Com a companhia de André Asai, do estúdio Loud Noises, falamos sobre Lisa, White Night e a remasterização de DmC.

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Participantes:

Caio Teixeira
Heitor de Paola
Henrique Sampaio
André Asai

Assuntos abordados:

14m – Bate papo com André Asai sobre Loud Noises e desenvolvimento
36m – Retrospectiva Mini Boteco Brawl
45m – Dragon Age Inquisition
55m – Lisa
1h01m – DmC: Devil May Cry Definitive Edition
1h05m – Helldivers
1h13m – White Night
1h28m – Darkest Dungeon
1h32m – Notícias
– Engines gratuitas divulgadas na GDC 2015
– Rock Band 4 é anunciado
– Estúdio de desenvolvimento Maxis fecha
2h09m – Emails

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  • rodrigo

    Asai guardião. Zum de besouro um ímã. Branca é a tez da manhã…..

    alguém faz um jogo sobre qualquer letra do djavan

    • Thiago Nunes

      Game Jam baseada em músicas do Djavan, fechou.

  • Leonardo De Souza Afonso

    Combichrist <3

  • Diego Barboza

    Só pra esclarecer, o Unity não cobra royalties de quem lucra mais que $100 mil. A partir deste valor, você não pode mais usar a versão gratuita e tem que comprar a Pro, que custa $1500. Mas, diferente da Unreal, não hã royalties independente do seu lucro. Isso inclusive foi motivo de um cutucão dado por um cara de uma empresa free-to-play no keynote do Unity, dizendo que 5% de milhões, no caso dele, era muita grana!

    • No caso, existe alguma diferença entre a versão freeware e a pro, como pontuado no podcast? Fiquei encucado porque um amigo programador falou a mesma coisa que você e eu havia entendido que não há limitação.

      Claro que existem packs com templates entre outros assets que são pagos, mas não sei se isso se abrange para ferramentas da engine em si.

      • Diego Barboza

        Até a versão 4, muitos recursos eram exclusivos da Pro. Por exemplo, qualquer coisa de pós-processamento (um filtro pra deixar o jogo em preto e branco, um efeito de glow, e etc), lightmaps, sombras suavizadas, entre outros, eram coisas que na versão gratuita você não tinha acesso. Dava pra fazer um jogo completo, mas esses recursos ajudam muito em alguns aspectos, principalmente na parte gráfica.

        No Unity 5, nenhum recurso de desenvolvimento é exclusivo da versão paga. Essas coisas que eu comentei da 4 agora estão disponíveis pra todo mundo. As vantagens pra quem paga estão em ferramentas pra ajudar no workflow (por exemplo, controle de versão direto no Unity, sem ferramenta externa), cloud build, acesso gratuito ao novo serviço de assinatura da asset store e afins. Mas, resumindo, nessa versão, o mesmo jogo feito na Pro pode ser feito na Personal sem limitação alguma, o que não acontecia antes.

        Nessa página tem uma lista das diferenças, se você quiser dar uma olhada: http://unity3d.com/pt/get-unity

        • Opa, devia ter procurado no site mesmo, haha. Mas muito obrigado por tirar a dúvida por completo ( :

          • Diego Barboza

            Tranquilo cara, estamos aí pra isso 😉

  • Guilherme Gondin

    Pessoal, o que vocês acham de Duna do David Lynch? Eu gosto muito do livro e do Lynch, mas não sei se a combinação funciona, e tenho certo medo de ver e me arrepender depois.

  • Armoderic

    Apenas uma curiosidade, uma vez que no inicio vocês se perguntavam sobre a Guarda Suíça (o que me lembro de um trabalho que fiz na faculdade): No fim da Idade Média e durante a Renascença, a Suíça, na época dividia em “cantões” e possuindo no máximo uma milícia (que porém foi responsável por reintroduzir/popularizar o uso de piques e outras armas de haste improvisadas) , obteve várias vitórias contra a Borgonha e Áustria. Estas vitórias e o talento deles os tornou muito requisitados por várias nações que os contratavam como mercenários, sendo que a guarda do papa vem dai. Mesmo depois do fim da Renascença ainda haviam regimento de mercenários da Suíça, um deles inclusiva estava na Bastilha.

    Por sua vez essa carreira devido falta de mobilidade social/econômica e como eram um exército de milícia, eles tinham que treinar mesmo, era bem atraente. Se tudo desse certo, entre uma colheita e outra você conseguia um dinheiro extra.