Fomos engolidos por dois jogos extremamente grandes, agora aguentem.

Chega mais!

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Participantes:

Caio Teixeira
Heitor de Paola
Henrique Sampaio

Assuntos abordados:

7m – StarCraft II – Legacy of the Void
32m – Fallout 4
1h20m – Notícias
– Highlights do Nintendo Direct: Cloud em Smash Bros, Star Fox 22 de abril. Pokémon Red, Blue e Yellow no 3DS, Twilight Princess HD, busca via site de Super Mario Maker
– Ronda Rousey é capa do novo jogo do UFC
– Gravity Rush terá cópias físicas no PS4
– SteamOS tem resultados de taxa de quadro piores do que em outros OSs
1h36m – Emails

Música de Encerramento: Connie Allen – Rocket 69 (trilha de Fallout 4)

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  • Johnny Lapís

    A Power Armor fica lá onde a pilha acabou.

  • AnaniasJr

    Poxa, Teixeira, ao responder o e-mail sobre uma expansão de um jogo antigo você disse que não tinha interesse, mas começou o podcast falando sobre Legacy of the Void

  • Sobre Goldeneye nos e-mails, esse esquema de dois controles ficava ainda mais divertido com duas metralhadoras na tela, tiros infinitos e dois Rumble Paks.

  • El Luchador

    Na minha opinião, Fallout 4, do mesmo modo que Skyrim, você cria sua própria história, como vocês mesmos falaram.

    Eu gosto disso. Abraçar e entrar nesse mundinho o máximo possível, por isso acho bem válido o Pip-Boy também.

    A coisa que mais me incomoda, e isso pode ser até uma opinião meio rasa, é o fato das sombras dos personagens, ou melhor, a ausência delas.

  • Nix

    O comentário do Heitor sobre a artificialidade do Fallout 3 fez bastante sentido pra mim. Não posso falar sobre o 4, mas finalmente resolvi testar o terceiro e a sensação é de um jogo um tanto vazio (por vezes literalmente), sem vida em si, dedicado a mim enquanto player.

    Como o Henrique comenta, o foco da Bethesda parece ser que eu faça a minha própria história; o que acho válido, mas o jogo por vezes me parece mais uma “ferramenta” de sandbox artificial do que um jogo que te dá liberdade. Talvez por isso seja um jogo tão propício para mods (como parecem ser todos da Bethesda) – enquanto jogo me parece inacabado, enquanto ferramenta tem um potencial muito grande.

  • Sobre a mau performance do SteamOS, o Teixeira falou certo, os jogos não são realmente otimizados para tal. Parte desses jogos foram feitos com DirectX, onde era algo exclusivamente para Windows. Só recentemente OpenGL (a opção free ao DirectX) deu um boost devido que Android e iOS o usam (Mac também o usa, só que também nunca foi o centro para jogos). Logo, parte das engines foram otimizados para DirectX, só recentemente dando uma atenção maior ao OpenGL, para assim terem suporte a multi-plataformas. Junto a isso, soma-se o fato dos drivers de placas de vídeos terem um menor atenção no Linux.
    Não vejo muito esse cenário mudando, onde o SteamOS consiga uma performance melhor nos jogos. Talvez quando a Vulkan sair – o que seria a evolução da OpenGL – isso mude, já que parece ter um maior envolvimento de diversas empresas (onde a própria Valve apresentou na GDC desse ano).

  • Anderson Cardoso

    Eu não me lembro quem citou ai que estava pensando em fazer um programa por aqui mesmo no feriado, acho que foi o Heitor mas se quiser pode dar uma passada lá na pousada Maeda em Itu. olha passei lá um bom tempo e é barato, confortável e tem bastante coisas pra se fazer na pousada viu.

    Abs,

  • Kar

    Eu adoro a campanha do Starcraft II, inclusive, pelo menos dentro da comunidade mais ligada a Blizzard, vejo muito mais pessoas interessadas na história do jogo do que no multiplayer. Claro, o pessoal do multi é bem mais engajado.

    Eu curti a história do Legacy, principalmente na primeira metade, na parte final parece dar uma esfriada. Depois, no epílogo sim, a história fica bem mais interessante, só que aí, na minha opinião, eles exageraram um pouco, poderia ter sido mais pé no chão.

    Quanto ao multiplayer, é quase unanimidade dentro da comunidade que o jogo melhorou a cada expansão.

    Curiosidade: 24 horas depois do lançamento, a Blizzard anunciou que já havia vendido mais de 1 milhão de unidades.