Além de uma ótima entrevista com a Ingrid Skåre, uma das criadoras do jogo brasileiro Qasir al-Wasat e integrante da publisher Zueira Digital, temos um anúncio ENORME logo no começo do episódio!

**BOTECO VII: JOGABILIDADE! Garanta já seu ingresso!**

Chega mais!

Assine o nosso feed ou baixe o MotherChip #75 e escute no seu player predileto

Participantes:

Heitor de Paola
Henrique Sampaio

Ingrid Skåre

Assuntos abordados:

7 min – Her Story e narrativas em videogames
28 min – The Flame in the Flood
43 min – XCOM 2
49 min – SUPERHOT
51 min – Entrevista com Ingrid Skåre e detalhes sobre a produção de Qasir al-Wasat
1h 43 min – Emails

Música de Encerramento: Alice Caymmi – Como Vês

Assine agora o nosso Patreon!

Envie perguntas para o email motherchip@overloadr.com.br

  • Vagner Aniceto

    Alice Caymmi no encerramento… Parabéns pela escolha. Muito bom.

  • Giovanni Romanelli

    Um aviso sobre spoiler de Her Story seria bom. Comprei agora pouco e ainda não joguei.

    • Ela morre no final =)

      Não teve nenhum spoiler relevante

    • Heitor De Paola

      Não houve nenhum spoiler de Her Story.

  • FHC

    A leitura de emails foi muito boa, galera. Só agora percebi como os ouvintes gostaram do tema e eu não era o único que tinha email pendente.
    A participação da Ingrid foi ótima e o que ela falou no final do programa, sobre essa aparente separação entre triple A “estúpidos” e indies “cabeças”, é realmente pedante, todos nós gostamos de jogos sem enredos grandiosos, de apenas sentar no sofá e esmagar o botão, mas a ideia é mostrar que triple A também podem ser inteligentes, como fez Bioshock. São muitas possibilidades e começar a limitar ou setorizar os jogos é apenas estúpido.

  • Márvio

    Fui procurar The Flame in the Flood na loja do Xbox e ele não está disponível. Acho que foi lançado somente na loja americana. :/

  • Sobre o cara que falou sobre ter zilhões de jogos, eu também tenho uma quantidade absurda porém o resultado é que só jogo meia dúzia, depois de analisar isto cheguei a conclusão quais são os jogos que jogo, por isto agora só compro novos jogos do estilo que eu quero.

    Meus requisitos são o jogo ser mundo aberto, eu poder viver minhas aventuras como quiser (não ser um mundo aberto fake como é o The Witcher 1 ou 2), poder criar o meu char e ter muitas opções de diálogo.

    O jogo pode falhar em alguns requisitos, mas não em todos, caso contrário será só mais um jogo que vou comprar e deixar ali parado.

  • Jean David Monteiro Badji

    Eu só queria dizer que estava jogando Bloodborne enquanto ouvia o podcast. Quando me dei de frente com a Amygdala o podcast acabou e começou a tocar Alice Caymmi, a situação combinou de uma forma muito estranha

  • Marcos França

    Essa questão de você criar uma narrativa pra um personagem a partir de alguns acontecimentos no jogo me lembrou a época em que eu e meu amigo terminamos Knights of the Round (SNES). Lembro que o jogo era muito difícil pra gente e nunca conseguíamos passar do último chefe. A gente tava quase indo pro game over de novo, mas aí Percival se jogou na frente do Rei Arthur, o chefe deu um golpe por baixo, matando Percival (último life do último continue), mas Rei Arthur pulou por trás com o mínimo de HP (um golpe e ele morreria) e deu o último golpe por cima do big boss. Zeramos o jogo enfim. Percival, como um bom súdito do rei, se sacrificou por um bem maior. Até hoje ele tá na nossa memória como o maior herói dos jogos beat ‘em up ^^

  • rodolphoal

    Henrique, The Flame in the Flood para consoles e PC? Achei que era só Xone e PC. Realmente as vezes parece que os veículos puxam a sardinha da Sony mesmo sem querer.. 😛 #xboxmilgrau

  • Gabriel Raposo

    Aconteceu uma coisa parecida comigo quando joguei o Fire Emblem de GBA.
    Nesse jogo, tem dois cavaleiros que ficam num bromance desde o início: Sain, que é o tipico garoto ~malandro~, mas que tem um bom coração; e Kent, que é o cavaleiro mais certinho, sério e focado.
    Eu fiz todas as conversas que pode ter com os dois, ficando com aquele support A lindo quando um lutava do lado outro.
    Em Fire Emblem, você não costuma querer atacar os chefes no seu turno, porque sempre existe a chance dele conseguir contra-atacar. E sendo a vez do chefe logo depois, é quase certo que ele consiga te matar com uma segunda porrada.
    Então eu levei todas as minhas unidades pra perto do chefe, mas ninguém ainda em range de ataque do boss. Ai eu pego o meu Sain, e planejo deixar ele na frente do chefe, porque ele não toma one-hit kill do chefe e conseguiria dar um dano no contra-ataque. Exceto que eu sem querer apertei atacar, ao invés de esperar. Sain conseguiu tirar metade da vida do boss, mas só ficou com 2 pontos de vida sobrando.
    Aí eu olho pras minhas unidades: quase todas já tinham feito a sua ação do turno, exceto, é claro, o Kent. Ele não tem alcance pra usar uma arma boa contra o chefe, logo não conseguiria matá-lo. Então corro pra última unidade de alcance do Kent e dou um Rescue no Sain, tirando ele do campo, mas deixando o Kent na frente do boss.
    “Tudo bem, o Kent também não toma OHKO do boss, então posso recuar na próxima rodada :^)”
    Foi o que eu pensei logo antes do chefe acertar um crítico de incríveis 3% de chance no Kent e matar ele com uma só machadada, fazendo o Sain cair no lugar onde estava o corpo do seu amigo. No turno seguinte eu matei o chefe com o Sain com 2 pontos de vida mesmo.
    Eu tava tentando zerar com o time completo, então sempre reiniciava o jogo quando alguém morria, mas não consegui não fazer isso o meu head canon: o garoto malandro faz um erro na frente do inimigo final e cai quase morto, somente para que o seu melhor amigo protetor corresse para o seu lado e morresse na tentativa de salvá-lo. O garoto então se levanta e, em nome do sacrifício de seu amado, derrota o inimigo com suas próprias mãos.
    É perfeito

  • rodrigo

    desculpe o atraso de uma semana pro comentario… jogos precisam ser divertidos, seja na sua historia ou mecânica, se algum item não seja prazeroso de se fazer, você nem continua… assim como o mais emocionante filme, se ele não te fisga, você não vai chegar ao final… em comparação sobre mercado para quem gosta de diversão e quem gosta de games com tematicas realista, eu comparo o mercado de jogos de corrida arcade e simulador, ambos existem a muito tempo, e cada um se desenvolveu para um nicho diferente… eu acho que é por ai…