Veni vidi quase vici. A Brasil Game Show 2015 aconteceu, nós fomos e agora te contamos o que sentimos do evento. Pá pum, sem choro nem vela.

Chega mais!

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Participantes:

Caio Teixeira
Heitor de Paola
Henrique Sampaio

Assuntos abordados:

1m – Balanço BGS 2015
1h31m – Boteco VI
1h39m – Notícias
– Leilão brasileiro do PS4 com problemas, mudança de regras
– Mudança de data e local da BGS: 1 a 5 de setembro no São Paulo Expo
– Fallout 4 teve o preço abaixado para 200 no Brasil
– Rise of Incarnates já vai morrer no fim do ano
– Season Pass US$ 50 Star Wars
1h43m – Emails

Música de Encerramento: Bombay Bicycle Club – Luna (trilha de Forza Horizon)

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  • El Luchador

    Comprei o season pass do Battlefront.
    É. Sou um verme.

    Mas caras, sempre joguei muito o Battlefield também (principalmente o 4, com season pass) e achei o Battlefront uma pegada totalmente diferente, mas ainda assim, muito divertida.
    Pode ser só mais um jogo de tiro, mas é exatamente aquilo que eu gosto, mas se passando no universo STAR WARS, que é uma franquia que está no meu coração desde meus 4 anos de idade.

    Em resumo, gostei muito do que joguei e quero mais daquilo, ou melhor, quero o máximo que aquilo pode me oferecer. Também achei uma ótima decisão não terem colocado um story mode-single player porque, TODOS sabemos como é a história de Star Wars e tudo o que acontece nela. O que eu quero é justamente participar das batalhas que envolvem tudo aquilo.

    Enfim…
    No aguardo.

  • Adrien Pirmez

    MotherShip – 56. Jornalistas blazés azendam no rolê. Os menino sobrecarregados são show! <3

  • XboxDeuso

    Galera, confesso que fiquei um pouco decepcionado com a análise de vcs em relação a BGS. Tudo bem que existem mesmo os problemas apontados, mas acho que vcs deveriam ter dado mais ênfase as coisas legais, como a presença do Phil Spencer no evento. Sei que pra vcs eh normal ver os caras, mas acho que foi a primeira vez que um executivo tão importante veio aqui participar. E em relação ao indies, acho que vcs superestimam eles! Puts, falo com sinceridade, no geral tem muito jogo indie ruim e é difícil achar um que preste. E como isso é um longo caminho para o produtor brasileiro, o simples fato de existir mais de 30 jogos indies brasileiros sendo desenvolvidos no xbox, já eh um fato para comemorar. Mas vcs nem mencionaram isso.

    • Tá… Deixa eu entender: nós temos de analisar algo pelos olhos do público (que claramente não fazemos parte dele) e não pelos nossos? Porque tudo o que você apontou, bem, são coisas que você gostou. Ou seja, você queria que falássemos bem do que você gostou. Confirmation bias mandou fortes abraços.

      E superestimamos indies? Nós deixamos claro o quão fraca a área estava esse ano, mesmo com a quantidade grande de jogos.

      Quando começarmos a bater palma e dar estrelinha de parabéns só porque pessoas “participaram” ou entraram no Xbox pode parar de nos ler porque falhamos na nossa profissão.

      E é bem interessante como o único ponto positivo real que você levantou é a vinda de um executivo. Do Xbox. XboxDeuso. Como se ele admitir que o Brasil existe é o suficiente para ser algo extremamente incrível. Uma posição clara de quem é fã e não de quem está interessado em informar, de alguém que acha que só o cara dar as caras que signfica “AGORA VAI”.

      Maneiro isso tudo aí.

      • XboxDeuso

        Cara. Primeiro, obrigado por responder. Bom, como VC disse sou um fã do Xbox, ponto. Sinceramente pensava que vcs também gostassem… Não estou pedindo pra vcs defenderem marcas, só achei que foram fatos legais dignos de comentários. De qualquer forma me desculpe, não quero que vcs falem do que não gostam. E em relação aos indies, acho q vcs superestimando simplesmente pq falaram muito, mais de uma hora! E olha que estava ruim nesse aspecto. Imagina se tivesse bom. Mas respeito a opinião de vcs, pq os especialistas são vcs. Grande abraço.

        • Nós gostamos de videogame. Ponto. Nada contra Xbox, PlayStation ou Nintendo (se bem que eu sou o maior crítico desta última aqui no Overloadr). Falhamos em comentar? Talvez… Mas temos uma cobertura completa no site, nossos podcasts não possuem a cobertura de games completa que fazemos, acabamos pulverizando seja em texto, vídeo ou áudio.

          E sim, comentamos mais sobre indies porque achamos mais interessantes na maioria dos casos. Já deixamos claro como a indústria do AAA nos decepciona e simplesmente cansa com pouca inovação (salvo alguns raros casos). Além disso, nesta BGS foi terrível por não ter praticamente nenhuma novidade, nós já havíamos visto, comentado e analisado mais de 80% da feira. Por que falaríamos sobre isso de novo?

          De novo, a sua reclamação é baseada em gosto. Aí é só chato. É tipo você entrar numa doceria e ficar reclamando que não tem tanto salgado quanto você gostaria.

          • XboxDeuso

            Valeu cara. Acho legal da sua parte responder as críticas. Só que teu argumento para quebrar o meu não é justo. Vai me dizer que a opinião de vcs não é baseada em gosto? Falar ou não do Phil Spencer? Gostar ou não de Phil Spencer? Pra mim tudo é gosto…

          • Nossa opinião é baseada em gosto, vivência e experiência cobrindo a área. Você continua partindo do pressuposto que a visita do Phil Spencer foi a coisa mais importante que aconteceu na BGS e nos “acusa” de sonystas. A única coisa que apontei foi que você só sabe olhar Microsoft enquanto olhamos tudo e, com a nossa experiência, decidimos o que achamos importante ou não.

            A diferença entre nós é experiência e falta de preferência para com alguma marca.

          • XboxDeuso

            Acho que a principal diferença além da preferência de marca é que vcs produzem conteúdo e formam opinião. Pode não parecer mais escuto vcs a muito tempo, desde os primeiros podcasts da arena que eram muito engraçados. Acho que assim como eu diversas pessoas devem ouvir vcs mas dificilmente comentam aqui. Eh muito legal essa interação. Falow.

    • Márvio

      Não sei a quanto tempo você ouve o podcast, ou se caiu aqui de paraquedas neste episódio, mas este é o único podcast que ouço em que não se vê uma clara predileção por uma plataforma em demérito de outra. Exceto claro o ódio de Texeira contra o Mario. O espisódio não destoou em nada do que eles já falam desde sempre, por isto fico indagando como você chegou até aqui. Recomendo vc a ouvir o Reloading que talvez tenha a visão que você espera sobre o evento. Abra a mente jovem, os video games vão além de uma marca só!

      • XboxDeuso

        Cara. Se vc não sabe ter uma visão crítica sem levar para o lado do fanboyolismo o problema é seu. Dei minha opinião com sinceridade. Se vc gosta de ficar sempre babando ovo problema também é seu.

        • Márvio

          “visão crítica”? mas como assim? O que eles fizeram no podcast inteiro foi avaliar o evento de modo crítico e o seu comentário é justamente sobre por que eles não “babam ovo” da microsoft. Cadê visão crítica?
          Mas não se preocupe, pois quando eles acionam o piloto automático eu venho aqui criticar, como já fiz outra vez.

          • XboxDeuso

            OK cara. Desculpe os exageros. Abraço.

    • Sapulha_himself

      Falaram muito do lado negativo da feira mesmo, esqueceram de coisas muito positivas, como a BGS ser o primeiro evento de jogos a ter rise of the tomb raider jogável. Também tivemos um world première de quantum break. Tudo no estande da MS.

      • XboxDeuso

        Cara. Cuidado. Dando a opinião assim diferente dos caras vc vai ser taxado de fanboy. Vc sabe neh, só é legal as coisas que eles acham e ouvir opinião diferente da deles não é o forte dessa galera. Faça como eu, como me aconselharam aqui mesmo, procure outro podcast. Infelizmente. Concordo contigo, aconteceram coisas do lado da microsoft legais pra caralho e eles nem comentaram. Pra mim não somos nós os fanboys e sim eles que são simplesmente sonystas. Pelo menos é a verdade que transparece.

    • Guilherme Kaneko

      Sério mesmo que vc acha que a vinda de um grande executivo deve ser comemorada?
      Não me recordo exatamente o ano (2011 ou 2012) Reggie Fils-Aime até então o Presidente da Nintendo Americana veio ao Brasil em um evento na FNAC Pinheiros apresentar as demos de Super Mario 3D Wolrd e Mario Kart 7, além de uma interação com o público presente e sorteio de brindes, o que incluía inédito 3DS Flame Red,
      Agora me diz porque que devemos comemorar a vinda de um executivo na maior feira de games da America Latina e se não me engano o décimo maior mercado de games no mundo?
      Se a BGS fosse um grande evento gamer e não um grande evento youtuber a presença desses “grandes” executivos seria mais que algo normal, não acha?

  • Lucas Okatani

    Pessoal, ótimo podcast,
    concordo com o pensamento de vocês sobre a BGS,
    acho ótimo vocês falarem abertamente sobre isso,
    sem restrições e sem “panos quentes” como outros sites.
    Sou novo aqui e estou adorando o trabalho de vocês,
    continuem assim, sempre autênticos.

    Abs 🙂

  • Diego Barboza

    Falando brevemente de uma visão “do outro lado”, nós ficamos bastante divididos em levar ou não o Unnamed Fiasco à BGS. Mas a parte financeira acabou pensando e ficamos de fora. Esse valor de R$2.5/3 mil era pra quem fechasse em meados de fevereiro pagando a vista. Depois disso os valores chegavam a R$4.5 mil, pelo que nos passaram. E ainda tinham os relatos de como os indies estavam relegados a um caminho nos anos anteriores que nos desanimou bastante (e pelo que vocês comentaram, não foi diferente dessa vez).

    Por outro lado, acho que a participação num evento desses é muito interessante pela interação direta com o público. Nossa experiência no SBGames, um evento muito, muito menor, ano passado foi essencial pra nossa motivação em tocar o jogo. E nossa versão também era bem simples (ainda que não tivesse muitos bugs e afins), especialmente na parte da arte, que mudou totalmente desde então. Mas o feedback que pegamos lá ajudou bastante a corrigir vários aspectos do jogo.

    Então é compreensível que os desenvolvedores estejam mostrado versões muito iniciais dos seus jogos. Talvez o que falte mesmo sejam outros eventos eventos, como o Spin e o BRING, pra podermos demonstrar o jogo em desenvolvimento. Aqui no Rio mesmo temos uns encontros da IGDA e é basicamente isso. Não tem muitas opções.

  • Lucio de Souza

    Olá,
    Lá pro final do podcast acho que o Heitor falou sobre o preço de Fallout4, que teria um choro para 200,00 enquanto estivesse em pré-venda (o preço cheio será 250,00?).
    Pois bem, entrei lá na Live e tá por 230,00.
    Vcs sabem se o preço deve ficar variando por aí ou vai firmar em 200,00?
    Grato.

    • Heitor De Paola

      Cara, tá meio esquisito mesmo. Parece que vai ser só na cópia física mesmo, mas pode ser que sejam apenas as lojas digitais que ainda não foram atualizadas. Mas nenhuma certeza, tá confuso.

      • Lucio de Souza

        Valeu, dei uma olhada nesses “sites grandes” de vendas e tá mesmo 199,00 a versão em disco.
        Achei até uma boa que tá 179,00 se pagar sem parcelar.
        Até a próxima!

  • Márvio

    Ao ouvinte que reclamou do bug em Mad Max no touch do DS4, eu também estou com o mesmo problema. Já vi “soluções” e nenhuma funcionou comigo e pela procura que fiz não são poucas as pessoas com este problema. E o pior é que eu já estou há semanas com o jogo parado por causa disto!!! PQP!

  • Renato Campos Barros

    Gostei do Bombay no final 😀

  • Kazuo

    BGS é um excelente evento… pra ver gente, que tem pra caralho (+ou- 8 por m²), o “G” poderia passar a significar gente (Brasil Gente Show). Se for pra ver games é melhor ficar em casa.
    Os cosplays foram legais também, mas para isso existe a anime friends…
    Então para que serve a BGS? Sei lá.. enquanto tiver dando dinheiro ela vai continuar firme e forte. Pelo menos até que as marcas decidam sair fora e focar em eventos próprios. Acho, inclusive, que seria mais interessante.