Voltamos um pouco e rejogamos coisas antigas e/ou que passaram batidas. Foi uma semana amena. Mas as notícias…

Chega mais!

Assine o nosso feed ou baixe o MotherChip #32 – Space Channel 5 e Destiny e escute no seu player predileto

Participantes:

Caio Teixeira
Heitor de Paola
Henrique Sampaio

Assuntos abordados:

9m – The Last of Us Remastered
18m – Space Channel 5 part 2
42m – Red Dead Redemption
50m – Destiny
1h01m – Mortal Kombat X
1h06m – Shovel Knight
1h08m – Crypt of the Necrodancer
1h11m – Notícias
– O fim da Konami… (?)
– Telltale e parceria com a Marvel
– Criadores de mods no Steam podem cobrar pelas suas criações
– Novidades sobre Call of Duty: Black Ops III
1h57m – Emails

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  • Antonio Marcelino

    Imagina se vocês não só pagassem o Patreon mas também pagassem pra cada jogo que vocês falam sobre? Afinal se não fossem as empresas que fazem os jogos vocês não iam ter do que falar. E que no fim só ficassem com 25%
    Não consigo ver como isso não é a mesma coisa

    • Felipe de Albuquerque

      É totalmente diferente. O jogo É a plataforma usada pelo modder. Assim como uma empresa que produz uma engine cobra para os outros usarem sua plataforma, a empresa que criou o jogo criou a plataforma que a outra pessoa usou pra fazer o mod.

      • Antonio Marcelino

        Jogar não seria “fazer algo naquela plataforma” também? Por que não?

        • Felipe de Albuquerque

          Não,pelo menos na mina opinião.

        • Thiago Nunes

          Acho que nesse ponto eu concordo com o Felipe que não, jogar não é “fazer algo naquela plataforma”. Não no mesmo sentido, pelo menos. Quando você joga está apenas consumindo o produto, não utilizando os assets e engine da propriedade intelectual pra criar o seu.

          Dessa forma, a transação entre o Overloadr como empresa e o produto que eles consomem para falar sobre no site e canal do Youtube (os jogos) deles acaba no momento da compra. Se eles compraram (ou receberam cópias para review), eles tem o direito de veicular e editorar conteúdo jornalístico sobre a opinião deles do produto. A comparação não é válida.

          • Antonio Marcelino

            Por que? Não entendo como isso não é usar a criação de outras pessoas para um produto seu. Eles não estão consumindo, estão gerando conteúdo audiovisual a partir da criação de outra pessoa, inclusive com captura de tela

          • Thiago Nunes

            Bom, aí no meu parco conhecimento das coisas vou ter que te jogar “porque a prática do jornalismo funciona assim”. O Overloadr não paga pra cada jogo que falam sobre assim como o Gizmodo não paga pra cada app e gadget que eles escrevem (inclusive, dependendo da situação vira post patrocinado e aí eles são pagos para gerar conteúdo sobre x).

          • Antonio Marcelino

            Eu realmente queria entender essa diferença, porque eu não entendi como não é uma comparação válida. Parece só um julgamento de qualidade

    • Acho que é bem diferente, Antonio: a produção midiática em cima de um produto pode ser consumida sem o produto em si sê-lo. Por exemplo: você pode escutar um podcast nosso sobre Space Channel 5 sem tê-lo jogado – obviamente, se você jogou as referências ficam mais claras. Já com os mods a coisa não funciona assim: eles precisam necessariamente do jogo original, eles são modificações do mesmo (daí o “mod”). Não tem como você aproveitar o mod sem a base dele, ou seja, a funcionalidade não existe sem o original.

      E esse é apenas um dos pontos de diferença, ainda é possível argumentar que a crítica e divulgação da informação estão mais para serviços do que para produtos em si. Mesmo que a publicação tenha de tratá-los como produto para poder sobreviver, para o público é um serviço.

      Os mods são produtos em si, mesmo que dependentes de outros.

      • Antonio Marcelino

        agora entendi. Realmente, a relação do usuário com a plataforma muda tudo

  • O engraçado foi ouvir o Heitor falando que “Daqui a uns 6 meses a gente vai ver como isso fica”. 2 dias depois a treta termina… hehe

    • Felipe de Albuquerque

      hahahahaha
      100% correto

  • Paulo Macedo
  • Thiago Nunes

    O mais engraçado do Caio Teixeira confundir Guilherme Arantes com Biafra é que é a SEGUNDA VEZ em podcast que ele faz isso, hahahaha.

    Mais uma repetição vira esquete da Praça é Nossa!

    • Thiago Nunes

      E, logo depois, vocês repetem também que o cara do Garry’s Mod tem o mesmo nome do Gary Newman do Cars… acho que tô precisando ouvir menos vocês, tá me estragando ser ouvinte de uma falta de memória que eu provavelmente cometeria igual se estivesse no lugar de vocês (sacomé, ladeira próxima dos 30)!

      • Heitor De Paola

        Pelo menos nesse o Henrique não estava TÃO errado. Gary Numan, que canta a canção Cars, soa parecido com “Garry Newman”.

        • Thiago Nunes

          Sim, total. O que achei engraçado é a repetição, de já ter ouvido isso antes.

          Meu humor não é dos melhores, eu sei.

  • O ácido do vinagre é o Ácido Etanoico, também conhecido como Ácido Acético.

  • Tiago Ribeiro Xavier Cordeiro

    Family Share não dá cartinha, só pra avisar.

  • Michael Pereira

    Eu não concordo sobre o The Last of us ser chato de jogar, eu gosto bastante da Jogabilidade que combina com o que o jogo se propõe. Tudo pra mim funciona naquele jogo, desde trilha sonora, história e etc. Salvei no Sobrevivente e me diverti bastante, achei bem desafiador.

  • Tiago Ribeiro Xavier Cordeiro

    Já estava dando nervoso ouvir esse mimimi manhoso do Henrique…

  • Marcus Vinicius Lima Martins

    Retificando uma informação dada pelo Teixera no cast, a indústria de cinema não anda bem como foi colocado. Assim como o mercado de games, o cinema também passa por uma crise bem semelhante àquele, os custos para se produzir um blockbuster (AAA) estão cada vez mais caros e ainda que a arrecadação aumente, o que não acontece com todo produto, o lucro gerado não está compensando tanto. Gastos como o de publicidade estão maiores, dificultando o lucro das produtoras.
    Diversas produtoras e agências de cinema tem fechado nos últimos anos. a Rhythm ‘N Hues Studios, estúdio de efeitos especiais que participou do Vida de Pi fechou logo depois da estréia e com um Oscar na mão pelo calote que levou, resultado de alta produção mais custos elevados. No começo dos anos 2000 a MGM, clássico estúdio de Hollywood pelo pelo processo de venda e passagem dos direitos do 007.

    E ainda temos os salários dos artistas, que diferentemente dos 20 milhões que eram alcançados antigamente, hoje em dia para se conseguir esse cachê somente participando do lucro da bilheteria dos filmes.

  • Armoderic

    Sobre a questão dos mods, bom a coisa toda em si já acabou, mas só vou tentar explicar, ainda jogo o Skyrim e uso bastante mods, porém não sou muito ativo na comunidade como era antes, logo direi o que observei apenas:

    Haviam dúvidas de como a coisa iria funcionar, principalmente questões: dependências, no qual um mod pode depender de outro e ai rolar de conflitos de interesse entre autores; um certo temor que pessoas fossem roubar mods do nexus para upar no workshop (que realmente não aconteceu no curto período); o que aconteceriam se o modder para de produzir? ou se o mod não funcionar? Porém, acredito questão real foi uma reação muito negativa (que em alguns pontos ficou bem feia, com bastante gente xingando uns aos outros). A Bethesa fez um post bem interessante explicando os motivos deles e no fim escutaram a comunidade e voltaram atrás (http://www.bethblog.com/2015/04/27/why-were-trying-paid-skyrim-mods-on-steam/)

    Ah, a Sega não abandonou o pc, tanto que ela ainda continua distribuindo jogos da Creative Assembly, sendo que a pouco foi anunciado um o Total War: Warhammer e há pelo menos outros dois jogos em produção (acho que um online e outro web/mobile, eu acho) e ela ainda tem a Relic (que acho que anda fazendo uns eventos com fãs).

  • Já é a segunda vez que ouço o Heitor falar do problema de jogos de ritmo antigos em televisões novas, porém acho estranho, pois não tenho esse problema. Inclusive tenho em casa televisões CRT e LCD (sem nenhum recurso excepcional), jogo Space Channel 5 (PS2) e Bust A Move (PS1) em ambas (atualmente mais na LCD), e não encontro nenhum problema com relação a falta de ritmo. Será que não é algo da sua TV mesmo?

    E só uma pequena coisa a respeito de alargadores. Uso um de 12mm em cada orelha, e sempre retiro eles no banho para lavar a noite, só tornando a colocá-los no dia seguinte ao acordar. Embora fique parecendo apenas um pequeno corte depois desse tempo, a pele é bem flexível e não causa dor alguma colocá-los novamente. Acho que por períodos pequenos assim, mesmo numerações menores não tem problema.

    • Heitor De Paola

      Não, display lag é um fenômeno que existe em televisões modernas (LCD e tal) e afetar a precisão de certos jogos, especialmente mais antigos, que não eram feitos pensando nisso.

      Não é impossível você jogar algo antigo em uma TV moderna. Mas um jogo de ritmo é mais difícil atualmente do que era antigamente, sem uma CRT. O único que é considerado extremamente difícil, quase impossível, é Punch-Out!! original, na luta contra Mike Tyson. A precisão necessário é muito alta e o imput lag atrapalha.

      Mais informações: http://en.wikipedia.org/wiki/Display_lag

      • Ah, agora sim entendi direito. De fato já havia escutado falar desses problemas, mas pensei que o mais crítico fosse o de sombras nas sequências de deslocamento rápido de câmera. Porém, lendo o artigo da Wikipedia, finalmente entendi o que o tal “Game Mode” das televisões faz, a minha tem essa parada, talvez por isso consigo jogar de boa. Qualquer dia faço uns testes para ver, valeu!

  • André Luz

    rapaz que musiquinha boa do final do podcast hehe

  • Fernando Takeshi

    Não sei se é só aqui, mas eu tenho internet de 100 mb, porém demora 1 hora pra baixar os podcast D:

  • giovana

    FYI: nós REALMENTE não tínhamos terminado Red Dead Redemption quando da gravação deste podcast. :BBBBBB

  • Após ouvir essa edição, não consegui deixar de fazer essa piada:

    Criarei o ModderChip, um podcast semanal dedicado a complementar/corrigir qualquer lapso de informação correspondente ao MotherChip de cada semana – por apenas 5% do Patreon do Overloadr.

    #Ofertão