Por conta de situações de exceção, tivemos de gravar um episódio extra de Bilheteria na semana passada mesmo, o que nos deixou um pouco vazios de pautas mais tradicionais do programa. Assim, tentamos fazer algo diferente nesta edição, em uma conversa mais solta levemente dirigida por algumas ideias que o Rique teve. Assim, não há discussões como normalmente as temos, apesar de música e cinema certamente terem entrado em pauta.

Assine o nosso feed ou baixe o Bilheteria #102 e escute no seu player predileto. Se preferir, assista ao episódio em vídeo.

Participantes:

Caio Teixeira
Henrique Sampaio
Heitor De Paola

Música de encerramento: Karol Conka – Tombei
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  • Luiz Guilherme Silva

    Pessoal, já tá rolando o Bilheteria em vídeo pra quem é Patrão? A partir de quanto vejo esses lindos na minha tela?

    • Heitor De Paola

      Sim, soltei alguns vídeos para os apoiadores, ainda como teste. Em breve começaremos a soltar para todas as pessoas regularmente.

  • El Luchador

    BILHETERATIONSSSSSSSS

  • Bruno Araujo

    Só uma correção, a Karol Conka é uma grande rapper, foi muito estranho quando associaram ela com funk, até achei que confundiram com a MC Carol. A Conka com certeza gosta e se influência pelo funk, mas é que hoje a música dela mistura muitos ritmos, seria abstrair demais falar que ela faz funk.

    • Luiz Guilherme Silva

      Concordo em partes, mas o Rique conhecia sim, tanto que disse que ela é de Curitiba e tocou no final do episódio. Se você for ver as influências beeem do início do funk, no mesmo nível de Thaíde, eu entendo a comparação com o funk, talvez uma nova geração 😀

  • Anderson [RiversCroft]

    Como eu esperava, esse podcast foi praticamente um MotherTeria #3.
    Fiquem com preguiça mais vezes. Obrigado.

  • Caio

    Qual o nome do filme que o Rique falou no começo? Aquele que a mãe entrava na sala nas horas erradas.

    • Rodrigo Pillotto

      Amarelo Manga.

  • Anônimo com os pais se divorciando: ouça o Mamilos sobre o divórcio e na medida do possível faça com que sua mãe ouça.
    Beijos de luz.

  • brunolorenz

    “Pastelão ou Solitário Nunca Mais” que o Teixeira comentou no e-mail de indicação dos livros é do Kurt Vonnegut. Eu só não entendi se ele confundiu com o Welcome to the Monkey House, que é um livro de contos do KV (ótimo, por sinal).

  • Diego Gomes de Oliveira

    Só pra registrar eu gosto de Oasis e digo em voz alta. Teixeira, o primeiro album do Oasis foi o Definitely Maybe. O Segundo foi o (What’s the Story) Morning Glory e este é o album que tem a Wonderwall.

  • Também não gosto de Smash Mouth, mas os memes…

    https://soundcloud.com/donglekumquat/allstahlr-1

  • Anderson Cardoso

    Pô achei que ia rolar um Verdades Absurdas versão Overloadr ficou mais com cara de Green Room.

    Abs,

  • Prometeus tem uma história interessante por trás da sua produção. Houveram muitos problemas com o roteiro e outras paradas. Na teoria era pra ser bom. Acho que vale a pena dar uma pesquisada… 🙂

  • Vocês continuam falando do remake de The Rocky Horror Picture Show como se fosse uma série, mas é um especial pra TV/Filme. Não é série. Já foi já acabou, e pelo que dizem, graças a deus.

  • Blau do Jarau

    Sobre o close de Amarelo Manga eu lembro de na época ter ficado com a impressão da atriz estar usando algo cenográfico, um adesivo com a “relva amarelo manga”, fazendo as vezes de um tapa sexo.

  • El Luchador

    OW

    Só passando pra dizer que curti altos esse bilheteria.

    : )

  • Pela relação que o Teixeira tem com o Smash Mouth ele deve amar o Jon Sudano (www.youtube.com/channel/UCYmBRsXr995owHHryHYPzFQ).

  • Thiago Nunes

    Queria compartilhar com o sr. Caio Teixeira que eu só conheço o tal funk do Bololo por conta desse mashup INACREDITÁVEL:

    https://www.youtube.com/watch?v=oowBXzfcl90

    Se Rhythm Heaven tivesse versão brasileira, seria o remix final.