Jogos! A avalanche de lançamentos do início de 2017 não parou, mas ainda não falamos o suficiente sobre tudo que saiu nas últimas semanas. Assim, com mais gente agora tendo jogado, abordamos novamente Horizon: Zero Dawn. Fora isso, há um pouco mais de The Legend of Zelda: Breath of the Wild, um pouco de Hollow Knight, Loot Rascals, 2Dark e mais.


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Participantes:

Caio Teixeira
Henrique Sampaio
Heitor De Paola

Assuntos abordados:

1 min – Quase 10 minutos sobre o Heitor falando de açúcar
9 min – Horizon: Zero Dawn
21 min – Nioh
24 min – 2Dark
41 min – Hollow Knight
46 min – The Legend of Zelda: Breath of the Wild
65 min – Loot Rascals
71 min – Notícias
85 min – Emails

Música de encerramento: Plaid – Ropen

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  • Jean David Monteiro Badji

    Rique, não se preocupe, a segunda vez que você joga ele muda coisas o suficiente pra não cair tanto na repetição
    e na terceira vez ele muda completamente(e depois abre um chapter select pra acelerar tudo mais ainda).
    A historia em si não tem nada demais, mas ao longo dele há conceitos muito legais e pontos de narrativa incríveis.(não quero falar muito pra não empolgar e acabar escrevendo um spoiler)

  • Alvaro Sasaki

    Mano, sobre o OD de trashera do heitor, cara, vai num imunologista checar esses trecos aí, porque lactose não é a única coisa que pode te foder no leite. E well, há substitutos e substitutos de leite, ainda mais vocês estando em SP. Leite vegetal não é só Ades (argh). E Teixeira, miojo SEM o tempero continua sendo uma bomba sódica.

    • Heitor De Paola

      Mas uma coisa que rola é que eu não tô sentindo nenhuma falta de leita. Só bem de vez em quando que dá vontade de tomar com Toddy e aí mato a saudade. Mas de maneira geral, tô feliz sem ele.

  • Alvaro Sasaki

    Sobre emulação, a fase de pcs estarem mais poderosos que os consoles rola desde a penúltima geração. Tanto que no lançamento do PS4/XBOne eles eram considerados de potência semelhantes a pcs mid-end. E quanto tempo houve de gente jogando em 4k antes de um PS4 Neo ser sequer cogitado?

    E sobre emulação das últimas gerações, principalmente nessa última geração, os jogos são desenvolvidos no pc primeiro levando em conta certas listas de limitações e capacidades dos consoles em questão, e só após isso jogados nos consoles e testados, não raramente ocorrendo cortes de assets e shaders no processo: o conhecido downgrade pós convenção. Tanto que muito disso ocorria há não muito atrás, com os jogos AAA rolando em PCs parrudos com performance próximos ou até realtime, sendo usados como targets para gerar trailers e afins. Hoje em dia com engines mais maduros, com limitações e métodos já testados in metal, não se perde tanto tempo quanto antes nessas otimizações, e o caminho para o jogo aparecer rodando no console é bem menos complicado e battle proofed o suficiente para terem a confiança de botarem rodando em real time no console nas convenções.

    Algo curioso é pensar que hoje em dia eles estão emulando jogos de pc em consoles, e fazendo otimizações no código para que rodem decentemente no console. A caixa de pandora da pirataria seria alguém ter acesso a métodos de executar esses games de console desenvolvidos em arquiteturas cada vez mais idênticas a PCs. Algo em uma escala totalmente diferente, mas semelhante, foi o caso do Taito Type X, que é uma placa de arcade que é um PC que tem jogos fornecidos em SSDs e um dongle usb de segurança. A partir de certo momento, notaram que haviam executáveis para windows (a placa rodava uma modalidade de windows) e que com leves modificações nos exes, era possível ter os jogos funcionais em PCs comuns.

    • Heitor De Paola

      Me expressei mal se pareceu que disse que consoles eram mais poderosos que PC. Quis dizer mais que não sei se a velocidade de melhoria dos PCs seria suficiente para quebrar com “força bruta” as barreiras para emularmos um console atual assim que um jogo saísse.

  • Renato Couto

    Pessoal o feed de vocês não esta funcionando corretamente no aplicativo BeyondPod, nunca tive problemas, porem ultimamente quando o episódio chega na metade o áudio volta para o inicio, sem alterar o tempo do audio, ao tentar avançar alguns minutos ele concluiu o arquivo.

    • Heitor De Paola

      Oi Renato. Então, é muito provavelmente um problema de nosso servidor. Estamos realmente próximos de mudá-lo agora, então, esperamos, em breve isso acabará. Já faz a essa altura uns dois meses desde que esse problema surgiu, você não é o primeiro a relatá-lo. Felizmente, acho que agora não falta muito para acabarmos com isso de vez.

  • Bruno Gomes

    Mais uma recomendação de PS 1: Legend of Mana! 🙂

    • Ricardo

      E “Legend of Legaia “, também é muito bom .

  • Bruno Leao

    Todos os Switchs que são vendidos no Brasil vem de importação certo? Logo as vendas são contabilizadas pelos países que venderam e não como other countries. Creio que os Switchs vendidos aqui ajudem os números americanos. Falei merda?

    • Ricardo

      Acho que você tá certo , a mesma coisa com os jogos do mercado cinza , de algum lugar eles são comprados legalmente , antes de chegar aqui ou no Paraguai …

  • FHC

    Vou dizer que se você pegar uma tv CRT e rodar o PS1, Resident Evil ainda é lindo.
    Faz poucos anos que fiz isso e achei bom.

  • Márvio

    Achei que vocês comentariam sobre o caso da IGN Brasil, principalmente pelo Caio ser formado em Jornalismo.

  • Kiya Varella

    O Teixeira e o Rique estranharam o problema do Heitor com leite, mas não é tão peculiar assim. Eu sempre tive problemas com leite in natura, mas derivados de leite eu como sem problemas (com exceção de queijo provolone, mas acho que tem mais haver com a gordura do que com a lactose). Eu até consigo tomar leite (em pequenas quantidades) mas vai me gerar uma dorzinha de estomago e eu abusar ou tomar por dois dias seguidos vai zuar todo o meu sistema digestivo.

    Heitor, tenta experimentar os leites sem lactose, agora tem algumas marcas que são baratas pq, na real, os fabricantes adicionam o remédio que você falou na composição, tipo a Piracanjuba (não sei se essa marca tem em SP).

  • El Luchador

    SOBRE CONQUISTAS E TROFÉUS

    Um jogo que trabalha muito bem isso e, acho até que faz parte do próprio gameplay, é o Binding of Isaac.

    Platinar o Rebirth e o Afterbirth foi UM INFERNO no PS4.

    Mas foi uma sensação de conquista FODA! hahahahah

  • Thiago Nunes

    O desenho da Nickelodeon que o Heitor não lembrava o nome é KaBlam!

    Os apresentadores eram estilo quadrinho alternativo do jeito que ele falou, mas as outras atrações eram em stopmotion e claymation também.

  • Ricardo

    Sobre um email do cast passado , do ouvinte que não terminava nenhum jogo :
    Eu quando começo um jogo , só me sinto satisfeito quando o termino , mas não sou do tipo que procuro fazer 100% em tudo , por exemplo , acabei de terminar Fallout 4 , só fiz as Quests principais ( somente umas 10 opcionais , o jogo tem mais de 100 ) , seguindo o caminho do ” Instituto ” , descobri pouco mais de 100 localidades do mapa ( tem mais de 200 ) , levei 29 horas , terminei com o Instituto e pra mim já está bom demais , não pretendo jogar mais Fallout 4 , que tem conteúdo pra mais de 100 horas , simplesmente porque quero jogar outras coisas .

  • André Nunes

    Parasite eve 1 e 2, Megaman X6 pra ps1