Em mais um episódio em dupla, Rique fala sobre três jogos com pegada retrô que têm ocupado seu tempo: Wonder Boy: The Dragon’s Trap, Spark the Electric Jester e Flinthook. Já Heitor, que finalmente terminou Persona 5, classifica o RPG em comparação aos episódios anteriores.


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Participantes:

Heitor De Paola
Henrique Sampaio

Assuntos abordados:

0 min – Vitrolas e CDs
6 min – Consultas médicas
9 min –  Wonder Boy: The Dragon’s Ttrap
25 min – Flinthook
34 min – Spark the Electric Jester
40 min- Persona 5
51 min – Notícias
77 min – Emails
Música de encerramento: Louis Cole – Weird part of the night

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  • Jean David Monteiro Badji

    Rique, depois da terceira vez que você termina, tem chapter select e você pode pular pro final e fazer o quarto e o quinto em menos de 10 minutos
    (os dois ultimos finais dependem da decisão que você toma no fim)

  • Caio_RB

    Só uma correção. O Switch é o segundo console mais rapidamente vendido da história nos EUA, só atrás do PS4. Ele superou o Xbox one na real.

    • Heitor De Paola

      Acho que estava pensando nos números mundiais. O Switch ficou atrás dos dois consoles pelos números a que temos acesso.

  • fabio tk

    melhor encerramento, acho que meu humor é tão quebrado quanto o do rique hahahaha

  • glaubertodesco

    Baixando o podcast, e como sempre para manter a tradição nesse sábado agradável, lá vai:

    Bioshock 1:
    https://www.humblebundle.com/gift?key=pEvVnzASHx6peDxE

    Bioshock 2:
    https://www.humblebundle.com/gift?key=P7WNfsBFVezxs3fN

    • Henrique Batista

      Desta vez não consegui pegar, mas vou ficar esporte para a próxima hahaha

  • Artur Antunes

    Sobre o Spark the electric Jester, eu entendo você pensar que o jogo poderia utilizar melhor as habilidades, tipo criando um trecho que precise dessas habilidades, mas eu acredito que quando é possível, o jogo faz isso. Tipo, antes de um grande trecho de corrida, ele dá a habilidade da prancha. O problema de utilizar isso mais a fundo, é que o design de fases desse tipo de jogo é ramificado, dando possibilidades de você passar por 2 ou 3 caminhos ao mesmo tempo, diferente de outros jogos que tem apenas um e se você leva muito dano, o jogo te pune com você perdendo os poderes e ficando com as habilidades básicas. Se o jogo, por exemplo, cria um obstaculo de um lago com espinhos no fundo que você precisa da habilidade de gelo para andar sobre a água, corre o risco do jogador não pegar essa habilidade dependendo do caminho que ele escolher ou perder essa habilidade levando algum dano e não conseguir passar. Por isso acredito que todas as fases são feitas para passar com qualquer habilidade.
    Sobre os chefes, realmente com o Spark eles são básicos, mas com o Fark eles mostram para que veio. Todo chefe jogando com o Fark me deu bastante trabalho e até gostei de jogar mais com ele.

    Fiz uma análise do jogo. Quem quiser conferir:
    https://www.youtube.com/watch?v=cEZ0JQPDL24

  • Ramiro Queiroz

    A UFBA vem produzindo já há alguns anos pesquisa a respeito de jogos. Dá pra procurar lá. Tem um pesquisador hoje professor na UNEB chamado Luiz Adolfo Andrade. Ele fala (ou falava) a respeito de temas para o TCC aí.