Saudações do outro lado, um novo ano e uma vida nova chegam ao Overloadr! Sim sim, a virada de ano é completamente arbitrária e não traz algo novo de fato, porém, utilizamos este recesso para repensar tudo no site: do conteúdo oferecido, ao formato dele e até mesmo nosso Patreon. Bem vindos à Segunda Temporada do Overloadr!

Com isso em mente, vocês notarão algumas mudanças no MotherChip. O programa não será mais fixo no “O que estamos jogando”, podemos colocar que ele virou “modular”: se adequará ao que achamos mais pertinente, perdendo ou ganhando blocos a cada nova edição – inclusive já temos um bloco novo neste episódio. Acreditamos que isso dará dinamismo e se adequará melhor ao feedback que recebemos de vocês durante o último ano.

Estamos animados com as mudanças e a chance de enriquecer não apenas nossos podcasts, mas o Overloadr como um todo. Então, por favor, não se acanhe! Deixe um comentário aqui ou nos envie um email sobre o que achou das mudanças, adoramos receber a opinião de vocês!

Chega mais!

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Participantes:

Caio Teixeira
Heitor de Paola
Henrique Sampaio

Assuntos abordados:

8m – Abyss Odyssey
22m – Sonic Lost World
33m – Cibele
44m – The Magic Circle
52m – The Beginners Guide
1h02m – Rocket League
1h05m – Assunto da Semana: Realidade Virtual
2h – Email

Música de Encerramento: Queens of the Stone Age – In the Fade

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Envie perguntas para o email motherchip@overloadr.com.br

  • Henrique Alves

    Feliz 2016!!! Amamos vcs!! o/

  • Felipe Malafaia

    2016 vai ser incrível! Eu posso sentir! Vamo junto!

  • Rodrigo M.C.

    Uhuul

  • Gabriel PS

    Rique ludista!

    (brinks)

    Relacionado. Ou não. https://vimeo.com/147365861

  • Marlon Leal

    Comentando enquanto escuto: Eu sei que eu não teria nem um terço do contato social que eu tenho se não fosse pela internet e pelas ferramentas virtuais. Isso até me ajudou a falar pessoalmente com amigos. Eu me conheço bem o bastante hoje, sabendo dos meus problemas e dificuldades no sentido social, pra saber que tudo teria sido mais difícil se não fosse pela internet. Até 4 anos atrás, era muito mais difícil.
    Diferente do que alguém poderia argumentar, não, eu não me forçaria a ter experiências sociais se não fosse pela internet só por eu saber que são necessárias. Eu sei que são necessárias e sempre soube; ficar no meu canto e não me arriscar sempre foi infinitamente mais confortável, por mais que eu tentasse me incorajar. Só alguém com esse nível de ansiedade e insegurança social e introspecção poderia entender. Então concordo com o Caio; essas ferramentas foram e têm sido de fato a única porta para me ajudar com isso, e até me deixar mais social pessoalmente. Se não fosse esse o caso, não existiriam pessoas isoaldas antes, por que todo mundo seria apenas obrigado a ter mais contato social e o problema não existiria no passado, mas existiu mesmo assim. É fácil alguém me ver na frente do notebook o dia todo pensando que eu estou me isolando ao invés de estar por aí socializando, mas acredite em mim: se eu não tivesse essas ferramentas, eu estaria no meu canto, em casa o dia todo, e não estaria falando com pessoas pela internet todo dia como faço. Eu estaria realmente isolado.

  • Caio

    Nossa, vocês falando sobre furry me lembrou sobre uma hq pornô de Animal Crossing

  • El Luchador

    Sonic: nunca curti

  • FHC

    Gente, feliz 2016! To gostando muito desse novo modelo. Poderia sugerir um tema?

    Não é a primeira vez que vemos o Caio falar o que ele acha que é um jogo e o Rique descordar, sendo assim por que não fazer um programa com esse tema como “assunto da semana”?
    Discussões sobre a definição do que é um jogo são muito importantes e quem sabe o Caio não muda de ideia? 😉

    Tem uma outra questão complementar que seria o nome “jogo”, ele carrega muita coisa e atrapalha nossa aceitação para jogos incomuns. O que acham do termo “experiência interativa” como um novo termo para a indústria? Ela é mais abrangente e justa para muitas coisas que vemos hoje em dia e são questionadas como jogo. Talvez conheçam esse texto, estava lendo ele e acho de grande ajuda para entender melhor essa questão: http://frictionalgames.blogspot.com.br/2010/01/how-gameplay-and-narrative-kill-meaning.html

    Abração galera!

  • Leonardo Calça

    Essa arte do Abyss Odyssey é lindona ein

  • El Luchador

    Eu tenho um PC legal pra jogos, mas muitas vezes prefiro jogar no PS4.
    Curto os dois e não me vejo sem um deles.

  • Corvo

    Infelizmente “My little pony” já pegou a parte dos fãs doentes do sonic.

    Existem tanta coisa perturbadora, desde poneis transando com tudo e todos, até video como “smile HD” que te deixam xocado.

  • Gabriel Maciel Campanini

    Primeiramente, feliz 2016 e feliz “segunda temporada” para vocês!

    Segundamente, é meio complicado afirmar que nossa experiência ficará mais individualista nos games por causa da realidade virtual. Não é porque a pessoa está com a visão e audição totalmente no jogo que não pode existir uma maneira de co-op local com VR. Pode existir algo com o mesmo conceito que Keep Talking and Nobody Explodes, onde um jogador vê uma coisa e os outros veem outra, sendo que essa outra pode ser muito mais que um manual de instruções. Basta que a tela TV mostre algo diferente do que o que está nos óculos de VR.

    Por exemplo, o jogador 1, com os óculos, pode estar controlando um astronauta em uma missão em outro planeta enquanto o jogador 2 usa dados que aparecem na TV para dar instruções para o jogador 1, de tal maneira que o sucesso do jogador 1 depende também da habilidade do jogador 2. O jogador só vai precisar de um microfone, afinal o jogador 1 está com fones de ouvido. Dá até pra dar um tratamento na voz do jogador 2 para parecer que está saindo de um rádio e aumentar ainda mais a imersão, um artifício que é impossível com o modo de co-op local que temos hoje.

    Esse foi um exemplo no qual eu pensei enquanto escrevia esse comentário. Um game designer que é pago para ter ideias e tem mais tempo certamente pode pensar em coisas muito melhores.

    O Rique deu o exemplo do carro no podcast por ser algo individual, que teoricamente isola as pessoas. Mas de um rally, que usa o mesmo veículo “individualizador”, você só pode participar em duplas. Um co-op local usando uma ferramenta individual.

  • Manoel Ricardo

    eu acho que a solução mais fácil da pessoa decidir qual console ela deve comprar é ver qual jogo ela quer jogar. se for um exclusivo, então isso fica mais fácil ainda. por exemplo, eu comprei meu wiiu pra poder jogar the wonderful 101 e bayonetta 2. pq eu compraria um ps4 se esses dois jogos não estão lá? agora se um jogo sai multiplataforma, ela tem que ver qual é a opção mais barata (eu penso assim, pelo menos). não acho que a pessoa deve ficar pensando muito no que vai sair pro futuro (digamos, um futuro incerto), mas pensar no que já saiu e no que ela quer jogar…

  • Márvio

    Olá a todos, gostei do início de ano e da nova abordagem no podcast. Vi que vocês ouviram as críticas feitas lá naquele tópico do Facebook e resolveram reformular o Overloadr. Parabéns, e sucesso nesse ano que começa.

  • Luis Felipe Vitte Soligueti

    Rique, eu gostaria de te perguntar uma coisa: Não vai de cada um querer interagir com pessoas reais? Se eu quero colocar meu VR e esquecer o mundo, ignorar todo mundo e viver naquele mundo virtual, é opção minha. Se vc prefere pessoas reais, vc interaja com pessoas reais. Agora se eu só quero e só me interesso pela interação no mundo virtual, não é algo meu? Eu sou uma pessoa que consigo interagir melhor na internet, a realidade virtual torna isso ainda melhor pra mim. Eu acho que vai de cada um querer interagir com pessoas reais ou na realidade virtual. De qualquer forma, bom podcast como sempre, acompanho desde o primeiro e vocês só melhoram!

  • Luis Felipe Vitte Soligueti

    Opa, eu aqui de novo! Heitor e Teixeira, eu discordo plenamente de vocês sobre jogar no PC. Eu sou um cara que joga no console e, apesar de jogar, de vez em quando no PC, eu prefiro consoles, pelo fato de que a experiência de jogar num PC me é muito estranha. Primeiro, por que é um PC, onde tem internet, redes sociais e YouTube, isso acaba desviando minha atenção, eu não consigo jogar no PC jogos muito longos, a não ser em pequenas doses. Agora o console, eu já tenho a mentalidade de que eu vou sentar, ligar o console e jogar, só isso, nada mais. Além de que no PC, eu tenho que instalar o jogo, ver se tenho espaço, ver se roda. Enquanto console, eu só coloco o jogo e jogo. Então me desculpem, mas eu quero uma vida longa aos consoles, pois eu não jogaria 90% do que jogo se não existirem mais consoles.

  • André Rossi

    Novo formato ficou bem legal. Acho que vocês não cogitaram isso, mas enfim, não abandonem o “o que você andou jogando?”. Ainda é a minha parte favorita.

    • Heitor De Paola

      Não, não se preocupe, não vamos abandonar de maneira alguma. Ainda é a parte mais importante do podcast, sem dúvidas.

  • rodolphoal

    O Shadow Complex que ficou de graça foi a versão original. A versão HD ainda vai sair.