Os lançamentos de final de ano estão chegando! REPETIMOS: OS LANÇAMENTOS DE FINAL DE ANO ESTÃO CHEGANDO!

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Chega mais!

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Participantes:

Caio Teixeira
Heitor de Paola
Henrique Sampaio

Assuntos abordados:

11m – Madden NFL 2016
32m – Metal Gear Solid V: The Phantom Pain
38m – SOMA
57m – Lovers in a Dangerous Spacetime
1h11m – Rocket League
1h14m – Undertale
1h22m – Notícias
– Call of Duty: Black Ops III não terá campanha solo no PlayStation 3 e Xbox 360
– Might No. 9 sairá em fevereiro de 2016
– Em reestruturação, Maxis será combinada com a divisão mobile da EA
– Gear VR para consumidores sairá no fim do ano por US$ 99
– De acordo com Guillermo de Toro, Junji Ito também fazia parte da equipe de Silent Hills
– Nenhum plano de DLC de história para Metal Gear Solid V
1h50m – Emails

Música de Encerramento: Spandau Ballet – True (trilha de Metal Gear Solid V: The Phantom Pain)

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  • El Luchador

    Só passando para dizer uma coisa importantíssima:

    HIDE YO KIDS
    HIDE YO WIFE

  • Anderson Cardoso

    Então, Heitor. Soma tem 8 horas e pouco é bem curto … acho… não achei que ia me prender tanto tempo nesse jogo mas achei menos tenso do que Amnésia esse sim estava borrando as calças.

    Caraca nunca tive LEGO :’ / mas se tivesse hoje em dia eu não pisaria mesmo que sem querer porque é caro para caralho aquilo!

    Abs,

  • Leonardo Calça

    “Weeeeeell, obviously, we have a rapist in Lincoln Park.”

  • Eduardo Lewandowski

    Heitor, acho que o teu cross plataform deve estar ligado no rocket league. Assim tu joga contra a galera da steam que, como sabemos, podem mudar os seus usernames a vontade. Por isso que tem esses nomes mais “criativos” em algumas partidas.

    • Heitor De Paola

      Ohhhhhh, isso explica muita coisa.

  • Carlos Eduardo Galvani Nascime

    Sobre a discussão de que “chegou a nova geração”, o exemplo do Caio não é bom já que Metal Gear Solid V é exatamente o mesmo jogo pra geração passada (claro, piores gráficos, mas não de um nível que mude totalmente a experiência). “Ah, mas o Shadow of Mordor não tem o Nemes…”. Tem sim, exatamente igual a nova geração. Todo mundo acabou interpretando errado o que o produtor disse sobre a “old gen”. O jogo pra old gen é bugado, com queda de frames absurdas, mas tem o sistema também.
    Acho que nunca teremos esse sentimento de “mudança de geração” (como o próprio Heitor disse, no máximo vai ser um “a versão de PC é muito melhor) porque meio que chegamos muito próximo do que a gente consegue compreender como realidade. A partir de agora só detalhes e ambientes mais movimentados que vão fazer isso, mas sem o impacto de antes.

  • Felipe de Albuquerque

    Em relação ao lance de jogar os jogos antes de terminar de baixar:
    Eu acho que o Dragon Age Inquisition fez, na medida que a lerdeza da PSN permite, isso de forma satisfatória. Ele libera toda aquela primeira área(da floresta), mas não pode ir pras outra áreas ou mandar fazer aquelas missões na mesa de guerra. Aquela primeira área do Dragon Age Inquisition é gigante e tem bastante coisa pra fazer.

  • Gnome Zaki

    Sobre jogo da NFL bom, há uns 10 anos atrás tinha o jogo da 2k, que também tinha licença dos jogadores. Era um jogo melhor, mas a EA conseguiu exclusividade com a NFL e acabou com a concorrência.

    (Por isso que acredito que a concorrência entre PES e FIFA é uma coisa muito boa de se existir)

  • Franco Carbonaro

    O restaurante de poutine comentando no episódio é o Pecado de Bom, fui uma vez e achei excelente. http://www.tripadvisor.com.br/Restaurant_Review-g303631-d5387966-Reviews-Pecado_De_Bom_Gourmet_Poutinerie-Sao_Paulo_State_of_Sao_Paulo.html

  • M_Lopes

    1-Algum de vocês jogou Armello? Caso alguém jogue, queria muito saber a opinião de vocês sobre esse jogo em algum programa futuro.

    2-Sobre a menina que não quer beijar o namorado: acho que ela pode algum trauma sinistro sobre o qual não falou ainda.

    3-Por favor, parem de dar drogas pro Teixeira antes das gravações. Isso não está fazendo bem pro moço.

    -Abraço.

  • Felipe Resende

    Vou comentar antes de ouvir =P
    Mas sobre Madden 16, talvez essa edição tenha trazido as principais mudanças dos últimos anos. Até a ponto de deixar algumas coisas complexas demais (mesmo para quem entenda o esporte). Ainda assim, é provavelmente o melhor Madden que já joguei. Ainda assim, preferiria que tivesse concorrência.

  • Leandro Tavares

    Assistir NFL é animal, melhor esporte e mais emocionante. Jogar é uma BOS…..
    Quando eu trampava na ESPN, tínhamos direito a ingressos para os parques Disney para distribuir para amigos. Arranjei os meu para um PJ de lá que ia viajar em troca dele me trazer o Madden 12. Deveria ter pedido outro jogo ¬¬
    OBS: Quase gritei na copa da firma ouvindo o programa quando vocês quase erraram a “sinopse” do Ace Ventura 🙂

  • Para o ouvinte que tá vindo pra SP, é um e-mail que eu vivo copiando e colando pros turistas, então ele está adaptado pra você também:

    O grande ponto forte de São Paulo são as diversas cozinhas, dá pra indicar vários restaurantes de cada tipo.

    Vamos por tópicos.

    1-) Liberdade

    Acho que o destino mais certo e mais cativante talvez seja a Liberdade mesmo. O bairro ”japonês”, que hoje tem muito mais chineses, é repleto de restaurantes e lojinhas. É só descer lá no metrô e ir passeando. A atmosfera fica melhor ainda quando é domingo, pois tem uma feirinha de artesanato, e com algumas coisinhas que só encontra lá, tipo amuletos xintoístas. O principal são as barracas de comida, mas são filas enormes. Tenta provar de tudo! Tem guioza, doces, sushi, friturinhas diversas de tempurá, tudo.

    Tem lojas legais na Avenida Galvão Bueno inteira, e na rua dos Estudantes, as duas são cheias e saindo do metrô você já a visualiza-as.

    Uma loja legal de utilidades domésticas e presentes japoneses mesmo é na TENMAN-YA.

    Uma loja com doces japoneses feitos no Brasil de forma caseira é a o Kanazawa.

    Uma loja com todos produtos do Japão, como doces industrializados, conservas, tudo mesmo é o Marukai.

    Uma loja com muitos produtos alimentícios da China é o Towa.

    Uma loja de kimonos é a Minikimono.

    Um shopping com muitos bonequinhos, pelúcias e coisas relacionadas a anime são os andares 3 e 4 do Shopping Sogo

    Um shopping que é o paraíso da maquiagem, vem gente do Brasil inteiro, é a Ikesaki

    Uma loja com embalagens e produtos de papelaria é a Fancy Goods e a Lucky Cat

    Uma loja com revistas e mangás japoneses é a Livraria Sol

    Uma loja com muitas pelúcias, canetas e origami é a Haikai

    Todos ficam muito perto um do outro, e chegue cedo e vá visitando (ir de sábado e domingo pode ser perrengue se você não gosta de lugares cheios), vá andando e descubra muitas outras lojinhas, eu mesmo acabo descobrindo várias quando eu fico andando por lá.

    E eu nem falei dos restaurantes ainda. São vários, vou tentar falar de alguns:

    Lámen Aska – Se você quiser comer um lámen tradicional japonês, este é o lugar. Peça, é como comer o lámen no Japão. As mesas são disputadas, e a etiqueta, japonesa. Não dá pra enrolar muito, basicamente. Mas vale a experiência. E é baratinho! Leve sempre dinheiro, muitos restaurantes não aceitam cartão.

    Karaokê box PORQUE SIM – Tem salinhas japonesas de karaoke no andar de cima, embaixo funciona um restaurante bem fofinho com todo tipo de prato japonês. São refeições mais de mamãe, mas tem sushi, lámen, karê, frituras japonesas, os pratos são bontinhos e bem montados.

    Chi-Fu – É o chinês mais bonito da Liberdade, o resto são todos meio feios ou sujos. As mesas são gigantes e as atendentes não falam português. É bom se acostumar, geralmente em restaurantes chineses você será maltratada, é coisa costumeira, mas a gente vai pela comida né?

    Espaço Kazu – Tem poucos pratos, mas tem uns quitutes gostosinhos, tipo Yakissoba pan. A especialidade é teishoku, carnes fritas com arroz e misshoshiru.

    É bom notar que na Liberdade não tem muito aquele sushi rodízio, e os que tem são ruins. Mas todo restaurante japonês da Rua Tomás Gonzaga é bom, mas são meio caros. Mas são japoneses autênticos, se quiser, dá uma olhada no cardápio antes.

    Todo chinês com placas sem nome em português vão ser sujinhos, mas baratos. E todos tem uma comida excelente, sério mesmo, eu conheço todos. O jeito é arriscar.

    Não tem problema nenhum em se entupir com bentôs das lojinhas, com doces, com pastel da Yoka, com pães da Itiriki, com sorvetes coreanos Melona, etc.

    Enfim a Liberdade é parada certa, qualquer dia. Domingo é uma atmosfera bem ponto turístico mesmo, de semana talvez a pegada seja mais calma.

    E com certeza esqueci muita coisa.

    2-) Avenida Paulista e arredores

    A Avenida Paulista é um marco. Eu amo andar por lá, pensando na vida, acompanhando a avenida no todo, indo e voltando. E é um programa tradicional de Paulista. Lá é o centro nervoso e financeiro, mas também um dos centros culturais, tem mais de 50 salas de cinema por perto, muitas livrarias, restaurantes. Faça um tour do começo ao fim, são quase 3 km. Depois, conheça pontos específicos.

    O MASP é sempre belo, e aos domingos tem uma feira de tranqueiras no vão dele. O museu é um dos mais bonitos do mundo, e é claro que é um cartão postal daqui. Vale a visita, ainda que rápida.

    A Rua Augusta tão famosa tem dois lados. Ela é longa e cruza a Paulista, de um lado ficam alguns cinemas, puteiros, bares e baladas, tudo num conjunto extremamente harmonioso até, o caos e o feio que se completa e vira atrativo, sabe? É como, bem mais ou menos, fosse nosso Recife Antigo. Tem todas as tribos, e todos os gostos. E claro que todo tipo de lixo. Mas tem muita baladinha e bar moderno, e restaurantes indianos, espanhóis, veganos, tudo. É outra rua que vale a pena andar inteira, de um lado pra outro. De manhã é uma coisa, de tarde outra, de noite outra e de madrugada outra mais diferente ainda. É pra quem gosta de curtir a cidade mesmo, ai fica na Augusta. Tem gente que vem pra cá só pra curtir essa rua, das mais variadas formas.

    Arredores – Nem é tão perto a pé, mas dá pra ir:

    2.1 Rua Oscar Freire – Umas 8 quadras pra baixo da Paulista, é uma das ruas mais chiques de SP. Tem todas grifes lá e muita gente bonita e endinheirada. Nos arredores tem muitos restaurantes, maioria meio carinha.

    2.2 Feira da Praça Benedito Calixto (precisa ir de ônibus) http://www.pracabeneditocalixto.com.br/ – Feira hipster de SP. A pracinha é moderna e cheia de tranqueiras, a feirinha de comida é muito gostosa, muita gente gosta.

    3-) Parque do Ibirapuera

    SP tem muitos parques, mas nenhum como o ”Ibira”. É um parque gigantesco, tem museus lá dentro, é muito grande e com vários espaços. É um programa de paulista ir pro Ibira pra correr, tomar sol, levar o cachorro pra passear, etc. Sabe como são atmosferas de parque este tem a essência da cidade, e as pessoas. Um dos orgulhos da cidade. Gosto de ir lá e ficar deitado apreciando o céu. Não tem muito segredo, mas todo paulista gosta de ir lá e levar quem ele gosta.

    4-) Centro

    O Centro velho precisa ser visitado de dia. E não tem muita diferença de outros centros, são sujos e caóticos. Mas tem coisinhas muitos legais:

    A Torre do Banespa tem visitação pra ver um dos pontos mais altos da cidade. É de graça, só se informar que horas abre e ver a cidade lá de cima.

    O Teatro Municipal é lindo, as vezes está aberto pra visitação. Dá uma passadinha.

    A 25 de Março realmente é o paraíso das compras, é bizarro. Tem muita porcaria, mas dá pra sair com muitos produtos de lá. Tem loja de todos os tipos, mas se for fim de ano, evite. É normal lidar com milhões de pessoas por lá. Sério, chega a ter milhões em meses perto do Natal. Mas só vá pra lá se você quiser conhecer um centro de compras caótico, mas que acha de tudo mesmo.

    4;1 Mercadão – O Mercadão fica perto da 25, dá pra ir a pé, só fique atenta que a região é relativamente perigosa, mas é só seguir os caminhos e indicações, ou ir de carro mesmo. Lá tem os famosos sanduíches de mortadela, bolinhos de bacalhau e outros quitutes. Tem frutas do mundo inteiro, conservas, peixes, tudo. O Mercado é bonito, reformado e bem frequentado. Dá pra ficar passeando e comprando coisas. Cuidado que tem fruta lá que custa 70 cada, então vê lá o que você experimenta. Mas tem de tudo pra prova, frutas que você nem imaginava existir. E tem um mezzanino com muitos restaurantes.

    4.2 Bom Retiro – É um bairro, mas que é de fácil acesso do metrô. Tem a Rua José Paulino que tem centenas de lojas de roupa barata. Donos coreanos com escravos bolivianos, sabe? Mas muita gente vai comprar lá. E é mais roupa pra mulher mesmo. Se tiver afim de garimpar roupa, este é o lugar. Dá pra perder um dia inteiro ai, e tem muita opção de restaurante coreano, caso queira conhecer. O foda é se orientar por lá.

    Bela Vista (Bixiga) – É o reduto dos restaurantes italianos em SP. Tem todo tipo de cantina, pra todos os bolsos. Chegar lá de noite, já com o endereço do restaurante que quer conhecer. Alguns são muito caros, então se informe antes.

    5-) Vou te listar alguns dos meus restaurantes preferidos:

    Sujinho: Se quiser comer carnes, este é um dos melhores. Tem todos os tipos, fica aberto praticamente 24 horas. É um pouco mais caro, mas tem ambiente bacana. O nome vem da fama de abrigar boemios e putas nos anos 70. Hoje é um dos pontos mais bacanas de SP pra comer. Do lado tem uma hamburgueria, também muito boa. Só aceita dinheiro!

    Esperanza: Eleita sempre a melhor pizza de SP, é pra conhecer a tão falada pizza paulista. É meio cara, uns 60 cada, mas dá pra 3. Mas olha, qualquer pizzaria de esquina cumpre bem o papel. A pizza daqui é MUITO boa, e ai de quem discordar. Todo mundo que vem pra cá acha isso, gringos ou pessoas do Brasil. Pizza de 8 ou 80 reais, todas são boas. Sério mesmo.

    Degas: Opção barata para pratos tamanho família (dá pra 5). É conhecido pelo filé a parmegiana, mas todas carnes e pizzas são boas.

    PASV: No centro velho, restaurante feinho e antigo, mas com uma comida brasileira e carnes de primeira. É um dos meus preferidos

    Halim: São Paulo é a meca dos restaurantes árabes. Tem muitos. Este fica perto da Paulista e tem bons preços e ótimos pratos;

    Alaska: é do lado do Halim, é uma sorveteria estilo antigo. Sei que nem liga muito pra sorvete, mas é um dos meus pontos preferidos.

    Estadão: lanchonete 24 horas, com todo tipo de prato ou lanche…24 horas! É normal ver pessoas comendo nos mais variados horários. Fica no Centro Velho, é meio perigoso por perto, mas acompanhada é sussa. O tradicional é o lanche de pernil..eu morro por esse lanche.

    Kidoairaku: É um restaurante que uma bachan te serve, pratos bem caseiros mesmo, feitos como se fosse pela sua vovó (japonesa).

    Olha, tem restaurante africano, libanês, alemão, sérvio, armênio, grego, peruano, colombiano, português, de todos os lugares do mundo, a lista é interminável. Eu mesmo não conheço tudo que queria. http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/4226191/guia-da-culinaria-ogra-195-lugares-para-comer-ate-cair este livro aqui tem muitas indicações.

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    Tem uma relativa intimidade nesse copycola, mas eu fiz de coração pra todos amigos ;D

    Aproveite =D

  • Bruno Araujo

    Se não me engano o Gear VR usa o sensor de movimento desenvolvido pela Oculus e não a acelerômetro e giroscópio do celular, do celular é só o processamento e a tela, sendo totalmente diferente do Cardboard que só adiciona uma lente e um suporte ao celular.

  • O motivo da Lua ficar vermelha no eclipse total é explicado pela nossa atmosfera. Se a Terra fosse tão árida quanto a Lua, ela ficaria praticamente preta. Mas isso não acontece porque os raios solares que passam ao redor da terra, atravessam a atmosfera de forma oblíquia, refratando como um arco-íris: o que é vermelho é desviado para o centro do foco, onde a lua se encontra. As outras cores são espalhadas para longe. Ela só PARECE vermelha perto do eclipse total porque antes disso o brilho do resto que ainda recebe luz direta do sol e reflete de volta para nós ofusca o restante que está no escuro. Aliás, se você estivesse na Lua durante um eclipse total a Terra iria aparecer como um disco preto com um belíssimo disco avermelhado/laranja ao seu redor, num tom muito mais intenso que vemos no pôr-do-sol (que são os raios refratados pela atmosfera em direção à Lua, oculta na umbra da Terra)