Esperamos que você queira ouvir sobre Super Mario Odyssey, porque falamos exaustivamente sobre o novo jogo do encanador no MotherChip #157. Fora isso, Henrique oferece mais alguns pensamentos sobre Wolfenstein II: The New Colossus agora que o terminou, falamos sobre o “fim dos jogos estilo arcade”, um pouco do que rolou na Paris Games Week, um nova barreira que jogos eróticos têm encontrado no Steam a outras coisas mais.

Participantes:

Henrique Sampaio
Heitor De Paola

Assuntos abordados:

2 min – Wolfenstein II: The New Colossus
23 min – Super Mario Odyssey
62 min – Housemarque e o fim dos jogos estilo arcade
1h11 min – Uma nova barreira para jogos eróticos no Steam
1h21 min – A Nintendo vai muito bem, obrigado
1h34 min – Emails

Música do final: Jump Up, Super Star! – Trilha sonora de Super Mario Odyssey

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  • Leonardo Gaudio

    Sobre Wolfenstein 2, como o Rique bem pontuou, é um jogo que trata suas posições políticas de forma bem clara, sem dar muitas voltas, um dos exemplos dessa objetividade é como são tratados os revolucionários liderados pela Grace (a revolucionária negra que aparece diversas vezes durante os trailers do jogo), a roupa dos soldados é claramente referenciada como o traje utilizado pelo Partido dos Panteras Negras, não bastando isso existe menções a Huey Newton, um dos principais líderes do movimento, ainda visto como um terrorista pelas autoridades norte-americanas hoje, representar positivamente Huey Newton no jogo é ainda mais ousado do que se fosse para o próprio Che Guevara, que como sabemos foi transformado num ícone pop, levando em conta ainda que existem grupos clandestinos (vistos como terroristas) armados que hoje atuam dentro dos Estados Unidos sob a bandeira do Partido dos Panteras Negras, funcionando como autodefesa em bairros negros de grande abuso policial. Grace muito provavelmente foi inspirada na própria Angela Davis.

    Sobre a questão do mapa de assassinatos, sem querer dar spoilers, mas ele funciona como uma espécie de volta a mapas vistos anteriormente, só que fragmentados, para você ir atrás de todos os itens que deixou para trás durante a história, como o jogo não tem opção de repetição, essa é a maneira como se consegue tudo que foi deixado para trás, além de ter sim recompensas importantíssimas durante esse modo.

    • riquesampaio

      Bem legal, não conhecia o Huey Newton e nem sabia que o jogo o mencionada. Realmente espero que Wolfenstein II abra portas para mais jogos AAA com abordagens políticas como a que ele fez.

  • Ludson Rocha Martins

    Teixeira gostando de Mário! Kkk Imperdível!

  • Anderson Cardoso

    Primeiro e-mail que eu mando e o Heitor erra meu nome. Beleza, virei “Antonio Marcos Cardoso” hahaha…
    Continuando, aqui o assunto rapidamente.

    Dei mais uma fuçada por ai e descobri que o Twitch para alguns Streamers, meio que exige um horário X ou Y deles, como se fosse CLT manja? Tem Streamer que fica até 8 horas por dia lá jogando e tal. Não sei se isto é por conta de parceria ou faz parte de contrato mas é tenso hein ficar todo esse tempo.

    No caso do YT creio que, hoje em dia, seja mais rentável pra quem produz conteúdo fazer um ou 2 vídeos por dia e ir experimentando onde está sua maior audiência. Ou até mesmo porque não fazer Lives né.
    Dai o canal certamente irá ganhar com os views de gente que não estava ali no momento da
    gravação.
    Ou ainda o canal começa a live no youtube fica ali uma ou 2 horinhas e depois passa pra Twtich. Ficando ali mais ou menos o tempo que citei inicialmente dependendo da parceria. Acho um saco o que o YT tá fazendo com os canais hoje em dia tá ruim demais. Espero que isto não afete mais nenhum canal que assino, já teve gente que desistiu de lá inclusive.

    Abs.

  • Jonathan Menegalli

    A melhor experiencia de arcade que eu tive nos últimos tempos foi devil daggers. Meu deus que delicia de jogo.

  • FHC

    Segundo a Wikipédia, o Wii vendeu mais de 101 milhão de unidades.

  • Arthur Marques

    Concordo completamente que conhecer uma linguagem como a do cinema por meio de filmes acessíveis como os arrasa-quarteirões é sim uma experiência que pode fazer com que pessoas com acesso restrito a cultura para formas mais artísticas (e uso essa palavra porque diferencial arte de linguagem expressiva). Mas ao mesmo tempo, fico muito receoso em defender produções que são completamente institucionalizadas como porta de entrada para produtos mais sérios e capazes de realmente reconstruir uma pessoa (minha dúvida fica na efetividade dessas obras como ponte).

    Não estou criando uma distinção de juízo entre uma produção popular (como ainda é o funk, apesar da intensa tentativa de adequação dessa expressão pelos meios de comunicação) e uma produção erudita. Como vocês falaram no podcast, muitos desses filmes são (em quesitos de linguagem) apuradíssimos. Minha distinção (de valor) é entre uma produção pulsante, que dialoga com a vida das pessoas de forma profunda e que, sendo assim, reelabora a consciência dessas mesmas pessoas (Sabotage e Racionais fizeram isso, por exemplo) e uma produção pasteurizada, homogeneizadora e que as vezes se esforça para não gerar nenhum tipo de questionamento, como grandíssima parte da produção de entretenimento de alto rendimento faz. Essas mesmas críticas podem ser direcionadas a produção de arte de galeria, com seus ataques superficiais e intelectualizados a questões vitais da sociedade, que criam mais arquétipos que respostas expansivas.

  • Rubens Mateus Padoveze

    Não faço idéia do que é o tal do peixinho, rsrsrs mas cada vez que o Heitor fala imagino uma pirueta é uma espécie de peixe diferentes

    • Heitor De Paola

      Peixinho como do futebol. Em que a pessoa (no caso, o Mario) pula para frente de cabeça.

      • Rubens Mateus Padoveze

        há! Obrigado, não procuro ver futebol

      • Anderson Cardoso

        ah, nossa. faz é tempo que não vejo jogadores fazendo Peixinho pra mim essa manobra do Mario era uma bicicleta invertida!

  • Marcos Neguéti

    Não está mais aparecendo no feed o MotherShip!!!

    Já faz um tempo.

    • Heitor De Paola

      Oi Marcos,

      Isso é um problema que ocorreu depois que mudamos de servidor. Faça uma coisa, desassine e reassine novamente que tanto o feed do MotherChip quanto do Bilheteria devem voltar a ser atualizados normalmente.

      • Marcos Neguéti

        Fiz o que me recomendou e continuou na mesma. Acho que o problema está com o app que uso pra escutar Podcasts que é o Wecast, nele tem o feed do Mothership até o episódio 152. Como faço para que o novo feed volte a aparecer no Wecast?

        • Heitor De Paola

          Olha, eu acho que o problema não é o App não. Eu uso o WeCast também e nele tanto o feed do MotherChip quanto do Bilheteria estão atualizando normalmente, mas tive que fazer isso, de parar de assinar e assinar novamente.

          Uma pergunta, você reassinou fazendo a busca pelo próprio App mesmo, certo? Procurando por “MotherChip” lá e assinando o que apareceu?

          • Marcos Neguéti

            Das duas formas. Tanto que me levava pro feed antigo toda vez. O problema é percebi que Motherchip se escreve com CH e não com SH.
            Valeu Heitor, que se não fosse por alguns erros por parte do escrivão seria meu parente, pois sou de Paula.
            Abraços!

          • Heitor De Paola

            Mas só para entender, agora deu certo? O feed que assinou está atualizado direitinho?

          • Marcos Neguéti

            Sim está tudo ok, eu que estava com o feed antigo ainda por conta de procurar por Overloadr, quando procurava por MOTHERSHIP, não encontrava nada, pois o correto é MOTHERCHIP. Obrigado novamente.