Esta semana recebemos a visita de Flavia Alves, editora-chefe do site WoW Girl, para falar sobre o declínio de World of Warcraft e os jogos que a Blizzard ainda tem pela frente.

Chega mais!

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Participantes:

Caio Teixeira
Heitor de Paola
Henrique Sampaio
Flavia Alves

Assuntos abordados:

8m – World of Warcraft e Blizzard em geral
57m – Monument Valley
1h02m – Sunset
1h19m – Heroes of the Storm
1h23m – The Witcher 3: Wild Hunt
1h53m – Notícias
– Novo Need For Speed ganha teaser
– Expansão Bloodborne
1h58m – Emails

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  • EU SOU MUITO FÃ DE STARCRAFT! MELHOR JOGO DA MINHA VIDA! SÓ O CAPSLOCK PRA DESCREVER O QUE EU SINTO!

    • Fabiano

      É NOIS!!!

  • lucasvilanovag

    O cara baba o ovo de Skyrim que tem uma jogabilidade de combate horrível e vem falar que os jogos de The Witcher tem um combate ruim?

  • lucasvilanovag

    Venho trilhando um caminho similar sobre o universo de Temeria, comecei o jogo porque vi que saiu tradução, instalei, comecei a jogar e minhas primeiras horas no jogo foram decepcionantes… Nem tinha entendido como fazia pra atacar… dai o jogo travou, mandei tudo pra quele lugar, mas dias depois retomei o jogo e pensei “vou pelo menos tentar sair do epilogo”… bem… sai do epilogo e já no primeiro minuto me surpreendi, o clima que se cria de filmes de terror nos primeiros instantes do primeiro capitulo são épicos!
    Mas essa saga não está satisfeita em criar um universo cativante e um clima realista, vem suas escolhas, no começo são simples mas depois… gastei horas pensando o que eu faria em relação a Scoia’tael ou a Ordem… e conclui que não tinha, nesse caso, caminho menos pior, por um lado uma revolução psicopata e por outro uma ordem opressora, e acabei decidindo esse meu destino pela simples simpatia com um personagem envolvido nesse conflito, o nobre Siegfried, que parece uma peça a parte naquele universo “interesseiro”. Além disso o jogo tem um senso de humor brilhante, personagens convincentes e carismáticos e um universo convincente, não tão simples como humanos, anões e elfos são do bem e mordor e amigos são do mal.
    Já consegui baixar a série e o filme(homônimo a série), agora só preciso das legendas hahahaha.
    Não vejo a hora de ter assistido a série e o filme e tentar caçar meus livros desse universo.

  • lucasvilanovag

    Esse Caio Teixeira fica querendo implicar com coisas bobas e sem noção.

  • lucasvilanovag

    The Witcher 2 & 3 junto com Kingdoms of Amalur: Reckoning são os jogos de RPG de fantasia que tem os combates mais diversificados e divertidos de todos.

  • lucasvilanovag

    Sem contar que só sabem ficar apertando um mesmo botão como em um hack’n’slash, rolando feito o blanka e levam um caldo, então acham que a culpa é da jogabilidade, sistema de combate quebrado e bla bla bla

    Basta um pouco de bom senso e atenção aos detalhes, tem que ir na manha, observar como o monstro ataca e observar a melhor hora de atacar, esquivar ou recuar.

    É tão foda que se você ficar atacando sem parar o monstro fica só se esquivando esperando sua stamina acabar.

  • lucasvilanovag

    O combate não é um espremedor de botão. Você tem que evitar, rolo, desvio e apenas dois diferentes ataques de espada, mas o balanço “Hard” faz fazer muito mais danos do que o balanço do “Fast”. a necessidade de habilidade em combate é definitivamente lá.

  • Hugo Mota

    Cara, vale muito a pena sim fazer craft de armas e armaduras, mas é que basicamente, por ter muitos itens, os realmente interessantes são os que seus diagramas estão naquelas missões de “caça ao tesouro”, os chamados “equipamentos de bruxo” (equipamentos das escolas de bruxos possuem 3 níveis de upgrade, inclusive, cada qual com seu nível e continuação na história). Cada um tem sua própria história, suas missões, dificuldades muito boas no caminho para encontrar os diagramas em si… Além disso, para poder craftar itens melhores, é preciso de ferreiros específicos, de níveis mais superiores; os próprios ferreiros possuem suas missões secundárias que, em minha opinião, são ótimas e cheias de referências. A missão do especialista em espadas (de nome bastante intrigante que não irei falar para não estragar a referência) é uma das melhores que fiz e é bastante recompensadora.
    Sobre os controles, eu realmente não sinto os problemas definidos pelo Heitor, principalmente no combate, e tenho a impressão de ser por estar jogando no teclado e mouse. Sim, concordo com a estranheza da velocidade/inércia, mas, como dito, se acostuma… Nesse caso, estou acostumado desde os jogos anteriores, que sempre achei muito mais preciso jogar com o teclado e mouse. As animações de ataque nas lutas são muito fluídas e responsivas usando o mouse, e acho usar os signos e esquivar no teclado igualmente responsivos.

    De resto, concordo totalmente, é impressionante a imersão e, no caso das referências aos livros, é como se todo aquele universo e, principalmente, personagens que me apaixonei ao ler estivessem tomando vida diante dos meus olhos e é lindo.

    • OfudouMyou

      cara, parei de ler na quarta, quina linha… vou tentar sem

  • Existe de fato uma relação inversa entre a mão com que se escreve e o lado mais utilizado do cérebro (destros ativam áreas específicas do lado esquerdo e canhotos o inverso). Mas quanto à cultura a oriental, o fator determinante na utilização majoritária do lado direito é a linguagem ideográfica (diferente da nossa, fonética, que é uma linguagem mais abstrata, portanto, mas relacionada ao lado esquerdo do cérebro).

    Esse fator de associação simbólica entre ideograma e ideia é algo mais objetivo, tanto é que chineses, por exemplo, falam constantemente sobre comportamentos sociais, emoções etc. por metáforas ou alusões materialistas (“você vai passar por x provação como passaria por essa mesa”, por exemplo). O fluxo de leitura invertido tem a ver com essa estrutura linguística, mas não sei dizer o que é resultado de o quê.

  • Gabriel Maciel Campanini

    Essa coisa de tentar lembrar nomes de jogos antigos (como no caso de um dos e-mails) podia ser um quadro fixo do podcast, né? Conteúdo não ia faltar, porque todo mundo tem um jogo cujo nome não sabe e está agonizando pra descobrir.

  • Felipe de Albuquerque

    Discordo com as afirmações do Heitor e do Henrique sobre Witcher 3. Craftar armaduras e armas é importante sim, dá pra conseguir bastante coisa boa. E o combate não é só button mashing, acho difícil alguém conseguir terminar o jogo sem aprender pelo menos os básicos de técnica de combate.

  • Felipe de Albuquerque

    Sobre esse lance dos DLCs do Witcher 3 eu tenho uma coisa a acrescentar. A CD Projekt Red vai vender expansões pro jogo. Quando eles falam expansões eles estão falando de expansões naquele estilo antigo, de adicionar uma porrada de conteúdo novo. As DLCs menores vão ser gratuitas como foi prometido.

    • Fabiano

      pois é, a CD Poject é desenvolvedora principalmente de PC, então estou esperando que as expanções sejam no nível Blizzard, não no nível Ubisoft.

  • Fabiano

    Heitor, tem um mod de The Witcher original chamado Rise of the White Wolf que melhora o gráfico e a HUD do jogo. Se o bloqueio pra jogar for o gráfico, ele ajuda bastante

    http://zip.net/blrkRt

  • Eduardo Viana

    Sobre o que o Heitor falou (Witcher 3), depois de um tempo os menus de itens começam a fazer mais sentido, assim como os itens. estou com 41 horas de jogo, depois de um tempo eu percebi que estava montando e desmontando itens pra conseguir outros e montar equipamentos. Mas uma coisa é fato: o sistema é bem complicado e quase te faz querer esquecer ele.

    • OfudouMyou

      só não encaro o de cartas… passo batido. tás desafiando a galera?

      • Eduardo Viana

        Estava passando também, mas agora (que a essa altura já passei das 60h) comecei a me divertir com as cartas. é mais simples e estratégico do que parece.

  • OfudouMyou

    Já eu, particularmente, acho que deveria ter um “The Heitcher 3” ou “The Witcher de Paola”, qq coisa do tipo, série de vídeo, já que tem o Teixeira Souls. Witcher 3 só não tá melhor que Dragon Age (ainda) Inquisition. Baum demais!

    • Fabiano

      Tentei muito mas não consegui gostar do Dragon Age. Absolutamente nada daquale jogo me agradou: gráficos, história, personagens, jogabilidade, universo… acho tudo muito ruim ou genérico. Talvez seja doença minha, mas não gosto de nenhum jogo da Bioware.

      • OfudouMyou

        Cara, você precisa de um coração novo … Não pode kkkkk sua bankai acaba de soltar uma lágrima

  • André Luz

    Teixeira vc está achando que cosmonauta e russo, pq tem a estação espacial russa, mas cosmonauta e o nome dos astronautas que passam 6 meses na estação espacial se eu não estou maluco.

      • André Luz

        então eu realmente to maluco e inventei isso não sei da onde huaehuaehuaheu vlw pela informação cara ^^

        • Eduardo Viana

          Eu achei que o Teixeira estava errado também mas não estava. Cosmonauta vem da palavra russa “cosmonaut” que foi a nomenclatura que os soviéticos usaram para os viajantes dos seus programas espaciais. Astronauta vem dos livros de ficção científica do Neil R. Jones e foi adotada pela NASA. A china ,que chegou ao espaço nos anos 80, chamou a galera de taikonauta (taiko = espaço).

  • Juninho da Adalgisa

    O cara não sabe nada do Sunset e fica o tempo todo querendo colocar o jogo pra baixo. Devia se informar mais sobre o jogo e sobre a Tale of Tales.