É sério, é a última vez que falamos de Bloodborne… Ou pelo menos até o final do ano… Esperamos.

Chega mais!

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Participantes:

Caio Teixeira
Heitor de Paola
Felipe Felix

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  • João

    Sem a minutagem eu me sinto com frio e com medo

  • FSalesPN

    Por mim pode mandar mais bloodborne. Eu nunca joguei algo da série souls e fico animado com as histórias que vocês contam.

  • Rodolfo da Silva Carvalho

    Não vejo problemas em contar mais histórias de Bloodborne. Adorava
    quando vocês falavam das aventuras no mundo de Skyrim no Game on the
    Rocks.

  • Douglas Lopes

    Mandem bloodborne sem medo…

    É sempre divertido ouvir o Caio com seu comentário: “… e corri que nem uma puta, fuuuuuck, fuck, fuck, fuck…” kkk

  • Flauber Vieira de Melo

    Teixeira, sim os gestos do Bloodborne são de fato feitos com o sixaxis e…Heitor, por isso mesmo você sentava após pegar os itens. Como assim? Você tem de SEGURAR X para só assim mover o controle como indica o menu, segurar X ativa o sixaxis. Ou seja, você pegava um item qualquer com X, pressionava demais e depois abaixava o controle. 🙂

  • Felipe de Albuquerque

    Cade as marcações dos minutos e tal?

  • Guilherme

    sem saber quem participou eu só posso deixar a minha imaginação correr solta

    2 heitores… hmmmm

  • gustavo dias

    A semana de vocês deve estar apertada pelo visto.

  • Gustavo Almeida

    Só queria deixar um adendo sobre bloodborne nesse humilde comentário. Primeiro, é claro ver que a From Software tem um cuidado e uma qualidade muito grande com a direção de arte, mas infelizmente ela nao é perfeita quanto a execução, o jogo inteiro é facil perceber que a ideia por traz daquela area ou boss era incrivel, mas as vezes ficamos presos em pedras, a camera nos atrapalha, etc.

    Por opiniao, eu acho que Bloodborne, como qualquer outro jogo da série souls, é como se fosse um filme “cult” em que pessoas vão assistir e pensar “perdi meu tempo” e outras vão assistir e pensar “esse filme me tocou de alguma forma” e achar aquelas +/- 2hrs incriveis e intensas e refletir dias e dias.

    E pra essas pessoas, é como jogar journey pela primeira vez e quando termina vc se da conta de que é um tipo de experiencia que voce nunca sentiu antes. Porem não se pode cobrar que todos tenham a mesma experiencia,

    • Fabiano

      Pois é, aconteceu com a série souls o que sempre acontece com obras cult quando ficam muito famosas: muita gente odiando e chamando os fãs de idiotas, e os fãs amando e chamando os haters de incapazes de apreciar a obra. Pessoal devia compreender que existem obras que não são pra todo mundo, não por serem superiores, mas por serem apenas diferentes.

  • Alan Roger

    Alguém sabe me informar o nome do jogo da menina com o urso acima?

    • Heitor De Paola

      Finding Teddy 2.

      • Mirella Braga

        A descrição desse jogo me fez lembrar de “Cadê o Léo”, que passou no ratimbum (eu acho), que era basicamente uma história do menino indo procurar o leão de pelúcia dele e embarcando em uma aventura no processo.
        Bateu uma nostalgia forte aqui.

  • rodrigo

    mais bloodborne? eu acho que tapoko.net

  • A MORTE

    Bem vindos a mais um BloodborneCast.

    Não deixem de conferir também o nosso BloodCast e o BorneCast.

    Brincadeiras a parte, gosto do trabalho de vocês, mas tá bem cansativo essa repetição de Bloodborne , foi a primeira vez que adianto um PodCast para pular um assunto.

  • KappaKeepo

    mais bloodborne por favor

  • Vim aqui só pra dizer que eu adoro como sempre tem música do Toe Jam & Earl na trila do podcast. Muito bom! Editor 100/10. Haha!

  • Leonardo Calça

    Igreja da Mulher Meleca. Primeiro dos Homens do Saco. Ok, acho que ta na hora de eu jogar Bloodborne hahaha

  • crowsg

    Para os ouvintes que não jogaram Bloodborne ainda, tentem aprender a usar o parry antes de dispensar as armas de fogo rsrs, pode ser que acabem não gostando que nem o Teixeira e o Heitor, mas elas realmente deixam o jogo bem mais fácil se você conseguir encaixar elas no seu estilo de jogar. Mas em geral, se você seguir a atitude do Heitor de não tentar correr pro boss depois de morrer, você deve se dar bem.

    E Teixeira, é bem subjetivo qual é o estilo de jogar “mais difícil” de Dark Souls (tirando é claro, finalizar o jogo no level 1, sem armadura e de faquinha, sim, já fizeram isso) mas em geral, usar escudo e armadura pesada é considerado o mais fácil. Tem gente que acha magos overpowered, mas outros não conseguem se acostumar com o timing das magias e a maior fragilidade dos personagens. Enfim, se você quer desafio, basta não usar escudos, o jogo meio que se trivializa se seu personagem for “tank” demais. Ah, e se seu personagem for primariamente de melee, é bom ter um arco e flecha de reserva, ele te salvaria de muita dor.

    • Fabiano

      Fechei DS1 só na magia. Me julguem.

    • Rodrigo Pillotto

      Concordo contigo quando ao modo de jogar de Dark Souls “fácil” vai muito do seu estilo de jogo, eu por ex, mesmo com escudo, ignorei totalmente o parry no singleplay.

      Mas eu já acho que os magos são bem mais tranquilos, pelo menos na minha experiência. Eu zerei primeiro com um melee e rapaz, foi complicado nos chefes, por ter que ficar colado nele qualquer vacilo, precipitada, é quase morte certa, já com o mago ainda tem uma certa margem de segurança devido a distância.E algumas magias realmente tiram danos absurdos dos chefes. (por ex, o Dragão Guardião do DSII).

      • Fabiano

        Tem algumas dificuldades em jogar só com magia. Como tem usos limitados, você não pode errar muito os ataques; a animação é longa, não pode ser interrompida e te deixa vulnerável; quase todos os chefes têm alguma forma de te atingir a distância; você precisa upar pra carregar mais magias; e algumas magias mais fortes só podem ser obtidas em condições muito específicas. E também tem alguns chefes com pontos cegos próximos ao corpo, então meele às vezes é bem mais vantajoso.

        • Rodrigo Pillotto

          Bons Pontos!
          Talvez minha percepção esteja alterada, já que como joguei a segunda vez com mago, já conhecia os padrões de ataque dos chefes e já sabia o que esperar deles.
          Outro ponto em favor do melee é que ele é mais maleável, se um chefe tem fraqueza a um elemento dá pra usar uma resina na arma, o mago não tem esse boi..

          • Fabiano

            pra jogar bem como mago é preciso conhecer muito bem os padrões de ataque deles. Começar como mago é pedir pra apanhar mesmo, mas no NG+ fica bem de boa.

          • Rodrigo Pillotto

            como de fato é memo

          • Tohno Shiki

            E quando você pega o esquema de esquiva dos chefes e aprende a usar RTS (Red Tear Stone + Dusk Crown + Ring de aumento de dano) do CrappleMage, você leva um golpe e morre, mas o dano dado no chefe é ridículo (Dark Bead a queima roupa é incrível)

  • OfudouMyou

    Eu acho que vou passar esse… Num aguento mais bloodborne

    • Fabiano

      passa só a parte do Bloodborne…

      • OfudouMyou

        tentar… se n for muito ^^”

        • Fabiano

          pelo menos é a última vez que falam.

  • Fabiano

    Teixeira, faça um favor pra si mesmo e jogue Dark Souls 1 ao invés do 2.
    Sério, esquece o 2.

    • Mas meu PS3 tá na caixa e eu realmente não to afim de reconectar tudo. O DS2 é só baixar no PS4 e tals… Enfim, aparentemente estou fazendo uma escalada de dificuldade: Bloodborne > DS2 > DS1 > Demon

      • Fabiano

        pra mim, do mais dificil pro mais fácil DS2 > DS1 > Demon Souls > Bloodborne

      • crowsg

        Eu tô jogando Demon’s pela primeira vez e talvez seja porque eu já tenha jogado todos os outros, mas tô achando de longe o mais fácil, principalmente os chefes.

      • Patrick Ribeiro

        Caio, acho que você vai se decepcionar um pouco se jogar o Demons por último. Sei lá, pra ser honesto, o jogo não é apenas difícil por ser, mas também por causa de mecânicas datadas e jogabilidade um pouco inferior ao Dark. Posso estar errado, mas acho que você vai sentir uma espécie de retrocesso jogando o demons depois do dark.

  • Felipe Rodrigues

    Parabéns pro Felix pelo Spoiler de Valiant Hearts! rsrs

    • Caio Favero

      O esquema do cachorro?

      • Felipe Santana Felix

        Hehehehe oi, eu sou o Felix e sou malvado. Gosto de enganar as pessoal. Jon Snow morre. =)

    • Juan Bestagno

      O que ele falou não acontece.

  • Caio Favero

    Gatos, qual é essa música que rola no final?

  • Sobre a seleção de idioma ser por menu ou sistema: basicamente os jogos distribuídos pela WB (jogos dela e da EA), Sony e Rockstar são “travados”. Os da Ubisoft são quase livres (tirando as exceções que vocês listaram: mas no PC a troca é livre sem restrição, em todos os jogos com suporte ao PT-BR)

    Sobre a programação para selecionar idioma: essa de atualizar via patch e ele ficar disponível só se mudar o idioma do sistema é um tanto preguiçosa. Daria muito bem para programar um menu que permita alterar via config, mesmo que para isso seja necessário sair do jogo e executar novamente 😛

  • Bruno Araújo

    Ahhhh, queria ouvir mais histórias sobre Bloodborne de vcs.

  • Bruno Ornelas Guerra

    esse papo de LoL foi bem chato hein.

  • Platynews

    Nintendoland, Wondefull 101 e ZombiU são novas IPs do começo da geração ! =D
    DUAS novas ips da nintendo ! =O

    E Heitor, vc viu esse video sobre o filme do LEGO ?
    https://www.youtube.com/watch?v=zs4dCNO4A84

  • Adrien Pirmez

    Muito lol esse podcast. Felipe Felix é da zueira!
    Brincadeiras a parte, o bombeiro aqui, sim bombeiro ^^ dá a dica pro repelente caseiro! Abrços.
    https://www.youtube.com/watch?v=bbzdiCMTzRw

  • Alisson André

    Sem a marcação do tempo… Como vou recortar o cast antes de baixar agora?

  • Juan Bestagno

    Um comentário que não é sobre Bloodborne apenas para variar…

    Hearthstone conta ate o momento apenas com uma expansão, que seria ”Goblins Vs Gnomes” que adiciona mais de 100 cartas novas que podem ser adquiridas através da compra de boosters.

    Alem disso Hearthstone conta com experiencias single-player,chamadas de Aventuras (Adventures), ate o momento essas são duas, Curse of Naxxramas e o recente Blackrock Mountain. Ambos são um conjunto de batalhas contra NPCs com poderes únicos, e cada uma dessas batalhas tem como recompensa cards que apenas são conseguidos ali.

    E infelizmente ao contrario do que o Felix disse, não temos nenhum herói novo alem dos 9 originais ate o momento =(

  • Patrick Ribeiro

    Chat muito legal, e mais uma vez concordo com a grande parte das críticas que fazem em relação ao Bloodborne e aos jogadores “puristas”. Jogo desde o 1o jogo, me considero um entendedor das mecânicas e sinceramente nunca entendi essa coisa de “jeito de jogar”. Não existe um jeito certo de jogar. Nem uma arma certa, nem nada disso. O que existem são certas configurações e táticas para cada tipo de arma que o player usa, que possa ajuda-lo a ter um melhor aproveitamento. Tipo eu terminei o BB com o chicotinho também, e o uso até agora, no NG+. Conheço gente que terminou de machado e foi feliz. O jogo foi feito pra isso pô. Esses fãs que defendem essa ideia insana de “jeito certo” não entendem a essência do game. A única ressalva que faço é em relação as duas armas, que embora não seja obrigatório, é uma opção interessante, já que certos inimigos possuem resistance e vuln a certos elementos como fire e bolt, mas também não é impossível. Parabéns aos participantes pelas opiniões coerentes! Abraços!

  • Insidia Rock

    Sobre Blood Borne, vocês aprenderam exatamente o que um jogador de DS sabe: Não é difícil, é desafiador. Não tenha medo e tenha paciência. Jogue do seu jeito, e não do jeito que os outros jogam.
    Essa possibilidade de poder jogar do seu jeito e explorar esse mundo com os próprios olhos é o que faz jogos dessa serie fantásticos. E claro, o extase de matar um boss (mesmo quando é de primeira, é legal).

  • Marcus Vinicius Lima Martins

    Convidem mais vezes o Felix. Ele dá uma amenizada no ódio de vocês.

    • Diego Andrade

      Ele odeia o Batman, não ameniza tanto o ódio assim! hahahaha

  • Thiago

    1 semana atrasado mas excelente cast, resolveu bem umas dúvidas que eu tinha quanto a dificuldade de Bloodborne e de quebra tirou um pouco do “medo” por conta da chatice da galera que diz que o jogo não permite criatividade ou estilo de jogo próprio.

  • Lucas Medina

    Galera.
    Só um tapa na cara de vocês: Parem com essa porra! Ouvir vocês falando de Bloodborne é incrível!
    Continuem falando se suas experiências estiverem ao redor disso. Faz parte do podcast este compartilhamento de experiências, e que a gente ama tanto 🙂