Ori and the Blind Forest é um jogo de exploração em que nossas capacidades de alcançarmos novos lugares são progressivamente maiores, aos moldes de títulos como Super Metroid e Castlevania: Symphony of the Night.

Além de ótimos controles e habilidades criativas, Ori and the Blind Forest é um jogo muito, muito bonito, com cenários detalhados, variados e de tirar o fôlego. Heitor De Paola e Henrique Sampaio passam por alguns deles, mostrando um pouco do que há de tão especial nesse trabalho da Moon Studios.

  • Filipe Ritto

    Cara… Esse jogo ta de sacanagem de tão bonito, MEU DEUS.

    Só esperando os gif’s absurdos na análise. *-*

  • Barata

    gente, não vi o shuffle todo, mas se esses caras não forem os mesmos que fizeram o child of light, eles merecem ser processados. os cenários são idênticos, ter até um espirito ao seu lado o tempo todo.

    • Heitor De Paola

      Não foram os mesmos estúdios.

      Os cenários são bem distintos. Você pode até argumentar que há arquétipos nele, na divisão de elementos por região, mas isso é um trope presente em quase todos os videogames desde o advento dos consoles (apesar de aparecer em arcades também).

      O estilo visual de ambos não tem quaisquer similaridades. Child of Light usava de um estilo que se assemelhava ao aquarela, com cores lavadas e personagens chapados. Ori and the Blind Forest tem cenários pintados a mão, com uma estética que mistura o 2D e 3D de maneira sutil. Se qualquer coisa ele é bem mais próximo a Muramasa: The Demon Blade, apesar de ser bem mais bonito.

      Sobre o espírito, isso também é um elemento bem comum a jogos. É normal haver uma entidade guia que nos acompanha e realiza certas funções. Provavelmente um dos exemplos mais conhecidos seja o de Ocarina of Time, mas você pode ver o mesmo em Terranigma e Baten Kaitos, por exemplo.

      • JV2501

        Sdds Baten Kaitos :3

        • Heitor De Paola

          Porra, muito. Ainda mais com o twist foda que rola no segundo (o Origins). Tinha seus probleminhas, mas o sistema de combate era muito legal e a história de ambos era bem legal. Acho que por ter sido exclusivo ao Gamecube não tantas pessoas jogaram, mas era muito bom.

      • Ele me lembrou muito também, pelo cuidado estético e beleza, o jogo “Fly’n”. São estilos de arte diferentes, mas ambos impressionam.
        Uma coisa do Ori que me deixou bobo foi essa água. O efeito de profundidade, mas ao mesmo tempo 2D é incrível.

        Muramasa era realmente lindo também. Uma pena que ficou restrito a resolução ruim do meu Wii. Poderia muito sair pra PC um dia

  • Leonardo Schmidt

    Bonito mesmo.

  • JV2501

    Só ouvi. Deu pena de ver o vídeo e correr o risco de me sentir spoilando a experiência de primeiro impacto com a estética visual do jogo.