Na ausência de Caio Teixeira, convidamos integrantes do Jogabilidade para conversamos sobre alguns dos principais lançamentos do momento. E comida.

Acontece no dia 30 de julho o Boteco 8: DANCE. Mais informações aqui e garanta o seu ingresso!

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Participantes:

Heitor De Paola
Henrique Sampaio
André “Majin” Campos (Jogabilidade)
Eduardo “Sushi” Fonseca (Jogabilidade)

 

Assuntos abordados:

2 min – Por que o Sushi se chama Sushi e maldição da Sony
5 min – Sobre o Jogabilidade
17 min – comida (pra variar)
22 min – Zero Escape, narrativas e mecânicas, Uncharted 4, visual novels
55 min – Quadrilateral Cowboy
67 min – We Happy Few, jogos em early access
86 min – Headlander
103 min – rapidinhas e longuinhas
142 min – emails

Música do final: Ladytron – Destroy Everything You Touch

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  • Márcio Barbosa

    Teoricamente quando a medida é colher e o item é sólido ou pó, você deve colocar exatamente só o que cabe dentro da colher. Até tem aqueles medidores pra ajudar nisso, e o conteúdo deve ficar assim:

    • Jonathan Menegalli

      quando pedem uma colher de manteiga/margarina eu sempre boto a montanhazinha que se forma em cima da colher junto pq tenho preguiça de tirar o que ficou ali, nunca errei um bolo fazendo isso.

      • Márcio Barbosa

        Por isso eu disse teoricamente. Também não coloco a medida precisamente, e de fato funciona. XD

  • Caio_RB

    Sobre o Zero Escape, a série sempre fez mais sucesso aqui no ocidente do que no oriente, porque lá não há tantos fãs quanto aqui e nunca vendeu bem. O terceiro só aconteceu justamente pelo ocidente e já vimos que no Japão o jogo vendeu só 9 mil na primeira semana, o que é muito ruim.

  • Márvio

    Mas como assim é difícil fazer doce?! Acho tão fácil e sem problemas, pois se vc gosta de açucar, fica difícil errar. Eu já tenho problemas com comida salgada, nunca nada fica no ponto certo comigo.

  • Jonathan Menegalli

    ladytron me lembrou muito a metric, tem alguma coisa a ver?

  • Manoel Ricardo

    Gente, uma correção muito importante! El Shaddai não é o melhor exemplo de jogo pra ser citado como jogo que se baseia em catolicismo ou cristianismo em sua construção do universo, porque o jogo foi baseado em um livro em que não está presente na bíblia! El Shaddai foi baseado no livro de Enóque (sim, exatamente dai que vem o enoquiano, a famosa língua dos anjos), que antecede os eventos do dilúvio, contando a história da rebelião dos anjos e vinda deles para Terra. Os anjos tiveram filhos com os humanos dando origem aos gigantes nefilins (que em El Shaddai é retrato como figuras fofas e de formas.. fálicas! Mas são fofas gente, procurem pra vocês verem). Deus então mandou o dilúvio para dar um “reset” na humanidade e acabar com os nefilins. Eu não lembro exatamente o papel do Enóque no momento, faz um tempo que pesquisei sobre isso (inclusive foi na época em que joguei El Shaddai), mas eu lembro que ele foi um humano que transcendeu a vida indo direto ao lado de Deus, virando um anjo com diversas asas e olhos para poder vigiar toda a Terra, ou algo do tipo. Bom desculpa se esse comentário ficou longo, mas achei pertinente ressaltar isso, principalmente porque religiões e crenças são cheias de nuncias e detalhes. Eu acredito que seja mais inteligente dizer que tal jogo foi baseado no cristianismo, por exemplo, se há conceitos fortes retirados dessa religião (por exemplo, se existe o arquétipo de alguém enviado por Deus/entidade suprema para sacrificar e salvar a humanidade, como é o caso Jesus Cristo no cristianismo). No caso do livro de Enóque, se não estou enganado, estaríamos indo mais para o lado da Cabala, por exemplo, pois existe esse conceito de transcender a vida e se tornar algo muito próximo de um Deus – ou seja, excluí-se o fato dai de ter que ter um salvador e toda a noção de pecado etc.

    PS: Eu amo/sou El Shaddai! Um fato curioso e muito importante: o diretor do jogo é o mesmo diretor de arte de Okami! Isso é muito curioso porque não só ambos os jogos tem visuais incríveis e super diferentes, mas como ambos os jogos mexem com temáticas religiosas.

  • rodolphoal

    Deadspace aborda religião também.

  • Paulo Henrique

    Motherbilidade

  • Lucas Matias

    Eu já fui em uns 3 países da America latina, e uns 12 países da Europa, e por mais q eu ame o Brasil e nunca queira deixa-lo, eu sempre fui super grato por ter a possibilidade de passar da fronteira desse país . Digo isso pq soou SUPER BABACA o papo do Teixeira “LA é uma cidade chata pra caralho”…Por mais q ele seja honesto, seria melhor agradecer a chance oferecida pela Riot, do que criticar uma viagem que tantas pessoas gostariam de estar no lugar :/

  • Armoderic

    Um outro jogo que aborda religião é King of the Dragon Pass (ele está disponível no Steam e no GoG*), nele você lidera uma tribo em um período equivalente a Idade do Ferro, e muito do jogo é sobre o pensamento mítico e religioso da sua tribo e como você precisa lidar com isso e as tradições que surgem dai e com eventuais conflitos (por exemplo se na tradição da sua tribo, ele nunca confiaram em dragões, se você achar um artefato ligado a eles, a sua tribo espera que você destrua ele, e se não fize-lo, ele irão reclamar que você está quebrando os leis da tribo e irritando o seus ancestrais).

    Uma das mecânicas mais interessante do jogo, são as “Hero Quests” que são rituais a onde uma membro da sua tribo “revive” uma história dos mitos fundadores da sua tribo, afim de obter conhecimento e bênção para ela.

    * A versão no Steam mais atualizada e semelhante a para mobiles, enquanto que a do GoG é a versão original do jogo para pcs.

    Sobre o ZTD, estou gostando dele – mas estou achando a estrutura dele muito confusa, não sei se é por que nunca joguei os outros dois (não tenho console), mas a mecânica de fragmentos ás vezes bem confusa, mas o resto está ok. Mas pessoalmente eu prefiro mais Danganronpa.

    Falando em Visual Novels, que é um tipos favoritos de jogo, há todo um subgênero de VNs que são só a história, e ao contrário do que pode parecer, muitas vezes essas VNs, chamada de Kynetic Visual Novel, são excelentes já que a narrativa é bem mais fluída e menos interrompida para ter uma “jogabilidade” forçada (exemplos dessas VNs – Grisaia, World End Economica, ect….)

    Uma coisa curiosa é que no Japão, devido a natureza da linguagem (principalmente os kanji, ideogramas, em que cada caractere pode significar vários conceitos*), significava que eles podiam desde muito cedo (quando havia uma forte limitação técnica e de espaço e de número de caracteres) eles podiam ter jogo com muito mais texto, mesmo podendo usar poucos caracteres, isso permitiu a eles criarem jogos com mais narrativas e texto desde bem cedo. É bem pouco falado, mas desde muito tempo eles tinha uns adventures bem complexos para o período.

    * Não sei se consegui explicar direito, tem um vídeo extra credits que eles comentam isso, acho que o primeiro que eles abordam sobre as diferenças entre Wrpg e Jrpgs. Mas um exemplo bem simples é pensar que para escrever “estrela” você usar apenas o kanji (星) (1 caractere) enquanto que em uma lingua diferente você precisaria escrever “estrela” usando vários caracteres.

  • Guilherme Gondin

    Fato curioso (retirado diretamente da Wikipedia): O Uchikoshi foi modelador 3D do nosso amado e querido Pepsiman de PS1.

  • Iago mendes leite

    henrique, qual é sua playlist no spotify(se tiver) ?
    obrigado