Recebemos George Schall, que cuidou do design de animação do filme Zoom para falar sobre o longa e processo de criação.

O Overloadr vai fechar uma sala de Capita América: Guerra Civil para assistir com vocês! Compre aqui seu ingresso (que já inclui pipoca e refrigerante) e vamos assistir todos juntos!

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Participantes:

Caio Teixeira
Heitor De Paola
Henrique Sampaio
George Schall

Assuntos abordados:

2 min – Bate papo: Votação do Impeachment
18 min – Filme: Zoom
82 min – Quadrinho: Hitomi
88 min – Emails

Música de Encerramento: Queen – Don’t Stop Me Now

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  • Jonathan Menegalli

    Caras, sobre a votação ter feito algumas pessoas ficarem mais esclarecidas sobre como o brasil tem problemas: Isso se deu mais dentro do circulo de pessoas mais esclarecidas e politizadas por que eu vi pessoas que conheço batendo palma e defendendo o discurso de “em nome de deus, da vovó, do piriquito”.

    • Heitor De Paola

      É possível que eu esteja sendo otimista. E é claro que sempre vão ter pessoas que aplaudem esse discurso – tem gente que aplaude até o do Bolsonaro. Mas eu acredito sim que teve bastante gente chocada com o que viu dos deputados, independente de serem pró ou contra impeachment.

  • Me irrita muito esse argumento do “brasileiro não sabe votar”, não duvido que a maioria realmente não sabe no que estão votando mas eu acho que nosso voto não vale nada. Como vcs disseram, no senado e na câmara a grande maioria entre sem voto nenhum, e sem falar que urna eletrônica é a maior piada da democracia. Com o tanto de manipulação que tem nas urnas, eu não acredito mais em nada.

    A única coisa que eu defendo hoje em dia é a reforma politica e eleitoral.

  • Punpun

    A Dilma quer abdicar de dois anos para que quem vencer essa eleição faça um mandato de 6 anos sem reeleição, e ao fim desse mandato volta a ser 4 anos.
    Só para constar, em porcentagem de votos a favor, o primeiro estado da região sul e sudeste que aparece é o Paraná e ele está em OITAVO, Amazonas e Rondônia votarão 100% a favor do impeachment.
    O bolsonaro ser um babaca e você querer justificar seu argumento de golpe baseado nele, é foda.
    A Dilma não governa por pura incompetência política, não sei se você se lembra mas, quando o Lula assumiu o primeiro mandato ele tinha muito menos na câmara e no Senado, e como um puta articulador político conseguiu mudar isso, ela fez o contrário perdeu os dois, o próprio Eduardo Cunha como presidente da câmara é um exemplo da prepotência política do PT com relação ao congresso.

    • Diego Abreu

      Lula só foi pra mesa articular depois do mensalão. Concordo que Dilma articula como uma porta e agora paga o preço de não ser política, mas isso nem de longe é motivo para impeachment

      • Punpun

        Entenda que o impeachment é “JULGADO” politicamente, é claro que o STF pode intervir em alguns casos mas ainda assim é em suma é POLITICO, ou seja, se você não for competente na articulação, qualquer reboliço popular relevante alavancado por uma crise econômica, aliado à deslizes como as pedaladas, você está sujeito a retaliações.
        E o crime de responsabilidade fiscal da Dilma foi desproporcional, Na comparação, as pedaladas somaram R$ 1 bilhão e R$ 948 milhões, respectivamente, no fim dos anos de 2001 e 2002, no governo FHC. No fim de 2013 e 2014, no governo Dilma, os valores chegaram a R$ 36,07 bilhões e R$ 52 bilhões, respectivamente.
        E não é questão partidária o filho da puta do Beto Richa (PSDB) governador do paraná fez a mesma coisa, maquiou os números pré eleições para parecer que está tudo bem e depois revelar os rombos administrativos, eu acho um avanço ter esse precedente de alguém se fodendo por pedaladas fiscais, para TODOS que se elejam em uma mentira sejam passiveis de impeachment.

  • Diego Abreu

    Amigos do Overloadr

    O sistema eleitoral brasileiro elege seus representantes da camera baixa por votação proporcional, quem ganha o voto é a coligação e ao atingir o quociente eleitoral um candidato da lista é eleito, isso até 2014, não sei se mudou ano passado. Essa fórmula, apesar do senso comum, na verdade acrescenta bem mais representação do que “os mais votados são eleitos”, provavelmente o PSOL e outros partidos nanicos não teriam representação, além disso no atual sistema a câmera dos deputados apresenta uma taxa de renovação bem elevada. Nosso maior problema mora no financiamento de campanha, a relação entre empresas e governo é nojenta, porém o financiamento público de campanha só engessa mais a disputa por beneficiar os grandes partidos e os donos da maquina pública.

    Ps: o pedido de impeachment da Dilma é pelos créditos suplementares de 2015, algo aprovado na lei orçamentária de 2015, é uma ruptura institucional aka GOLPE. Pedaladas Fiscais, que existiram, foram em 2014 e não há dolo para um mandato que já acabou.
    ps2: indico a cobertura do nexo e do blog “questões de política” da revista piauí.
    ps3: Um link com a explicação do TSE sobre nosso sistema eleitoral. http://www.tse.jus.br/institucional/escola-judiciaria-eleitoral/revistas-da-eje/artigos/revista-eletronica-eje-n.-5-ano-3/como-funciona-o-sistema-proporcional

  • Paulo Henrique

    Henrique, você acha que o Jean Wyllys foi vaiado por ser GAY ou por ser do PSOL e claramente iria votar NÃO?

  • El Luchador

    Pro cara que mandou email sobre HQs, i feel you, bro.

  • FHC

    Sobre o cara que mandou e-mail pedindo dicas de podcasts sobre música, tenho 3 dicas:

    O primeiro é o Crazy Metal Mind, um podcast voltado para o rock e que me lembra os velhos tempos de Games on the Rocks porque a galera costuma gravar bêbada. É bem foda, mas é um pouco restrito.
    O segundo que conheço, mas nunca fui muito de ouvir é o Troca o Disco, este trata de música de modo geral e são bem amigos do Crazy Metal Mind.
    E por último um projeto recente que estou achando promissor do porteiro dos podcasts, Thiago Miro. É o Heavy Metal Box, que busca contar a história do Heavy Metal e o primeiro episódio é sobre a origem do Black Sabbath. Aliás esse é mais restrito ainda!

    É isso e abraços!