Entre descontos em funerais e a ratificação sobre nossos desejos do que deve ser feito com nossos corpos após nossa morte, conversamos neste Bilheteria também sobre Velozes e Furiosos 8, American Crime Story, The Expanse, o primeiro episódio da terceira temporada de Rick & Morty e outras coisas mais.

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Participantes:

Caio Teixeira
Henrique Sampaio
Heitor De Paola

Assuntos abordados:

0 min – 15% de desconto no funeral
3 min – Este podcast é o testamento do Heitor
10 min – American Crime Story
33 min – Velozes e Furiosos 8
47 min – Rick & Morty
49 min – The Expanse e serviço offline do Netflix
53 min – 13 Reasons Why
59 min – Emails
86 min – Vitrolinha do Tetheu: Ordinaria Hit – “Funciona à pancada” e “Prática” (Bandcamp do Ordinária Hit: https://ordinariahit.bandcamp.com/)

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  • Renner Modafares

    Puxando o assunto do início do Cast a respeito de testamento, existe o portal http://www.testamentovital.com.br, que auxilia na criação de um documento usado para expor o desejo de um indivíduo a respeito do tratamento clínico que ele deseja receber caso seja acometido por uma “doença ameaçadora da vida” (termo destacado no próprio site), que impossibilite a pessoa de tomar essa decisão de maneira lúcida. O mais bizarro (pelo que eu entendi), é que não existe nenhuma legislação que garanta que os seus desejos serão respeitados nesses casos.

  • Arthur Rocha

    The Expanse é uma série que bebe muito das histórias do Asimov de do C. Clarke, principalmente na forma como a política e as questões sociais são mostradas na série. E a segunda temporada já está saindo no exterior.

  • Gabriel PS

    Acho que faz sentido tomar banho quente no calor. Não existe aquela condição que, se você está quente o seu corpo vai tentar te ‘esfriar’ de alguma maneira? Então, se vc toma banho quente no calor, e sai do banheiro pra um ambiente também meio quente, a tendencia é vc ir ficando com aquela sensaçãozinha gostosa de frescor. (creio eu)

    E sobre The Expanse; é uma séria baseada num livro e que foi originalmente adaptada pelo SyFy. Inclusive, se não me engano, foi a série com o valor de produção mais caro do canal. E realmente se percebe isso, já que as séries do Syfy tendem a ser uma tosqueira só. Talvez isso até tenha motivado a Netflix pegar os direitos, já que a segunda temporada não estava tãaao certa assim.

  • Eu quando o Heitor começou a falar de Velozes e Furiosos 8:
    https://media.giphy.com/media/3oKIP5ca9LXvbZpSlG/giphy.gif

  • rodrigo

    Pelo inicio do podcast, a legislação brasileira determina que você só pode doar todos seus bens se você não tiver herdeiros necessarios ( pai, mãe, filho, esposa), não tendo você pode deixar todos os seus bens para seu amiibo preferido, caso tiver herdeiros tu pode doar apenas 50% e fica mais estranho quando se tem filhos, pq e 50% /50%, deste 50%, você pode 25%

  • Luis Felipe Vitte Soligueti

    Uma pergunta: Para enviar um e-mail para o Bilheteria, eu teria que colocar o que no assunto?

  • Adolfo Tognetti

    Por favor, façam o lance de comentar os filmes como o GiantBomb!

  • Lucas Gomes

    Eu espero muito pelo dia em que a Vitrolinha do Tetheu chegue falando que vai fazer algo diferente justamente por não ser diferente.

  • Bruno Freire

    The Expanse é do canal Syfy. Netflix distribui em alguns países, na verdade na maioria. Só que a série já está na 2ª temporada e por aqui só tem a 1ª.

  • Eu sei que já tem DOIS MESES, mas sobre a questão de testamentos, há restrições, pela legislação brasileira: ao contrário de outros países você só pode dispor em testamento até 50% do valor dos seus bens. Os outros 50% são divididos entre os herdeiros necessários, na ordem:
    – cônjuge e filhos/netos/bisnetos/etc (na ausência de cônjuge, vai tudo pros descendentes)
    – cônjuge e pais/avós/bisavós/etc (caso não tenha descendentes. Caso também não tenha cônjuge, vai tudo pros ascendentes)
    Lembrando que a herança para descendentes é na basa do “cascatateamente” (representação): se um filho seu já morreu antes de você, mas deixou netos, eles herdam o quinhão que o pai deles receberia se fosse vivo, em seu lugar. Se não deixou, o quinhão dele não existe e a divisão ocorre somente entre aqueles que estão vivos ou deixaram netos. Se algum dos netos também já morreu, os bisnetos herdam o quinhão do neto, e por aí vai, pingando e diluindo tudo. Pro lado dos ascendentes vai na prioridade: pros pais vivos. Não tem nenhum pai vivo? Pros avós vivos. Não tem mais nenhum avô vivo? Pros bisavós vivos, e por aí vai. Um avô seu não pode entrar como herdeiro representante de um pai seu já falecido, ao contrário do que acontece na linha dos descendentes

    Se a pessoa não deixou testamento, e não tem descendentes, ascendentes e nem cônjuge, aí a herança vai distribuindo pros parentes VIVOS colaterais, na ordem (pois uma classe exclui a outra, não há a tal “cascata” de herança):
    – Irmãos
    – Sobrinhos (caso todos os irmãos já tenham falecido)
    – Tios (irmãos dos seus pais, caso não tenha irmãos nem sobrinhos vivos)
    – Primos (filhos dos irmãos dos seus pais, caso não tenha nenhum irmão, sobrinho ou tio vivo para receber o montante)

    Detalhe importante: não importa se tal parente a receber a herança foi adotado ou não. Filho é filho, desde que tenha sido registrado em cartório. Então um tio seu que foi adotado e está na lista de parentes colaterais a receber herança vai ter o mesmo direito que os “irmãos de sangue” dos seus pais. Mesma coisa para primos, sobrinhos, netos, etc.

    Mas se a pessoa deixou testamento, aí os parentes colaterais não recebem NADA, independente de ter ou não algum herdeiro necessário como explicados lá no início, a menos que sejam favorecidos diretamente pelo testamento.

    Se não houver nem isso, aí vai tudo pra União