Não tinha muito como escapar – e nem queríamos: o MotherChip desta semana é quase que um especial sobre Bloodborne.

Chega mais!

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Participantes:

Caio Teixeira
Heitor de Paola
Henrique Sampaio

Assuntos abordados:

5m – Bloodborne
1h10m – Battlefield Hardline
1h36m – Notícias
As tretas entre Hideo Kojima e a Konami
Remasterização da Semana: God of War III
Nintendo anunciou parceria com a DeNA para fazer jogos para celulares
– Aparentemente um novo Guitar Hero será anunciado em abril
2h10m – Emails

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  • Felipe de Albuquerque

    Aê, é BLOODBORNE, PORRA!!!!

  • Felipe de Albuquerque

    Teixeira, não sei no Bloodborne. Mas nos outros jogos da série Souls existia um filtro por nível.

  • Felipe de Albuquerque

    Acho que se o Rique esperar alguns dias vai ter mais gente nessa área em que ele está travado. Como ele começou antes da maioria da galera ele deve estar bastante adiantado.

    • riquesampaio

      Já passei da área que eu tava travado. Inclusive, esse momento tá registrado no Shuffle que gravamos, que ficou excelente BTW. Mas já travei em outra haha.

      • Felipe de Albuquerque

        hahaha
        Vi o shuffle agora. Jogos da FromSoft é assim mesmo. Você passa de uma parte em difícil e vai parar numa pior ainda.

  • Raul Andrade Dias

    cade o @douglasnerd ?

  • Radoc Lobo

    O Heitor tem a visão oposta a minha sobre a série souls.
    Enquanto ele acha q é sobre repetição, eu acho q é sobre aprender com o erro e tentar não repeti lo

    • Felipe de Albuquerque

      Isso mesmo, se você está morrendo em Dark Souls você está fazendo a coisa errada e precisa aprender com as suas falhas.

      • losk

        O problema é que o Heitor tem um gosto muito infantil para jogos e até outras mídias. Era muito óbvio que ele n ia gostar do jogo.
        Mas achei alguns comentários muito sem noção, “não me chama atenção repetir tanto p melhorar”, cara todos os jogos do mundo são assim. É por causa desse pensamento q hj em dia quase todos os jogos pegam o jogador pela mão.
        Parabéns Henrique e Caio que salvaram o cast.

        • Heitor De Paola

          O problema é que você presume conhecer o Heitor e aí fala uma merda dessas, baseada no simples fato de que não acho a série Souls impecável e me masturbo diante do pensamento dela.

          Foi um tanto irônico entrar na sua conta do Disqus e ver que 90% dos seus comentários são feitos em notícias/artigos sobre super-heróis, provavelmente um gostos mais infantis que se possa ter. O seu próprio argumento cairia como uma luva para você, mas ele é um argumento simplesmente tão idiota – afinal você está associando a série Souls à maturidade, o que me fez rir alto aqui -,que é melhor não me dar ao trabalho de o fazer.

          Além disso nesses dois curtos parágrafos você dá saltos lógicos e despeja mais falta de conhecimento, tudo em prol da defesa de algo que você, ironicamente em sua infantilidade, mostra sinais de não suportar ver visões adversas. Você ignora completamente o histórico de design pelos quais jogos passaram, sobre por que eram mais difíceis no passado e foram progressivamente ficando mais fáceis (e aptos de serem terminados), e por qual motivo há um “pegar na mão” hoje em dia. E ainda por cima enxerga esse ato de jogos guiarem jogadores como um maniqueísta, como se só houvesse o “pegar” e o “não pegar”, deixando de lado toda a gama de possibilidades que há entre isso.

          Se você quer proferir suas ignorância para defender seu amor incondicional a algo, por favor, vá em frente. Só não me cite quando estiver fazendo isso. Você não me conhece e só está falando merda quando pensa que o sabe.

          • losk

            Parei de ler em “entrar na sua conta do Disqus”.
            Nossa, eu não vou ler 4 parágrafos de vc chorando, só pq eu disse que vc gosta de coisas mais infantis.
            Mas se vc tbm quiser o meu facebook eu te passo ele.
            Até mais.

            http://www.grupounidas.com.br/arquivos/2014/09/big_foto_mini-painel-eva-cebolinha-r0443_1_49.jpg

          • Felipe Oliveira

            Eu acho engraçado como algumas pessoas tem a necessidade de empurrar seu gosto pessoal a terceiros. E se esses terceiros discordarem, suas opiniões não valem de nada. Eu particularmente não vi em momento algum o Heitor dizendo que o jogo é ruim, pelo contrário, ele apenas não gosta. É o direito dele. Eu também não me interessei por nenhum da série Souls, e inclusive o Bloodborne que é mais “fácil”, não me interessou. E antes que venha com o mesmo discurso sem embasamento, eu zerei battletoad e contra 1~2 no SNES (console, não emulador). PS: Acho ambos, tanto a série Souls como o Bloodborne jogos muito bons, apenas não me atraíram o interesse em dar continuidade ao jogo.

          • Lucas Silveira

            Eu não quis menosprezar opinião ou gosto de ninguém.
            Eu só quis falar que p mim antes de ouvir o programa já era óbvio que o heitor não iria gostar do jogo. E ao ouvir o cast…

            Depois salientei um ponto na critica dele, onde ele reclamou que o jogo te faz repetir muito. Sobre jogos infantis, é óbvio que Bloodborne não é sinônimo de maturidade, mas existem jogos que são mais infantis que ele, correto?

            Mas não acho o Bloodborne o melhor jogo do mundo e tbm não acho que quem zera ele é um super jogador.

            Mas se vc nunca jogou, da uma chance para o jogo…vai que vc curta.

    • Tanto que o jogo não é tanto sobre melhorar armas e upar o personagem, mas sim tornar o jogador melhor. E isso é a melhor parte!

  • yello

    Voces conseguiram errar tudo do itagaki haha. Ele fez Dead or Alive!

  • Tormund

    Heitor, uma dica que talvez mude sua forma de encarar Bloodborne ( algo que eu não vejo muito as pessoas falando): o jogo não quer que você entre em um ciclo de repetição, pelo contrário até, ao fazer você morrer na mesma área ou pelo mesmo inimigo diversas vezes, ele está dizendo uma das duas coisas: você não está pronto pra essa área, vá pra outro lugar, ou, TENTE UMA NOVA ABORDAGEM.

    E essa última é muito importante, sério, quando digo nova abordagem pode ser realmente qualquer coisa, inclusive simplesmente passar correndo por um inimigo que está te frustrando, chamar alguém no coop para ajudar, ou procurar um jeito de “trapacear” até.

    Só pra ter uma noção, com um exemplo dos lobos que você deu: Eu sou muito familiarizado com a série Souls, e estou com umas 10h no Bloodborne e ATÉ AGORA eu não consigo lidar direito com aqueles lobos na ponte. Com um, sim, mas os dois ao mesmo tempo me destroem de vez em quando. O que eu faço? Saio correndo entre eles, entro numa casa que tem a esquerda e mato eles pela porta pois eles não conseguem passar por ali. Simples.

    O segundo chefe do jogo (o padre) me zuou muito, cheguei várias vezes faltando apenas um ou dois hits para matá-lo e morri, cheguei a um ponto de ficar sem blood vials e tinha que farmar a porra toda de novo. Isso me frustrou muito. Não queria ficar farmando vials, isso é repetitivo e chato e tava estragando minha experiência. Então chamei um cara no coop e matamos eles juntos. Acabou a frustração e eu pude explorar uma nova parte da cidade.

    Quando chego em uma parte extremamente frustrante no jogo (e entrando no ciclo de repetição chata que vc disse) eu apenas tento fazer o jeito mais fácil/covarde possível e passo logo para a próxima parte, que geralmente significa uma experiência nova, seja um atalho que vai te poupar todo esse trabalho da próxima vez, seja novos inimigos, um chefe ou uma área completamente nova. O jogo vai te recompensar mantendo o ar de novidade sempre.

    Não sei se isso vai te convencer, provavelmente não, e talvez você até já saiba disso, mas quem sabe não te dá um novo jeito de olhar para os desafios da série.

    • Felipe de Albuquerque

      Pois é, em qualquer jogo da série Souls, matar o player é dizer pra ele “você está fazendo isso errado”. É diferente dos jogos mais “casuais” que vão dizer isso pra você de forma óbvia. Na série Souls o mais importante é o jogador evoluir, e não o avatar dele, por isso que jogadores mais experientes conseguem terminam os jogos no level 1.

    • Heitor De Paola

      Não creio que levava em conta encarar dessa maneira, sempre tentei matar tudo que encontrei, então não sabia não.

      Me parece interessante ter que avaliar cada situação assim. Mas realmente, eu não liguei mais o jogo desde a nossa gravação e acho muito difícil que o faça novamente. Como disse, eu acredito em todos quando dizem que há algo maravilhoso esperando do outro lado. Mas não adianta, eu acho o core da ação dele chato, não me engaja em nada.

      • Guest

        Sobre Bloodborne: não acho que jogos da franquia Souls precisam de tempo para vc começar a apreciar. Quando comecei DS2, meu primeiro, de cara senti que o combate era muito prazeroso (Ai q delicia). Depois venho um momento de grande frustração, no chefe “Perseguidor”, até aí tudo no jogo me agradava e era prazeroso. Acho q, se vc não gosta dos comandos, do feeling do personagem e do estilo de combate não vale a pena insistir muito. Quero dizer q, o prazer de superar um grande desafio não é tudo no jogo, e vc vai passar a maior parte do tempo matando “mobs normais” e morrendo pra chefes, se isso tá insuportável, let it go

      • Fabiano

        Na verdade o que há de bom está a sua volta já, mas você está achando que está mais adiante. É igual Munster Hunter, onde as pessoas estão tão acostumadas a matar monstros para ganhar recompensas que não percebem que matar o monstro é que é a recompensa, e aí acham ele um jogo sem objetivo. O aprendizado que o jogo traz é fantástico, um dos poucos jogos de hoje em dia que te ensina algo pela prática e não por um tutorial convencional. Mas se a ação não te agrada não tem jeito mesmo kkkk.

        • Heitor De Paola

          Algo que percebi jogando mais no fim de semana (que bate com o que a pessoa abaixo disse, mas não tenho como marcá-la por ser guest) é que o lance que diziam de “você vai precisar de umas 30 horas para sacar o jogo” não é preciso, e é um fato que mais afasta do que interessa.

          Eu concordo que ele é obtuso em suas primeiras horas… mas algo como duas ou três. Depois disso se tornou bem mais palatável, especialmente depois de passar da primeira área.

          Eu não acho que seja particularmente o jogo mais legal do mundo. O caminho até os chefes, no geral, me é um pouco tedioso. Mas as lutas contra eles são bem divertidas.

    • Fabiano

      No meu caso, foi no padre que eu aprendi a dar parry. Aí apenas ficava parado, quando ele atacava eu dava um tiro, colava a atacava.

  • Raphael Campos

    Adorei o Podcast, ainda não joguei Bloodborne mas, com as dicas que peguei com pessoal vou entrar no mundo do jogo com muito mais cuidado.
    Heitor, sei que pode parecer uma coisa muito chata e só eu posso pedir isso mas, sinto falta das capas nos arquivos de MP3. Tenho complexo por organização e fica tudo muito mais organizado com os jogos mencionados no Podcast apenas pelo desenho da capa. Se for possível poderia adicionar novamente nos novos arquivos?

    • Heitor De Paola

      Hum, quem cuida disso é o Teixeira. Vou ver com ele o que há de diferente.

    • Estranho, Raphael. Todos os arquivos vão com capa. Inclusive baixei o último aqui e ele está com capa também. O que eu sei é que nos tocadores de Podcasts elas nao aparecem (não sei o motivo), mas o arquivo em si está com capa sim, desde o primeiro Mother.

      • Raphael Campos

        Obrigado Caião, vou tentar baixar novamente aqui e se ver se tem algo errado com o Download. ^^ Abração

  • Rodrigo Pillotto

    Por um segundo meu olhos brilharam quando disseram que iria ter um convidado na semana que vem para falar mais sobre o Bloodborne.

  • Ricardo

    O Heitor é leite com pêra , não sabe o que é bom … Já não basta o Teixeira ter aloprado o Last Of Us quando este foi lançado ( PERDEU A CREDIBILIDADE pra mim ) …
    Na época dos 08 e 16 bits , ( quase ) todos os jogos eram como a série Souls , ou se aprendia a jogar direito ou ficava travado no jogo …

    Teixeira , você é do Ceará ? Pergunto isso porquê tenho muitos amigos cearenses e eles tem uma cabeça bem parecida com a sua …

    • Heitor De Paola

      Só para melhorar a imagem que você tem, gostaria de ressaltar que tenho ainda menos apreço a The Last of Us do que o Teixeira.

    • Peraê, tchô ajudar mais um pouco nessa sua visãozinha ae:
      Left Behind dá um pau fenomenal na campanha original de The Last of Us.

  • SouoMaia .

    Seria Bloodborne o melhor jogo de H.P Lovecraft ? não sei, senti falta de um comentário sobre os mistérios dos game (sei que não rola spoleir), mas assistindo alguns videos do @jogabilidade fica claro quanto estranho e esse game.
    Que venha o Sr @tengumaru sempre é bem vinda a participação dele.

    Otimo cast!

  • Diego Cardoso

    Que bom que outras pessoas já vieram aqui falar o que eu estava agoniado pensando no transporte! Sinto que vai haver muitas opiniões como a do Heitor por ai ainda. Aquela máxima de que a série Souls não é para todos é pedante, mas também é verdade. E isso vale igualmente para Bloodborne. O problema é que todos os donos do PS4 estão sedentos por um grande título que justifique o console. A frustração vai comer solta. Ou não, quem sabe Bloodborne vai tirar a série do nicho como vocês insinuaram?

    • Heitor De Paola

      Não é um dado de maneira muito confiável. Mas hoje matei meu terceiro chefe no Bloodborne, o que concede dois troféus ao jogador (um de derrotar o monstro e um de pegar um item no corpo dele).

      Os troféus dos dois primeiros chefes já são dados como comuns, porém esses dois outros troféus, do terceiro chefe, já caem para raro, o que indica que um número bem menor de pessoas o adquiriu. Pode ser, é claro, que isso vá mudar rapidamente nos próximos dias. Mas é chamativo que em uma semana tão poucas pessoas tenham pego um troféu equivalente às dez primeiras horas do jogo.

      Meu palpite continua sendo o de que ele deve continuar apelando mais ao próprio nicho. Mas deve haver uma expansão de base de usuários pelo simples fato de que muitos estão sedentos por jogos no PlayStation 4.

  • Pierre Ogeda Mota

    Gelera me corrijam se eu estiver errado. Acho legal comentar isso, pq eles deixam o assunto em aberto no podcast e ninguém comentou sobre. As armas de fogo servem pra dar parry, vc atira no inimigo quando ele atacar, assim ficara atordoado, só atacar ele com R1 e vai dar o golpe visceral tirando muito dano. Parece muito efetivo, já que da para ultilizar o Perry a longa distância, facilitando o treino e a eficácia nas batalhas.

    • Diego Cardoso

      É isso mesmo Pierre, a arma esta fazendo as vezes do escudo nesse jogo, acho que isso chegou a ser citado. O dano dela em sí é tosco no inicio, não sei se isso pode escalar para algo relevante pra frente no jogo. Mas de fato parece que ela esta ali pra incentivar parry+riposte, uma mecânica que nem todo mundo explora

      • Heitor De Paola

        Isso continua sendo verdade, vocês sentem? Porque eu desencanei de usar a arma em uma mão só, deixando-a sempre transformada em algo maior (no caso, primariamente aquele machado que você pode escolher no início) e o jogo está BEM mais tranquilo dessa forma. O porém é que não tenho acesso à arma, então a ignorei completamente até agora. E não tinha intenção de passar a utilizá-la novamente, já que estou tendo mais sucesso com a configuração atual do que com qualquer outra.

        • Tohno Shiki

          Em relação a armas eu acompanho um pessoal que está criando a rota para speedrun desse jogo e realmente o meta que está predominando é alabarda, de início, hand cannon / lança chamas / calibre 12 e machado bem mais para frente (o canhão provavelmente será nerfado que nem “hexes” no Dark Souls 2) para PVE.
          Para PVP ainda não testei nada mas sinto que esse esquema de riposte vai ser extremamente importante como uma tática para o pessoal que usa armas de longo alcance com as duas mão, já que dead angles, back stabs são mais difíceis nessa versão pelo que estou sentindo na parte PVE

          • Heitor De Paola

            Hum, como não tenho intenção de fazer nenhuma forma de Speed Run (tô indo de boa no meu ritmo) acho que vou continuar concentrado na forma de jogar que tem dado certo para mim. Tanto que só melhoro os stats relacionados a isso, ignorando totalmente os que melhorariam o uso da arma e tal.

          • Tohno Shiki

            O pior o que eu queria dizer é que o seu jeito é jeito mais efetivo, machado duas mão, não uso de armas (tomando em conta o pessoal que quer terminar o jogo com o menor tempo possível, caramba eu preciso escrever melhor haha)

          • Maf

            Se a arma em duas mãos ta dando certo pra vc, vai fundo, mas tenta pegar o jeito do parry, eu não duvido que exista algum boss em que seja quase obrigatório usar parry.

            Só toma cuidado ao usar o ataque carregado das duas mãos, parece interessante pelo dano mas te deixa muito vulnerável pela demora/perda de stamina.

          • Heitor De Paola

            Eu meio que estava usando quase que exclusivamente o ataque carregado (normalmente dava tempo de fugir mesmo depois de errá-lo). Mas deu para ver que, a não ser que seja para dar um stagger em um inimigo (e alguns chefes) não vale a pena. Em um chefe específico o ataque carregado estava tirando cerca de 120, enquanto o ataque com o L2 (com a arma estendida) tirava cerca de 100 e me deixando ainda com um monte de estamina. Tenho me focado mais nisso mesmo.

        • Diego Cardoso

          O negócio é saber dosar as coisas, já que a arma em duas mãos tem animações maiores.O uso ideal dela é nas situações em que você tem que controlar dois ou mais inimigos para que eles não cheguem perto de você. Como eu disse eles tentaram incentivar o parry+riposte com armas de fogo, mas é um trabalho pq vc precisa achar o ‘sweet spot’ se cada inimigo, e sempre é um risco. Estou ouvindo muito mimi da galera que se escondia atrás do escudo, a arma de fogo mudou toda a lógica do negócio. Nessa a galera de esquiva (eu incluso o/) se deu bem!

          • Fabiano

            inclusive, perto de onde eu aprendi o parry tinha um escudo, como que dizendo “e aí, ainda sente falta do escudo? não, né?”

        • Fabiano

          O machado transformado não te deixa usar a arma? não sabia disso. Estou usando a espada/chicote e ela me deixa usar a arma normalmente. Anyway, se você achou um modo mais confortável pra você, então vai fundo! Só não tenha receio de mudar de estratégia quando for necessário. Diferente de DS1, Bloodborne me parece estimular um pouco mais de variedade no estilo de combate.

        • Juliana Foini

          Alguns inimigos o parry é até mais fácil. No 2o chefe achei a primeira forma mais vulnerável ao parry, por exemplo. E, Heitor, permita-me discordar quando fala sobre repeteição na série Souls. Acredito que fazer a mesma coisa esperando resultados diferentes vai levar apenas a frustração. Esse é o bacana da série, você pensar no que pode estar fazendo de errado e reavaliar o combate. Acho que você deveria dar mais uma chance, no Shuffle do jogo deu pra sentir sua satisfação quando o Henrique conseguiu matar o The One Reborn! Hahaha, abraços.

          • Heitor De Paola

            A gente vai até falar mais dele no próximo podcast e diria que dei mais uma chance a ele, sim. Joguei cerca de 10 horas, derrotei três chefes. E há coisas que gosto nele, com certeza. Ainda estou pensando sobre, mas diria que no geral acho que há algum problema com a primeira área. Talvez por parecer longa ou por não haver lanternas nela até você derrotar o monstro da ponte. Mas no geral achei as outras mais tranquilas. E depois que me adaptei a usar apenas a arma alongada comecei a me dar melhor também.

            Mas uma coisa que não consegui sentir de jeito nenhum é isso de que não devo continuar tentando fazer a mesma coisa (que outras pessoas também disseram). No geral eu não sinto que falho porque estou fazendo algo de errado, mas sim porque, digamos, apertei círculo na hora errada. Mesmo sabendo o padrão de ataque dos chefes e os antecipando, ainda acontece de eu desviar na hora e errada e morrer (ou ficar perto da morte). Assim, foi questão de voltar e, basicamente, apertar círculo corretamente um número de vezes o suficiente para derrotá-los. O que deu certo até agora.

    • Fabiano

      Me parece que o Miyazaki ficou tão puto com todo mundo matando o Gwyn só dando parry, que fez um jogo inteiro só pra todo mundo ficar dando parry eternamente kkkk

  • Luciano Cardoso Rufino

    Veremos o que o heitor vai cagar no bloodborne…

  • Lianker Lopes

    Acredito que pra dublagens de games hoje em dia é regra mostrar as cenas, a Pitty (que diga-se de passagem fez uma dublagem horrível) também teve esse recurso quando dublou o MK X

  • Maf

    Teixeira, na verdade pra quem ta acostumado com o multiplayer battlefield, eu recomendaria manter distancia do hardline, ele ta muito quebrado em diversas partes, e alguns objetivos são só uma reformulação meia boca de modos que já existem. Fora que os mapas são bem sem graça quando comparados com os outros em questão de tamanho e alterações, até o Levolution que foi uma coisa muito interessante no 4 não foi incorporado nesse.

    Pra quem quer começar a jogar battlefield, eu recomendo ir no 4, que agora que foi corrigido muitos problemas do lançamento, é um jogo ótimo e continua com muitos jogadores no PC (até mais que o hardline no lançamento)

  • Victor Domiciano

    Caras percebi que desde que a Activision saiu do grupo Vivendi ela mudou algumas coisas –

    -a quantidade de jogos lixo diminuiu a quase totalidade (os que saem são no minimo medianos, como o Tony Hawk HD e Legend of Korra);
    -ressuscitaram a Sierra com foco em indies e apostando e algo diferente como o White Night;
    -o ultimo COD foi bom (por palavras do próprio Caio) e agora o ciclo de desenvolvimento de 3 anos – mesmo anual cada estúdio terá agora 3 anos, o que trará só benefícios pra série;
    -a mudança de direção da Blizzard em desenvolver jogos menores mas com fator replay infinito.

    Estou mais esperançoso em lançarem um novo Guitar Hero e Tony Hawk – o primeiro sei que as cagadas do passado impedirão tocar músicas de games anteriores comprados, mas se derem um bom suporte e um sistema de assinatura terá uma boa vida util. Já Tony Hawk se focarem no modo arcade mesmo, feijão com arroz da versão remaster (nada muito grandioso, pode ser por download mesmo) já será um bom avanço.

    E do Kojima trabalhando em novos jogos vejo a possibilidade maior dele ir pra um estúdio grande do que trabalhar com indies. A Bethesda tem o Shinji Mikami e um pé já no japão seria uma possibilidade. Outra mesma pode ser a Activision – imagina um dos COD escrito abaixo “A Hideo Kojima game” ? Ambas tem grana e darão o mundo pra um cara como ele.

  • Arthur Araujo de Souza

    oi

  • Raul Mendes

    Alguém tinha dúvida que o Heitor não ia gostar?! Cara chato pra caralho e com um gosto de mongol. Me espanta ele ter gostado do Dragon Age…

  • Leonardo Avila

    Sobre Bloodborne: não acho que jogos da franquia Souls precisam de tempo para vc começar a apreciar. Quando comecei DS2, meu primeiro, de cara senti que o combate era muito prazeroso (Ai q delicia). Depois venho um momento de grande frustração, no chefe “Perseguidor”, até aí tudo no jogo me agradava e era prazeroso. Acho q, se vc não gosta dos comandos, do feeling do personagem e do estilo de combate não vale a pena insistir muito. Quero dizer q, o prazer de superar um grande desafio não é tudo no jogo, e vc vai passar a maior parte do tempo matando “mobs normais” e morrendo pra chefes, se isso tá insuportável, let it go