O episódio desta semana está interessante e diferente por alguns motivos. Recebemos Gilliard Lopes, produtor da série FIFA, e por ele estar em uma posição única dentro de uma das maiores publishers do mercado acabamos abandonando o formato normal de “o que estamos jogando” e focamos em tirar o máximo de informação possível dele.

A parte ruim é que foi uma gravação meio conturbada e com algumas interrupções. Porém, afim de passar o clima que foi a conversa, a edição foi ainda mais minimalista. Esperamos que gostem tanto quanto nós apreciamos tê-lo gravado!

Chega mais!

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Participantes:

Caio Teixeira
Heitor de Paola
Henrique Sampaio
Gilliard Lopes

Assuntos abordados:

6m – Bate papo com Gilliard Lopes sobre EA, FIFA, crunch time e sua carreira
1h31m – Notícias
Após dois anos de desenvolvimento, Odallus chega no dia 15 de julho
Jogo brasileiro, Unnamed Fiasco será lançado também para Xbox One
Simulador renascentista Painters Guild chega em setembro ao Steam
Zero Escape 3 será lançado na metade de 2016
Rumor NX na metade do ano que vem
Mighty No. 9 nem saiu e seu criador anuncia novo Kickstarter inspirado por Mega Man
Cenário brasileiro de Street Fighter V será uma favela carioca
1h50m – Emails

Música de Encerramento: Gustavo Santaolalla – The Last of Us (trilha de The Last of Us)

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  • Antonio Marcelino

    Eu entendo o que o Rique diz sobre a academia mais ou menos nesses termos, vejam se estou correto:
    Recentemente a Reitoria da PUC de São Paulo rejeitou um material referente ao Foucalt. Eram palestras dele, gravadas, que tinham um acesso muito restrito, só duas faculdades no mundo ou nas Américas sei lá tinham cópias desse material e o bispo de São Paulo rejeitou. Os alunos ficaram putos, mas aí eu falei com uma mina que estuda lá tipo: “ow, Pq que a sorbonne fica segurando esse material, sabe? Se estivesse tudo no YouTube, ou mesmo num site tipo Athena, Issuu etc não ia haver esse problema”
    Tipo não faz sentido que esse material seja tão restrito e inacessível, é muito elitismo da academia ficar segurando informações como essas, que nao há aparentemente razão nenhuma pra segurar

  • Gilliard Lopes

    Foi fantástico participar desse episódio, obrigado novamente ao Caio, ao Heitor e ao Henrique pela oportunidade.

    Acabei de descobrir que é quase impossível achar links e vídeos dos games que fizemos na Paralelo Computação há 10 anos. Achei apenas um “review” do HookUp3D e screenshots dele e do Conquista de Titã:

    http://i043.radikal.ru/0803/88/9f2f9f7b3a01.jpg
    https://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/d/d5/Conquista_titan1.jpg

    • Felipe de Albuquerque

      Oi Gilliard, tudo bem? Curti bastante sua entrevista. Só queria perguntar uma coisa: E os times brasileiros no FIFA? Vão voltar nesse ano?

    • Adrien Pirmez

      finalmente o Gilliard deu as caras 😉

  • Shirokasi

    Nunca joguei, mas acredito que o tal jogo de DS é Infinite Space, foi publicado pela Sega e feito pela Platinum Games.

  • Rafael de Souza

    To curtindo que os episódios de entrevista meio que substituíram os episódios temáticos do antigo GotR.

    • Aquele GotR de Metal Gear eu simplesmente pulei…

  • Felipe de Albuquerque

    Eu queria um registro de vídeo das gravações dos podcasts. Dever ser pelo menos um pouco engraçado.

    • Alex Negão

      Deve ser demais, tb gostaria muito de ver. O melhor video que eles fizeram, na minha opinião foi o do Zumba Fitness, na época do Arena

  • Alex Negão

    Teixeira, fizeram jogos do Mutant League sim, Mutant League Football e Mutant League Hockey. Vários finais de semana aluguei eles para jogar no mega drive.

  • Leonardo Calça

    #voltaGilliard
    Esse episódio foi incrível!

  • Platynews

    Sobre sexo no fifa …
    http://www.neogaf.com/forum/showthread.php?t=497352
    http://i.imgur.com/SVikh.jpg

    O Ono é master troll …. NUNCA vai ser o Blanka. É overdose de pistas =P

    Guilty Gear Xrd é maravilhoso, mas pra street eu gosto mais até do Tatsunoko vs Capcom que do SF4 então eu não sou uma boa pessoa para isso xD

    Acho que vai ter coisa pro WiiU em 2016.
    Vocês esqueceram do Fire Emblem Persona estranho la … e ta na hora de ver algo da Retro… mas com certeza vai ter coisas menores em 2016. Mais bizarrices tipo Hyrule Warriors.

    Gostar de pesquisar sobre videogame e gostar de jogar videogame são duas coisas BEM diferente =P

  • Zé Luiz

    Só pra deixar registrado mesmo que os podcasts dessa semana estão incríveis, caras. Dois papos excelentes. Parabéns, mesmo.

  • André Luz

    Gilliard Lopes adorei sua participação nesse podcast e fica um pedido, na proxima fica até os e mails bixo hehehe

  • Victor Domiciano

    Na discussão que vocês tiveram no bloco de notícias faltou um “VIDEEEOOO GAAAMESSSS!!!”

  • Thiago Nunes

    Que bom…

  • jguimaraes

    Na leitura de comentários do colega historiador, lembrei imediatamente de uma dissertação de mestrado em História na UFF sobre Medal of Honor e as representações da segunda guerra mundial. Se ele não conhecer, ,pode ser um pontapé interessante para a pesquisa de doutorado na área.
    Segue o link http://www.historia.uff.br/stricto/teses/Dissert-2009_Christiano_Britto_Monteiro_dos_Santos-S.pdf

    Abraços!

  • Gabriel Maciel Campanini

    Então, só uma reclamação. Vocês passaram os primeiros 10 minutos falando sobre “crunch”, mas em nenhum momento explicaram o que é “crunch” para os ouvintes que não são jornalistas, ou devs, ou sei lá quem possa saber o que é “crunch”.

  • Diego Woida

    Que episodio incrivel! A entrevista foi muito boa!

  • Jos_El

    Interessante a discussão sobre academia. Vou dar os meus centavos.

    Trabalhei com pesquisa por bastante tempo, na área de biologia molecular e virologia. Sobre acessibilidade de papers de pesquisa, é crescente o número de revistas científicas com conteúdo aberto. Elas ainda não tem muito impacto, mas é possível encontrar trabalhos de ponta disponíveis. Claro, falo sobre a minha área, não sei sobre humanas.

    Sobre o acesso ao público em geral, eu concordo com o Teixeira. Publicações científicas raramente são empolgantes pra quem não é do meio. Na maior parte das vezes a metodologia é mais importante que o resultado final. E revisões são muito densas, e requerem uma gama de conteúdos anteriores que dificilmente fazem parte do repertório do leitor comum. Aí precisamos falar de figuras importantes pra tornar esse conhecimento acessível, os jornalistas. O jornalismo de divulgação científica é importantíssimo justamente pra, quando bem feito, filtrar o conhecimento produzido com a pesquisa e tornar os avanços acessíveis ao grande público.

    Na minha área, normalmente pesquisadores são bastante abertos a dividir o seu trabalho com jornalistas. Inclusive muitos podem enviar seus trabalhos (mesmo quando forem publicados em revistas fechadas) a colaboradores e jornalistas interessados. De novo, não sei como funciona em outras áreas.

    Eu também trabalhei como professor de ensino médio. Cheguei a pensar em um doutorado na área de educação usando videogames. Pensava em desenvolver algo relacionado a percepção de ciência e jogos. Mas acabou ficando só na intenção porque passei por uma “realocação” de carreira.

    Gostei bastante do podcast. Espero ter contribuído de alguma maneira com a discussão.

    • Lucas Andrade

      Cara, estudo biologia e também convivo nesse meio acadêmico. E concordo muito com o que você disse!
      É muito necessário que a gente ressalte o trampo importantíssimo do divulgador científico! Inclusive eu diria que vai além de jornalismo, mas de produção de conteúdo didático, museus, ensino não-formal e até quem lida com audio-visual (Porra, Beakman era o maior divulgador científico ever pra criançada! :D).

      A divulgação científica é como que o retorno que a ciência precisa pra ganhar aprovação/participação do público e notoriedade tanto para o governo quanto para as empresas privadas.

      Na minha opinião, os cientistas poderiam ter maior atuação nas decisões e modificações na sociedade e acredito que uma maneira de isso mudar é a divulgação científica.

      Espero ter somado. Abração! 🙂

  • Henrique Ribeiro

    Fantástica essa edição do Motherchip!!!

  • Mick Aps

    Esse episódio foi muito massa, eu não lembrava bem que era o Gilliard mas quando ele disse que era produtor de fifa fiquei em duvida porque ja tinha ouvido falar dele antes, então depois de ouvir o podcast fui atras do suposto video que tinha um produtor de fifa Brasileiro falando e quando vi o video era o Gilliard mesmo https://www.youtube.com/watch?v=pXQPuFOXRKk

    quando chega aos 30 segundos realmente “o cara é fodão” rsrs (Gilliard)
    alem de tudo por causa dessa edição do Motherchip eu baixei Mario Strikers Charged o/

    valew Overloadr!

  • Nickolas Daniel dos Santos Be

    Muito mais que excelente episódio do motherchip!
    Gostei muito da participação do Gilliard Lopes, espero que ele participe mais vezes. Que vocês continuem com essa qualidade e mais convidados! Tanto no Motherchip quanto no Bilheteria, que cada vez mais tem tomado o meu gosto.
    Só fica uma duvida, levantada pelo Gabriel Maciel Campanini: O que é crunch?
    Não trabalho na área então fiquei realmente perdido…mesmo assim, bom trabalho.
    Abraços.

    • Gilliard Lopes

      Oi Nickolas, obrigado! Eu volto sim, se eles deixarem claro heheheh Mas o difícil é estar em São Paulo e com tempo livre. Pode ver que tive que sair correndo pra pegar meu vôo de volta pra Vancouver nesse mesmo dia em que gravamos. Já participei de outros programas à distância por Skype mas no caso do MotherChip acho que não funcionaria bem com o estilo do programa, é preciso estar fisicamente presente.

      Crunch time é quando o time de desenvolvimento precisa fazer muitas horas extra, trabalhar 6 ou até 7 dias por semana, etc. para finalizar um projeto. Quando acontece, é geralmente nas últimas semanas antes do lançamento, mas há casos famosos em que o crunch durou muitos meses. Quando entrei na EA era comum fazermos umas 6 semanas de crunch antes do lançamento de cada FIFA, trabalhando até as 20h todo dia e aos sábados. Hoje em dia, é bem raro de acontecer – talvez 1 ou 2 sábados por ano, não mais que isso.

      • Nickolas Daniel dos Santos Be

        Agradeço o feedback Gilliard!
        Bem isso esclareceu muito e devem ser momentos muito dificeis e exaustivos, na área que trabalho(manutenção industrial) temos algo parecido e é um verdadeiro estresse.
        Muito obrigado e abraços.

  • Mestre

    Acho que o Teixeira deveria fazer um Top 10 Porngames!

  • Paulo

    Tomei conhecimento do podcast (e do site) hoje e esse foi o primeiro ep que ouvi. Achei de cara o melhor podcast sobre jogos do Brasil. Vocês estão de parabéns. Já assinei o feed e vou continuar acompanhando. Trabalhei na EA daqui de Montreal por pouco tempo e foi uma das melhores experiencias que tive no mercado de trablaho daqui. A fama de pior empresa pra se trabalhar nao me pareceu justa. Enfim, continuem com o bom trabalho.

    • Obrigado, Paulo! Esperamos que volte sempre!

      E, para dar o outro lado, a EA foi considerada durante anos a pior empresa, mas atualmente (nos dois últimos anos, se não me enganou) perdeu o ingrato posto. O próprio Gilliard fala no podcast sobre as mudanças drásticas que tiveram de fazer na empresa para acabarem com as demissões voluntárias.

      Mas é bom saber que você não teve uma experiência ruim. =)

      • Paulo

        Pelo o que eu ouvi no Podcast vcs tiveram contato com Mad Max, um dos jogos mais esperados do ano (por mim pelo menos). Eu estou torcendo para que os problemas do port para PC de Arkham Knight nao se repitam no jogo do Max.
        Espero que o jogo seja bom o suficiente para render um podcast.

        []’s!!