É sempre legal acompanhar um filme brasileiro que consegue não apenas criticar, mas também entreter em sua fórmula. Além disso, o Heitor foi assistir um show da banda do irmão dele e o Teixeira palestrou no youPIX Con.

**Chegaram as camisetas do Overloadr, venha conferir!**

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Participantes:

Caio Teixeira
Heitor De Paola
Henrique Sampaio

Assuntos abordados:

5m – Show: Enfantes
24m – Livro: The Wind-Up Bird Chronicle, de Haruki Murakami
33m – Filme: Que Horas Ela Volta?
51m – Filme: Big Hero 6
54m – Evento: youPIX Con 2015
1h10m – Emails

Música de Encerramento: Kaizers Orchestra – Evig Pint

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Envie emails com perguntas e sugestões para: bilheteria@overloadr.com.br ou para http://ask.fm/bilheteria

  • Anderson Cardoso

    ah okay, não levem a mão não mas vocês deveriam voltar a dizer no começo que ‘não são especialistas’ ouvindo 22 minutos de pura bobagem da parte do Teixeira sobre música que me dói na alma. na boa!!

    Nhoque de batata doce … isso parece muito bom!!

    Abs,

    • NUNCA MAIS FALAREMOS, SOMOS ESPECIALISTAS EM TUDO A PARTIR DE AGORA! ISTO É UM DECRETO!

      • Anderson Cardoso

        Aê!! minha psicologia reversa/engenharia social reversa deu certo então…

    • Bruno Araujo

      As pessoas ainda não se acostumaram com a natureza hater do Teixeira

      • Anderson Cardoso

        Do contra o define!

  • Welington

    Olá,

    Não sou de comentar (desculpe…), mas ao escutar vocês falarem que certos gêneros musicais tem que acabar, me soou ofensivo demais para um podcast tão aberto a diversas opiniões. Não acho problema vocês falarem que não gostam de certos gêneros, porém não acho correto abordá-los como se fossem irrelevantes e desnecessários.
    Cada gênero de música existe porque conversa com algum grupo de pessoas e expressa os sentimentos desse grupo. Duvido que não existam músicas das quais vocês gostavam quando eram mais jovens e que hoje vocês acham ruins, por variados motivos. Porém essas músicas de certa forma moldaram as pessoas que vocês são hoje e portanto tiveram seu valor.
    Portanto, espero que em discussões futuras vocês não sejam tão extremos, pois considero que qualquer extremismo seja ruim. E como vocês são formadores de opiniões espero que evitem essas formas de expressões, para não se propagarem pela internet mais ainda.

    P.S.: Desculpe caso tenha sido um pouco crítico demais por algo que talvez vocês considerem um detalhe pequeno, porém se sou muito crítico a diversas opiniões devo isso, em parte, a vocês, por me mostrarem em diversas vezes que certas opiniões que eu tinha deviam ser reconsideradas, e me tornar uma pessoa mais aberta a outras opiniões e gostos.

    P.S.2: Gosto muito dos podcasts e já descobri diversos filmes, livros e jogos com vocês. Muito obrigado pelo conteúdo, porém, infelizmente, ainda não posso contribuir para o Patreon por ser um mero estudante.

    • Jonathan Menegalli

      cara, desculpa eu não quero começar uma discussão aqui mas tenta lembrar dos ensinamentos de lorde Lanzetta sobre o que é ofensivo e repense um pouco a sua vida e as coisas que te deixam ofendido.

      • Rafael Pradella

        Isso não é (CARVALHO, João)?

        • Jonathan Menegalli

          acho que os dois já falaram disso.

  • Raposo

    Aaaaaaaa velho, Mombojó não, putaqueopariu.

    • Raposo

      Fala mal de Yes, fala bem de Mombojó, eu to desgraçado da cabeça

  • André Luz

    poxa e sempre triste ouvir vcs falando de rock progressivo e metal, entendo que gosto é gosto e vcs não curtem, mas existe muita coisa maneira e legal por ai, muita coisa bem feita e não infantil nesses estilos hj em dia. Como não acompanham e claro que vcs não vão saber e eu entendo, mas sempre da uma dorzinha ouvir os comentários haha

    • Leandro Correa

      Penso a mesma coisa! Metal é um dos gêneros mais abrangentes que eu conheço, e muito do material (até mesmo o mais “adolescente”) é incrivelmente técnico e bem desenvolvido.

      Tem muita parada sem graça/originalidade, mas todo gênero tem né.

    • Felipe de Albuquerque

      Deu uma dorzinha no coração quando falaram de Gentle Giant e Yes.

    • Tem horas que vocês levam agnt a sério de mais… Acho…

  • Leandro Correa

    Les Enfantes Terribles, Zero called them…

  • El Luchador

    Oi.
    Gosto bastante de rock e metal.
    Não fiquei ofendido ou incomodado pelos comentários de vocês.
    : )
    Abraço!

  • FHC

    O Teixeira falou do podcast Lore que é sobre contos de terror e lembrei de um que conheci essa semana, chamado The Black Tape. É um podcast sobre coisas paranormais, mas acho que é encenado. Dá pra se divertir.

  • Na verdade o Jack Johnson era meio ~punk rocker~ e um dia, surfando, BATEU A CABEÇA NUMA ROCHA e teve que ficar numa cama de hospital por muito tempo. Aí acabou pegando o violãozinho e ficando mais light. Pessoalmente, eu acho melhor risos

  • Felipe de Albuquerque

    Eu acho engraçado que logo o Rique, que tinha falado que o calor fazia as pessoas quererem sair e tal, tava reclamando de preguiça graças ao calor.
    Eu digo que o calor(Calor de verdade, mais de 30 graus) faz as pessoas quererem ficar em casa sem fazer nada. O que faz as pessoas quererem sair e se divertir é aquele “falso calor” entre os 25 e 30 graus.

  • Gabriel Moreira

    Sei que isso é inevitável, mas é muito engraçado como a visão de vocês de comum ou não, seja sobre comportamentos ou tendencias se resume MUITO ao que acontece em São Paulo, sério, 80% das coisas que vocês tomam como realidade de vocês é COMPLETAMENTE diferente do que eu vejo em outras regiões, especialmente pelo interior kkkkk

  • Alvaro Sasaki

    Falaram de Mombojó e Lauryn Hill. <3

    E podia ter a lista dos podcasts citados em textinho em algum canto.

  • Hugo Gomes

    Quando eu era adolescente costumava ser aquele típico metaleiro que só vestia camiseta de banda e all stars preto, e achava que tudo o que não fosse metal/rock não prestava, ou tinha menor valor. Conforme fui ganhando maturidade, conhecendo pessoas diferentes, e até por influencia do Overloadr (principalmente do Rique, que é o que mais apresenta apresenta artistas/bandas “diferentes”, ao meu ver) me tornei mais receptivo a gêneros e estilos musicais em geral.
    É engraçado que quando vocês falam que tal gênero tem que morrer, me lembra essa atitude adolescente meio besta que eu costumava ter, só que contra o grupo que talvez mais pratique esse mesmo ato rsrs.

    Btw, existe algum vídeo dessa palestra no YouPix? Fiquei curioso pra saber como foi essa discussão.

  • Feco Linhares

    Ótimo episódio galera, só tem um problema…. sobre “bandas de rock nacional” acho que vocês escorregaram bastante nessa… acho que o rock deve ser o rótulo/categoria mais abrangente que tem, com milhôes de subdivisões e estilos que diferem muito. O Brasil sempre teve uma boa tradição com bandas de Hardcore e Metal Pesado (não o melódico que geralmente se ouve falar por aí), mas é aquele lance, só pra quem curte esse tipo de som!
    Assim como há quem diga “O Brasil não produz boas bandas de rock atualmente”, se este está procurando um pop rock, indie rock, folk etc (o que para o meu gosto nem lá fora existe coisa boa… não suporto Radiohead por exemplo) nunca vai achar! Hahahah, acho que é um terreno perigoso abranger uma categoria/rotulo dizendo que não existe, sendo que dentro da categoria/rótulo mesmo já é uma parada difícil de existir um cara que realmente seja um “Eclético de Rock”.
    Só isso, mais uma vez, abraços e continuem com esse conteúdo maravilhoso!

  • Marcelo

    Indicando alguns filmes nacionais bons:
    O lobo atrás da porta
    Carlota Joaquina, princes do Brasil
    Nome próprio
    Dois Coelhos
    E par o Henrique
    O homem do ano
    O homem do futuro
    O Homem que copiava
    E é claro O Homem Nu

  • Power Otaku-Kun

    Acho bizarro quando alguém fala que algum gênero ou estilo musical “morreu” ou “é uma bosta”. Não consigo levar a sério e acabo levando isso pra um tom de “birrinha”, por que não é o estilo que a pessoa curte. Na boa.

    Mas deixando essa bobagem de lado, o filme da “Que horas ela volta?” infelizmente não estreou no cinema da minha cidade. Já perguntei pra moça dos ingressos quando chega, mas ninguém soube responder. Uma pena que filmes nacionais mesmo com criticas ótimas acaba não chegando em alguns lugares.

  • Murilo Camargo

    Apenas uma correção. Heitor falou sobre a reportagem do fantástico, mostra exemplos de outras famílias, mas não a do filme. Não vou dar o spoiler , mas nem teria como se o filme realmente tratar-se de uma história real.

    • Heitor De Paola

      Hum, saquei. Me confundi então, vou tentar me lembrar de mencionar isso na próxima gravação do Bilheteria.

  • Bruno Araujo

    Eu e minha namorada somos filhos de empregadas domésticas e quando assistimos “que horas ela volta” nos identificamos muito com a Val e a família dela, e acreditamos que o filme foi em boa parte feito para nós e nossas mães, ele é uma homenagem para essas mulheres que vieram de outro estado e nadando contra a maré do preconceito e injustiça social lutaram para nos dar um futuro melhor, e conseguiram. No cinema em que fomos (O espaço Itaú da Augusta) as pessoas riram muito mais do que deviam, o filme é divertido, mas acho que muitas dessas risadas são de pessoas que não perceberam as dimensões das cenas.

    Ele é um filme que aponta, que mostra realidades que existiram e existem, nada ali é fictício, e isso sim, ainda existe, nós ouvimos histórias de coisas desse tipo em nossa faculdade e trabalho, de pessoas de diferentes bairros, como Ipiranga, Santo André e o próprio Morumbi. Todas as pessoas que tem empregada sempre falam delas com um tom crítico, claramente como se fosse pra eles uma subespécie, seus inferiores.

    Ele é acima de tudo um filme que fala da luta de classes, aquela casa é um espelho da sociedade brasileira como um todo, o preconceito velado, o tabu, o confronto do velho com o novo gerando revolução, a liberdade, é um filme lindo, merece todos os elogios.

    Obs.: O ator que faz o pai é o escritor e quadrinista Lourenço Mutarelli, e realmente ele não é um ator muito bom, mas é uma figura muito fascinante, existe uma cena que eu tenho certeza que foi total improviso dele, quem assistiu irá saber qual é.

    Teixeira, sobre o rock nacional eu recomendo ouvir algumas bandas: Lupe de Lupe, Jair Naves e Herod, são artistas que são independentes mas tem trabalhos destacados.

  • Fernando Henrique Rosa

    Minha esposa liga a televisão no domingo e eu já digo que vai começar o domingo da depressão…

  • Marcus Vinicius Lima Martins

    Que Horas Ela Volta? é uma filme muito bom. Me fez lembrar das mulheres da minha vida, da sociedade hipócrita em que vivemos e de histórias de pessoas que conheço. Acho interessante que eu tive essa percepção, mas cada pessoa que assiste o filme tem uma visão diferente. Eu assisti ao filme em um cinema que só passa filmes “cults” em Brasília, que mesmo sendo barato tem o público limitado a classe alta e durante a sessão enquanto caiam lágrimas do meu olho pessoas rindo, comecei a perceber que o que eu estava achando deprimente era motivo de risada para as pessoas ao meu lado, até o sotaque da Regina Cazé era motivo de chiste para eles.
    Sobre o programa Esquenta!, percebo quando alguém comenta o quanto ele exótiza a pobreza e do quanto ele é racista pela ajuda a permanência do status quo do negro, logo é ruim, é sempre alguém em um posição privilegiada, pois ao conversar com pessoas da periferia percebo que eles adoram o programa e se sentem representados.