O Bilheteria #129 é recheado de lembranças de curtas de terror, trazidas à tona por conta do Teixeira ter assistido XX. Além disso, Henrique se afunda ainda mais em Twin Peaks ao descrever o que parece ser um dos mais impactantes episódios da série, enquanto Heitor coloca a pontinha do pé também no terror ao falar de Ao Cair da Noite.


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Participantes:

Caio Teixeira
Henrique Sampaio
Heitor De Paola

Assuntos aborados:

1 min – Aniversário do Heitor
5 min – Heitor assistiu Nerve
17 min – Ao Cair da Noite
25 min – XX
33 min – Curtas de terror
37 min – O Rapaz e o Monstro
47 min – Twin Peaks
68 min – Emails

Música do final: St. Vincent – Digital Witness

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  • Benício

    Tem um filme do mesmo diretor do Ao Cair da Noite no Netflix que também é bom e bem diferente. ‘Krisha’ é o nome.

    • Heitor De Paola

      Dei uma lida sobre ele quando estava lendo algumas coisas de Ao Cair da Noite. Fiquei com vontade de assistir.

      • Benício

        Vi o Cair da Noite ontem, gostei bastante. Mas pessoal que estava no cinema não gostou não.

  • Anderson Fernandes

    nerve, é um filme OK, não foram horas desperdiçadas

  • Vinicius Siviero

    Qual o nome desse conto do demônio no meio da rua?

    • luizpaulosantoscruz

      é, realmente estou tentando achar e não ahcei

      • Heitor De Paola

        @viniciussiviero:disqus @disqus_bqxPGR31j5:disqus @luizpaulosantoscruz:disqus O Claudio Gaspari mandou em email com o nome desse filme. Se chama Contos da Escuridão, de 1990.

        Tem ele inteiro no Youtube, o conto que eu mencionei começa mais ou menos aos 58 minutos. Eu me lembrava de algumas coisas de maneira meio errada e os efeitos práticos obviamente envelheceram. Mas assisti de novo aqui e ainda achei bem legal:

        https://youtu.be/uqFu2o3dWg4?t=58m

        • Vinicius Siviero

          Aeee! Valeu!

        • Better Call Foggy

          Hje eu aprendi que para achar a pessoa amada basta puxa-la em um beco escuro, dizer que não a vai machucar, levá-la ao seu apartamento muito assustador, dizer que a linha do telefone não está funcionando para que ela não vá embora e por último tranzar com ela.
          Vou testar esse fds e falo pra vcs o resultado

    • GotToGetBack, back to the past

      Poxa, Heitor! Agora tu vai ter que procurar e postar pra nois isso ae

      k

    • Heitor De Paola

      Então, eu não sei. Eu não me lembro onde foi que vi isso.

  • Hernesto Vautero

    Obrigado Heitor, eu me diverti muito.

  • Gabriel PS

    Assisti NERVE no cinema. Na época o que me fez ir ver foi a Emma Roberts e o visual repleto de neon num tom pseudo-cyberpunk.
    E estou com Rique. Consegui relevar todas as besteiras e coisas sem sentido que ele joga, e no fim achei um filme divertidinho. Tem gente bonita, luz neon com panorâmicas lindíssimas e uma trilha loca com uns pop esquisito dahora. Não esperava muito além de um filme à la tumblr.

  • DK3

    o que dizer desse epi que mal comecei escutar e já em 3 sgs já falam sobre pintos. <3

  • luizpaulosantoscruz

    Ahh, o termo Steven Bomb é quando vem um monte de episodio de uma vez.

    Meio que antes dos últimos episódios juntaram um pouco mais do pessoal da cidadãzinha, ainda bem, eu estava com saudade das interações com o pessoal lá.

    E está de hiatus denovo, já que só está lançando ao lote.

  • Benício

    Estava ouvindo no carro e assim que o Teixeira falou ‘O rapaz e a Besta’, amigo que estava de carona perguntou se era versão homossexual de ‘A Bela e a Fera’.

  • FHC

    Nem fui atrás do Nerve, mas pqp!, o February é muito bom mesmo! A tensão construída sem nunca virar um filme de correria com jumpscare é maravilhoso.
    E que capeta vistoso, bonito e assustador né?

    • Gustavo Sant’Anna

      Eu achei February bem ruim, assisti com a mulher e ela ficou puta comigo hahahahaha

      É um filme de 1:30 que parece 3hrs, bem confuso e não achei tao tenso quanto It Follows, por exemplo e o capeta é muito caricato, não rolou hahaha

  • Daniel Cavalcanti Coutinho

    Além dos problemas de contas de banco, algumas coisas em Nerve não fazem sentido. Outras até fazem.

    Spoilers

    O fato da rede ser distribuída é interessante, pois é como redes de torrent e Bitcoin funcionam. De fato, o dinheiro dos assinantes ser usado para financiar o prêmio faz muito sentido, mas certamente um sistema desses usaria Bitcoin ou outra cripto moeda pra funcionar.

    Os celulares podem ser usados como redes de processamento distribuído, e isso faz sentido. O que não faz nenhum sentido é o código aberto do jogo receber alterações barradas em votos. O final é um Deus ex Machina quase literal. Se tudo o que você precisa pra alterar o código é uma rede de bots, no primeiro dia de jogo algum mané ia transferir todo o dinheiro pra conta dele, provavelmente na China, é o jogo seria então por falta de fundos​.

    No mais, não lembro de ter um problema com o streaming, pois os personagens tinham que emprestar os celulares para alguém filmar suas ações. O que não fica claro é se as pessoas votavam para os jogos serem organizados e concluídos, ou se uma inteligência artificial comandava os desafios.

    É um roteiro com furos, até alguns rombos, mas não achei tão fora da realidade, exceto o lance do banco: isso não faz sentido nenhum, era pra mãe nem saber de nada até o jogo terminar.

    • Onire de Morais

      SPOILERS PRA CARAI AQUI TBM

      A maior bullshit que eu vi foi a parte da escada, onde poderiam ter dado o celular pra qualquer pessoa gravar o que tava rolando, a parte do banco (man, wat, instalaram um bagulho pra roubar a senha de todo mundo que aceita jogar? E se a pessoa não salvar as senhas?), o sangue falso do final e “ah, derrotamos o jogo”. nop, o próprio pc da personagem principal ainda tava logado

  • Leandro Rocker

    O Heitor analisando o Nerve é tipo os pseudo cientistas criticando Interestelar…

  • Bruno Araujo

    Comentário aleatória, o Teixeira falou, assim como outros podcasters falam, que o Snapchat é difícil de entender por ser algo de pessoas mais jovens, mas o problema dele é só a interface mesmo, a usabilidade vai contra tudo que já foi feito em aplicativos mobile, o que no meu ponto de vista é bem ruim, eles pegam conceitos estabelecidos de UI e UX e tentam criar algo novo, isso não impede que as pessoas se adaptem, mas afasta muitas pessoas com certeza.