas preferi deixar pra dizer algo quando já tivesse terminado de escutar.

    Terminei e agora não lembro quase nada o que queria comentar.

    Só lembro de que o Rique mencionou um filme do Cronenberg. Creio ser o Cosmópolis. QUE assim como Crepúsculo tbm tem o Robert Pattinson. Vejam só. TUDO está conectado nesse programa.

    Locura.

  • Fernando Henrique

    É muito bom ouvir o Caio falar de Crepúsculo! kkkkkkkkkkkkkkk

  • Thiago Nunes

    Estou tentando entender o raciocínio que a cabeça do Rique fez sobre a discussão da palavra “computador”, porque sinto que há uma lógica, hahaha.

    Tudo que consegui chegar é que em um nível de marketing é de fato uma palavra obsoleta para ser usada (lojas hoje em dia vendem “tablets”, “smartphones”, “pcs”, “macs”, “desktops”, “all-in-ones”, “laptops”, “ultrabooks” e até “pc gamer”, mas não COMPUTADOR). Fora disso, já não sei confirmar se é uma palavra tão “antiga” assim.

  • Gabriel Freitas

    Também tive vontade de bater na mesa depois de ouvir o Heitor falando sobre o Although of Course You End Up Becoming Yourself. Obrigado Heitor.

  • Ed Araujo

    Só relembrando, só vou levar a parafernália se tiver alguém interessado no RPG. Eu sei que como o Teixeira disse, vai parecer um videogame com rolagem de dados, portanto só vou levar se tiver certeza que alguém vai querer jogar uma partidinha rápida.

  • @riquesampaio:disqus Rique, cê disponibilizou a playlist em algum lugar? Fiquei curioso pra ver os clipes.

  • Igor CSC

    Agora ouvi e vi os elgios ao Lipski… hahah

    Enfim, minhas razões, só pro comentário anterior não ficar muito nhém-nhém-nhém. Acho que o “livro” – que é praticamente só uma transcrição de uma conversa gigante – bebe justamente nesta febre de DFW que ele próprio descreve; que é antiga nos EUA, mas vem chegando ao Brasil recentemente. Principalmente depois do suicídio, o DFW ganhou uma aura de profeta e um culto de gente que acha que tudo que ele escreveu, falou ou pensou é ouro. Só isso justifica a publicação de um livro sem edição, repleto de conversas banais, que deveriam servir a uma reportagem de, sei lá, umas 10 páginas. Assim como a publicação do discurso dele para o Kenyon College em formato “livro-de-mesa-estilo-‘Um Dia Daqueles'”, com uma frase por página, imagens fofas, entre outras coisas. O tipo de comentário sagaz que ele solta vez ou outra é muito melhor representado na obra editada dele, seja na ficção, ou, principalmente, na minha opinião, na não-ficção.

    Enfim, o DFW é ótimo, mas culto é sempre besteira e, na minha leitura, esse livro é isso – o meio editorial predando um ícone convertido em messias.

  • m_Tulio

    Teixera, você tem que assistir o filme “O Imperador”, com Nicolas Cage e Hayden Christensen.

  • Antonio Carlos Bleck Bento

    Cara e sempre muito engraçado quando o Teixeira para pra falar de pornografia.
    E curti a ideia do podcast de clipes, principalmente se forem focados nos anos 80 e 90.

    • Antonio Carlos Bleck Bento

      E pra finalizar o Teixeira ainda joga crepúsculo na mesa…. Melhor bilheteira
      Crepúsculo e a serie de filmes que mais amo odiar, a ponto de tbm ter lido os livros…. Que são ainda piores, e talvez eu compartilhe do masoquismo do Teixeira.
      E so pra clarificar são 5 filmes, crepúsculo, lua nova, eclipse e o amanhecer foi dividido em duas partes, e o pior e na minha opinião o amanhecer parte 1 a forma como eles tentaram discutir a ideia de aborto nesse filme e risível, e as cenas de sexo desse filme são mais artificiais que as de team américa.

  • Felipe de Albuquerque
    • Charmichael

      Tom Produções > Sony Entertainment

  • Ribeiro