Estamos oficialmente em 2018, é hora de retomarmos nossas atividades! Dando boas-vindas ao este novo ano, conversamos sobre o que fizemos em nosso recesso, jogos que porventura jogamos nesse período, compartilhamos nossas listas pessoais de melhores títulos de 2017 e, finalmente, olhamos para o futuro, vendo o que 2018 terá a nos oferecer.

Participantes:

Caio Teixeira
Henrique Sampaio
Heitor De Paola

Assuntos abordados:

0 min – O que fizemos no recesso
16 min – Os 10 melhores jogos de 2017 para Caio Teixeira
28 min – Os 10 melhores jogos de 2017 para Henrique Sampaio
33 min – Os 10 melhores jogos de 2017 para Heitor De Paola
41 min – O que jogamos nesse recesso
50 min – O que será lançado em 2018

Música do final: And No More Shall We Part – Nick Cave & the Bad Seeds

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  • Paulo Henrique

    Demorou mas voltou!

  • Luis Cleber Majima

    Uma das novas atrações de 2018 seria nosso querido parrudinho zerando Demon’s Souls e Bloodborne?

  • Gradash

    Um bolo comunista? Seria como? Só o prato vazio? kkkkkkkkkkk

  • Ismael Paiva

    Sobre Horizon: Zero Dawn não estar entre os mais adorados no fim de 2017,pra mim, o que fez a diferença foi a dificuldade, pois o jogo se mostra muito divertido no modo “muito difícil”. No “normal” e “difícil” o combate é um pouco simplificado, podendo matar praticamente todos os inimigos facilmente com flechas. No modo “muito difícil” as flechas não são tão eficientes, o que incentiva a usar as diferentes armadilhas para os robôs maiores, pois contra esses levamos one hit kill na maioria das vezes. Acho que faltou um pouco de balanço para a dificuldade “normal” porque tem todo um arsenal disponível que nesta dificuldade não é necessário. Entretanto, bastou trocar dificuldade, e acabou se tornando um dos meus jogos favoritos de 2017, juntamente com Nioh. No momento estou jogando Nier: Automata e adorando, ainda na rota A e curioso com os rumos do jogo. Um ótimo 2018 a todos!

  • Tiago Xavier

    Poxa hollow knight é tão gostosinho.

    • Anderson Cardoso

      Pois é esses caras são tão enjoados.

  • Caio

    Prato vazio só se o bolo fosse liberal, pois os donos da festa já teriam comido ele todinho, enquanto que os convidados ficariam só no cheiro. Isso se alguém fosse de fato convidado.

  • Mr O

    Quanto a Hollow Knight:

    -Acho compreensível as críticas quanto a animação de ataque e ao lag quando há vários inimigos na tela, são problemas pequenos e relevei eles, mas são reais.

    – o combate em si é bem simples, mas vejo um charme em uma jogabilidade tão minimalista apresentar a quantidade de nuances nos ataques do jogador e dos inimigos, principalmente combinado aos movimentos lá pro final do jogo.

    – sobre o fundo ser muito distrativo pelos detalhes, discordo. As regras visuais de contraste ditam que o que é diferente do resto atrai o olhar. O traço cartunesco e o design das máscaras brancas dos insetos se destaca dos fundos por essa lógica.

    – Agora, chamar o jogo de feio e falar que as músicas são ruins? Eu sei que é subjetivo em parte, mas não me desce. Os personagens são carismáticos e com silhuetas bem distintas em design; os fundos são imersivos, muito bem trabalhados e com conceitos interessantes; a direção de arte em geral é consistente. Seria bom dizer se o visual do jogo apenas não é do seu gosto do que arriscar falar que é feio sem elaborar o por quê.

    Enfim, gosto bastante do jogo e apresentei meus argumentos, espero que as respostas raivosas que alguns fãs do jogo deram no twitter do Heitor não o desanimem.

    E não tem problema em terminar o jogo pra entender o ponto de vista dos outros. Já sonic forces é bem mais falho objetivamente, até olhando pelo lado técnico.

  • Paulo Henrique

    PUBG no PS4, não aguento mais Fortnite