Qual é o limite da comédia? Existe isso? Como fazer piadas em uma sociedade mais inclusiva? Por onde anda Chris O’Donnell?!

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Participantes:

Caio Teixeira
Heitor De Paola
Henrique Sampaio
Gus Lanzetta

Assuntos abordados:

24m – Papo sobre Bill Cosby
31m – Racismo no humor brasileiro
42m – Comédia tem limite?
1h55m – Emails

Música de Encerramento: Weird Al Yankovic – White & Nerdy

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  • AH NÃO!
    GUS NÃO!

    • Eduardo A.

      Vc é o Marco Gomes do Bilheteria cara.

      • Who is Marco Gomes?

        • Jonas S. Marques

          Aposto que você não vai gostar de saber. É o Coparticipante do Nerdcast mais odiado. https://twitter.com/marcogomes

          • Aperipe

            Nem se dê ao trabalho, Gus não escuta podcast em portugues

          • Jonas S. Marques

            Daí a não saber o que é nerdcast…

          • Aperipe

            Você duvida mesmo? Estou falando do Gus Lanzentta

          • Nem sabia que ele fazia podcast. Pra mim era só o cara do boo-box lá.

          • Eduardo A.

            Oi Gus! Como o pessoal falou, ele participa do nerdcast. A questão é que adoram implicar com ele por bobagem. BTW, muito boa sua participação! Foram visões bastante construtivas. Abs.

          • Nossa, Jonas:
            “cristão aprendiz”

          • Jonas S. Marques

            Por isso que eu disse que tu ia odiar;

          • Luciano Ribeiro

            Porque ele é tão odiado assim?

          • Jonas S. Marques

            Sei lá;

    • Jonas S. Marques

      Eu pensei em entrar no

      site pra fazer essa piada mas…

    • fui dar upvote sem ver que era o Gus xD

    • Raposo

      Aquele separatista gordo que come xis com garfo e faca

    • Tiago Ribeiro Xavier Cordeiro

      Eu realmente espero que vc não chore toda vez que faz um comentário desse.

    • Lucas

      Uva passa da internet.

  • Leonardo Calça

    AH GUS SIM!

  • caio augusto

    não ouvi ainda mas, CALMA GUS!

  • Heitor com sua voz sexy pra começar o podcast!

  • Amo quando o Gus e o Rique se encontram.

  • Power Otaku-Kun

    Gus é o Marco Gomes do Overloadr, só os donos do site gostam XP

  • Paulo Fernandes

    Maior cold opening já feito em um podcast, 40 minutos.

  • Eu entendo porque alguma pessoas não gostam do Gus (não para de falar e corta todo mundo!), mas eu acho o cara extremamente inteligente e interessante de ouvir.

    PS. Gostaria de ver episódios mais temáticos assim no Motherchip!

  • rodrigo

    já ouvi três vezes, tal qual os de entrevista e tão bom quanto o do João… phoda

  • Weslley Ngr

    Gus e Teixeira juntos mas dessa vez não é para estragar a mente das pessoas apegadas a nostalgia. (sdds).

    Let’s bora ouvir. <3

  • José Neto

    Interessante o que o Heitor falou sobre descobrir podres de alguém cujo trabalho você curte.

    Eu tbem tenho um pouco disso. Adorava o Michael Fassbender, mas não consigo mais ve-lo sem lembrar que ele espancou uma namorada. Outro foi John Lennon, que também bateu na Yoko e hoje aparecem histórias de como ele era egocêntrico e babaca.

    Até que ponto devemos nos deixar levar por esse sentimento? Lembro que recentemente um escritor foi afastado dos roteiros do gibi do Super Homem porque, havia dado declarações deixando claro que era contra a concessão de direitos civis a homossexuais. Seria uma reação motivada pelos mesmos sentimentos?

    • Heitor De Paola

      É algo complicado. Eu já ouvi muitos dizerem que a obra deve falar mais alto, algo com o que, no geral, eu concordo. Céline escreveu Viagem ao Fim da Noite, que é um livro maravilhoso, mas apoiou o Nazismo. Ele foi um completo idiota por ter feito isso, é imperdoável, mas não muda o fato de que o livro é muito bom.

      Talvez a resposta seja o distanciamento. Quando eu nasci Céline já estava morto há muito tempo. No caso do Cosby, não consigo destacar os dois fatos, ainda mais quando tão pesados e tão quente.

      Acho que não há como ter uma regra para tudo. Deve ser mais por caso a caso.

      • José Neto

        Mas o complexo é que a obra (ainda mais em se tratando de dramaturgia, literatura e música) traz muito do que o autor é. Nunca lí nada desse(a) autor(a) que você citou. Mas, por exemplo, a Leni Riefenstahl desenvolveu uma linguagem cinematográfica de vanguarda e que é muito influente. Mas boa parte da obra dela foi voltada à exaltação ao nazismo.

        A obra tem que falar mais alto, mas acho também que nem todo mundo está preparado pra ter o olhar diferenciado com o qual uma obra desse tipo precisa ter pra apreciar. Tipo as obras do Monteiro Lobato, sou totalmente contra banir o trabalho dele. Mas fica claro que é preciso MUITO cuidado pra trabalhar essa obra na escola, e pais deveriam pensar que devem estar preparados pra lidar com isso antes de comprar esses livros pros seus livros.

        Mas também acho que o que aconteceu com o roteirista do Super Homem foi uma situação desconfortável porque antes de ele ter a chance de começar a série houve grande pressão e ele simplesmente não iniciou o trabalho. Pela possibilidade de essa visão dele influenciar o personagem ele foi censurado.

        A gente está vivendo um período de ajuste com o politicamente correto. As regras não existem e o bom senso é mercadoria rara.

      • Lucas Aliança

        vale dizer que dependendo da obra esse distanciamento é muito mais simples. Um livro, querendo ou não é bem mais fácil de relevar do que um show de comédia, um filme no caso do ator ou mesmo uma música de um cantor(a identidade é mais agressiva, sensorialmente). E na minha opnião fecal, a corrente ideologica do nazismo era um cu mesmo, mas era uma unanimidade naquele contexto histórico. Quando o cara é um escroto, ele pode ser em qualquer contexto quase.

  • Só esclarecendo que Brinstone passava na FOX (puta série incompreendida, cancelada prematuramente por conta de “baixa” audiência. Baixa nos padrões da FOX, veja bem)

    • Heitor De Paola

      Hum, será que mudava de região do Brasil? Eu tenho certeza absoluta que quando estreou era na Warner. Dei uma leve pesquisada e vi sites de séries de TV que corroboram com isso, mas pode ter sido diferente em outras regiões ou em uma época posterior.

      • Recapitulando agora, é bem capaz, sim, que eu tenha me enganado. Eu SEI que ela foi produzida e exibida na FOX de lá, mas isso é bem comum. Gotham, mesmo, é produzida pela FOX americana mas passa aqui pela Warner

  • Carlos Augusto Leão

    Excelente tema.

  • Antonio Marcelino

    Rupaul falando tranny é tipo um índio tupi falando crioulo ou um apache falando nigga ou um gay falando fancha

  • Felipe de Albuquerque

    Chamaram o Gus. Aí eu pergunto: Qual é o limite do overloadr?

  • Adrien Pirmez

    Me lembra o episódio do Sienfield onde o dentista vira judeu só pra fazer piadas racistas com judeus e fica puto quando Jerry conta piada de dentista …

  • Filipe Sampaio

    So queria acrescentar um pouco à discussão.

    O citado vídeo do Porta dos Fundos foi tirado do ar pois no final o Gregório se mata, e me parece ser proibido pelo ToS do YouTube a representação de suicídios.

    E queria também ressaltar um vício de linguagem que eu tenho e tô tentando mudar e que o Gus também parece ter. É a famosa expressão: “Nego isso, nego aquilo.” Assistindo uma entrevista do EMICIDA pra VIP (se não me engano) sobre seu último álbum, ele citou essa expressão como ofensiva pelo fato de que nunca é: “Nego é maneiro” ou “Nego é fantástico”. Tem sempre um viés negativo: “Nego tá de sacanagem” ou como foi falado: “Tem nego que você não precisa ouvir”.

    Sei que pode parecer chato da minha parte, mas como sempre falei e nunca tinha me questionado sobre isso e agora tô tentando mudar, talvez eu consiga fazer que outros reflitam sobre também.

    Fora isso, excelente podcast. Chamem mais o Gus e façam sempre entrevistas, se der. Abraços!

  • Darth Zveiter

    esse foi dificil de aturar, esse discurso esquerdopata todo ñ é facil ñ

    gosto do trabalho dos caras mas discordo desse discurso defensor dos “coitadistas”

  • Fagner Silva Henrique

    Já estive na vibe de desgostar das participações do Gus, mas foi essa foi excelente. Inclusive, esse episódio me fez mudar bastante de opinião sobre ele.

    Já o ouvi muitas vezes em alguns podcasts e acredito que a experiência (de vida e de podcasts) o tornou bem mais sociável e interessante de acompanhar.

    • João Dobbin

      Mesma coisa aqui. Acho que as vezes ele extrapola e corta a galera demais, mas esse Bilheteria eu achei bem melhor que da última vez que o ouvi.

  • Eli

    “São apenas palavras, é o contexto que as torna boas ou ruins”

    https://youtu.be/mUvdXxhLPa8

  • Capeitão Caverna

    Esse Gus é mto pretensioso… piada boa é a que te faz rir, se não faz ele rir, a piada é ruim pra todo mundo. Falou muitas coisas interessantes mas muito mimimi.
    Falou de contextos de piadas e excluiu isso no contexto dos 4 amigos que eram os Trapalhões. Esse movimento black face era conhecido por poucos, trouxeram à tona com fatos que não tinham nada a ver com black face, tirando o fato de um branco pintar o rosto de preto e muitas vezes essas pessoas nem sabiam desse movimento e muito menos tinham a mesma intenção.

  • João Dobbin

    Mais um ótimo podcast. O Gus Lanzetta as vezes parece aquelas crianças quando chegam empolgadassas da escola e não param de falar, hehe.

  • FANTÁSTICO! Descobri o podcast hoje. Já tô baixando todos os outros.

  • Giovanni Romanelli

    Não sei qual a opinião de vocês do Channel Awesome, mas o Nostalgia Critic fez um editorial sobre o assunto recentemente:
    https://youtu.be/CNyHlSHbK4s

  • Daniel Bizzi

    Tema muito bem abordado.
    Em relação ao programa do Adnet, eu sempre vi as piadas feitas lá exatamente do ponto que vocês apontaram como aceitável, que é aquela piada que está apontando o quanto aquilo é ridiculo e não participando do discurso.
    Chamem mais o Gus 🙂

  • Shi9k

    Cacete, o Gus não para de falar, tudo é preconceito, que cara chato…

    Adorei esse podcast :p