Finalmente tendo na mesa alguém que tenha jogado ARMS, Claudio Prandoni, do UOL Jogos, pudemos falar sobre o recém-lançado jogo do Switch. Mas como nem só de presente vivem as coisas, falamos também do passado com Crash Bandicoot N Sane Trilogy além de nossas nova aventuras no primeiro DLC de The Legend of Zelda: Breath of the Wild, a situação do Nintendo Switch no Mercado Livre e mais. Já o Rique fala de como foi capaz de perder dezenas de horas de progresso em Drifting Lands, uma mistura de jogo de “navinha” com Diablo.


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Participantes:

Claudio Prandoni
Henrique Sampaio
Heitor De Paola

Assuntos abordados:

0 min – Heitor sorrindo pro Rique <3
4 min – Killzone 2 e o passado do jornalismo de games
11 min – Crash Bandicoot N Sane Trilogy
34 min – The Legend of Zelda: Breath of the Wild DLC Pack 1
47 min – ARMS
56 min – Drifting Lands
78 min – Notícias
104 min – Emails

Música do final: The Cure – The Lovecats

Envie emails com perguntas e sugestões para: motherchip@overloadr.com.br

 

apoiase

  • fabio tk

    Lembrando que recentemente a ANATEL proibiu a comercialização de microcelulares no mercado livre também usando o argumento da homologação (e também porque são muito utilizados em presídios).

    Talvez as nossas instituições estejam funcionando? (risos)

  • André Matulionis

    Sobre os vídeos do Mario 64, estou mandando uns links:
    Análise das piscadelas do Mario: https://www.youtube.com/watch?v=yvxdLH1ejaA
    Como pegar uma estrela em apenas 12 horas: https://www.youtube.com/watch?v=kpk2tdsPh0A

    O cara tem dois canais, vale muito a pena para aprender sobre aspectos de programação em jogos:
    https://www.youtube.com/user/pannenkoek2012
    https://www.youtube.com/user/pannenkeok2012

    Recomendo esse aqui, discutindo ideias de como uma mudança no final do desenvolvimento acabou desaparecendo com uma determinada moeda:
    https://www.youtube.com/watch?v=iPILIf7ru48

    Abraços

  • Bruno Araujo

    Sobre o fetiche da indústria com o realismo, acho que hoje já é bem diferente do que era até a geração passada, a autonomia da direção artística dos jogos indies por conta das limitações, acabou chamando a atenção da indústria AAA por conta dos jogadores, um exemplo é como depois de Overwatch os jogos AAA parecem ter outra visão do que é carisma visual de personagens nos jogos, diminuiu o preconceito e associação com uma estética infantil, inclusive da parte do
    jogador, não tenho dados para comprovar, mas se analisarmos os últimos lançamentos de novas IPs existe uma preocupação bem grande em fugir do lugar comum do hiper realismo

  • AnaniasJr

    A proibição do Switch no ML deve ser coisa da Gradiente

  • Arthur Rocha

    Sobre os tubarões nunca pararem de nadar, é verdade sim, O que ocorre é que eles são peixes da Classe Condríctes (cartilaginosos) e, dessa forma, não possuem a bexiga natatória, o órgão que garante a flutuabilidade nos peixes ósseos (Osteíctes). Assim, os tubarões, dependem da presença de óleo em seus fígados e de suas nadadeiras para boiar, sendo que o movimento constante do nado também contribui para a respiração, já que eles necessitam que a água passe por suas brânquias para que ocorra a retirada de oxigênio para os pulmões.

  • GotToGetBack, back to the past

    Haha o Heitor falando de skylanders como se não conhecesse tanto…

    Quem ouvia GOTR sabe a verdade

    • Heitor De Paola

      Ixi, eu não tô lembrando do contexto, mas nem me toquei de que passei essa impressão. Ou era algo relacionado a não lembrar o nome do jogo mais recente?

    • Alessandro

      kkkkkkk

  • Caio_RB

    Sobre Crash e a questão de quem é dono de quê e o que aconteceu durante todos esses anos foi isso:

    Universal Interactive era a dona original. Eles licensiaram Crash e Spyro pra Sony publicar os jogos no PS1 que contratou respectivamente pra cada jogo a Naughty Dog e Insomniac.

    Depois do PS1, Naughty Dog, Insomniac e Sony decidiram parar com ambas as IPs. Todos os direitos voltaram pra Universal (Que sempre foi dona de ambas as IPs)

    Mais ou menos nesse mesmo período a Vivendi comprou a Universal Interactive e renomeou pra Vivendi Universal Interactive e as duas franquias viraram multiplataforma na geração PS2/GC/XB

    Em 2006 a Vivendi Universal Interactive foi renomeada pra Vivendi Games onde eles colocaram a divisão da Sierra pra publicar ambas as Ips

    Em 2008 a Vivendi Games se funde com a Activision formando a Activision Blizzard (Vivendi Games era dona da Blizzard). Ambas as Ip’s então são transferidas para a Activision Blizzard/Activision

    Em 2013 a Activision Blizzard compra as próprias ações da Vivendi, vira uma empresa independente da mesma e agora completamente dona de tudo o que era da Sierra/Vivendi Games e das próprias franquias.