Recebemos a presença ilustre da especialista em eSports Barbara Gutierrez para explicar a quantas anda o setor no Brasil. Para quem não é da coisa, o Rique fala sobre Quantum Break.

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Participantes:

Caio Teixeira
Barbara Gutierrez
Henrique Sampaio

Assuntos abordados:

10 min – Bate-papo sobre eSports
1h21 min – Quantum Break
1h46 min – Demo Final Fantasy XV
2h 2min min – Emails

Música do final: Ben E King – Stand by me

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  • PauloHDSousa

    Chamem a Barbara mais vezes, ela Criou um dos maiores MEMES do League atual, INTZ RESPEITO E SERIEDADE!

  • PauloHDSousa

    Você está de brincadeira… fui ver o tal do Daigo… e achei isso https://www.youtube.com/watch?v=KS7hkwbKmBM

  • Wees Souza

    o banner do post tá lindo demais, parabéns aos envolvidos

  • Vitor Calfa

    Eu invejo essa capacidade de se desligar do mundo do Henrique (sobre a regra de serem dois corredores por equipe na Formula 1).

  • Vitor Calfa

    Ow, sacanagem. Eu me senti um Matusalém. Eu tenho 34 anos.

    • Anderson Cardoso

      Acho, e pelo que entendi, o Teixeira quis dizer que no segmento desse tipo de jogo quem tem essa idade já é velho. Porque só tem gente nova nesse nicho. Apesar de que aos 31 eu já me
      sinto velho para a maioria das coisas que adora com … sei lá…20

  • Quantun Break 1886 pelo visto.

    • Márcio Barbosa

      ao menos na opinião do henrique, talvez quando ele estava jogando, estava com fome… 3:-)

  • Leandro Rocker

    Íncrivel como o Rique não gosta de nada, quando se trata de jogos AAA

  • Sempre revejo este vídeo quando escuto Stand by me.
    https://youtu.be/k6xYgayMYy8?t=6m20s
    Começa em 06:20

  • Felipe Malafaia

    Adorei o podcast, mas tenho que assumir que esse podcast desenvolveu meu crush pela Bárbara em um nível muito alto.

  • Caio-san

    Confesso que no início pensei: “Puts, vão falar sobre e-sports? Que saco.” Mas ao ouvir, acabei gostando MUITO do assunto, talvez pela Bárbara que manja bastante – e eu já a conhecia pela IGN, apesar de n curtir e-sports – e pelo Teixeira que fez uma excelente entrevista.

    Pra comemorar até verei o vídeo dela na IGN BR que ignorei por ser sobre isso.

  • Geovanne de Souza

    Teixeira não esta só, também sou apaixonado pela Barbara e provavelmente ela nem lembra de mim. Enfim, o cast esta muito bom, MAAAAAAAS, por favor cuidado com o vicio de linguagem de vocês, se o assunto não fosse tão interessante eu não aguentaria mais de 20 minutos. No caso da Barbara é o “Entende…” e o caso de Texeira (que acabou contagiando o Rick depois de um tempo) é o “UHUM”, parei de contar no 100° UHUM… E ainda tinha muito cast pela frente.

    !!!

    • Gustavo

      Uma coisa que me incomoda também é quando vocês vão pensar em uma resposta e ficam em silêncio por uns 4, 5 segundos. Parece pouco, mas no podcast da a impressão que meu player parou ou que o celular desligou. Isso é uma coisa que acho simples de resolver na edição e não acredito que o programa ficaria menos “orgânico” ou natural só por cortar esses silêncios.

  • Rafael de Souza

    Pequena correção: O jogador de Street Fighter que perdeu campeonato por causa de visto foi o Breno Fighters e não o Chuchu. O Breno ganhou na BGS em 2012 uma vaga no campeonato de 25 anos de Street Fighter (embrião da Capcom Cup) mas teve o visto negado. O Chuchu se classificou pra Capcom Cup em 2014 e conseguiu disputar.

  • Lucas Matias

    Galera, pra mim esse papo de eSportes é bem chato, pq eu ñ suporto a maioria dos jogos envolvidos,
    mas vcs trataram do assunto de uma forma que até eu curti muito o podcast… Parabéns, e continuem dando voz as mulheres.

    PS. poderiam chamar a Flávia Gasi tmb 🙂

    • Márcio Barbosa

      pra falar de mitologia nos jogos, eu apoio.

  • Márcio Barbosa

    “Aquele jogo de ninjas do PS4”, Warframe surgiu no PC, foi pro PS4 e agora também no Xbox One. E que eu me lembre nunca rolou nada oficialmente e eu acho que sei porque. O foco do Warframe é no cooperativo, e só isso, na minha opinião seria suficiente pra isso não rolar, mas ele tem um PVP que é o Conclave. Como no coop você é muito overpower, já no conclave quase não tem como colocar aprimoramentos e os que tem sempre penaliza algo. Ele não é exatamente o modo de jogo mais popular, mas eu vejo o pessoal da Digital Extremes todo tempo, a cada atualização, mexendo nos status das armas e dos personagens. Isso em tese impede uma competição, uma vez que esse modo de jogo não é visto com equilibrado ainda. Agora eu sinto que eles estão tentando afinar o conclave justamente com essa intensão de tornar algo jogável em uma disputa séria. Ouvindo esse episódio de vocês me deixou com vontade de perguntar a eles se essa intensão é fato ou eu estou viajando.

  • Anderson Cardoso

    Olá

    Rapidamente e com a licença dos senhores aquele rapaz e pro Rique também segue um bom site contendo praticamente tudo que tem de músicas de games, “downloads khinsider com” eu
    sempre escuto músicas de games tanto no spotify quanto neste site, claro que tem muita coisa
    que não vai nem figurar em um serviço de streaming hoje em dia então escuto no site mesmo.

    Abs,

  • Leandro

    Não conhecia o trabalho da Bárbara, vou acompanhar agora, bom programa.

  • Bruno Araujo

    Eu recomendo ao Henrique dos Santos ouvir o podcast “Um Milkshake Chamado Wanda”, sair do armário é um assunto recorrente lá nas perguntas dos ouvintes e todos membros homens são gays.

  • Stéffano Rossi Coelho

    overs, posso pedir para você sempre colocarem o nome/versão das músicas de transição? essa versão de come as you are cantanda por uma mulher é incrivel