Com apenas Rique e Heitor, conversamos mais a fundo sobre The Last Guardian, Final Fantasy XV, Dead Rising 4 e Dragon Ball Fusions. Além disso, também falamos sobre os anúncios que apareceram durante o Game Awards 2016 e a PlayStation Experience 2016.


Assine o nosso feed ou baixe o MotherChip #114 e escute no seu player predileto

Participantes:

Henrique Sampaio
Heitor De Paola

Assuntos abordados:

1 min – Descobertas pessoais do Heitor
6 min – Final Fantasy XV
23 min – The Last Guardian
43 min – Dead Rising 4
52 min – Dragon Ball Fusions
57 min – Notícias
85 min – Email

Música de encerramento: Queens of the Stone Age – Make it Wit Chu
Siga a nossa playlist no Spotify

O Overloadr é um site movido a amor, a uma incrível comunidade e crowdfunding, especificamente via Apoia.se. Para entender por que deixamos o Patreon, leia nosso FAQ. Se você gosta do nosso trabalho, considere contribuir com nossa campanha de financiamento coletivo.

Envie emails com perguntas e sugestões para: motherchip@overloadr.com.br

  • Thiago Jun Utihata

    Coloca o link do download plz =D

  • Cesaeer

    O Rique tá parecendo um velho chato falando de Final Fantasy 15

    “O jogo de repente me joga naquele mundo”

    “Não sei fazer magia”

    “Não sei o que tô fazendo”

    Po, parece que não tem bagagem com video games…

    • riquesampaio

      O jogo tem uma introdução ruim, interface confusa, e o problema sou eu que não sou “gamer” suficiente. Aham.

      • Ignorando o comentário um pouco ofensivo da parte do rapaz, eu acho que eu concordo um pouco mas eu não sei se pessoas deveriam ser capazes de entender essa interface logo de cara sem ter jogado qualquer outra demo anteriormente pois, comigo foi algo diferente e eu coloco a justificativa disso pelo fato de que eu estive jogando as demos anteriores e fui me acostumando progressivamente com ela.

        No começo, isso é verdade, ele não te ensina sobre como fazer magia, como ela funciona, se você precisa de itens secundários para fazer magia ou se eles são somente um Buff ou obrigatórios na criação da magia. Ele não te ensina muitas coisas sobre o combate e a maior parte disso você só aprende se você ir testando por conta própria e acredito que para quem veio das demos anteriores isso deve ser mais fácil.

        Consigo entender mas ao mesmo tempo, não sinto que ela é uma interface tão complicada de se entender como descrito por você no cast. Mas isso sou eu, palavras de quem veio jogando as demos e no resultado final, estava se sentindo “em casa”.

        • riquesampaio

          Com oito horas de jogo, estou entendendo melhor as mecânicas e apreciando a experiência como um todo — ainda que praticamente não tenha havido trama até agora. Estou sacando melhor a navegação, as magias, as armas, tudo. Tá legal. Só ainda acho que o que a Square tentou fazer foi um Final Fantasy ocidentalizado sem sacar direito o que significa um mundo aberto. Saiu meio estranho, mas estranho é legal.

          • Hm, não consigo discordar desse ponto de vista pois de fato, foram as sensações que eu tive a maior parte do tempo enquanto eu jogava o começo dele fazendo todas as missões possíveis que ele estava me entregando e relativamente me deixando mais forte com recompensas interessantes que vão ser até bem úteis no futuro do jogo com aprimoramento de armas e equipamentos secundários ou missões secundárias que vão te poupar bastante tempo – sem o jogo te falar nada disso, claro. E nesse meio tempo, muitas das sensações que eu tinha era de estar jogando um Metal Gear Solid V com um mundo aberto um pouco mais vivo, porém sem me ensinar absolutamente nada que me fizesse progredir nos combates ou que soubesse me ensinar as poucas coisas que ele se propõe nas dicas que aparece no lado direito da HUD e volta e meia nas mensagens de Loading. E isso eu imagino que frustra as primeiras imagens que a pessoa vai criar daquele jogo na cabeça dela e para os mais radicais, isso pode ser um grande sinônimo de: “10 Anos e eu esperei por isso? Que grande porcaria”.

            Se você continuar prosseguindo ele vai continuar a te mostrar mais coisas interessantes, as Dungeons desse jogo eu acho que são de longe as grandes maravilhas dele – os lugares fechados. Especificamente um lugar dentro de um esgoto, ele não tem ligação nenhuma com a história mas estar nele é prazeroso, é bem desafiador e é como se fosse um pedacinho de Dark Souls em FFXV.

  • Darth Paul Poor Traaais

    Quando o Rique generaliza dizendo que toda sexualização é “errada” então está fazendo a mesma coisa que outros preconceituosos também fazem ao generalizar. Foi mal cara, mas se você faz a mesma coisa que o sujeito que você critica, no caso generalizar, então o conceito “escroto” venceu. Ou quando eu faço é certo e o outro faz é errado? Dois pesos e duas medidas? Complicado…

    • riquesampaio

      Mas eu até concordei com o Heitor quando ele falou que há formas certas de tratar sexualidade e sensualidade em videogame. Inclusive, citei o Gladiolus, que também recebe uma carga considerável de sexualização — mais do que personagens masculinos costumam receber nos videogames. Se vc se refere à minha opinião sobre a Cindy, bem, aí eu realmente acredito que ela é uma personagem gratuita e desnecessariamente sexualizada. Puro fan service.

      • Darth Paul Poor Traaais

        Não, eu não estava falando sobre a personagem especificamente e sim da sua postura. Se você faz uso das mesmas “ferramentas” que o seu adversário então, sinto muito, mas o conceito venceu. Se pra combater o preconceito você é preconceituoso, então o “preconceito” venceu. Se pra defender a liberdade expressão você quer impedir que idéias diferentes da sua sejam expostas, então a “repressão” venceu. Agora, se você não liga em usar os meios necessários, incluindo mas não se limitando as ferramentas que são usadas por quem você luta contra, então tá. Só não continue acreditando que sua causa irá permanecer “pura”. Essa escolha entre permanecer fiel a essência da sua causa e possivelmente perder ou sacrificar parte de seus ideais para garantir a vitória faz parte das escolhas difíceis que temos de fazer na vida.

        • riquesampaio

          Queria entender onde está o preconceito.

          • Darth Paul Poor Traaais

            O “preconceito” está na afirmação de que a sexualização correta é aquela que você define como tal. O Heitor chamou a sua atenção na hora, sobre como alguém pode estar se sexualizando de forma consciente e se sentindo bem com isso. Ou quando em outro podcast você afirma que “as pessoas bebem pra fugir da realidade”, quando o “politicamente correto” seria você dizer “as pessoas QUE EU CONHEÇO bebem pra fugir da realidade”; enfim, eu acredito que você não está tentando convencer ninguém de nada, só está dando o seu ponto de vista/opinião sobre o assunto. O que é um dos motivos que me faz continuar ouvindo os programas – pontos de vista diferentes do meu mas interessantes. Assim como eu não estou tentando lhe convencer de nada nesses comentários, só estou participando e fornecendo o meu ponto de vista/opinião. Sem crise. Fique em paz.

          • riquesampaio

            Sobre “estar se sexualizando de forma consciente e se sentindo bem com isso”: meu problema não é este (eu mesmo concordei com o Heitor quando ele levantou esse ponto), mas sim a garota que opta por fazer o cosplay não pensar que ela está ajudando a promover objetificação quando escolhe uma personagem criada (por homens) justamente com esse propósito. Para o contexto “nerd”, é quase que uma validação da existência daquela personagem da maneira que foi pensada, e acho isso meio abominável.
            Sobre “beber para fugir da realidade”: eu apenas me expressei mal. Conscientemente ou não, o álcool nos desprende de problemas, travas sociais etc. É muito comum que jovens bebam muito no final de semana e façam disso um hábito regular (e uma dependência inconsciente), para fugir da pressão da vida cotidiana, do estresse etc.
            Um documentozinho rápido que me pareceu confiável que achei aqui: https://pubs.niaaa.nih.gov/publications/UnderageDrinking/Underage_Fact.pdf

            Outra indicação é o documentário The Mask You Live In, que eu já comentei no Bilheteria, que aborda essa questão da bebida, associando-a com diversas outras — e, voilá, machismo.

          • Darth Paul Poor Traaais

            Aí entramos de novo na questão “o que eu me importo” vs “o que os outros devem ser importar”. Não é muita presunção você querer que a garota seja “c onsciente e socialmente engajada” a essas questões, enquanto muitas vezes ela só quer se divertir da maneira que lhe convém? De novo, ao querer delimitar o que é certo ou errado para os outros você comete o mesmo erro que os pastores/militares/etc, determinando o que a pessoa deveria ou não pensar. Dentro da minha cabeça quem manda sou eu. Nela eu posso ser qualquer coisa, incluindo tudo aquilo que os outros abominam. O lance está na hora de agir/interagir com o mundo fora da minha cabeça. Aí que eu preciso saber separar muito bem coisas, para não correr o risco de violar os direitos dos outros. As pessoas dizem “não seja um babaca!”, enquanto digo “se você for um babaca, essas são as consequências”. Entendeu a diferença? Você diz que se expressou mal. Sim, totalmente compreensível. Mas como já disse para outras pessoas em conversas semelhantes, eu sou incapaz de aceitar qualquer coisa; eu procuro entender. Assim, mesmo que não concorde com o que vejo, ouço, etc pelo menos posso decidir se vou interagir com isso (ou não) e como será essa interação.
            Não conheço nenhum de vocês, não em essência. Vejo apenas uma das diversas facetas que vocês possuem. Tenho o direito julgar vocês o quanto eu achar necessário porém não me sinto à vontade para basear minha interação com vocês somente na minha impressão parcial. Preciso entender mais pra poder ter a melhor atitude possível. Lembrando que o que é “melhor” pra mim pode ser algo totalmente oposto que você considera.
            Provavelmente você não seria meu amigo e/ou conversaria comigo pessoalmente sobre esse e outros pontos polêmicos, por diversas razões. Mas essa é a beleza do pensamento livre: você pensar uma coisa e eu outra totalmente oposta não nos coloca em conflito per se. O conflito seria uma escolha nossa, mesmo que só de uma das partes.
            Só vejo em parte do seu discurso/opinião erros ou contradições recorrentes. E se apontar isso me faz um sujeito “escroto”, bom… Você ainda pode me ignorar solenemente. Pode umas dicas para o Teixeira, ele tem mais experiência no assunto, pelo menos relacionado a pessoa.

          • riquesampaio

            É, então nossa discussão acaba aqui, pq eu discordo de você de que ter opinião e convicção é presunção e ninguém disse que expor é igual a impor.

          • Darth Paul Poor Traaais

            Nesse ponto eu concordo plenamente contigo. Ter opinião e convicção não é presunção. Querer ou só achar correto se as pessoas compartilham dessas mesmas opiniões, isso é presunção. Assim como expor não é impor, mas dependendo de como você expõe pode facilmente se transformar em uma imposição. Não?
            Obs: e continua valendo o que disse acima, assim como acredito que você não esteja querendo me convencer de nada, eu também não quero mudar suas opiniões/convicções ou a forma com que você as expõe. Essa “discussão” não acaba aqui. Ela vai continuar dentro da minha cabeça. E você? O que vai escolher?

          • Gunter

            Pelo menos o Rique diz logo a opinião dele e isso da pra entender facil. Agora o que não da pra entender é o Heitor tipo, a menina tem o livre arbitrio para fazer o cosplay de uma personagem sexualizada que um homem não tem o direito de criar…hãm?!

          • Darth Paul Poor Traaais

            Bom, aí entramos de novo na questão “o outro pode ou não pode isso ou aquilo”. Pra mim é tranquilo existirem coisas com as quais eu não me identifico ou goste. Só não irei me relacionar com elas. As pessoas falam que é errado objetificar pessoas (independe do gênero e/ou orientação sexual) mas a indústria pornográfica faz isso direto. Ou realmente todas as produções onde os atores interagem somente para que aconteça um sexo casual na verdade estão buscando a “essência da arte cinematográfica”?
            Outra vez, você tem todo o direito de definir o que você acredita ou deixa de acreditar. Quando se quer “obrigar” as pessoas a pensar de uma determinada maneira então o conceito de “obrigação” venceu. Agora, se você está de bem com isso, porque “é por uma boa causa” etc, ok. Só lembre que esses podem ser os mesmos argumentos que já foram usados aí longo da história pra se fazer muita coisa errada. Complicado? Ninguém disse que era fácil. Mais difícil ainda é assumir que todos, sem exceção, possuem preconceitos e discriminam. Só que alguns resolveram não deixar que esses conceitos orientem a maior parte de suas decisões. Infelizmente outros colocam o preconceito e a discriminação no volante de suas vidas, com o ódio como co-piloto. Aí dá no que dá…

          • Heitor De Paola

            Eu não disse que o “um homem não tem o direito de criar”. Disse que o design dessas personagens é uma bosta. Cindy de FF XV é visualmente uma bosta, assim como a Quiet do Metal Gear Soild V. O que eu disse é que, no entanto, se alguém se sente bem ao se vestir como elas, não cabe a ninguém julgar isso.

    • riquesampaio

      Aliás, só pra reforçar: eu defendo ferrenhamente a abordagem do sexo e da sexualidade nos videogames. Só acho que há formas certas de se fazer isso:
      http://overloadr.com.br/especiais/artigos/2015/07/este-dating-sim-de-orcs-gays-e-um-bom-exemplo-de-representatividade-e-inclusao-sexual/

      http://overloadr.com.br/noticias/2016/06/trilogia-de-jogos-sobe-sexo-gay-de-robert-yang-chega-gratuitamente-ao-steam/

      E um dos jogos que eu ainda não joguei, por falta de tempo, mas que eu pretendo dar uma atenção especial em breve, é Ladykiller in a Bind, que é um jogo sobre BDSM entre mulheres.

      E, desculpa aí, mas quem tá tratando de sexo em videogames da maneira correta são os devs LGBT — com algumas exceções, como Wolfenstein: The New Order, que tem uma cena de sexo hétero maravilhosa e cheia de significado, sem que pra isso ele tivesse que objetificar uma personagem feminina.

      Bjos.

  • Márvio

    Quero o Texeira nos casts de melhores do ano! Quero treta! E coloca um Mario Maker de 3Ds na roda, só para deixar ele bravo.