Chrome Squad, Dungeonland e agora Relic Hunters Zero estão no currículo do nosso convidado da semana, Marcos Venturelli, que nos contou sobre a experiência, problemas enfrentado durante desenvolvimento, sucesso, conflitos internos e próximos passos.

Chega mais!

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Participantes:

Caio Teixeira
Heitor de Paola
Henrique Sampaio
Marcos Venturelli

Assuntos abordados:

3m – Papo sobre a carreira, dificuldades e jogos de Marcos Venturelli
1h1m – Rocket League
1h09m – Life is Strange Part 3
1h15m – King’s Quest
1h30m – The Talos Principle
1h32m – Galak-Z: The Dimensional
1h42m – Notícias
– Novo personagem de Overwatch é um brasileiro produtor musical
– Mafia III abordará Racismo
– Mighty No. 9 oficialmente adiado
– Jogos de 360 da Games With Gold terão retrocompatibilidade
– Gamescom 2015 em geral
– Aparentemente, trabalhar na Konami era uma porcaria
2h23m – Emails

Música de Encerramento: Dr. Dre & Snoop Dog – Ain’t Nuthin’ But A G Thang (trilha de GTA: San Andreas)

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  • Dei uma olhada no Relic Hunters Zero na última BRING e achei foda, talvez o melhor jogo do evento

  • Guilherme Kaneko

    Nossa foda a musica do Zelda de fundo!

  • Rafael Aguiar

    aeeeeeee

  • Daniel

    Galera, qual o nome da música que começa a tocar aos 56:36min?

    • rodrigo

      Darude- Sandstorm

  • Fernando Cesarino

    Bah, Rique, Life is Strange conseguiu me impactar de uma forma que eu nunca tinha sentido antes com videogames. Todo jeito que a história vai sendo construída, os laços que tu vai formando ao longo da jogatina, o clima de investigação, é um jogo fantástico. A parte 3 então, abalou meu emocional de uma forma que só de lembrar já fico com o pelo do braço em pé. Mesmo assim, te prepara para a parte 4 que ela é bem pesada, ainda mais que a parte 2 e 3. Abraços, amo vocês.

    • Rodrigo Pillotto

      Concordo contigo sobre o impacto do jogo.
      Eu achei que o Episódio 3 foi mais avassalador, o 4 é bom, mas pela primeira vez a parte gráfica me incomodou, com muitos diálogos dramáticos, olhar pra expressão de paisagem das personagem me tirava dO clima.
      No mais, estou ansioso pra ver como vai ser fechamento.

    • Guilherme Gondin

      Não jogue LiS para ver, mas a maioria dos jogos da Telltales tem uma estória bem legal, recomendo dar uma procurada caso não tenha jogado.

  • rodrigo

    e so fica melhor

  • Colin Laney

    Confesso que incomodou muito o som de alguém “fungando” durante a conversa sobre Life is Strange e King’s Quest – eu tive que pular essas partes, pois estava me irritando (repetição de som durante período longos = urgh). Vou ver agora se continua esse som durante o final do podcast </3

    • Jonas S. Marques

      Coitado do Marcos cara. Ele teve uma crise de espirros, tenha mais paciência, seres humanos espirram as vezes.

      • Colin Laney

        Ué, eu não fui paciente? Só comentei que o áudio está “ruim” por um som constante, como por uma batida/chiado/barulho, que pode causar irritação em quem está ouvindo (principalmente em fone de ouvido que o som fica mais isolado).

        • Guilherme Gondin

          Curioso, eu nem sequer notei esse som, e eu uso fones.

    • Adrien Pirmez

      kkk a rinite tava foda msm 😉 Assoa esse nariz Marcos! kkk

  • Jonas S. Marques

    Caras, vim aqui só pra dizer uma coisa. Duas, na verdade. A primeira é pra vocês desencanarem do áudio. O podcast soou ótimo, nem parecia um ambiente tão aberto. Não houve muito reverb vocal como havia no outro estúdio e, inclusive, não teve eco nenhum. Não sei se isso é resultado de um filtro usado pós gravação mas, anyway, ficou melhor do que jamais havia sido antes.
    A segunda coisa é pra parabenizar vocês mesmo, a qualidade do conteúdo tá incrível.

  • FHC

    Gente, só o Rique vai jogar Life is Strange? Estou curioso pela opinião dos outros, principalmente o chato do Heitor, rsrs!

    • Heitor De Paola

      rsrsrsrsrs

      • FHC

        Nada pessoal! 😉

  • Márvio

    Gostaria que vocês desencanarem um pouco desta preocupação de “tem” que comentar sobre isto ou sobre aquilo, tanto no Bilheteria quanto no Motherchip. Os podcasts enriqueceram demais com as entrevistas, sendo que antes ficava até meio que uma obrigação, o que tirava a espontaneidade de falar sobre os assuntos. O Games on the Rocks saiu do lugar comum por que vocês falavam sobre coisas que tinham feito nos últimos dias/semanas, e era bem agradável. Vocês trouxeram isto para o Overloadr e particularmente acho que ficou um pouco “forçado”, por isto fico muito feliz e agradecido do próprio cast ter encontrado o seu lugar com as entrevistas de pessoas de diferentes áreas. Vocês são excelentes entrevistadores, fazem com que a conversa não fique enfadonha seja com qual convidado for. Espero que percebam este dom que a equipe tem e explorem ainda mais isto.

    • Guilherme Gondin

      Sabe, senti a mesma coisa, tanto que no inicio eu ficava até um pouco entediado ouvindo os casts.

  • Carlos Eduardo Galvani Nascime

    Que morte horrível do meu PSVita. Nem o desenvolvedor do jogo lembra que vai sair pra ele também 🙁

  • Adrien Pirmez

    Não fala mal de francês! Nós adoramos mangá, aliás pode ser que tenha mais anime traduzidos para o francês que para o português. voilá!
    Tenho forte impressão que Oniken foi inspirado do “ken le Survivant de L’enfert” (não tem português)
    http://www.nanarland.com/Chroniques/ken/ccd-ken12-hr.jpg

    • Adrien Pirmez

      ah sim, a boina e o bigode sempre nos faz rir.. só que não 😉
      é como os brasileiros tbm sempre são vistos lá como morenas ou gays com plumas no cú.

      • Guilherme Gondin

        Só passando para deixar três coisas:

        1) Você é francês?

        2) Hokuto no Ken nunca chegou a ser dublado em português, não tenho total certeza se o mangá chegou ou não, mas ele é bem conhecido pela comunidade “otaku” daqui, e achei uma comparação bem valida.

        3) “Gays com plumas no cú” Mas que estereótipo agradável kkkkkk

        • Adrien Pirmez

          Oui madame, Hokuto no Ken passava na TV logo depois de dragon ball! (sim as partes violentas eram censuradas). Kkk O estereótipo do brasileiro em Paris é o pior.. é tudo travesti que ‘trabalha’ no bosque..

          • Guilherme Gondin

            Ai ai, mais um país ondo somos considerados algo ruim :p

  • Michael Pereira

    Jogos que me fizeram chorar, The Walking dead Telltale, To the Moon, Mass Effect 3, São jogos que me emocionaram muito. Mas To The moon foi sacanegem, D+ aquele história combinada com a música. Momentos fantásticos.

  • João Dobbin

    Gosto muito das entrevistas de vocês. Por mim o ideal seriam alternar entre entrevistas e puramente “o que estamos jogando”. E o áudio esteve ótimo o tempo todo!

  • Guilherme Gondin

    Sabe, não cheguei lá, mas quase derramei uma lagrima jogando To the Moon.

  • FHC

    Hey, vocês não choraram com To The Moon?

  • Diésio Ferreira

    Journey# – Eu comprei Journey no PS3 na época em que foi lançado, mas não consegui baixar no meu PS4 com esse relançamento. Alguém aqui conseguiu ?! Agradeço desde já quem poder ajudar. Abs

    • Heitor De Paola

      Que esquisito. Tem certeza que você está usando a mesma conta que comprou o jogo no PS3? Comigo foi só entrar na PS Store no PS4 e Journey já apareceu como comprado. Foi só baixar de novo. Ah, mas algo que esquecemos de comentar na gravação: só funciona para as versões digitais. Se você tem Journey fisicamente não tem acesso ao jogo no PS4.

      • Diésio Ferreira

        Pior que é a mesma conta. Acessei agora pela internet a PSN para ter certeza e realmente ele está disponível apenas para compra e não para download free. Quanto a questão que da versão digital, vocês comentaram sim no cast. Foi até por isso que resolvi perguntar sobre, pois se realmente a minha versão é digital, qual seria o porque de não estar disponível. Mas de qualquer forma, obrigado pela resposta Heitor. Abs

  • André Luz

    levando em conta os comentarios sobre emoção no e mail no final do cast me fez lembrar que o rique não falou de mad max fury road no bilheteria e senti falta da opinião dele…poderia falar um pouquinho no proximo né rique?? hehehehe

  • Manoel Ricardo

    meu deus do céu, assoem esse nariz antes de gravar o podcast!!!

  • Guilherme

    pro teixeira

  • prcl

    O jogo que o Teixeira andou jogando foi o Gol Motoca Caminhão Game

  • Fernando Henrique Rosa

    Justo quando decidi escrever um e-mail para explicar essa questão de como a velocidade da Internet influencia em partidas online, ouço o podcast e já foi explicado. kkkk
    Valeu Marcos Venturelli!

  • José Neto

    Eu fiquei me sentindo um deficiente auditivo, porque não percebi diferença no áudio. Enfim…

    Também me senti um monstro. Não me emocionei nem um pouco com o que aconteceu com o Bing Bong. É bem dificil uma obra ficcional me tocar ao ponto de aflorar emoções, a não ser que seja algo bem extremo (como a cena da família Goebbels em A Queda), embora eu perceba que, conforme fui ficando mais velho, certas situações me fazem ficar com aquele nozinho na garganta. Mas estou mais no time do Henrique, coisas abstratas acabam por me emocionar.

    Algo recente que não chegou a me emocionar, mas me deixou bastante incomodado foi o arco de história da garotinha em Bloodborne. O que acontece na clínica de Yosefka também me incomodou, bem como algumas coisas que acontecem na Catedral. Jogo desgraçado… Pior que eu ainda amo.

    PS: Comprei Journey para o PS4 agora, estou doido pra jogar. Mas estou tentando deixar o hype, causado por vocês dizendo a todo o momento como o jogo é foda, esfriar. Parem de elogiar Journey! 🙂

    • Heitor De Paola

      Journey é uma bosta! Uma merda absoluta! Prepotente e sem conteúdo, tudo que você faz é andar! Se andar fosse divertido ninguém morria de ataque cardíaco!

      (pronto, vai lá jogar)

      • José Neto

        Obrigado. Agora posso curtir o jogo em paz. ?

      • Pior que essa é minha opinião mesmo sobre o Journey. Fico espantando como todo mundo tem ele em tão alta conta, me sinto um monstro tipo o José com bing bong 🙂

        Vou aproveitar que saiu no PS4 e botar alguém pra jogar, assistir e ver se com alguém se emocionando eu entendo melhor. Imagino pelos relatos conjuntos de vcs que as experiencias com esse jogo variam muito dependendo de coisas tipo quantas, quais e quanto tempo os outros players passam com vc.

  • Márcio Barbosa

    Don’t Starve tem pra PS4 e vai sair pra Xbox One em breve. A versão com multi se chama, veja que criativo, Don’t Starve Together. Cheguei a jogar no beta, mas nem sei se foi lançado já…