Heitor e Teixeira ainda estão no “detox” de Bloodborne, com isso o Henrique chega com Axiom Verge e Republique, além de uma passada por Codename STEAM.

Chega mais!

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Participantes:

Caio Teixeira
Heitor de Paola
Henrique Sampaio

Assuntos abordados:

25m – Axiom Verge
44m – République
55m – Codename STEAM
1h08m – Atualização semanal de Bloodborne
1h31m – Notícias
– Binding of Isaac Rebrith vai sair para Xbox One, Wii U e New 3DS (motivo é o hardware mais capaz)
– Quantum Break adiado para 2016
– Fire Emblem ganha data para 2016
– Shin Megami Tensei X Fire Emblem (Illusory Revelations)
– Novos jogos para o Mii Plaza
– jogos de 64 e DS no Wii U
– Demos de jogos de NES por 3 minutos com Amiibos
– Lucas no Smash (e votação para mais lutadores)
– Mario Kart 8 200cc
– OnLive vai encerrar seus serviços no fim deste mês. A Sony comprou “partes importantes do OnLive”
1h54m – Emails

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  • Bruno Araújo

    Kkk, atualização semanal.

  • Alexandre Barbosa da Silva

    Fiquei com vontade de jogar République… vou procurar!

    Fora isso, cara, com eu estou esperando por Quantum Break! Foi uma das maiores razões pra eu comprar o XBOX One no lugar do PS4 (junto com Sunset Overdrive, mas o motivo principal foi Halo mesmo). Mas o adiamento não foi tão impactante tanto pelo motivos mencionados no cast (tem fucking The Witcher 3, Batman, e eu ainda nem joguei Dragon Age Inquisition), quanto por eu já esperar que fosse acontecer, dado o histórico da Remedy de lançar um jogo a cada milênio… E falando nisso, o motivo do meu comentário:

    Joguei Alan Wake há poucos meses, tinha um PS3 e fui adquirir um 360 só no ano passado e depois de jogar todos os Halo que consegui em sequência (e gostar mais dessa série do que jamais imaginei possível), fui jogar este que é considerado por muitos um exclusivo de não muito peso do console da Microsoft. Não tinha como me surpreender mais. Com o tempo percebi que o jogo era muito mais voltado pro espetáculo e pra ação do que para o terror em si e comecei a aproveitá-lo muito mais. Enfim, jogão. acho que as pessoas que não gostaram tanto na época podiam dar uma nova chance ao game (pelo menos jogar até a parte que o Heitor citou, a cena do palco que é simplesmente fantástica). Minha única reclamação é quanto ao final, que faz o game parecer algo incompleto, já que mais dois capítulos são DLCs.

  • Fabiano

    Só pra esclarecer: axiomas são o “átomo” da lógica matemática, os conceitos mais primitivos e que não podem ser provados por conceitos ainda menores, devendo ser considerados como máximas. São conceitos como “dados dois números, sempre haverá um terceiro que é a soma dos outros dois”, “não existe divisão por zero” e coisas do tipo. Só não faço idéia do que isso significa no jogo…

    • Heitor De Paola

      Ahá! Então eu não estava completamente errado!

  • Bruno Oliveira

    Sobre o Code Name: Heitor não sabe de nada.
    =P

    • Fabiano

      Code Name: Heitor seria o jogo sendo movido por heitores ao invés de vapor?

      • Bruno Oliveira

        Faz todo sentido biológico. XD

  • Alexandre Cassemiro

    Esse foi o mais próximo de um loop que achei no youtube:

    https://www.youtube.com/watch?v=Iukq2oo9tWs

  • Insidia Rock

    Poxa overloadrs, to bolado a um tempo com o preconceito velado e auto-negado de vocês. Motivo: Pegar no pé do Henrique sobre ele “não ser gay o bastante”. Como se pra ser gay você precisasse agir como menina, entender tudo de moda e notar cada detalhe sobre decoração de interiores. Acho que vocês sabem que isso não tem anda a ver. Me espanto do porque o Henrique não responde isso dessa maneira, porque ele não tem a obrigação de passar em um “teste de gay” pra sabe que é. Assim como não existe um teste de hetero. Isso é algo muito além desse tipo de coisa, e você acabam mostrando que estão presos a esterótipos ainda, por mais que se julguem super progressistas.

    • Insidia Rock

      Nada contra vocês, apenas um alerta caso seja necessário, sei lá. Abraços.

    • Fabiano

      É uma piada entre eles, deixa de ser chato.

    • Adrien Pirmez

      eu acho que eles estavam só .. brincando de bulinar, brincadeira sem málicia. Me desculpe mas achei engraçado.

    • proveta

      E quem disse que não existe estereótipo de hétero? Isso é o que mais existe, e está relacionado ao sexismo, aliás. Coisas sendo separadas como de meninos e de meninas. Sobre a brincadeira dos participantes do podcast e sua reação diante dela, creio que ser politicamente correto em excesso é desnecessário e acaba tendo o efeito de reforçar o preconceito nas pessoas, pois torna o assunto um tabu e ninguém gosta de viver sendo censurado. O humor pode ser danoso quando feito com o intuito de denegrir alguma minoria, mas também pode ter o efeito de ridicularizar certos preconceitos justamente ao reforçar o ridículo do pensamento que os permeia. O Henrique deve saber bem que o intuito do Teixeira ou do Heitor é justamente ridicularizar o estereótipo do gay, expondo a visão “caixa fechada” que as pessoas tem sobre aqueles que tem essa orientação sexual.

  • Leandro Tavares

    Também estou jogando Axiom Verge e cheguei num pedaço após pegar o dispositivo de códigos de acesso e inserir o código Reveal-Subran em que não consigo achar por qual ponto do mapa avanço com o jogo. Alguém ai tem alguma luz???

  • Patrick Ribeiro

    Muito legal o podcast. Eu acho engraçadíssima a discussão de vocês sobre Bloodborne. Achei o jogo muito bom, embora tenha notado uma certa rotina nos bosses maiores. Todos parecem ter o mesmo padrão de ataque: “ataque fodástico vertical, ataque basicão lateral e repete”. Isso me decepcionou um pouco. Acho que pra mim o chefe mais sofrido foi a “Babá” dentro do pesadelo. O jogo no geral é difícil, mas vocês vão ver quando chegarem nos dungeons, especialmente no 3º.