No Bilheteria #144 contamos com a presença de Marina Val e falamos longamente sobre o recém-lançado Blade Runner 2049, que encantou a todos os participantes, especialmente o Heitor. Além disso, também tivemos uma grande discussão sobre Mãe!, esta com spoilers, além de passarmos brevemente por outras coisas como Your Name e New Yokio.

Todos que nos ouvirem são certamente merecedores de nosso grande Toblerone.

Participantes:

Henrique Sampaio
Marina Val
Heitor De Paola

Assuntos abordados:

0 min – O mais zoável do Overloadr
3 min – New Yokio
12 min – Your Name
20 min – Blade Runner 2049
58 min – A Era dos Games
64 min – Mãe!
110 min – Emails

Música do final: Sheena Ringo e Neko Saito – Confusion (Onkio Ver.)

Envie emails com perguntas e sugestões para: bilheteria@overloadr.com.br

  • FHC

    O nome original do Your Name é Kimi no na wa

  • mayk

    Gente, vocês pretendem fazer um podcast de comentário de Diário de um exorcista: zero? Acho que aquele filme é o Troll 2 brasileiro e queria que esse site começasse o culto dele.

    • Heitor De Paola

      Você diz inteiramente sobre ele? Porque o Teixeira falou sobre o filme em um episódio passado.

      • mayk

        Eu tava pensando em um parecido com o de Krampus, com vocês assistindo e comentando.

  • Márcio Barbosa

    É o Bilheteria que mais me deixa feliz e triste ao mesmo tempo. Feliz por ter saído cedo, por ser com a Nina, por falar de coisas boas, mas muito triste por ser com spoilers… Acho que Mãe sequer ficou em cartaz aqui… T.T

  • Rodrigo Moisés

    Aronofsky é de família judaica, abandonou a educação religiosa na vida adulta e se considera ateu.

  • Nina sobre New Yokio: “Ele é ruim de um jeito especial”

    Sofro desse sentimento com varias coisas nessa vida.

    p.s.: esse player novo do podcast té bem melhor que o antigo.

    • Heitor De Paola

      Que bom! Estamos em um servidor bem melhor agora, é um dos mais utilizados por aí. No geral, velocidade de download, player e tudo o mais deve ter uma qualidade superior nos podcasts a partir de agora.

  • Diego Heinrik

    Acredito que a essa altura vocês já tenham recebido inúmeros dos detalhes de Mãe!. É claramente (cruamente até) uma metáfora de deus e a mãe natureza. Com o contexto sendo a bíblia “inteira”.

    Vai do Gênesis (criação, primeiros homens, dilúvio, novo testamento (o novo poema), o messias, a igreja matando (a publisher)) ao Apocalipse (as guerras gente!).

    Enfim, inúmeros detalhes que nem caberiam aqui. O líquido amarelo é a única coisa que não vi explicação válida dentro desse contexto ainda.

    A mensagem principal é de que estamos destruindo o planeta (ela e a casa) e, quando ela se cansar, vamos nos foder e ela vai começar tudo de novo. Como as diversas extinções em massa que já tivemos. E a Terra ta aí… daqui a pouco faz de novo.

  • Victor Hugo

    O projeto do Mizanzuk chama Projeto Humanos, tá pra vir a próxima temporada que vai falar sobre um caso de assassinato ritualístico que ocorreu no Paraná

  • Neo Yokio foi animado (meio porcamente) pelos estúdios Deen e I.G., então dá pra chamar de anime. Só faltou a dublagem japa.

    • Heitor De Paola

      Eu tinha interpretado a animação porca meio como zoeira também, porque tem animes do Japão que tem um estilo similar, não?

  • Luiz Phellipe Rosa

    Um coisa, o termo “replicante” fica bastante confuso, principalmente quando misturado com os termos “androide” ou “maquina”.
    Replicantes não são máquinas, pelo contrário. Eles são seres biológicos engenhados em laboratório. Daí a discussão sobre humanidade.
    Não sei se ficou confuso para mim, ou se de fato houve a mistura.

    • Heitor De Paola

      Eu acho que houve mistura sim. Quase certeza que usamos “androide” como sinônimo de “Replicante” na conversa.

      • Luiz Phellipe Rosa

        Justo! É que tenho reparado essa confusão pelos programas que falam sobre esses filmes.

    • Alexandre Soares

      Mas é mais nesse filme novo que isso fica claro, né?
      Eu sempre assisti o filme antigo achando que eram androides super bem feitos hahaha

      • Luiz Phellipe Rosa

        Acho que não, Alexandre. Não sei precisar em qual momento, mas tenho certeza que é deixado claro que Replicantes não são máquinas – até para reforçar essa questão da busca da sua humanidade e o encontro com seu criador.
        Acho que o problema está na tradução ou adaptação do nome. No Brasil o nome ficou Blade Runner: O caçador de androides. Acho que devido ao livro “Androides Sonham Com Ovelhas Elétricas?”

  • Gabriel Azmodam

    Mãe e A Vida de Brian são praticamente o mesmo filme.

  • Ribeiro

    Só consegui assistir o Blade Runner agora. Também gostei bastante!

    Sobre a nudez das propagandas, achei bem natural, quase uma crítica. Gente, é um futuro distópico. O clima está uma merda, a vida na cidade está uma merda, a desigualdade está uma merda, as propagandas estão uma merda.

    (Spoilers) Sobre a Joi, não curti ela desde o começo, por explicitar a fuga da realidade em que aquela sociedade se meteu. No final, uma propaganda desse produto deixa claro: Ele foi feito para te dizer as coisas que você quer ouvir. Ou seja, todo aquele papo de “você ser especial”, e até o nome do pobre coitado, não passavam de um comportamento pré programado. Ele queria ouvir aquilo…

    • Heitor De Paola

      Nossa, eu vejo de maneira oposta. (spoilers para quem não viu, claro) O encontro com a propaganda de Joi no final só reforça que a que morava com ele era de fato especial, pelo simples fato de que aos olhos dele ela era diferente e separada das outras. Esse, diria, é em si o tema do filme inteiro. O K não é especial por ter “nascido” de um útero. A ideia é nos mostrar que a unicidade existe a partir do momento que olhamos para pessoas específicas ao nosso redor dessa forma, reconhecendo-as (reforçado pela relação do K com a Joi, com chefe de polícia, pelo desejo incessante da Luv de ser melhor etc etc). K, Joi etc são especiais por não serem especiais, em certa medida.

      • Ribeiro

        Entendi. Bom, a gente sempre interpreta as coisas usando nosso background. Devo ter alguma coisa pessoal contra coisas virtuais, que não podemos tocar. (spoilers) Pra mim essa cena da propaganda serviu para pontuar a montanha-russa que foi começar o filme achando que K era uma mera ferramenta, ficar cético com a possibilidade dele ser especial, ter certeza que ele era especial e finalmente tomar o banho de água fria.
        Porém minha interpretação do final é parecida com a sua. Do ponto de vista de K, não importa como ele foi concebido.

  • No email sobre podcasts:

    Existe sim um “Welcome To Nightvale brasileiro” que se chama “A Voz de Delirium” (https://deliriumoficial.com/) eu nao tenho saco pra nenhum dos dois, mas ouço muitos elogios de quem gosta 🙂

    O “projeto de storytelling do Ivan meio ThisAmericanLife que teve uma temporadinha” está indo pra 4a temporada, chama “Projeto Humanos” (https://www.projetohumanos.com.br), cada temporada tem uma pegada diferente, acho tudo do caralho, mas como as duas primeiras sao como “documentarios episodicos” e a terceira são episódios independentes unidos por um tema acho que sugeriria começar por ela pq o investimento é menor.

    Sobre “podcasts mais investigativos” a propria 4a temporada do Projeto Humanos vai ser uma série investigativa, já era pra ter saído, mas novidades no caso (encerrado ha 24 anos) fizeram ele segurar o lançamento.

    Sobre custos e o investimento ser muito grande, o projeto humanos é bancado via patreon do anticast e o voz de delirium fez um crowdfunding no benfeitoria pra segunda temporada.