Em um episódio mais tranquilo, porém recheado de jogos, o MotherChip desta semana chega sem convidados.

Chega mais!

Assine o nosso feed ou baixe o MotherChip #47 – Blaze Rush e Victor Vran e escute no seu player predileto

Participantes:

Caio Teixeira
Heitor de Paola
Henrique Sampaio

Assuntos abordados:

11m – CBLoL 2015
19m – Victor Vran
35m – Crypt of the Necrodancer
42m – Nom Nom Galaxy
47m – Blaze Rush
55m – Batman: Arkham Knight
1h06m – Rare Replay
1h21m – Notícias
– Nolan North em Destiny, nada mais de Peter Dinklage
– Capa da Time com o criador do Oculus Rift
– Expansão de World of Warcraft
1h42m – Emails

Música de Encerramento: Música do Pré-Lançamento de Splatoon

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  • o/

  • Anderson Cardoso

    Boa Heitor!
    Fiquei totalmente satisfeitíssimo com o game apesar de eu ter detestado quem é o Cavaleiro de Arkham achei meio xoxo essa parte, estou atualmente com 97% do game feito e nem de longe achei chato ou cansativo quando vi já estava próximo dos 100 troféus de boa. Penso que o mais chato é pegar os troféus de interiores então estou focando nos de fora primeiro. e sim explodir os escudos de milícia são chatos pra caralho mesmo.

    Você conseguiu achar todas as referências e easter eggs? eu tiro print de todos que acho fiquei maluco quando vi os capangas comentando sobre … SPOILERS (sei lá vai que alguém se importe)*************** o Superman, uma hora um deles diz: – Primeiro Gotham depois Metropolis. – O que já não basta um maluco de capa você ainda quer enfrentar outro?! Tem um easter egg do Victor Zasz em uma das câmeras que tem de hackear no game tu vê ele passando, os da liga da Justiça são bons mas tem que ser muito fã pra entender na primeira eu tive que pesquisar hahahaha.

    Se você adiantar a hora do sistema para dia 31 de outubro mesmo já terminado as missões você vai ver algo legal também em Gotham.

    Tem uma fala que não sei bem se alguém notou mas que me deu um AC feelings quando um dos thugs diz: – Esse ano a festa foi bem legal, mal posso esperar pelo ano que vem! fiquei aqui pensando será que vão lançar mais um game ano que vem? espero muito que NÃO.

    Enfim joguei e vou terminar os troféus porque foi tão rápido acabar o game que quero mais! Estou bem curioso pra lutar com o charada naquele robô bisonho!

  • Caio Porto Ramos

    E eu achando que essa semana não teria motherchip.

    Overloadr: nunca te abandona

  • Victor Domiciano

    Sobre o dlc de Victor Vram baseado no Motorhead achei estranho, pois as músicas da banda fogem de temática medieval completamente – mais pra farras deles, apostas e filmes de terror

  • Yoshimitsu Pink

    a pessoa que escolheu a capa Chama-se: Gus Lanzeta

  • Armoderic

    Em Sacred 2, um outro jogo tipo diablo, tem um show do Blind Guardian. Sério, não é só uma música no meio do jogo, tem uma quest inteira que termina em um show de fato (ao qual o seu personagem vai), com o Blind Guardian, você até ganha os instrumentos deles como armas.

    Falando nisso, o próprio Sacred 2 é bem curioso, não necessariamente bom, mas bem curioso. É dificil explicar, por exemplo o próprio jogo não sabe direito se quer ser mais uma comédia ou algo sério e fica tentando alternar por vezes sem muito sucesso, visualmente ele mistura algumas coisas de forma bem estranha (o design de alguns personagens parece algo que seria uma capa de disco de heavy metal ou livro de fantasia dos anos 90). Porém, tem algumas coisas bem pensadas (tanto na narrativa ás vezes, alguns momentos da jogabilidade) e a própria natureza quebrada dele tem algo de interessante. O Tom Chick do Quarter to Three canta louvores a esse jogo.

    Lembrei também do Titan´s Quest, outro jogo tipo diablo, com temática de mitologia grega, já vi muita gente falar muito bem dele, porém eu confesso que achei ele visualmente “seco” demais…

    Sobre o Torchlight, joguei o primeiro e até gostei, o segundo não é ruim, mas acabei largando apesar que pretendo tentar novamente. Quando joguei, senti um duplo problema, de um lado nunca parecia que acha um item bom, tudo parecia pior do que eu já tinha, do outro visualmente os itens não eram interessantes. podiam fugir de clichês, mas era tudo meio chato ou muito pouco parecia mudar. Isso fazia parecer para mim que sempre fazia mesma coisa.

  • Lucas Andrade

    Ae, pra ajudar o cara que mandou e-mail perguntando sobre como divulgar um jogo indie brasileiro: Tem o SplitPlay (www.splitplay.com.br) que tá crescendo bastante por justamente tentar coordenar a distribuição de jogos indies brasileiros. E é bem interessante, porque eles não só colocam a plataforma pra vender games indie br, mas tentam sempre dar um apoio para os devs brasileiros.
    Vale a pena dar uma conferida. 🙂

  • Wendell

    Boa tarde.

    Sobre a final do CBLOL, foi longe de ser como foi comentado pelo Teixeira.

    O primeiro jogo estava bem pendente para a INTZ, não para a Pain.

    A Pain tinha melhores composições para lutas e quando aconteciam, eles venciam. No caso da INTZ, eles focaram em levar objetivos, os personagens deles (Tristana, Nidalee, Azir e Shen) são ótimos para isso, fazendo “cerco” nas torres e pressionando o mapa. Estiveram na frente por um bom tempo, mas a paiN apesar de estar com grande vantagem em mortes, esteve com menos gold e principalmente com menos mapa e pressão. Mas com o late game forte, com Vayne e Viktor levaram o game pelo alongamento dele, quando a INTZ não conseguiu fechá-lo.

    O segundo jogo foi bem equilibrado também, por mais que a INTZ estivesse com grande vantagem, a paiN tinha certo controle do que estava acontecendo e conseguia minimizar a vantagem, até um belo teleport e a virada.

    O terceiro, foi longe de ser uma partida de “beginner”, a INTZ pickou forte para o early e novamente levar torres, pressionou bem o começo, mas perdeu no controle do Dragão e Barão, que foi o que definiu a partida.

    Desculpe ser chato com isso, mas apesar do resultado de 3×0, foram 3 partidas muito bem disputadas e equilibradas, a terceira um pouco menos que as outras, mas também foi bem jogada pelos dois times.

  • Diésio Ferreira

    Olá Overlords, o
    podcast tarda mas não falha, pois os cães lardam mais a caravana não para ( =D
    )

    Já que caimos novamente
    em Gotham nesse podcast, praticamente 90% das pessoas que conheço e acompanham
    que jogaram Batman AK, desgostaram da metade para o final do jogo, praticamente
    em tudo!. Ouvir o Heitor exaltar o quando gostou e saiu contente para ka_ra_lho
    desta experiencia, me deixa me alegra em saber que não se trata de só meu lado
    fanboy querendo que essde sejá o melhor jogo da franquia. Tenho ciência que não
    se trata de um jogo 10/10 e desgosto do numero exagerado de Charadas que por
    mais que algumas delas sejam bem elaboradas, 243 não é algo tão legal assim,
    acredito que algumas historias deveriam ser mais elaboradas, mas isso é culpa
    da síndrome que vai dominar os próximos comentários de qualquer um sobre jogos
    que é a síndrome de The Wicther 3. Mas me vejo na que essa foi a minha melhor
    experiencia que tive com essa franquia e não posso, não me questionar “ao que
    remete os Overloadrs gostarem mais do Batman Arkham Asylum ???”, claro que
    tenho ele como um dos grandes jogos do PS3 pois foi ele o culpado por comprar
    tal console na epoca e por tudo que ele trouxe de inovação, mas vejo esse novo
    Batman como o apse da franquia, não só graficamente, mas sim como uso de tudo
    que foi desenvolvido na primeiro jogo a ter sido elevado e ajustado aonde encontrava-se maiores
    reclamações ou problemas. As grandes revelações e até o final atenderam minhas
    expectativas e de forma alguma achei brochante. Decide que quero platinar o
    jogo e estou ancioso para comprar e jogar o novo DLC da BatGirl. Não sei o
    interesse do Heitor frente a esse DLC, mas caso o mesmo jogue, relate sua
    experiencia. Um grande Abraç para todos e no mais nada mais.

    • Anderson Cardoso

      Cara, sempre foram 243 troféus desde o Asylum quem reclama disso nunca deve ter notado a existência dos mesmos. Eu ao contrário de você não me importo com a DLC da Bat-Girl me fala (sem spoilers) que DLC acrescenta algo na história no final das contas?

      • Diésio Ferreira

        Realmente não me recordava que a quantidade era a mesma, mas não muda a minha opinião que 243 troféus não acrescentam nada de relevante ao não ser a descoberta de mecânicas de como conseguir os 243, sendo que poderia ser aproveitado esse gameplay na batalha contra alguns chefes. Quanto ao DLC, eu me importo pelo fato que o mesmo deverá abordar um resgate especifico que acontece nos quadrinhos e que além de anteceder o primeiro jogo da franquia, antecede os acontecimentos da Piada Mortal.

        • Anderson Cardoso

          Ah sim até ai entendi seu ponto. sobre o DLC cara na moral eles mudaram sutilmente a história do quadrinho e do jogo até onde eu vi não consigo dizer com certeza porque não li tudo ainda exemplo do cavaleiro de arkham eles inseriram algo que tem nos quadrinhos (um acontecimento) mais um personagem que não existia e finalizaram com ‘a grande revelação’, o que pra mim foi totalmene xoxo, de quem era o cara.

          Posso estar enganado quanto a dlc citada mas se você diz que acrescenta em algo verei isto com mais calma quando ler tudo!

          • Diésio Ferreira

            #SPOILER – Anderson, Você chegou no ponto que também vem a minha indignação. Porque não gostaram ( da revelação ) ????. Pelo Background do heroi, eu não imagino quem poderia ser no lugar do mesmo, sendo que junto carrega uma carga pesada, que foi meio de certa forma uma vitória para “J” ter conseguido tal proeza. O peso da culpa por ter falhado “mais de uma vez”, revelando que o Batman não é tão perfeito assim. Claro que mais uma vez, deveria ter sido abordado com mais detalhes para causar mais impacto no jogador, não isento a culpa, mas eu espero uma DLC futuro quem sabe.

          • Anderson Cardoso

            Então, você mesmo disse ai que não foi tão impactante assim saber que o …##.SPOILERSSS***********************cavaleiro de arkham era o Tod ou trocando em miúdos o primeiro Robin certo?! Agora ficar indignado por isso não tem razão véi, a história que eu pelo menos considero canônica do ponto de vista HQ, é que o Capuz Vermelho na real era vira o Coringa muito tempo depois.Eu fiquei o tempo todo achando que era o ra’s al ghul pelo fato de que quando você entra na sala de evidências quando acessado o log sobre a história da Thalia entra uma pequena reflexão do Batman sobre o que ocorreu e tal…e ainda pelo fato de alguns inimigos serem aqueles ninjinhas lá do City.

            Concordamos que faltou impacto maior na revelação e de minha parte até gostei de não seguirem 100% o HQ e inserirem outra ‘capa’ de um personagem, anti-herói ou seja lá como queira chamar conhecido!

  • Leonardo Calça

    Outro jogo quem tem esse estilão Diablo é o Path of Exile, muito bom por sinal.

  • Marcus Vinicius

    Em quê os livros espalhados em Skyrim podem prejudicar a experiência do jogador? Não entendo pq vcs criticam isso. É, na verdade, um atrativo a mais pra quem quer se aprofundar na lore do jogo, que é muito rica. Os caras contratam escritores especificamente pra expandirem o universo do jogo e até nisso há porrada pra se levar.

    A comunidade de Elder Scrolls é enorme e antiga, tanto que todos os livros de todos os jogos podem ser lidos fora do jogo (http://www.imperial-library.info/).

    Há uma grande discussão sobre metafísica na lore (por exemplo, quando o avatar do jogador quebra a quarta barreira e sabe que está em um jogo) https://fallingawkwardly.wordpress.com/2010/10/25/the-metaphysics-of-morrowind-part-3/

    Além disso, como em todos as ficções amplamente popularizadas, o pessoal gosta de criar teorias e cronologias em cima do que está disponível nos livros. http://forums.bethsoft.com/forum/16-elder-scrolls-lore/
    http://forums.bethsoft.com/topic/1112211-how-to-become-a-lore-buff/

    Sei lá, passou uma impressão muito pobre e superficial essa birra com os livros. Não foge muito da visão da Times sobre a realidade virtual, que vcs tanto desgostaram.

    • Você pode apontar, por gentileza, o momento em que falamos que os livros “prejudicam” algo? Lembro de apontarmos como algo “um tanto quanto inútil”.

  • Felipe de Albuquerque

    A voz de vocês tá diferente nesse estúdio novo.

    • Paulo Fernandes

      Sim. Está mais sexy <3

      • Felipe de Albuquerque

        fiquei molhadinho

  • Paulo Fernandes

    Sobre o e-mail do João Paulo (Não vou arriscar escrever o sobrenome, mas foi o primeiro e-mail lido:

    A Thaís Weiller da Joymasher deu uma palestra em 2013 chamada “Como Divulgar seu Jogo sem um Rupee no Bolso”. acredito que será de grande ajuda para você.

    Essa palestra pode ser encontrada completa no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=kNbaE4rrU_o&list=PLRE_rk3IOUey-e6awZiRSPTlQF_PurVzV

  • Po, é serio que você acha o N64 o console com graficos mais feios já feitos, Heitor? Pq eu acho, hoje em dia, muito mais de boa jogar os jogos dele do que de PS1, por exemplo. Pelo menos os jogos maiores (Marios, Zeldas, Conker’s…) eu acho muito agradáveis até hoje.

    Pode parecer estranho, mas acho que tenho mais dificuldades com a geração 128 bits hoje em dia do que com a 32/64, hahaha.

  • Bruno Araujo

    a Asantee Games é principalmente o André Santee, eu já entrevistei ele, se for útil pra alguém estou deixando o link: http://teletilica.com.br/entrevista-com-andre-santee-da-asantee-games/