É chegada a hora de nós, como site, escolhermos os dez melhores jogos que foram lançados em 2016. A discussão é quente e acirrada, e concessões devem ser feitas no meio do caminho. Nem todos conseguem ter os seus favoritos encaixados na lista, mas listas são assim e essa é sua graça. O que terá acontecido? Terá Heitor novamente usado de sua lábia mágica e colocado seu jogo preferido em primeiro lugar? Terá Teixeira sido mais uma vez Tenchuzado, no processo olhando em descrença para o horizonte enquanto seus desejos, um a um, são negados? Terá Rique feito um discurso em favor da Arte?

Isso, você descobre em nosso debate feito para elegermos o Jogo do Ano do Overloadr:


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Participantes:

Caio Teixeira
Henrique Sampaio
Heitor De Paola

Música de encerramento: Elza Soares – A Mulher do Fim do Mundo

  • Fabiano Castro

    A descrição do episódio no feed tá errada

  • Thiago Nunes

    Vai ter versão em vídeo dessas gravações especiais? Queria muito ver a reação do Rique quando o Teixeira respondeu que “Inside você só anda pra direita” hahaha

    • Heitor De Paola

      Desse de melhores do ano, especificamente, sim (estou renderizando neste exato momento). Dos outros não.

  • FHC

    Rique, eu tenho um gosto muito próximo do seu quando o assunto são jogos ou os “walking simulators”, porém acho muito “perigoso” quando você defende que por uma questão artística um jogo seria melhor que outro. Esse tipo hierarquização abre um precedente que leva a um discurso enviesado e que coloca o sistema em que todo jogo é feito numa categoria abaixo, porém estamos falando de videogame, ele é um sistema e como tal, mecânicas não são inferiores. Eu sempre defendo a importância da narrativa em jogos e como elas são mal feitas em sua maioria e o porquê de jogos indies serem tão importantes, porém essas características devem ser niveladas. Tanto mecânicas quanto narrativa, ou discurso artístico, são importantes, porém no mesmo nível.

  • Anderson Marcel Escaranaro

    Orquestra filarmônica é organizada por pessoas que usam fundo próprio e harmônica é de cunho estatal. Tenho uma harpista em casa para perguntar

  • Boa tarde senhores. Uma dúvida. Os podcasts nunca tem uma trilha de fundo? Por que sinceramente eu sinto falta de apenas uma base ao fundo.

  • Viniciando

    como Doom não tem mensagem? Matar demônios é uma ótima mensagem

  • ArcanoXV

    eu acho que o rique está sendo preconceituoso com jogos violentos haha (brinks)

  • Darth Paul Poor Traaais

    E lá vamos nós para mais uma lista de “melhores do ano” com escolhas que usam, em sua maioria, os critérios do “Trio Ternura” do Overloadr. Algo errado nisso? Nem pensar! Ouvir essa gama de opiniões diferentes (e divergentes em vários casos) é muito positiva, principalmente por que as sugestões de títulos ficam aí, pra quem quiser aproveitar. Me interessei particularmente por Owlboy e Inside.
    Agora é mais uma vez em que o Rique se pega dando sua opinião com uma pitada de preconceito. “DOOM é só um jogo de matar monstro”. Seria mais uma simples opinião pessoal, que infelizmente é potencializada pelo fato de que dos três integrantes, ele é o que mais ativamente se coloca contra o preconceito. Mas pelo visto é só na questão social e/ou cultural. Se tratando de jogos (e cosplay, não podemos esquecer) ele ainda está preso a alguns “pré-conceitos”…