Nosso segundo dia de premiações chegou! Esta edição conta com os nossos debates das listas de Melhor Jogo Brasileiro, Pior Jogo de 2015, Melhor Atuação, Melhor Trilha Sonora e Melhor Game Design.

Chega mais!

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Participantes:

Caio Teixeira
Heitor de Paola
Henrique Sampaio

Assuntos abordados:

2m – Melhor Jogo Brasileiro
37m – Pior Jogo
47m – Melhor Atuação
1h02m – Melhor Trilha Sonora
1h40m – Melhor Game Design

Música de Encerramento: Syd Matters – Obstacles (trilha de Life is Strange)

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  • Arthur Rocha

    Vai ser só um podcast por semana até o final do ano agora?

  • Bruno Araujo

    Painters Guild é mais desse ano do que o Aritana

  • Maf

    A trilha sonora de life is strange ficou fora da proteção, quase foi eliminada pelo Teixeira, mas acabou ganhando, que volta.

  • Caio

    Concordo com Life is Strange ganhando a melhor trilha sonora, ao menos dos que joguei.

    Hm, sei não. Discordo desse argumento que o Wii U teve e tem poucos jogos no ano. Peguei Kirby and the Rainbow Curse, Typoman – indie -, Xenoblade Chronicles X, Mario Maker, Splatoon – que já tem 3 milhões de unidades -, Fatal Frame 5, Fast Racing Neo, Yoshi Wooly World e Runbow – outro indie incrível -, então sim, tem bastante mas talvez não seja do gosto do pessoal do site. 😛

    • Son1213

      Nossa, saiu bastante coisa pro Wii U esse ano então. Nao sabia que tinha tanta coisa saindo, acho que até vou comprar um de 32 gb no final do mês.

      • Manoel Ricardo

        vale a pena e muito viu?? isso sem contar nos jogos que já sairam! wiiu, ao meu ver, tem os melhores exclusivos dessa geração fácil fácil

      • Platynews

        Mario 3D World, Mario kart, Smash Bros, NSMBU+LuigiU, Yoshi Wooly World, Donkey Kong Tropical Freeze, Mario Maker, Runbow (indie 9 players plataforma masocore), Hyrule Warriors, Nintendoland e Splatoon são os necessarios

        Kirby Rainbow Course, Sonic All Star Transformed, Xenoblade X, Captain Toad e outros são otimos, mas é interessante ver se você gosta do estilo primeiro.

      • Caio

        Opa, compra sim. Mas só se você tiver outro console/pc ou não se importe com third parties.

        Aí vão os bons jogos: New Super Mario Bros U, Super Mario 3D World, The Wonderful 101, Pikmin 3, Donkey Kong Country Tropical Freeze, Mario Kart 8, Smash Bros 4, Hyrule Warriors, Bayonetta 2, Captain Toad, Kirby and the Rainbow Course, Lego City Undercover, Monster Hunter 3 Ultimate, Rayman Legends, Splatoon, Shovel Knight, Wind Waker HD, Super Mario Maker, Fatal Frame 5, Yoshi Wooly World, Xenoblade Chronicles X, Runbow, Fast Racing Neo, Typoman.

        Claro, tem mais jogos mas não são muito bons como Mario Party 10, o jogo do Wario, Mario Tennis e Devil’s Third.

      • Márvio

        Uma indicação crucial é comprar um Wii U usado que venha com o máximo de jogos que lhe interessa. Pois de nada adianta você comprar o console barato e aí ver que cada título dele sai por 200 reais cada, e sem chances de baixar o preço.

    • riquesampaio

      Caio, eu vendi meu Wii U no começo do ano por questões financeiras. O Heitor é o único da equipe que possui Wii U, mas como a Nintendo não está mais presente no Brasil, não recebemos mais jogos dela para que possamos avaliar. Como deixamos claro, só consideramos jogos que pelo menos um membro da equipe jogou consideravelmente para podermos avaliar com propriedade. O Mario Maker foi comprado pelo Heitor por escolha dele, por isso recebeu atenção. Portanto, não tivemos acesso (ou tivemos um acesso limitadíssimo, na casa de pessoas próximas) à grande maioria desses jogos. Eu concordo que, num mundo ideal, teríamos considerado todos esses jogos, mas estamos bem distantes dessa realidade.

      • Caio

        Sim, eu entendo completamente a falta desses jogos já que vocês teriam que comprar todos. O que discordei foi do argumento de que o Wii U teve poucos jogos (claro, em comparação com as duas outras plataformas realmente teve.. embora teve bastante jogo) como foi dito pelo Teixeira já que eu comprei um monte que foi lançado nesse ano.
        E também não sabia se vocês estavam cientes de todos esses jogos que mencionei tbm.

  • Muito triste por esse site que eu amo tanto estar premiar a farsa do ano como melhor gamedesign.
    Teixeira lutou bravamente até o final, respect bro.
    Ano que vem quero ver RPGMaker e Construct2 nessa lista aê… flw vlw 🙂

    • Son1213

      A farsa do ano que vendeu 2 milhões em menos de dois meses e que fez sucesso no youtube e entre todos os seus jogadores e crítica. abçs

      • uau, hein?

      • rodrigo

        tá, vou ali no RPG Maker e ver quantas vezes foram baixados games e o próprio sdk… acho que será maior, só acho

        • Caio

          RPG Maker não é vendido em retail no mundo todo.

          • rodrigo

            mas, a justificativa é tamanho, não se vende ou não…

    • PauloHDSousa

      Cara… Minecraft é quase um Mario Maker e ninguém fala nada… Mario Maker é um jogo de criar telas e jogar… não acho uma farsa.

  • Jaime L.

    Adoro vocês, mas esse podcast foi muito decepcionante. Esse formato fez com que vocês mesmos ficassem confusos e esse nem foi o maior problema.
    Primeiro que vocês estão caindo naquele pensamento que é o oposto de justiça ao dizer “vamos tirar esse jogo porque já sabemos que ele vai ganhar em outra categoria”. Parece que jogos são os filhos de vocês e na maioria das vezes vocês estão tentando agradar a todos.
    E o Heitor tinha que ter escutado a trilha sonora sim. Na verdade, para dar um prêmio vocês deviam fazer a lição de casa e escutar as soundtracks antes de gravar o programa.
    O pior foi o final, porque aí que eu percebi como esse sistema não funcionou. A discussão do Super Mario Maker foi dolorosa de se ouvir e acabei percebendo que o Heitor está tendo uma influência muito maior nas decisões do que o Henrique e o Teixeira, mesmo vocês não percebendo isso. Acho que isso vem muito do fato dele ser o host. Mas dá pra perceber que isso acontece porque o Henrique e o Teixeira realmente estão pensando sobre a decisão, enquanto o Heitor já está bem decidido (o que não tem problema nenhum) e por causa disso consegue falar mais em seu favor e acaba convencendo bastante o Henrique e uma ou outra vez o Teixeira.
    Ainda não entendo como a decisão de primeiro lugar foi para Mario Maker sendo que um dos três falou que o jogo nem deveria estar na categoria. Na boa. Não era entre primeiro e segundo lugar, era entre primeiro e último. É simplesmente muito estranho esse sistema.
    Entendam que em nenhum momento quis ofender ninguém ou acusar vocês de alguma coisa, só que eu gosto bastante do que vocês fazem e acho que vocês simplesmente não estão percebendo o que aconteceu.

    • PauloHDSousa

      Heitor jogou mais Mario Maker, acho que o ponto dele tem que valer um pouco mais não? Eu não vi nenhum problema nas escolhas, são escolhas deles ué… se os 3 chegaram a um acordo qual o problema?

      • El Luchador

        “Heitor jogou mais Mario Maker, acho que o ponto dele tem que valer um pouco mais não?”

        Hmm.. não.
        Esse argumento não faz sentido.
        Se o cara joga mil horas de um determinado jogo e coloca ele em todas as premiações, então a chance desse jogo ganhar todas os prêmios seria maior porque uma pessoa jogou ele muito mais que os outros?

        E claro que o site é dos caras e eles escolhem o que bem entenderem, mas o cara ali em cima fez um observação do ponto de vista dele, apenas.

        Obviamente as escolhas são pessoais dos Heitor, Caio e Henrique, mas tenho certeza que os três apreciam este tipo de feedback.

        • PauloHDSousa

          Ok

    • Queremos impeachment do Mario Maker!

      • PauloHDSousa

        Vote Rocket League, abaixo ao Mario Maker!

      • Márvio

        Eu sou governista e voto para a permanência de mario maker!

    • Heitor De Paola

      Oi Jaime, tudo bem?

      Eu não vou responder exatamente a tudo que você disse. Vou me focar mais naquilo em que seu sentimento parece ter sido proveniente do fato de não termos nos expressado bem o suficiente.

      Em nenhum momento achamos que essas decisões seriam uma ciência exata. Nosso intuito, unicamente, foi o de trazer para frente as decisões que rolavam nos bastidores do site. As conversas em todos os veículos pelos quais passei sempre foram basicamente assim e, pelo que converso com pessoas de outros lugares, não sei dá de forma muito diferente por aí.

      Digo isso para justificar o seu ponto de “não entendo como a decisão de primeiro lugar foi para Mario Maker sendo que um dos três falou que o jogo nem deveria estar na categoria”. O Teixeira de fato discordava do lugar de Mario Maker nessa posição, mas em nenhum momento estabelecemos que essas decisões se dava através de algo similar a um voto democrático. Teixeira sentia fortemente que Mario Maker não pertencia à lista. Eu e Henrique sentíamos que pertencia. Conversamos sobre e chegamos à conclusão que chegamos.

      Posso dar outro exemplo similar a isso no fato de que eu não daria mérito nenhum a Bloodborne, mas ele provavelmente estará presente na lista de jogos do ano do site por conta de como Teixeira e Henrique se sentem.

      Acho que também nos expressamos mal quando falamos de jogos que estariam em outra categoria, como se isso fosse A justificativa para que eles não fossem considerados naquela que discutíamos naquele momento. De certa maneira, a ideia dessa premiação como um todo é destacar e passar mais tempo falando de jogos que consideramos – no geral – muito bons, seja em um aspecto ou em diversos. Às vezes a indicação de um nome está lá mais para que o lembremos, mesmo que não sintamos que há possibilidade de vitória. Por isso, nessas horas, ao descartarmos algo que consideramos bom, mas que não tinha fôlego para permanecer ali, tirávamos conforto da ideia de que o jogo em questão receberia seus méritos em outra categoria.

      Não se preocupe, eu não acho que você tenha sido ofensivo nem acusativo a ninguém. Críticas são sempre bem-vindas, apenas quis tentar esclarecer alguns pontos que creio que ficaram nebulosos porque não fomos transparentes o suficiente no início dessa série de podcasts.

      • Jaime L.

        Obrigado pela paciência e compreensão. Acho que no final deu pra concluir que o problema deve ter sido na comunicação. Abraços.

    • Acompanha desde quando os caras? No IG eles faziam uma lista individual de top 10 acho ou top 20, não me lembro. E faziam uma média geral pra eleger, mas o mais bacana era a discussão entre os participantes e como eles defendiam cada ponto de cada jogo. Acho que esse sistema aqui no Overloadr só beneficiou a discussão.

  • Maf

    A parte 3 sai essa semana ainda ou vai ficar pra semana que vem?

  • Manoel Ricardo

    nossa se vcs tivessem jogado splatoon, ele teria ganhado facil de melhor trilha sonora

    • riquesampaio

      Eu já ouvi um pouco e não sou particularmente fã.

      • Manoel Ricardo

        pois é, mas eu falei “se vcs tivessem jogado splatoon” e não “se tivessem ouvido a trilha sonora”. são coisas bem diferentes, você não concorda :P? eu também não sou particularmente fã do gênero (rock), mas, poxa, a trilha cria um hype tão grande nas partidas que faz expressar muito bem a sensação de rebeldia e competitividade, que são os temas principais do jogo – e são extremamente grudentas. isso sem contar as outras músicas de menu e do modo single player, que mistura hip hop, dub reggae e um eletrônico bem diferente que me lembra crash bandicoot/jet set radio.

    • É só bonitinha, mas tem muito jogo com trilha bonitinha

      • Manoel Ricardo

        hã? tá bom então né OUAHEOUAR

    • Márvio

      Eu tenho e sou viciado no jogo e não acho a trilha dele grandes “coisa” não. Combina com o jogo, mas não acho que mereceria uma indicação no podcast nesta categoria específica.

  • PauloHDSousa

    Fifa sempre tem músicas boas…

  • Marlon Leal

    Não concordo com a maioria das opiniões e tals, mas tô ouvindo (e tenho ouvido) o podcast pra ouvir opiniões de outras pessoas, não minhas. Adorei a discussão, e os podcasts daqui são sempre divertidos e principalmente, muito transparentes autênticos. Ok, obviamente nem todos jogaram todos os jogos das listas; seria ótimo se tivessem, mas sei que não tem como. Melhor podcasts especiais com premiações do site com resultados que eu talvez não concorde do que se não tivessem feito nada do tipo; eu acho esses tipos de discuções interessantes, mas não importantes o bastante pra me deixar zangado se meus favoritos não ganharem.

    • PauloHDSousa

      Concordo.

  • PauloHDSousa

    Mano, como assim Mario Maker ganhar de Rocket League em Game Desingn? Mario Mater tem o que de bom em Game Design? é Mario, tem como errar o Game Design de Mario? E outra, nem tem mapa. é um Criador de mapas.. quem cria o Game Design são os jogadores… AGORA eu entendi o que o povo ta falando de Mario Maker ter ganhado.

    • +1. O design do Mario Maker é realmente muito boa, mas ele é uma ferramenta! É como falar que o level editor do warcraft é um ótimo jogo.

      • PauloHDSousa

        Isso, Game Design não são aonde os elementos estão na tela? Isso não está sendo criado pelos usuários?

        • Henrique Tavares

          poxa meu, game design envolve tantos espectros diferentes, o próprio Henrique comentou sobre isso no momento em que foram discutir a premiação

          no caso do Mario Maker, ele é um jogo sobre fazer fases. O que pega, é que ele é um dos jogos mais bem sucedidos em ter executado isso de maneira intuitiva e atrativa ao jogador comum. Não existem barreira técnicas entre você e sua criatividade, é possível botar em execução tudo que você planeja, pois a ferramenta é extremamente acessível.

          game design é isso, é o meio pelo qual tu deve passar pra atingir um fim, que é a “jogabilidade” em si. E, como sabemos, a tal da “jogabilidade” diverge nos inúmeros gêneros diferentes, dos mais comuns aos mais exóticos, sendo Mario Maker apenas pertencente a mais um desses.

          • PauloHDSousa

            Então Mario Maker é um jogo de construir fases e não de jogar as fases feitas?

            Ele é bom em Game Design no que diz criar fases? Se for assim então ok a premiação.

            Devemos pontuar o prêmio de game Design do Mario Maker a facilidade em criar fases… e nao em joga-las que nao é o ponto forte…. o ponto forte do JOGO não é JOGAR, é criar… ok entao

          • Henrique Tavares

            se ele é um jogo de construir fases, ele ainda não é um jogo? O objetivo dele é esse, e o teu meio pra concluir isso se dá através do design criado por quem desenvolveu o jogo.

            caso isso não caiba na sua concepção limitante de “jogo”, aí isso pertence a você e não há nada a ser feito. Até pq, de qualquer forma, o veículo Overloadr considera Mario Maker um jogo, e dado isso, acharam que ele foi a peça mais bem sucedida em game design no ano de 2015. Creio eu que pelos motivos que eu relatei acima, aliás.

            é simples dessa forma.

          • PauloHDSousa

            O comentário do Heitor De Paola me convenceu, Minecraft é jogo de construir.

          • Mas até onde se pode esticar “a sua concepção limitada de jogo”? Se Mario Maker pq não Mario Paint? se Mario Paint pq não Paint? se Paint pq não Photoshop? pq não lápis e papel? ou cocô e parede?

          • PauloHDSousa

            Calma cara… respira aí.

          • me ajuda, paulo

          • PauloHDSousa

            Vamos fazer isso juntos… Desliga o computador, bebe um copo de água, e depois volte.

          • Caio

            Caramba, o butthurt tá imenso hein

          • ah, mano, o rage é piada.
            Mas os questionamentos permanecem, tanto pra vc quanto pro Paulo que tb respondeu o comment ignorando todas as incriveis perguntas e rica filosofia nelas contida e ao invés disso optaram por mandar um ad hominenzão pra cima de moá. 😉

          • Platynews

            E as pessoas esquecem que você tb joga as fases das pessoas… Binding of Isaac e outros jogos com level design gerado aleatoriamente são jogos com game design pq o criador escolheu os elementos que podiam entrar ali, os power ups, as possibilidades, como cada elemento interage com cada cenario ( dry bones vira peixe de osso nas fases de agua !) … a diferença de um jogo gerado aleatoriamente pras fases que você joga online no Mario Maker é que ao invez de um codigo de aleatoriedade tem uma pessoa juntando os elementos. Varios desses elementos não disponiveis em jogos normais do mario, vale dizer !

          • Heitor De Paola

            Oi Paulo, tudo bem?

            Só para deixar claro, não estou buscando aqui convencê-lo das minhas ideas, dizer que você está errado em sua opinião nem nada do tipo. Apenas gostaria de elaborar meu ponto.

            Se estivermos vendo o lúdico como objetivo de nossa interatividade com jogos, não vejo sempre diferença no ato de criação e da execução. São propostas diferentes, objetivos diferentes, mas ambas recompensadoras.

            Mas criar é também jogar. Com sistemas diferentes e barreiras alternativas, eu nunca achei não estar jogando quando montava minha cidade em SimCity, criava minha casa em The Sims ou montava um castelo de LEGO. Da mesma forma, tenho certeza que pessoas que criam obras em Minecraft acreditam que estão jogando.

            É verdade que nisso nós despimos o conceito de desafio e objetivos; o “final” de uma fase do Super Mario Maker aparece quando você decide, quando sente que atingiu algo que buscava, quando fica satisfeito. O jogo em si nunca lhe dirá quando você chega nisso, mas objetivo não é menor por conta disso, apenas mais abstrato.

            Mesmo ignorando todo o aspecto de fato jogar fases (tanto as prontas dentro do jogo quanto as feitas por outros jogadores), na minha experiência me diverti imensamente ao simplesmente passar horas trocando blocos de lugar, brincando com experimentos diferentes, tentando criar estruturas alternativas e outras coisas mais. E isso só me foi proporcionado porque o que estamos chamando de ferramenta tem um design excelente, intuitivo e nada assustador. E isso é essencial para que o jogo como um todo funcione.

            Por isso continuo apoiando minha defesa sobre Super Mario Maker possuir um excelente game design, ao meu ver, superior às outras coisas que vi neste ano.

          • PauloHDSousa

            Me convenceu, entendi agora, criar também pode ser jogar… não tinha pensando nisso. valeu.

          • O ponto é que Super Mario Maker não tem “game design”, mas sim uma boa “user experience”. O jogo em si é o Mario, o mesmo de sempre.

            Não faz sentido comparar mario maker com The Sims, Sim City, ou Minecraft. Mario maker é estático, você cria as fases sem limitação ou progressão nenhuma. nos últimos exemplos você precisa controlar os recursos, as construções tem impacto, o ambiente tem uma resposta para ação do jogador, etc.

            Porque RPG Maker não é considerado um jogo? Ou qualquer outro level editor?

          • IMPEATCHMENT DE MARIO MAKER JÁ. DONA CARLOTA PRA PRESIDENTE

          • PauloHDSousa

            Complicado esse Mario Maker.

          • João Dobbin

            Ahhnn não. A UX é ponto forte mas quando você oferece uma ferramenta no formato de jogo, tudo deve ser pensado nos fundamentos do game design: Deve ser divertido, intuitivo, com curva de aprendizado, etc. E ele tem tudo isso. Divertido, acessível, “easy to learn hard to master”, etc etc.

          • Heitor De Paola

            Sim, os jogos que citei todos tem um conjunto de regras específicas que diferem entre si. Foi isso que quis dizer com “sistemas diferentes e barreiras alternativas”. Mas não creio que seja à toa que tantos deles podem ter essa barreiras desligadas e que sejam tão apreciados no ato puro de “brincar” em vez de serem encarados como desafios a serem superados.

            Entendo que esse seja seu ponto, mas discordo. A experiência de usuário ali é diretamente ligada ao bom design que Super Mario Maker tem. Se isso não fosse real, o ato de criar as fases em si não teria aspectos lúdicos, seria apenas de trabalho, como em programas que são só ferramentas e alguns editores. Tudo ali está traduzido de forma a ser jogo.

            Além disso, existe toda a outra parte de Super Mario Maker, que é acessar a criação de outras pessoas, ver como os elementos que temos a nós disponíveis podem ser utilizados, com as duas partes se retroalimentando. Se isso não funcionasse tão bem, os percalços encontrados por LittleBigPlanet estariam evidentes em Super Mario Maker, o que não é o caso.

          • PauloHDSousa

            Cade o Caio Teixeira essas horas?

        • Eu acho que Game Design está se confundindo muito com Level Design nessa discussão. O que o usuário faz no Mario Maker é o Level Design, mas existe um trabalho enorme de Game Design por traz do funcionamento do jogo (que também é uma ferramenta) como já foi discutido aqui nos replys.

          Mas pra ser sincero, acho o conceito de game design meio difícil e confuso pois envolve muita coisa em um termo só.

    • Paulo Pinheiro

      Eu não joguei, mas discordo de chamar o jogo só de ferramenta. Mário Maker é tão jogo quanto qualquer Minecraft, Sim City, Kerball, e outros que tem a construção como Level. É um tipo que explora, mais a criatividade dos jogadores do que qualquer RPG que eu tenha jogado até hoje.

      • PauloHDSousa

        Sim sim… eu nao tinha pensado nesses outros jogos que são jogos de criação… quando lembrei deles tudo ficou claro… sim ele é um jogo tanto quanto Rocket League.

        • Paulo Pinheiro

          Mas o legal de premiação é isso. Ficar torcendo por um jogo e ver o outro ser escolhido. Só quero chegar em casa e ouvir de novo dessa vez vendo os vídeos dos jogos que eles falaram porque a maioria eu não joguei.

  • El Luchador

    Melhor trilha sonora de 2015: Hotline Miami 2, de longe.

  • PauloHDSousa

    Deveriam dar o melhor prêmio de trilha sonora para um jogo de criar trilha sonora.

    • rodrigo

      Mario Songs Creator melhor game design de 2016

  • rodrigo

    bem , concordo com o Teixeira e discordo totalmente do Heitor, o que o Heitor chama de “mecanica” seria eu elogiar a engine de jogos da Unity, Mario Maker é um jogo facil de programar pelo usuário, ela é mais ferramente do que jogo e só é jogo quando terminado, antes disso é um sdk para criação, seria elogiar o Game Maker e desconsiderar o jogo feito por ele,e acho que o game design seria na verdade um belo trabalho de design de interface e só… falar de SimCity, bem, ele não acaba, se jogo e joga…

  • Paulo Pinheiro

    Acho que a palavra chave mais falada nesse episódio foi “curadoria”. Foi sobre gráfico, sobre músicas, sobre design de fases e etc.

  • Leandro Tavares

    Antes de tudo, não joguei MGSV, estou opinando apenas pelo que ouvi (trilha e opiniões) em Shuffle, DST, Motherchip e Vértice.
    Mas o argumento de que a trilha pode nem acontecer para alguns jogadores me parece fraco, pois me parece que o ponto forte é justamente o fato de que ouvir a trilha faz enorme diferença para quem joga.
    Afinal, seguindo a linha de argumentação de que conteúdos do jogo podem ser “puláveis”, dá para argumentar que jogos com narrativas incríveis não merecem ser premiados por ter opção de pular cutscene/ pular caixas de diálogo/ jogar um jogo ouvindo podcast.
    Aproveitando, Teixeira, toca Butcher Pete no Fallout 4, sim. E o Rique errou toda a letra, mas deu para entender qual era a música que irrita ele 🙂

  • rodolphoal

    Assimétrica!

  • João Dobbin

    Mario Maker com certeza foi o campeão mais certeiro. Entendi o ponto do Teixeira, mas Mario Maker conseguiu a façanha de ser uma ferramenta inteligente, acessível, fácil e que diverte tanto quanto ou até mais que os jogos tradicionais 2D do Mario.

  • Diego Barboza

    Heitor, respondendo sua pergunta do começo do programa: o Unnamed Fiasco não saiu ainda não. Nós acabamos precisando de um pouco mais de tempo pra finalizar o jogo. Estamos trabalhando pra lançar no primeiro trimestre de 2016. Vamos ver se não atrasamos de novo!

  • Márvio

    Obrigado por defenderem Mario Maker do rage do Texeira que tenta tirar sempre o jogo (SIM É UM JOGO) da concorrência em qualquer categoria.

  • Juliano Almeida

    Poxa, Undertale não ganhou nada até agora. Quero ver o Heitor escolhendo como melhor jogo do ano Undertale e Henrrique Sampaio como vencedores.

  • Panda Pedinte

    Mencionaram o Ben Pruty que é o compositor da trilha de Gravity Ghost, vale lembrar que ele também foi o compositor de FTL.

  • Jonathan Menegalli

    Não tenho certeza mas acho que esse é o post com mais comentário do site e a discussão aqui foi muito boa.

  • Queria dar os parabéns pelos programas do “prêmio Overloadr” de maneira geral.{

    Acho que acima de concordar ou não com a opinião de vocês está analisar o programa como algo divertido e interessante de acompanhar. E o lance das decisões de porque um jogo deve ou não estar em uma categoria, a defesa desse ou daquele jogo de uma pessoa contra duas gera muitas vezes uma dinâmica extremamente interessante!

    Novamente, não é sobre os argumentos em si – alguns achei bem falhos, hehehehe – mas sobre o podcast como um veículo de entretenimento e acho que vocês fizeram de forma maestral, tornando o programa interessante do começo ao fim!

    Abraços!!

  • Thiago Nunes

    Senti falta do Downwell ser pelo menos mencionado na discussão do Melhor Game Design.

    • Heitor De Paola

      Ué, eu podia jurar que falamos dele.