A temporada de shooters de 2016 está se encerrando e com ela damos nossos comentários finais sobre Titanfall 2 e Call of Duty: Infinite Warfare. Como nem só de AAA vive o homem, passamos alguns minutos tentando entender o que raios é Small Radios Big Televisions. Também discutimos sobre a aceitação mainstream dos videogames, sua variedade e problemas diante do texto Video Games Are Boring, publicado recentemente pela Games Industry.


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Participantes:

Caio Teixeira
Henrique Sampaio
Heitor De Paola

Assuntos Abordados

1 min – Bater a cara em portas de vidro e Donald Trump (porque não tinha como não falarmos disso)
11 min – Small Radios Big Television
29 min – Call of Duty: Infinite Warfare
54 min – Titanfall 2
59 min – Discussão sobre o artigo “Video Games Are Boring”
99 min – Rapidinhas (Blizzcon e novo trailer de Mass Effect Andromeda)
113 min – Emails

Música de Encerramento: Leisure – Got It Bad
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  • a minha TV de tubo antiga também tinha botão de desmagnetizar, era uma delícia ficar apertando ele, soltava um estralão assim na TV e dava uma onda de arco-íris depois

  • Dion Cassio

    Queria mais de blizzcon sempre q posso acompanhava mais deu n pra ver um geral
    desse ano

  • Dion Cassio

    alias eu sou um fan da blizz

  • Lucas de Lima

    Gente, tô no comecinho do podcast ainda, mas gostaria de fazer uma correção.
    Essa informação de que o Donald Trump chamou os eleitores republicanos de idiotas é falsa. Segue o link: http://www.factcheck.org/2015/11/bogus-meme-targets-trump/
    Só pra esclarecer, eu não sou simpatizante do Trump, muito pelo contrário, só que por acaso li essa semana um texto que falava especificamente sobre essa declaração dele, que na verdade era falsa. Não que ele não tenha falado outras coisas horríveis, mas essa em específica parece que não é verdade.

    • luizpaulosantoscruz

      Eu ia mandar a mesma coisa, obrigado.

    • Gabriel Valente

      ia comentar exatamente a mesma coisa.

  • Márcio Barbosa

    O meu almoço hoje foi exatamente carne moída, eu comi pensando em como o Heitor (dessa vez foi você que falou sim, XD) encrenca com o Teixeira por causa isso, então eu baixo o programa e esse assunto vem e ainda junto com revelações da infância do Caio, kkkkk muito bom.

  • Guilherme Gondin

    Queria jogar o Small Radios Big Televisions, mas perdi meu celular e com ele o código do Steam Guard e como o atendimento da Steam é uma bosta, estou sem acesso a minha conta a meses.

  • eu jogo the crew só para ficar passeando de uma cidade pra outra tentando emular viagem de carros resgatando antingas lambrancas da vida real…
    videogames sao legais

  • FHC

    Vocês cantaram essa música de Natal só pra me torturar. Em 2013 eu trabalhei em uma loja que vende de tudo e durante o fim de ano essa música tocou todos os dias durante as 8hr de trabalho. EU ODEIO ESSA MÚSICA. Obrigado.

  • AnaniasJr

    Sabará não tem litoral. Inclusive fica em Minas Gerais.

  • Muito bom os pontos de vocês sobre o texto “video games are boring”, inclusive concordo com o Heitor e o Caio sobre o quão pequena a reflexão é tendo em vista o mercado que está expandindo.

    Mas queria questionar o que o Rique disse sobre o Her e deixando aqui de fato uma pergunta pra vocês: jogos como Her (ou Gone Home) não são tão acessíveis ao meu ver, digo, eu acho que acessibilidade vai além de mecânicas e também cobre o que conceitualmente aquela obra representa. Eu vejo um Her quase como mostrar um filme do Jodorowsky para alguém que não é fã de filmes diferentes, é complicado, tá tudo ali, mas existe uma estranheza. Her não tem exatamente um fim, a estética dele brinca com algo retro e o resgate do VHS/Windows do vaporwave, tem algo que já exige do jogador uma desconstrução do que é começo/meio/fim, além da metalinguagem. Minha namorada não é do meio de jogos, até Journey ou Abzu ela não topou pela quebra de paradigma do que ela esperava que seriam desafios ou progressão, mas terminou Rayman Legends por exemplo (mesmo com a dificuldade e frustração). Será que não devemos botar na conta tudo isso também, no caso o quão é necessário que o jogador esteja inserido no meio há tempos pra interpretar essa quebra de status quo do que é um jogo? No fim ainda acharia mais palatável vender a ideia do Titanfall 2 do que Her para alguém que não gosta de jogos.

    Parabéns pelo podcast!

    • Corvo

      Eu ia comentar exatamente isso.

      Nos ultimos tempos andei mostrando alguns jogos para a minhã irmã mais velha, mario, rayman, jogos 2D e baseados em jogabilidade, até mesmo God of War ela gostou pq tem mecânicas simples e acaba a desestreçando.. E quando mostrei o Her Story para ela, mostrando que jogos podem ter algo a mais, ela simplesmente achou o jogo entediante. Para ela, assim como a maioria que não joga ou não joga muito, um jogo baseado puramente em narrativa é “mais do mesmo”. A pessoa já assisti filmes, lé livros, quer algo diferente, e dai nós, que somos jogadores veteranos, acabamos mostrando o que eles não querem.

    • rodrigo

      bem colocado…

    • Márvio

      Um jogo para mim que é acessível é Candy Crush. Da criança a vovó, todos entendem a dinâmica do jogo, se divertem e muitas vezes nem sabem que estão jogando video game.

  • Lucas Nascimento

    Só avisando o Heitor que o Jon Snow n é escroto em Game of Thrones….

  • Victor Domiciano

    Sobre o início do podcast sobre a eleição do Trump é meio perigoso rotular o eleitor e taxar 60 milhões como burro ou racista (tal como no Brasil houve rótulos de que votou em Dilma ou Aecio). O mais importante é nos questionarmos o porquê dele ter sido eleito – o que a Hillary falhou ou mensagem que as urnas queriam passar ao eleger uma pessoa com n defeitos e de opiniões erradas. Um podcast chamado Xadrez Verbal , que fala sobre política internacional fez um programa em que descreveram os motivos de elegerem o Trump. Infelizmente governos não são bons nem maus, apenas possuem seus interesses.

    https://www.facebook.com/XadrezVerbal/posts/560613524141534

  • Diego Domingues

    Uma crítica construtiva: não sei se já mencionaram antes, mas como ouvinte há bastante tempo, acho importante comentar. A participação do Teixeira, a cada programa, torna o ritmo das discussões piores. São interrupções desnecessárias, piadas fora de contexto, comentários extremamente imaturos e por ai vai.
    O ápice deste programa foi o Rique desenvolvendo toda uma argumentação sobre jogos com histórias acessíveis dizendo que ‘todos podem jogar’ e Teixeira comentando “cegos não podem”. Sério?
    A discrepância ficou ainda mais acentuada nos programas em que ele não esteve e percebemos como a dinâmica entre Rique e Heitor segue de maneira muito mais produtiva. Não é comentário de hater, mas de alguém que considera relevante tecer uma observação sobre um ponto que vem me incomodando há várias edições e já foi, inclusive, responsável por parar de ouvir algumas.
    Abraços.

    • Corvo

      Mas o engraçado é que é sempre o Rique que acaba com as discussões da maneira mais idiota possível.

      Por exemplo no começo do cast onde eles estão discutindo o fato do Trumps ter ganhado a eleição americana.

    • Márvio

      Engraçado que eu prefiro o Texeira nestas discussões por causa de muitas características que você citou. Quando fica apenas Rique e Heitor, eles se levam tão a sério que a discussão deixa de ser interessante.

  • Anderson Nogueira Martin

    Bacana essa discussão do texto.
    E meu deus, o Teixeira ta ficando muito chato, sai da Riot Teixeira, ta virando ‘Special Snowflake’ já, abraço.

  • Victor Hugo

    Eu lembro que monitores tinham botões pra desmagnetizar, mas também não sabia pra que eles servem, só que era legal apertar.