Tal qual o prenúncio de uma tempestade, as primeiras lufadas de jogos do final de ano estão começando a chegar. É uma boa hora para começarmos a construir nossa arca.

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Chega mais!

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Participantes:

Caio Teixeira
Heitor de Paola
Henrique Sampaio

Assuntos abordados:

23m – HearthStone
31m – Sentris
39m – The Talos Principle
47m – Everybody’s Gone to the Rapture
1h07m – Rare Replay
1h24m – Card Hunter
1h29m – Notícias
– PlayStation Experience 2015. O evento desta vez ocorrerá em São Francisco;
– Exploit para lançar o Homebrew Channel no 3DS
– Fãs de Witcher não estão contentes com o suporte a mod lançado
– Twitch Plays Dark Souls
– Resident Evil Remake 2. We Do It!
– Divinity Original Sin 2 no Kickstarter
1h47m – Emails

Música de Encerramento: Hotline Macarena

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  • Felipe de Albuquerque

    Quando eu era criança o que era o “terror da criançada” em questão de bombas era o infame “cabeção de nego”. Na minha memória dava pra ouvir o estouro de um no térreo lá do oitavo andar. Altas histórias de estourar latas de lixo e caixas de correio.

    • Paulo Fernandes

      Teve um São João que o pai de um amigo meu teve a brilhante idéia de estourar um desses perto da galera. Deu pra sentir o Sonic Boom da bomba e tudo.

      Foi massa!

  • FHC

    Pique-pega também era conhecido como pega-pega, logo, na minha cabeça Pique = pega

  • Leonardo Calça

    1) Esse brincadeira “Alerta”, que o Heitor comentou, eu conheci como “Fruta”. As regras quase as mesmas, o que muda só é que ao invés de escolher uma palavras qualquer, tem que escolher uma fruta.

    2) Caralho! Vocês conhecem o Will Murai?!?!?!?! :DDDD

  • Gabriel.psd

    Tentem deixar o link do anunciante no post!

  • Gabriel PS

    Na minha cabeça de criança, o “pique” do pique-esconde/pique-pega se referia as casas de pau a pique, que eu imaginava sendo aquelas casas suspensas por paus e estacas de madeira sobre os rios no Amazonas. Então, na minha lógica, a origem do “Pique” era o poste/pau/tronco que alguém ficava apoiado na hora de contar até “100”, enquanto os outros se escondiam. Só depois fui descobrir que o que imaginava como sendo casa de pau a pique na realidade era casa de palafita.
    Aí, na minha mente de infante abobado só restou relacionar o “pique” no sentido de “animo, energia, motivação”: Alguém tinha que ter o PIQUE pra ir procurar os que se esconderam. Logo “Pique e Esconde”. O que na verdade eu ainda aceito como a origem certa (já que não faço ideia a verdadeira e tenho preguiça de pesquisar)

  • Gabriel PS

    E de brincadeiras saudáveis que só crianças satânicas sabem inventar, lembro de ter participado de duas:
    Uma que era basicamente um “batata quente”, mas com uma garrafa de 2 litros cheia de água para adicionar um certo desafio.
    Obviamente, que num momento essa garrafa foi arremessada com muita força pra mim, escapando da minha mão e indo diretamente pra minha cara, quase quebrando meu nariz.

    A outra foi nos tempos de colégio, quando a molecadinha entediada no recreio decidiu juntar duas das paixões nacionais: o futebol e a violência, formando assim o FUTEPORRADA.
    Sei que essa “brincadeira” nasceu pelo Brasil inteiro, tendo suas mais variadas regras e nomes. No meu colégio, consistia em tentar passar a bola – ou o que servisse como uma – por debaixo das pernas de alguém (vulgo:”Dar rolinho por debaixo das canetas”), quem levasse o ‘rolinho’ tinha que se “salvar” em um ponto especifico, enquanto os outros que brincavam vinham atrás pra encher a porrada.
    Vi o nascer, o desenvolvimento e a derrocada dessa brincadeira no meu colégio. A bolha estourou quando os diretores do colégio viram esses 50 a 70 moleques (sem hipérbole) correndo atras dum outro só pra bicudar e dar socão. Quem jogasse era suspenso ou expulso mesmo. Era o fim do Futeporrada.

    Criança é uma merda.

    E eu nem sei pq contei tudo isso. Mas… “veio” sabe?

  • Alisson André

    Sempre tenho que ler “Rare Replay” duas vezes só pra garantir, maldito Japão.

  • Shirokasi

    Falando em Battletoads, quem tiver interesse, teve um James & Mike Mondays onde eles jogaram do começo ao fim.

    https://www.youtube.com/watch?v=LLOoqBM2iNU

  • Bruno Rollin

    Meu deus! Não sei se consigo ouvir mais o OST de Hotline Miami depois desse ÓTIMO remix do final! HAHAHHAHAHAHAHA

  • Armoderic

    Card Hunter é muito legal, tanto pelo humor quanto pelo fato que muito dele é referências as primeiras edições de D&D (e digo D&D no sentido daquela edição antes do AD&D) e outros rpgs old school. Tem um podcast o Three Moves Ahead, onde entrevistam o criador do Card Hunter – https://www.idlethumbs.net/3ma/episodes/night-of-the-card-hunter/

  • André Luz

    Heitor o Angry Video Game Nerd fez um video com um cara fechando o batletoads de nes sem usar nem um warp, da uma olhada, é realmente o que vc falou, se vc não souber de antemão as coisas você não fecha o jogo.

  • José Neto

    Eu lembro de uma revista de detonados em que o autor a matéria dizia ter desmontado o controle do Phantom System pra poder passar da fase do cortador de pizza em Battletoads.

    Não sei se alguém chegou a desmontar um controle daqueles, mas fazer isso te dava muito mais precisão do que o botão direcional.

    To no time do Rique, foi divertido jogar. Tenho boas lembranças. Eu terminei a versão de Phantom, e olha só, hoje tenho diiculdade com os botões do PS4.