Desde que o Bilheteria começou a ter um foco maior em entrevistas sempre quisemos abordar assuntos maiores, trazendo pessoas que entendem mais deles do que nós. Dessa vez falamos de algo que há tempos estava em nossa agenda: feminismo. Chamamos Mari Messias para nos explicar melhor o movimento, exemplificar problemas e apontar alguma forma de melhorar a representatividade da mulher na cultura.

**Ingressos para o Boteco VI já estão disponíveis, não perca!**

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Participantes:

Caio Teixeira
Heitor De Paola
Henrique Sampaio
Mari Messias

Assuntos abordados:

7m – Papo sobre feminismo e representação da mulher na cultura
1h33m – Anime: Mind Game
1h39m – Filme: Love
1h49m – HQ: Vírus Tropical
1h51m – Documentário: Tim’s Vermeer
1h58m – Filme: Masters of the Universe
2h06m – Emails

Música de Encerramento: Le Tigre – Deceptacon

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Envie emails com perguntas e sugestões para: bilheteria@overloadr.com.br ou para http://ask.fm/bilheteria

  • eduardogrolli

    Anticast feelings?

  • João Dobbin

    Poderiam linkar o texto da Mari? Sou meio burro e não achei no Google.

  • rodrigo

    vamos ouviveremos

  • Lucas Andrade

    Ow! Fiz estágio numa escola pública ano passado e nesse ano numa particular e.. rapaiz, a bolinha de papel ainda ta BEM na moda! (um pouco mais na publica) Me senti voltando aos anos 90 na minha escolinha porca. Mas, sério, isso ainda é bem normal. hahaha

  • Lucas Andrade

    E caras, PARABÉNS, pelos assuntos ABSOLUTAMENTE pertinentes nos últimos bilheterias! O que acham de chamar convidados para falar sobre racismo e movimentos de periferia? Se quiser indicações, tamo ae! 🙂

  • Adrien Pirmez

    Eu entendo o que a Mari quiz dizer sobre a Chun-Li, eu tinha 11 anos e adorava ela (e sua calcinha rsrs). Ainda é minha perso favorita e seus golpes os melhores..

    https://scontent-gru1-1.xx.fbcdn.net/hphotos-xtf1/v/l/t1.0-9/12009788_400768900132416_3796531576434448233_n.jpg?oh=58e4dd6698074278332c8cf6a05d9171&oe=56A50685

  • Adrien Pirmez
    • Lucas Gomes

      Agora que parei para pensar que The World Ends With You foi um dos únicos (se não o único) jogo em minha vida que permitia que você usasse vestidos, espartilhos ou outros adereços ‘femininos’ em seu personagem masculino. Não só isso, como várias vezes tinham status melhores do que as roupas tradicionais, haha.

  • Bruno Araujo

    Eu não entendi o que vocês falaram, é twaine?

    • Heitor De Paola

      Oi Bruno,

      O gênero é Twine. Tem mais informações aqui: http://twinery.org/

      • Bruno Araujo

        Valeu!

  • Parabéns pela iniciativa!
    Queria deixar aqui uma indicação de anime para o Rique. O longa Paprika do diretor Satoshi Kon. É uma das animações mais incríveis visualmente que vi nos últimos anos, apesar de ser de 2006. Super recomendo… 😛

    Vou facilitar e deixar um trailer aqui: https://www.youtube.com/watch?v=yn7U1KIGeuQ

    • riquesampaio

      Ah sim, adoro o Paprika, é tb uma das minhas animações japonesas favoritas 🙂

  • Giovanni Romanelli

    A principal causa de morte de mulheres nos EUA, Brasil e Reino Unido é assassinato pelo marido…
    http://www.cdc.gov/women/lcod/2013/index.htm
    http://www.cdc.gov/men/lcod/2013/index.htm
    Sei que não são especialistas mas, bela groselha heim.

    • Heitor De Paola

      Pelo que entendi, acho que a Mari deve ter querido dizer de assassinatos e a alta propensão de que eles sejam causados pelo marido ou por alguém que a mulher conheça, o que é verdade. Mas, de fato, eles não são causas maiores do que doenças, nem parece haver dados (ao menos depois de uma breve pesquisa) indicando que são maiores sequer dentro de assassinatos. Creio que vale uma correção no próximo Bilheteria.

      • Semana retrasada, surgiu uma discussão no reddit sobre um site falando algo parecido. O site fez um baita discurso sobre como mulheres morrem mais por assassinato do que homens (do tipo, 30% contra 10%), mas o cara só esqueceu de falar que os 10% dos homens que são assassinados já é maior do que o número de mulheres que morrem por qualquer motivo. A conclusão foi que tem que tomar cuidado ao jogar estatísticas na mesa, pois elas nem sempre representam o que você está querendo dizer.

        • Jonas S. Marques

          O fato é que estatísticas sem o devido tratamento são por si só falaciosas. Por exemplo, 30 % de 10 é 3, mas 15 % de 150 é 22. Daí usa-se o 30 % como um número extremamente alarmante quando na verdade pode não ser exatamente assim.

      • Giovanni Romanelli

        Só fiquei incomodado porque o Teixeira fala logo em seguida que a maior pra homens era ataque cardíacos

  • Anon

    Eu adoro quando o Teixeira, no ápice da arrogância, manda aquele “só cala a boca, ta falando merda”. Ele não conscientiza ninguém falando isso, nem desconstrói algum preconceito que a pessoa possa ter, só ganha palmas de quem já concorda com ele. Se é essa a intenção, beleza. Se não é, tem que sentar, explicar e ter paciência. No fim, se a pessoa não concorda com você, OK. Eu sou gay e se a pessoa é cristã e acredita que essa não é uma prática ideal eu aceito, desde que ela não agrida a minha liberdade e não invada o meu espaço privado impondo a sua fé. Às vezes eu acho que falta vocês descerem um pouquinho só desse pedestal de consciência social e parar de tratar o ~pai reaça~ como aberração.

    • [pergunta séria não-agressiva]: Se importa de explicar o que quer dizer com “Às vezes eu acho que falta vocês descerem um pouquinho só desse pedestal de consciência social e parar de tratar o ~pai reaça~ como aberração.”?

      Sempre achei eles bem conscientes com esse tipo de critica, o Heitor mesmo falou nesse podcast “um cara que tem opiniões e ideologias que eu discordo”, frase que poderia passar facilmente como “um cara ignorante com opiniões imbecis” em uma discussão.

      De qualquer forma, acho válido puxar a orelha e questionar quando eles falam algo controverso ou questionável. Certo ou não, vale a discussão.

  • André Luz

    Caras otimo podcast, gostei bastante. Agora sobre guerra de bolinha de papel, no meu ginásio que foi em uma escola do Estado, tinha guerras absurdas de guerra de papel e gis, mas assim verdadeiras batalhas campais sempre que havia uma brecha.

  • Darth Paul Poor Traaais

    A discussão não vai acabar tão cedo e não deve mesmo. Só acredito que querer “igualdade” em um mundo onde cada vez mais se busca que respeitem as diferenças é meio idiota. “Equivalência” deveria ser o objetivo. Chamar trabalhos braçais e/ou de características mais simples de sub-emprego é complicado também. E rotular “homens brancos, héteros e de classe média” como privilegiados e de que “não sofrem dificuldades” é generalizar bastante. Concordo que o erro está na sociedade e nas pessoas que fazem parte dela. A sociedade precisa mudar e as pessoas também. Discutir é o início dessa mudança. Só que toda evolução/revolução tem como característica inerente traumas. Não é fácil, não é gentil e geralmente muitos se machucam (muito!) no processo. Essa é a história não só da humanidade mas da vida em si.

    • Na real, a Mari comentou exatamente isso sobre essa questão da igualdade, mas passou super rapidinho. Concordo que muitas pessoas falam como se “homens-brancos-classe média-heterosexuais” não sofressem nada devido à sua posição privilegiada, o que não é verdade. Mas, o ponto é que esse sofrimento, na grande maioria, é muito pequeno perto do que mulheres, gays e outros grupos oprimidos passam. Nosso problema é ser rotulado de “viado” por achar outro homem bonito (como se isso fosse realmente um xingamento né?!), enquanto o problema deles é ser estuprado ou assassinado pelo simples fato do que são.

      PS: estou jogando pelos extremos nos exemplos.

      PS 2: as pessoas acham estranho quando eu falo que eu total pegava o Brad Pitt.

      • Aperipe

        Dizer que um homem é lindo e que se fosse mulher ou gay daria uns pega tudo bem, mas que “total pegava o Brad Pitt”, é preciso repensar seu conceito heterossexualidade( se bem que vc não disse que era hétero, então …)

  • José Neto

    Eu tenho a visão de que não deveriam existir papéis definidos. Mas, enquanto a gente não chega lá, o negócio é desconstruir os preconceitos que a gente vai descobrindo em si.

    Então, sobre a questão da força física, só vou falar isso a título de curiosidade (considerando que tenha gente que não saiba). Sem querer fomentar briga sobre a parada do trabalho na estiva.

    Um dos fatores mais importantes na diferença de força física entre machos e fêmeas é hormonal. Ambos os sexos produzem os hormônios sexuais, só que em proporções diferentes. Os andrógenos favorecem, entre outras coisas, o desenvolvimento muscular (a “bomba” de academia nada mais é que a administração de andrógenos). Normalmente machos produzem mais desse hormônio do que fêmeas. Os estrógenos favorecem, entre outras coisas, o acúmulo de gordura em certas partes do corpo, como nas mamas, fêmeas costumam produzir mais desses hormônios.

    Dê andrógenos a uma fêmea e ela irá desenvolver mais musculatura. Dê estrógenos a um macho e ele irá desenvolver mamas. Justamente, uma parte importante nos tratamentos de adequação corporal em pessoas trans é a administração de hormônios sexuais de acordo com a identidade de gênero da pessoa. Se for um homem trans, recebe andrógenos (e desenvolve músculos e pelos no corpo). Se for uma mulher trans, recebe estrógenos (e desenvolve algumas características físicas associadas ao feminino).

    • José Neto

      Que mal educado. Legal o podcast, curti a participação da Mari, que foi bem esclarecedora.

      Eu tenho dificuldade em absorver certas exigências dos movimentos pelos direitos civis. Mas entendo que isso se deve ao fato de que eu simplesmente não faço parte de certos grupos. Sou negro e gay, mas não sou mulher e nem trans. E, mesmo dentro das minorias das quais faço parte, me considero muito favorecido. Por isso, sempre vou apoiar as demandas desses grupos. Mas me reservo o direito de, na hora e local certo, tentar debater idéias.

      Sobre apontar dedos, acho que isso é necessário. A gente tem que entender que muitas vezes é preconceituoso sem nem saber. E se ninguém disser isso podemos continuar a perpetuar esses preconceitos indefinidamente. A questão é, talvez o apontar dedos nem sempre precise ser agressivo. E quem está sendo apontado também não precisa ver necessariamente isso de forma negativa (mesmo quando de forma agressiva, pelo motivo que a Mari apontou), mas uma oportunidade de repensar seu comportamento.

    • A questão é que tem mulheres fortes o suficiente pra executar tais tarefas físicas, mas existe uma grande força eliminando ou restringindo as possibilidades de uma mulher executar tais trabalhos.

      • Zumbi Barbudo

        Sinto q algumas vezes essa “força” vem das próprias mulheres como aqui no meu trabalho por exemplo, onde uma mulher me pede pra carregar 3 resmas de papel q ele claramente poderia fazer assim como em outros casos q necessite o minimo de força, e eu faço por educação, cavalheirismo ou qualquer força social q me faz sentir q tenho q fazer
        Obs: eu peso 53kg e todas as q me pedem algo pesam mais do q eu, eu sei q peso n significa força mas eu n sou um exemplo de força.

        • Aperipe

          Não faça mais isso cara, como vc mesmo disse elas visivelmente não precisavam de ajuda. Este comportamento “cavalheiresco” é só mais uma ideologia machista que nossa sociedade incutiu na sua personalidade. Abrir porta, ceder lugar, levanta-se quando uma mulher entra ou sai, ceder seu casaco quando você também esta com frio, dentre outros, são praticas que só reforçam a ideia de que a mulher é frágil e deve ser protegida relegando-as a um papel menor na sociedade.

  • Ótimo podcast =*

    Eu concordo com a maioria das coisas que foram discutidas (na realidade concordo com a maioria das coisas que vocês falam em qualquer tópico social), mas gostaria de comentar um ponto que o Teixeira lançou, a questão de “homens feministas”.

    Pessoalmente, acho que a rotulação não faz diferença nenhuma, seja para homem ou para mulheres, o que importa são ações. Dessa forma, qual a diferença de falar “homem feminista” ou “homem pró-feminista”? A Lola discute isso de forma muito mais capaz do que eu, então recomendo um lida no blog dela (todo ele, não somente esse artigo =]):

    http://escrevalolaescreva.blogspot.com.br/2014/06/homens-podem-e-devem-ser-feministas.html

    • Grillo

      Muito bom mesmo o blog, já tinha lido sobre a chuva de assédio que ela sofre nesses fóruns de anônimos da vida.

      Agora tenho como argumentar pra defender que homem pode ser feminista.

    • Henrique Tavares

      Reouvi recentemente o Mamilos onde elas discutem sobre o feminismo. Tinha deixado passar da primeira vez quando essa questão de homem feminista não estava muito na minha cabeça, e curti muito a posição delas: a diferença entre feminista e pró-feminismo é basicamente uma questão semântica.

  • Tisco

    Me desculpa discordar da convidade, mas se as próprias feministas não se diferenciar o bom argumento do péssimo argumente todo movimento perde credibilidade. Eu sou ateu, acredito na liberação das drogas mas economicamente sou um liberal de direita. Eu não concordo com argumentos da extrema direita cristã mesmo quando elas defendem algo que eu busque como fim econômico. Eu não sou um revolucionário eu gosto da evolução e evolução e gradual o choque normalmente causa uma maior resistência.

  • Tisco

    Gostaria de saber qual é o percentual de ouvintes por sexo e orientação sexual? Se não tiverem seria legal fazer uma pesquisa com os leitores e ouvintes.

  • Cheguei meio atrasado, mas gostaria da opinião da Mari sobre pornografia. Vocês citaram (numa brincadeira dissociada do conteúdo) o assunto e tive esse insight. Faz algum tempo que fiquei meio horrorizado com esse universo e já tive discussões sobre a relação da pornografia com o abuso. Enfim, se não rolar a resposta por aqui, fica o ensejo (rs) pra um possível retorno.

  • Grillo

    1a pena que não tenha um comentário feminino aqui ._.

    • Aperipe

      também acho triste, já que segundo a convidada nunca teve pouco publico feminino em jogos. Existem muitas jogadoras, mas muito poucas querem saber do assunto. Triste isso.

  • Jonas S. Marques

    Poxa, acho que cheguei tarde pra discussão, e na real, acho que nem tenho uma opinião tão relevante assim mas, vamos lá.

    Em uma parte do programa a convidada fala sobre mulheres terem a mesma força física que homens ou tanto quanto. Bem, isso não é verdade. Mulheres possuem a massa óssea bem mais frágil que a masculina, tem menos ganho muscular durante todo o desenvolvimento corporal e perda mais acelerada.
    Sim, existem mulheres muito fortes, tal qual existem homens muito fracos.
    Mas se pegarmos uma mulher média e um homem médio a força dos dois será absurdamente díspar.
    Durante outro trecho do programa se comentou sobre o tão famoso Lugar de Fala.
    Esse é um conceito que me faz estranhar um pouco a real direção desses movimentos sociais que se baseiam no preceito do tal lugar de fala, como se ele e apenas ele fosse capaz de definir as diretrizes de algo.
    E isso meio que cria uma estrutura da desigualdade onde quanto mais oprimido o indivíduo for menos ele pode ser questionado.
    Por exemplo, hoje descobri que existe um grupo de feministas lésbicas negras. É como se tudo tivesse de ser subdividido.
    Ah, e se alguém aqui ler isso, um questionamento que fiz a sério no Twitter mas que ninguém encarou assim.
    De acordo com essa estrutura dos privilégios quem tem mais e quem tem menos? Um homem negro gay ou uma mulher branca heterossexual?
    Enfim, acho esse tipo de divisão extremamente perigoso e até um tanto quanto falso, por que parece que as pessoas dentro desses grupos acham que quanto mais se subdividirem mais estarão alheias aos preconceitos que a sociedade lhes infere, quando o preconceito pode vir mesmo de uma das pessoas pertencentes a esse grupo.
    Por fim, parabéns aos meninos do Overloadr. O debate feito e proposto aqui foi muito mais profundo e valoroso do que o do Anticast, que parecia nada mais do que alguém puxando uma flecha em direção ao coração de outra pessoa simplesmente por conveniência.

    E por favor, se eu tiver sido babaca em qualquer uma das minhas afirmações peço desculpas. Fiz um puta esforço pra não ser mas enfim, sei lá né;

  • Jarbarel

    Eu gostei da discussão, só achei uma pisada na bola o lance de associar trabalho braçal com subemprego. Essa é uma visão elitizada vinda desde Aristóteles que, dentro de uma escala social, coloca a pessoa que faz trabalhos braçais abaixo das q fazem trabalhos intelectuais. Trabalhos braçais sempre existiram e existirão. Diria q o q não pode haver é falta de espaço para as pessoas migrarem para o trabalho que mais lhes convir, seja braçal ou intelectual. O ideal seria q todos, homens e mulheres, fizéssemos ambos. Tem q se ter cuidado quando se faz esse tipo de afirmação principalmente pelo fato de q no Brasil os primeiros trabalhadores braçais eram escravos e ficou um ranço de q esse tipo de trabalho era menor por ser associado aos escravos e camadas populares, então é um preconceito que se perpetua. Não podemos combater um preconceito sendo também preconceituosos. Outro ponto que vejo são ALGUMAS (pra ficar claro q é só uma parte) feministas derrapando muito é quando o assunto é sobre a prostituição, que é marginalizada por muitos tipos de feminismos Já basta a sociedade em geral agir com preconceito contra quem se prostitui, não precisam apanhar também de quem lhes deveria dar apoio. Isso obviamente não desculpa os desenvolvedores de jogos de constantemente colocarem a mulher nesse papel, pois delimita o espaço social da mulher. É um tema a ser discutido com cuidado, pois deve se evitar de colocar a representação da prostituta como algo ruim per si, mas se questionar por que de se insistir tanto nesse papel para as personagens femininas.
    Acho q ter uma mulher no elenco dos podcasts poderia ajudar a comunidade dos jogadores de videogame que os acompanham e q possam vir a acompanhar a abrir a mente em relação à presença de mulheres dentro desse universo. Abraço.

  • Ultra sem camisa

    “Não estamos aqui para apontar dedos” e impressionante como todo mundo na podsfera, se esquiva de criticar o conteúdo do JN, nunca vamos saber se e por que eles realmente acham que o JN e inocente, ou se tem algum interesse comercial, por trás desta postura?

    • Eli

      “Talvez a podosfera não seja uma podosfera, mas várias, muitas das quais não se comunicam… Eu não escuto JN e pra mim a opinião deles é irrelevante… Um dos integrantes do programa comentou que não consome muito podcast nacional… Já considerou que talvez eles não escutem o JN? Seria leviano criticarem algo que não consomem, se for o caso…

      Enfim, acho improdutivo assumir malicia quando o Overloadr é um dos sites que mais abertamente discute questões de interesse feminista, sem se preocupar em desagradar o publico padrão deles, que nem sempre reflete concordância com as questões que são discutidas, por exemplo, nos textos do Henrique.

      Apesar de eu não concordar com a ideologia feminista em alguns pontos, na tal da podosfera é neste site que eu vejo os temas serem discutidos de uma forma honesta, apesar de enviesada (IMHO)”.

    • Heitor De Paola

      Olá Ultra sem Camisa,

      Fui eu especificamente que falei sobre não estar ali para apontar dedos, talvez consiga explicar melhor o porquê aqui. Eu achei interessante a discussão ocorrida no anticast, mas, pessoalmente, senti que eventualmente ela passou a “chover no molhado” e ir e voltar sem saber para onde queria ir. Por conta disso, minha impressão é de que maior parte do burburinho decorrente veio pelo fato de eles estarem apontando e falando mal diretamente de outros podcasts, que por um acaso são populares, o que me eu sinto tirar valor do todo.

      Indo além disso, nunca na vida ouvi um podcast do Jovem Nerd, nem do MRG e nem o Rapadura Cast, então eu não teria como ter nenhum tipo de embasamento para criticá-los diretamente, motivo também pelo qual não busco apontar dedos.

  • Márvio

    Meio decepcionado com o episódio. Entendo o que vocês queriam discutir, mas acho que com a convidada especificamente o tema não rendeu tanto assim, infelizmente.

    • Cat Man Sotero

      Minha impressão foi de que ela estava intimidando os meninos e mesmo concordando com praticamente tudo que ela falou sobre feminismo, acho que ela se mostrou um pouco arrogante, meio que respondendo as primeiras perguntas com desdém. sei lá… foi minha impressão.

      • Márvio

        OI Carina, do meu ponto de vista ela meio que fugia da discussão das perguntas propostas. Não senti intimidação por parte dos rapazes mas talvez uma leve decepção de quando era feita uma pergunta e ela respondia já na defensiva correndo para um outro assunto. Acho que minha decepção maior em relação ao cast foi referente a isto.

  • Marcus Vinicius Lima Martins

    Legal ver que a galera está participando dos comentários.
    Gostei bastante do cast e da participação da Mari.

    Algo que me incomodou bastante e que foi logo consertado pela convidada, foi quando surgiu a questão dos jogos de tiros e falado “mulher não que jogar isso” (parafraseando). Essa usurpação do lugar de fala é que não deve ser feito, por mais que ela esteja carregada de boas intenções. Se, no caso que foi explorado no cast, a mulher quiser jogar jogos de tiros, que ela possa jogar e não seja hostilizada por isso, e se não quer jogar, que também possa ter essa escolha. Melhor ainda se houve espaço e respeito para que as mulheres criassem os jogos com suas próprias visões independente de estilo.

  • Platynews

    você responde o “mas tinha machismo nessa epoca” com “o PERSONAGEM X pode ser machista, mas se você ta fazendo um filme sobre os 1400 e suas mulheres forem inferiores sem alma quem é machista é o criador”
    O velho oeste era machista mas isso não impede da personagem de ser um ser humano com vontades e desejos e história. As minorias não passam a ser seres humanos quando ganham direitos =P

    O careca do he-man é o diretor da escola do de volta para o futuro !
    E o esqueleto é o Frank Langella